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Novos Caminhos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 26 de Novembro de 2019 02:32
NOVOS CAMINHOS
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.
Platão já dizia: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governado por aqueles que gostam”.
Com a difusão proporcionada pelos meios de comunicação, de repente todo mundo começou a dar palpites sobre os mais variados assuntos. E um dos que mais polarizam a atenção da população, naturalmente, é a política. A mobilização das massas é um indicativo claro desse despertar.
Uma coisa é ficar do lado de fora metendo o dedo e o verbo questionando tudo e dando opinião, sugerindo isso ou aquilo. Outra é buscar e mobilizar lideranças conscientes com o objetivo de participar ativamente do processo eleitoral com propostas estudadas e baseadas em experiências que já deram certo. É o momento de descruzar os braços e partir para assumir compromissos. É o que está acontecendo em Campo Grande. A discussão no campo das ideias está posta, gerando novas lideranças, que por sua atuação na vida empresarial ou pública tornaram-se opções para as mudanças de que necessitamos.
O momento que vivemos mostra que a bússola está apontada para outro norte: o fim da velha política, do toma-lá-dá-cá e também da corrupção institucionalizada há muito tempo e que, apesar de suas variações, espero, esteja chegando ao fim.
Um exemplo disso é a gestão do presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Cipriano Nascimento, que, em quatro anos, reestruturou a gestão de pessoal, remodelou suas instalações, recuperou a infraestrutura, restaurou o centro cirúrgico – sem interromper as cirurgias –, construiu o novo centro administrativo, finalizou a unidade de traumatologia que estava paralisada há 20 anos, enfim, levantou o hospital, começando pela jardinagem e completando com a nova unidade de oncologia. E tudo isso, naturalmente, chamou a atenção da sociedade.
Empresários influentes começaram a visitar a Santa Casa e puderam ver a excelência de suas instalações, confirmando a capacidade gerencial do presidente Esacheu – que sempre teve a atenção voltada para as necessidades de Campo Grande.
Agora mesmo, Esacheu recebeu na Santa Casa a visita do presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Centro, acompanhado de membros dos órgãos de Segurança Pública, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do diretor regional dos Correios e Telégrafos, entre outros representantes de instituições laicas e religiosas, que se uniram para pedir ajuda devido à situação de pobreza e degradação humana nas ruas do centro da cidade e no entorno da antiga rodoviária.
Esacheu imediatamente se colocou à disposição do grupo e reuniu lideranças locais para a busca de uma solução, pois os poderes públicos, municipal e estadual vêm se omitindo nessa questão. A resposta está sendo dada sob a forma de uma reunião de profissionais de psiquiatria e a determinação de um local na Santa Casa para o tratamento de usuárias de drogas e  moradores de rua.
Em outro contexto, está sendo criado o Comdese – Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico –, composto pelo empresariado mais expressivo da cidade, cuja meta é planejar e acompanhar um projeto de desenvolvimento monitorado pela sociedade civil organizada, a exemplo do que aconteceu em Maringá, onde uma iniciativa parecida impulsionou a cidade do sexto para o segundo lugar no concerto de municípios paranaenses no quesito do desenvolvimento urbano e cujas indústrias, comércio e serviços tornaram-se referências e produtos de exportação para outros municípios, estados e países.
Alinhado com essa atualidade, Esacheu foi convidado pelo Partido Progressistas (PP), a figurar como pré-candidato a prefeito nas eleições municipais do ano que vem.
Esacheu aceitou o desafio, pois sempre se destacou por suas atitudes corajosas e realizadoras, iniciando um novo caminho, que tenho certeza irá proporcionar à nossa cidade a opção correta para um desenvolvimento que contemple as necessidades mais urgentes de Campo Grande.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.

 
Da influência do comportamento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 18 de Novembro de 2019 20:21
DA INFLUÊNCIA DO COMPORTAMENTO
Neste momento de caos que estamos vivendo em todo o mundo com as pessoas agredindo-se mutuamente, gerando conflitos, desentendimentos, competitividade agressiva, radicalizando posições, partindo para o tudo ou nada, começa a brilhar no horizonte uma luz de paz e amor que aos poucos vai contagiando e que vai promover uma mudança no comportamento de muitos pela sua força natural: a gentileza.
Aqui no Brasil nós acompanhamos, há muitos anos, a campanha feita pelo Profeta Gentileza (apelido de José Datrino), já falecido, que andava nas ruas de cabelos longos e barba comprida vestido com uma túnica branca e difundia o seu bordão: “Gentileza gera gentileza”. Ele dedicou a vida a promover sua filosofia, viajando pelo país de Norte a Sul.
A noção de gentileza chegou às manchetes recentemente. Foi uma parte essencial do elogio do ex-presidente americano Barack Obama ao veterano parlamentar democrata Elijah Cummings, após sua morte no mês passado: "Ser um homem forte inclui ser gentil. Não há nada de fraqueza na bondade e na compaixão. Não há nada de fraqueza em cuidar dos outros. Você não é um otário por ter integridade e tratar os outros com respeito", disse Obama.
Daniel Fessler, diretor do Instituto Bedari Kindness da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, está realizando pesquisas “para entender por que a gentileza pode ser tão escassa neste  mundo moderno e para superar a divisão entre ciência e espiritualidade”.
Alguns dos projetos do instituto incluem examinar antropologicamente como a bondade se espalha entre as pessoas, analisar sociologicamente como aqueles que se comportam mal podem ser persuadidos a serem gentis e pesquisar pelo viés da psicologia como a gentileza pode melhorar o humor e reduzir os sintomas de depressão.
Isso pode ser uma questão de vida ou morte, dizem especialistas do Instituto Bedari Kindness. Em seu trabalho, Fessler analisou como as pessoas podem ser motivadas a serem gentis, simplesmente testemunhando atos de bondade e descobrindo quem é afetado por essa "gentileza contagiosa".
"Acho justo dizer que vivemos em uma época nada gentil. Tanto nos Estados Unidos quanto no mundo estamos vendo um crescente conflito entre indivíduos que têm visões políticas diferentes ou seguem religiões diferentes."
A gentileza, diz ele, são "os pensamentos, sentimentos e crenças associados a ações que pretendem beneficiar os outros, em que beneficiar os outros é um fim em si mesmo, não um meio para um fim". E a falta de gentileza reflete, por outro lado, "a falta de valorização do bem-estar dos outros".
"Nossa observação parte do ponto de vista científico. Estamos falando da psicologia, da biologia e das interações sociais positivas", diz
"Não é o caso de nos colocarmos em uma torre de marfim. Queremos usar essa pesquisa sobre pessoas no mundo real para criar políticas concretas e fazer a diferença." E esse "momento histórico é o momento certo para fazer isso", diz ele.
"Ser gentil, pensar em como você pode ser gentil com os outros, reduz a pressão arterial. Tem benefícios terapêuticos para o tratamento de depressão e ansiedade", diz Fessler
Quando as pessoas vêem atos gentis, são inspiradas a replicá-los, diz ele — “mas ainda estamos tentando entender os mecanismos da gentileza”
Em função desse movimento, foi criado o Dia Mundial da Gentileza, 13 de novembro.
Ou seja, a luz que começou a brilhar no horizonte está se expandindo gradativamente por todas as partes.
Graças a Deus!
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Neste momento de caos que estamos vivendo em todo o mundo com as pessoas agredindo-se mutuamente, gerando conflitos, desentendimentos, competitividade agressiva, radicalizando posições, partindo para o tudo ou nada, começa a brilhar no horizonte uma luz de paz e amor que aos poucos vai contagiando e que vai promover uma mudança no comportamento de muitos pela sua força natural: a gentileza.

 
Mais uma do doutor Esacheu PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 09 de Novembro de 2019 20:42
MAIS UMA DO DOUTOR ESACHEU
A Santa Casa de Campo Grande inaugurou no dia 8 deste mês as novas instalações da Unidade de Oncologia, que leva o nome de Elisbério de Souza Barbosa, um dos mais eméritos filantropos da Santa Casa, No século passado, sempre de forma generosa e constante ele fez doações que dotaram nosso hospital com as melhores condições possíveis para um atendimento humanizado à população carente quando ainda não existia o Sistema Único de Saúde (SUS).
O trio de ouro de filantropos naquela época era constituído por Elisbério de Souza Barbosa, Laucídio Coelho e Naim Dibo, empresários de destaque em nossa história econômica que sempre tiveram um olhar voltado para a caridade. Esperamos que o exemplo desses cidadãos motive nossos atuais empresários para contribuir também com a Santa Casa.
Como nada acontece por acaso, a inauguração se deu exatamente no dia de aniversário de Elisbério, que nasceu no dia 8 de novembro de 1888. Ele era dotado de espírito humanitário e foi um grande pecuarista, tendo inovado no seu ramo de atividade e contribuído para o aperfeiçoamento da pecuária em nosso estado.
A Unidade de Oncologia vai permitir um aumento significativo no número de atendimentos, que vai passar de 1.500 para 3 mil pacientes por mês. As novas instalações elevam a Unidade de Oncologia, mutatis mutandis, ao nível da Unidade de Traumatologia, dotando nosso hospital dos melhores meios para o pleno atendimento de média e alta complexidade.
A nova unidade possui um espaço físico moderno, com tecnologia de ponta, quinze leitos de infusão, sala de emergência, quatro consultórios, banheiros adaptados para acessibilidade dos usuários e demais dependências, que proporcionarão atendimento humanizado.
O mês de novembro é recentemente chamado de novembro azul, por ser dedicado à campanha de prevenção do câncer de próstata. O ônibus do projeto de prevenção do câncer já está no estacionamento da Santa Casa à disposição da população oferecendo exames gratuitos de mamografia, preventivo de câncer de colo de útero e de câncer de próstata.
A cerimônia de inauguração esteve plena de espiritualidade e de emoção, que empolgou todos os presentes. Em nome da família de Elisbério, sua neta Maria Olga Mandetta, discorreu sobre o espírito humanitário de seu avô.
Falaram também a coordenadora do Conselho Municipal de Saúde de Campo Grande, Maria Auxiliadora Fortunato, e a coordenadora do Conselho Local de Usuários, Cleonice Albres. O médico Fabrício Colacino, coordenador do serviço de oncologia relatou a importância da ampliação do espaço e a possibilidade de oferecer melhores condições aos pacientes, e depois agradeceu a realização deste sonho e o decisivo apoio do presidente da Santa Casa, Esacheu Nascimento.
Foi prestada homenagem ao presidente da Santa Casa e aos médicos Fabrício Colacino e José Maria Ascenço feita pelos pacientes Gilberto Luis Martinovsky e Carlos Miranda, como reconhecimento testemunhal da competência, qualidade e humanidade no tratamento a que estão sendo submetidos há muitos anos.
O padre Marcelo Tenório de Almeida e do pastor Adão José Pereira, deram as bênçãos às novas instalações do hospital.
No encerramento da cerimônia o presidente Esacheu Nascimento fez uma retrospectiva da sua administração, agradecendo o apoio recebido de sua diretoria e do conselho de administração, do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e de toda a comunidade convocando todos a seguir no espírito que sempre norteou o relacionamento da nossa população com a Santa Casa, a solidariedade. Ele aproveitou a ocasião para divulgar a criação da Central de Dízimo Santa Casa que vai ser o instrumento de participação de todos em benefício da entidade e seus pacientes.
A administração presidida pelo dr. Esacheu registra mais uma conquista real, efetiva e demonstrativa do acerto de suas decisões e de sua capacidade gerencial, com ações concretas e benéficas para a saúde da população.
Heitor Rodrigues Freire – Vice-presidente da ABCG Santa Casa.

A Santa Casa de Campo Grande inaugurou no dia 8 deste mês as novas instalações da Unidade de Oncologia, que leva o nome de Elisbério de Souza Barbosa, um dos mais eméritos filantropos da Santa Casa, No século passado, sempre de forma generosa e constante ele fez doações que dotaram nosso hospital com as melhores condições possíveis para um atendimento humanizado à população carente quando ainda não existia o Sistema Único de Saúde (SUS).

 
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