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Eu sou eu e... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 14 de Novembro de 2018 08:41
EU SOU EU E...
A busca de orientação para nortear nossas vidas nos proporciona caminhos os mais variados. Na medida em que essa busca se realiza por meios que se baseiam em oportunidades verdadeiras e consistentes, vamos encontrando, praticando e confirmando o conhecimento que adquirimos durante essa trajetória.
Assim, acabamos descobrindo caminhos que se apresentam como frutos do autoconhecimento alcançado por meio da pesquisa interior.
É maravilhoso constatar como Deus se utiliza de suas criaturas para enviar suas mensagens. O caminho da identificação interior nos leva a encontrar definições muito interessantes, em fontes variadas. Por exemplo, Raul Seixas, em sua genialidade e criatividade, definiu de forma muita adequada o que é o ser humano: “Eu  prefiro ser uma metamorfose ambulante”. Na minha opinião, essa é uma  definição verdadeira do homem. Como é precioso perceber aquilo que realmente somos: um ser infinito em constante construção.
José Ortega y Gasset, escritor e filósofo espanhol – que influenciou e continua influenciando muita gente –, acrescentou um condimento picante: “Eu sou eu e a minha circunstância”. Dando, assim, respaldo para justificar qualquer ação. Ortega y Gasset nos contempla também com outras frases que transcrevo a seguir:
“Caminhe lentamente, não se apresse, pois o único lugar ao qual tem que chegar é a si mesmo”.
“Há tantas realidades quanto pontos de vista. É o ponto de vista que cria o panorama”.
“Muitos homens, assim como as crianças, querem uma coisa, mas não as suas consequências”.
Na continuidade desse caminho, encontramos também a genialidade de Charles Chaplin, enriquecendo nossas vidas com o poema “Quando me amei de verdade”, do qual apresento algumas estrofes:
“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. Então consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome...Autoestima.
“Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.
“Quando me amei de verdade. Deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama ... Maturidade.
“Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama... Amor por si mesmo”.
Esses ensinamentos todos nos encaminham para a busca do entendimento básico dirigindo-nos para a fonte de tudo: Deus. Que tudo criou e instituiu os meios próprios para essa busca.
Há uma lei que rege todo o Universo, fisicamente, moralmente e espiritualmente: a lei de ação e reação. Isaac Newton, após realizar estudos sobre os movimentos e suas causas, chegou ao enunciado seguinte: “A toda ação sempre há uma reação de mesma intensidade, porém em sentido oposto”. É a Terceira Lei de Newton.
Moralmente, desde a antiguidade foi enunciada a lei do talião, conforme o Código de Hamurabi, há aproximadamente 1.800 anos antes de Cristo: “Olho por olho, dente por dente”. Errou vai pagar na mesma moeda.
Espiritualmente, o budismo enunciou a lei do carma. Carma significa ação e consiste em um tipo de força que transcende o mundo material. Essa força, essa energia, é infinita e invisível, e é a consequência direta das ações de cada ser humano. Da mesma forma, mas com outras palavras, o espiritismo prega a lei de causa e efeito.
Resumindo: nada acontece por acaso. Tudo o que nos acontece, TUDO é fruto dos nossos próprios atos. Se quisermos encontrar o responsável pelo que nos acontece, iremos encontrá-lo na frente do espelho.
E nós, seres humanos que estamos no olho do furacão (ao contrário do que se pensa, é um lugar sereno), nos vemos envolvidos por essas teorias e sinto que devemos procurar o lugar seguro para aplicar o discernimento: nosso coração.
Vamos fazê-lo? Depende de cada um. “Se compreendes as coisas são como são; se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A busca de orientação para nortear nossas vidas nos proporciona caminhos os mais variados. Na medida em que essa busca se realiza por meios que se baseiam em oportunidades verdadeiras e consistentes, vamos encontrando, praticando e confirmando o conhecimento que adquirimos durante essa trajetória.

Assim, acabamos descobrindo caminhos que se apresentam como frutos do autoconhecimento alcançado por meio da pesquisa interior.

 
Assim é. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 08 de Novembro de 2018 21:39
ASSIM É.
A longa e maravilhosa jornada que a vida nos proporciona é uma oportunidade permanente de aprendizado e de evolução por meio do trabalho que se realiza de diversas formas. Isso exige de cada um o entendimento necessário para que sua ação se realize de forma eficaz.
O trabalho deve ser feito de modo consciente. As diversas religiões, que se constituíram numa forma de aprendizado, procuram implantar de maneira impositiva suas orientações. A imposição gera, de um lado, a aceitação passiva de subserviência a que as pessoas se submetem até por comodidade, e de outro lado, a resistência, que pode gerar atrito.
O despertar da consciência é lento, mas constante. Ele proporciona ao ser humano a oportunidade de participação contributiva para a sua evolução. E esse é o momento que leva à independência porque mostra que todos, TODOS, somos filhos de Deus, e, como tal, dotados de todas as condições para nos permitirmos trilhar esse caminho de luz que leva à sublimação. Não dependemos de nada nem de ninguém.
A força que nos permite essa independência é a fé, que tem como inspiração a esperança. Esperança, diz São Tomás de Aquino, “não é uma atitude passiva, mas cheia de vitalidade e de amor”. Diz o povo que a esperança é a última que morre. Eu aprendi que a esperança não morre nunca, porque tem como fundamento a fé, que é infinita.
Daí a necessidade de estarmos acordados, com olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para compreender. Se não entendermos, não adianta nada. Seremos como gado tangido para o matadouro.
Por falar em matadouro, aprendi que a morte não é motivo nem momento para lamúrias. A morte é o momento supremo em que a nossa alma é elevada para uma nova oportunidade, onde iremos colher o resultado da nossa semeadura. Aliás, a colheita é feita a cada momento. Aprendi que nada acontece por acaso. Assim, tudo o que nos acontece é fruto dos nossos próprios atos, conscientes ou inconscientes. Não tem desculpa. Plantou, vai colher.
O trabalho de despertar e de se libertar é individual. Eu não tenho que despertar ninguém, mas só a mim mesmo. A humanidade é induzida a tentar conduzir e influenciar o outro. O que na realidade, é um erro, uma forma de distrair o nosso ser: “Eu estou libertando o meu irmão”. Se eu acordar, naturalmente, estarei, “ipso facto”, contribuindo para despertar meu irmão.
O despertar ocorre por meio do trabalho individual de busca interior. Deus disse a Moisés, no livro do Deuteronômio (30,11-14), que Ele colocou o seu mandamento no coração e na palavra do homem. Aí está a chave da evolução humana. É em nosso coração (fonte de tudo) que vamos encontrar os meios necessários para o nosso despertar. E como fazê-lo? Por meio da meditação, buscando sentir o nosso ser interior, dedicando um tempo diário para o nosso despertar e à nossa evolução.
Repetindo: não dependemos de nada nem de ninguém. Só que dá trabalho, muito trabalho. E, sobretudo, precisamos estar conscientes.
É assim que é. Vamos trabalhar?
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A longa e maravilhosa jornada que a vida nos proporciona é uma oportunidade permanente de aprendizado e de evolução por meio do trabalho que se realiza de diversas formas. Isso exige de cada um o entendimento necessário para que sua ação se realize de forma eficaz.

O trabalho deve ser feito de modo consciente. As diversas religiões, que se constituíram numa forma de aprendizado, procuram implantar de maneira impositiva suas orientações. A imposição gera, de um lado, a aceitação passiva de subserviência a que as pessoas se submetem até por comodidade, e de outro lado, a resistência, que pode gerar atrito.

 
O momento é de união. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 31 de Outubro de 2018 02:12
O MOMENTO É DE UNIÃO
Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.
Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente.
A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.
Os meios modernos de comunicação (leia-se redes sociais) mostraram que vieram para ficar. Hoje o cidadão está conectado com o mundo virtual recebendo informações dos mais variados assuntos, diretamente.
Os institutos de pesquisas cometeram alguns equívocos que vão comprometer a sua credibilidade daqui para frente como a votação da Dilma para o Senado em Minas Gerais. Lá mesmo, a votação para governador. Em São Paulo, a votação do Suplicy também para o Senado; a votação para o governo no Estado do Rio de Janeiro. Isso para ficar só nos mais evidentes.
O pleito deste ano quebrou ou entortou alguns paradigmas, segundo o cientista político Gaudêncio Torquato,em sua coluna Porandubas Políticas:
1. O marketing eleitoral ficou de pernas pro ar. A comunicação massiva de alguns candidatos não funcionou.
2. O dinheiro não elege candidatos - teve candidato que quase não gastou e foi eleito com grande votação.
3. As pesquisas não detectaram tendências. Detectar apenas intenção de voto é pouco. O sistema cognitivo do eleitor não foi mapeado de maneira mais profunda.
4. Foi a campanha na qual o eleitor demonstrou maior autonomia de decisão. Autogestão eleitoral.
5. Mesmo os bolsões tradicionais e os fundões do país não se submeteram às pressões dos caciques.
6. A articulação com a sociedade organizada - movimentos, entidades, associações - deu o tom maior da campanha.
7. Subestimou-se o antipetismo e o antilulismo. E o PT acabou saindo dos grandes centros para as margens do interior do Nordeste.
8. Os custos da campanha diminuíram substantivamente, em alguns casos, em até 100%. O caixa 2 praticamente desapareceu.
9. O eleitor votou em perfis mais identificados com suas demandas, rotinas e padrões.
10. Fake news, versões e meias verdades deram o tom das redes sociais, mas não puxaram votos. Apenas acenderam o ânimo das militâncias.
Assim, sem dúvida, volto a repetir: De hoje em diante, tudo vai ser diferente. Por isso este é o momento do povo brasileiro se conscientizar da sua força e promover a união de todos em benefício do Brasil.
A eleição terminou. Agora, somos todos brasileiros, filhos de Deus, torcendo por este país maravilhoso e trabalhando, cada um no seu quadrado, com honestidade, seriedade, ética e competência.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.

Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente. A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.

 
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