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Pra não dizer que não falei das flores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Março de 2020 02:44
r PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES
A nossa cidade está de novo engalanada. As margens do córrego Prosa estão emolduradas pela beleza das flores das paineiras, que contribuem com uma energia alegre e contagiante para alegrar quem por ali transita, enriquecidas com a placidez natural do outono.
As paineiras do córrego Prosa, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho, deixando um tapete multicolorido como sua herança. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido por nós: uma ação constante sem ostentação.
Campo Grande sabidamente é uma cidade verde. Vista do alto, fica muito patente essa condição. A preocupação com o verde sempre esteve presente nas administrações municipais desde a fundação da nossa cidade: por ato do intendente José Santiago, em outubro de 1912, foi criada uma reserva de terras que deu origem ao Horto Florestal. Esse local é dotado de características próprias de vegetação, onde dois braços de córregos, o Prosa e o Segredo, juntam-se ali para dar origem a um rio de grande importância para a região, o Anhanduizinho.
O primeiro programa de arborização para as ruas do município aconteceu em 1913, quando o intendente, dr. Arlindo de Andrade Gomes, mandou trazer do Jardim Botânico do Rio de Janeiro cerca de mil mudas que foram plantadas em diversas ruas, dando origem a esse universo verde que cobre toda a nossa cidade, constituído inicialmente das aleias de fícus e ingazeiras das avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, que permanecem até hoje. Não podemos esquecer as mangueiras, algumas centenárias.
A vegetação é importante, pois ameniza o efeito estufa no meio urbano, além de absorver poeira e poluentes que diminuem a poluição – e ainda age sobre a saúde física e mental do ser humano. Além de todas as funções climáticas, a arborização também ajuda a organizar o ambiente urbano, embeleza e perfuma as ruas, praças e jardins, melhorando também a paisagem.
O verde é a realização que Deus concedeu para todos os que entendem o seu significado.
Nestes tempos de coronavírus, em que o ser humano se vê, de certa forma, confrontado com a morte – é o que mais assusta o homem –, em vez de procurar entender esse fato inevitável, busca meios de procurar contorná-la, como se isso fosse possível. Não adianta fugir. É melhor encarar e aceitar. É nosso regresso à pátria espiritual.
No isolamento a que estamos submetidos, nos vemos em busca de algo para fazer, para “matar” o tempo, e quando começamos a procurar e a lembrar de fatos passados, eu me deparei com o Geraldo Vandré, que, na época da ditadura militar, inspiradíssimo, criou essa canção memorável que se transformou num verdadeiro hino pela libertação: “Pra não dizer que não falei das flores”.
Vandré ficou em segundo lugar no Festival Internacional da Canção de 1968, nos anos de chumbo da repressão militar. Teve sua execução proibida durante anos, após tornar-se um hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar brasileira.
No refrão, Vandré nos ensina um comportamento que se encaixa de forma muito própria a estes tempos. Aliás, a todos os tempos:
“Vem, vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer”
Para finalizar, mais um pouco de música, agora de Jorge Ben Jor:
“Moro num país tropical,
Abençoado por Deus
E bonito por natureza”
Alegria, alegria, minha gente.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, membro do Instituto Histórico e Geográfico – IHG/MS.
r

A nossa cidade está de novo engalanada. As margens do córrego Prosa estão emolduradas pela beleza das flores das paineiras, que contribuem com uma energia alegre e contagiante para alegrar quem por ali transita, enriquecidas com a placidez natural do outono.

As paineiras do córrego Prosa, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho, deixando um tapete multicolorido como sua herança. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido por nós: uma ação constante sem ostentação.

 
Isto também passará PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 22 de Março de 2020 21:51
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.

Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.

 
Pandemia II PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 19 de Março de 2020 23:16
PANDEMIA II
Os momentos que o coronavírus está a proporcionar à humanidade são de multiefeitos. A cada situação, nos vemos diante de situações inusitadas. Em determinados momentos, há a recomendação de se usar máscara. Essa situação, ironicamente, acabou na realidade desmascarando muita gente.
O mundo mudou muito em poucos dias. Nunca houve uma mudança tão radical e rápida. Uma nova ordem mundial começa a tomar corpo. A rapidez da circulação do vírus e de sua divulgação causou e continua causando transformações imediatas e acredito definitivas. A recomendação de se evitar a circulação colocou todos em face de si mesmos. Estamos em vias de proceder ao autoconhecimento por meios inimagináveis pelos filósofos. Frente a frente. Consigo mesmo.
Esse evento incerto e imprevisto pode levar a economia mundial a um colapso. Todas as atividades estão sendo afetadas. A rapidez com que forem tomadas as medidas adequadas reagindo com bom senso e equidade dará a resposta certa.
O vírus nos remeteu aos mais elementares hábitos de asseio e de higiene, há muito esquecidos, entre os quais o de lavar as mãos frequentemente. Essa prática nos leva a outro ensinamento, este esotérico: “Mãos limpas, conservai-as puras”.
Essa pandemia está demonstrando que todos somos semelhantes independentemente de riqueza, pobreza, títulos, propriedades, feiura, beleza, preto, branco, amarelo, – enfim, o vírus nos mostrou o quanto a nossa casa é um lugar sagrado e nos colocou em nosso verdadeiro lugar: somos todos irmãos.
A fábula seguinte, de Esopo, ilustra o comportamento de pessoas consideradas ilustres. Aqui e lá fora.
"Um jumento carregado de sal atravessava um rio. A certa altura escorregou e caiu na água. Então o sal derreteu e o jumento, levantando-se mais leve, ficou encantado com o acontecido. Tempos depois, chegando à beira de um rio com um carregamento de esponjas, o jumento pensou que, se ele se deixasse cair outra vez, logo se levantaria mais ligeiro; por isso resvalou de propósito e caiu dentro do rio. Todavia ocorreu que, tendo-se as esponjas embebidas de água, ele não pôde se levantar e morreu afogado ali mesmo. Assim também, certos indivíduos não percebem que, por causa das suas próprias astúcias, eles mesmos se precipitam na infelicidade".
Esopo foi um escritor da Grécia Antiga, que viveu no século VI A.C., a quem são atribuídas várias fábulas populares e a paternidade das fábulas como gênero literário.
A propósito, há um ditado que diz: “Quando a esperteza é muita, ela cresce, vira bicho e come o esperto”.
***
Outro ponto a ser destacado é a dedicação e o altruísmo dos médicos e enfermeiros que colocaram a missão de suas vidas acima dos riscos que estão correndo pelo contato direto com os infectados. Merecem a homenagem e a gratidão de todos nós. Destaco o sacrifício do médico chinês Li Wenliang. Foi ele quem alertou seus colegas quando detectou o vírus e foi forçado a se calar pelo governo chinês, que não queria que a notícia da epidemia se tornasse pública. Mesmo assim, dedicou-se ao trabalho e veio a morrer aos 33 anos após contrair o novo vírus enquanto atendia pacientes na cidade de Wuhan, o epicentro do surto da doença. Dediquemos nossa reverência ao doutor Li Wenliang, como mártir deste novo tempo.
Outra observação que faço decorre do comportamento que se está adotando quanto ao velório dos infectados. O velório praticamente foi abolido. O carinho, a amizade, o respeito que devemos aos nossos entes queridos deve ser manifestado em vida, enquanto estamos juntos. Depois da morte, fica naturalmente a saudade e a lembrança dos atos que marcaram a vida de cada um.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico – MS.

Os momentos que o coronavírus está a proporcionar à humanidade são de multiefeitos. A cada situação, nos vemos diante de situações inusitadas. Em determinados momentos, há a recomendação de se usar máscara. Essa situação, ironicamente, acabou na realidade desmascarando muita gente.

 
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