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O significado da Quinta-Feira Santa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 15 de Abril de 2019 17:34
O SIGNIFICADO DA QUINTA-FEIRA SANTA
Religiosamente, a Quinta-Feira Santa é conhecida como “endoenças”, que é um termo de origem latina do verbo indulgeo, que significa perdoar, ser condescendente, interpretado pelo cristianismo como dias de perdão. Porém, esse termo também pode receber outra interpretação, como sofrer, sentir dor. Daí a denominação desse período como de endoenças.
Como sabemos, a história da humanidade é contada antes e depois de Cristo, o que demonstra claramente a importância de Sua vida e a transformação que Ele provocou em todo o planeta.
A pregação pública de Jesus, realizada em apenas três anos, teve dois momentos marcantes: o primeiro, o Sermão da Montanha – sem dúvida, o discurso mais importante já proferido nesta Terra; o segundo, toda a preparação que foi registrada em João, 13:31 até 18:01 – conhecido como o Evangelho do Testemunho, o discurso da despedida –, um dos momentos mais significativos da vida de Jesus, que começa com o ritual de lava-pés dos apóstolos e depois Ele demonstra de forma clara que o dinamismo da fé é o amor, preparando os apóstolos para a sua missão.
Os apóstolos de Jesus são retratados como pessoas simples, rudes, pescadores sem instrução formal. O próprio Jesus não teve uma formação educacional. Sem dúvida, cada um dos apóstolos era dotado de uma dimensão espiritual muito elevada, pois foram designados para a difusão da mensagem de Cristo. Todos eles são membros da Ordem Maior e aqui vieram como companheiros de Jesus secundá-Lo na pregação e no trabalho de divulgação do Evangelho.
Jesus lhes disse: “Não fique perturbado o coração de vocês. Acreditem em Deus e acreditem também em mim. Existem muitas moradas na casa do meu Pai. Se não fosse assim, eu lhes teria dito, porque vou preparar um lugar para vocês. E quando eu for e lhes tiver preparado um lugar, voltarei e levarei vocês comigo, para que onde eu estiver, estejam vocês também. E para onde eu vou, vocês já conhecem o caminho” (Jo, 14,1-4). Essa passagem confirma que apesar de os apóstolos serem pessoas humildes, eles não foram escolhidos de forma aleatória por Jesus. Eles vieram com um compromisso assumido. No caso de Judas Iscariotes, houve um desvio de comportamento.
Foi nesse momento que Jesus anunciou um novo mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Assim serão reconhecidos como meus discípulos”.
“Não se acovardem. Vou enviar o Espírito da Verdade. Para que todos sejam um”. O evangelho do testemunho encerra também exortações e conselhos finais: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Eu garanto a vocês, se pedirem alguma coisa ao Pai, em meu nome, ele O concederá”.
A liturgia utilizada na noite da Quinta-feira Santa encerra a Quaresma e dá início ao chamado Tríduo Pascal, o período em que se comemora a paixão, morte e ressurreição de Jesus, incluindo ainda a Sexta-feira Santa, o Sábado de Aleluia e terminando no Domingo de Páscoa.
A história de Jesus encerra um mistério, se formos considerar a falta de instrução formal em sua vida aqui na Terra. Mas, indubitavelmente, Ele não carecia disso. Ele já veio pronto e preparado. A interpretação que se dá a esse período que antecede a sua crucificação, de momentos de dúvida e de sofrimento, me parece equivocada, porque Ele sempre soube o que Lhe deveria acontecer, aceitando e assumindo integralmente o Seu papel.
“Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a Tua vontade”. Ele bebeu da Taça Sagrada até a última gota. Acredito que a Sua dimensão espiritual, o Seu conhecimento e a consciência de Sua missão davam a Ele o suporte necessário para encarar tudo de forma serena.
A nós, que estamos aqui na horizontalidade da nossa posição, só nos cabe procurar entender e agradecer o trabalho de Jesus, que nos mostrou o verdadeiro caminho.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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O SIGNIFICADO DA QUINTA-FEIRA SANTA
Religiosamente, a Quinta-Feira Santa é conhecida como “endoenças”, que é um termo de origem latina do verbo indulgeo, que significa perdoar, ser condescendente, interpretado pelo cristianismo como dias de perdão. Porém, esse termo também pode receber outra interpretação, como sofrer, sentir dor. Daí a denominação desse período como de endoenças.
Como sabemos, a história da humanidade é contada antes e depois de Cristo, o que demonstra claramente a importância de Sua vida e a transformação que Ele provocou em todo o planeta.
A pregação pública de Jesus, realizada em apenas três anos, teve dois momentos marcantes: o primeiro, o Sermão da Montanha – sem dúvida, o discurso mais importante já proferido nesta Terra; o segundo, toda a preparação que foi registrada em João, 13:31 até 18:01 – conhecido como o Evangelho do Testemunho, o discurso da despedida –, um dos momentos mais significativos da vida de Jesus, que começa com o ritual de lava-pés dos apóstolos e depois Ele demonstra de forma clara que o dinamismo da fé é o amor, preparando os apóstolos para a sua missão.
Os apóstolos de Jesus são retratados como pessoas simples, rudes, pescadores sem instrução formal. O próprio Jesus não teve uma formação educacional. Sem dúvida, cada um dos apóstolos era dotado de uma dimensão espiritual muito elevada, pois foram designados para a difusão da mensagem de Cristo. Todos eles são membros da Ordem Maior e aqui vieram como companheiros de Jesus secundá-Lo na pregação e no trabalho de divulgação do Evangelho.
Jesus lhes disse: “Não fique perturbado o coração de vocês. Acreditem em Deus e acreditem também em mim. Existem muitas moradas na casa do meu Pai. Se não fosse assim, eu lhes teria dito, porque vou preparar um lugar para vocês. E quando eu for e lhes tiver preparado um lugar, voltarei e levarei vocês comigo, para que onde eu estiver, estejam vocês também. E para onde eu vou, vocês já conhecem o caminho” (Jo, 14,1-4). Essa passagem confirma que apesar de os apóstolos serem pessoas humildes, eles não foram escolhidos de forma aleatória por Jesus. Eles vieram com um compromisso assumido. No caso de Judas Iscariotes, houve um desvio de comportamento.
Foi nesse momento que Jesus anunciou um novo mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Assim serão reconhecidos como meus discípulos”.
“Não se acovardem. Vou enviar o Espírito da Verdade. Para que todos sejam um”. O evangelho do testemunho encerra também exortações e conselhos finais: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Eu garanto a vocês, se pedirem alguma coisa ao Pai, em meu nome, ele O concederá”.
A liturgia utilizada na noite da Quinta-feira Santa encerra a Quaresma e dá início ao chamado Tríduo Pascal, o período em que se comemora a paixão, morte e ressurreição de Jesus, incluindo ainda a Sexta-feira Santa, o Sábado de Aleluia e terminando no Domingo de Páscoa.
A história de Jesus encerra um mistério, se formos considerar a falta de instrução formal em sua vida aqui na Terra. Mas, indubitavelmente, Ele não carecia disso. Ele já veio pronto e preparado. A interpretação que se dá a esse período que antecede a sua crucificação, de momentos de dúvida e de sofrimento, me parece equivocada, porque Ele sempre soube o que Lhe deveria acontecer, aceitando e assumindo integralmente o Seu papel.
“Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a Tua vontade”. Ele bebeu da Taça Sagrada até a última gota. Acredito que a Sua dimensão espiritual, o Seu conhecimento e a consciência de Sua missão davam a Ele o suporte necessário para encarar tudo de forma serena.
A nós, que estamos aqui na horizontalidade da nossa posição, só nos cabe procurar entender e agradecer o trabalho de Jesus, que nos mostrou o verdadeiro caminho.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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O SIGNIFICADO DA QUINTA-FEIRA SANTA
Religiosamente, a Quinta-Feira Santa é conhecida como “endoenças”, que é um termo de origem latina do verbo indulgeo, que significa perdoar, ser condescendente, interpretado pelo cristianismo como dias de perdão. Porém, esse termo também pode receber outra interpretação, como sofrer, sentir dor. Daí a denominação desse período como de endoenças.
Como sabemos, a história da humanidade é contada antes e depois de Cristo, o que demonstra claramente a importância de Sua vida e a transformação que Ele provocou em todo o planeta.
A pregação pública de Jesus, realizada em apenas três anos, teve dois momentos marcantes: o primeiro, o Sermão da Montanha – sem dúvida, o discurso mais importante já proferido nesta Terra; o segundo, toda a preparação que foi registrada em João, 13:31 até 18:01 – conhecido como o Evangelho do Testemunho, o discurso da despedida –, um dos momentos mais significativos da vida de Jesus, que começa com o ritual de lava-pés dos apóstolos e depois Ele demonstra de forma clara que o dinamismo da fé é o amor, preparando os apóstolos para a sua missão.
Os apóstolos de Jesus são retratados como pessoas simples, rudes, pescadores sem instrução formal. O próprio Jesus não teve uma formação educacional. Sem dúvida, cada um dos apóstolos era dotado de uma dimensão espiritual muito elevada, pois foram designados para a difusão da mensagem de Cristo. Todos eles são membros da Ordem Maior e aqui vieram como companheiros de Jesus secundá-Lo na pregação e no trabalho de divulgação do Evangelho.
Jesus lhes disse: “Não fique perturbado o coração de vocês. Acreditem em Deus e acreditem também em mim. Existem muitas moradas na casa do meu Pai. Se não fosse assim, eu lhes teria dito, porque vou preparar um lugar para vocês. E quando eu for e lhes tiver preparado um lugar, voltarei e levarei vocês comigo, para que onde eu estiver, estejam vocês também. E para onde eu vou, vocês já conhecem o caminho” (Jo, 14,1-4). Essa passagem confirma que apesar de os apóstolos serem pessoas humildes, eles não foram escolhidos de forma aleatória por Jesus. Eles vieram com um compromisso assumido. No caso de Judas Iscariotes, houve um desvio de comportamento.
Foi nesse momento que Jesus anunciou um novo mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Assim serão reconhecidos como meus discípulos”.
“Não se acovardem. Vou enviar o Espírito da Verdade. Para que todos sejam um”. O evangelho do testemunho encerra também exortações e conselhos finais: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Eu garanto a vocês, se pedirem alguma coisa ao Pai, em meu nome, ele O concederá”.
A liturgia utilizada na noite da Quinta-feira Santa encerra a Quaresma e dá início ao chamado Tríduo Pascal, o período em que se comemora a paixão, morte e ressurreição de Jesus, incluindo ainda a Sexta-feira Santa, o Sábado de Aleluia e terminando no Domingo de Páscoa.
A história de Jesus encerra um mistério, se formos considerar a falta de instrução formal em sua vida aqui na Terra. Mas, indubitavelmente, Ele não carecia disso. Ele já veio pronto e preparado. A interpretação que se dá a esse período que antecede a sua crucificação, de momentos de dúvida e de sofrimento, me parece equivocada, porque Ele sempre soube o que Lhe deveria acontecer, aceitando e assumindo integralmente o Seu papel.
“Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a Tua vontade”. Ele bebeu da Taça Sagrada até a última gota. Acredito que a Sua dimensão espiritual, o Seu conhecimento e a consciência de Sua missão davam a Ele o suporte necessário para encarar tudo de forma serena.
A nós, que estamos aqui na horizontalidade da nossa posição, só nos cabe procurar entender e agradecer o trabalho de Jesus, que nos mostrou o verdadeiro caminho.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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Religiosamente, a Quinta-Feira Santa é conhecida como “endoenças”, que é um termo de origem latina do verbo indulgeo, que significa perdoar, ser condescendente, interpretado pelo cristianismo como dias de perdão. Porém, esse termo também pode receber outra interpretação, como sofrer, sentir dor. Daí a denominação desse período como de endoenças.

Como sabemos, a história da humanidade é contada antes e depois de Cristo, o que demonstra claramente a importância de Sua vida e a transformação que Ele provocou em todo o planeta.

 
Normas de comportamento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 09 de Abril de 2019 17:37
NORMAS DE COMPORTAMENTO
A história da humanidade é rica de ensinamentos e comportamentos que, ao longo dos milênios, foram se cristalizando na mente e no coração dos homens, estabelecendo
certas atitudes.
Numa busca rápida pelo super Google – sem dúvida, a mais completa ferramenta de consulta  de informação jamais inventado – encontramos algumas referências sobre os códigos, leis e mandamentos que  vêm norteando o comportamento de quem tem acesso ao mundo digital.
O Código de Hamurabi, é considerado um dos mais antigos c´dogiso de conduta de que se tem notícia, foi implantado no século XVIII a.C. pelo rei Hamurabi, pertencente à  primeira dinastia babilônica. Pouco depois de ascender ao trono, o jovem soberano deu início à fusão de semitas e sumérios em uma unidade política e civil, imposta não só pelas armas, mas também pela ação administrativa e pacificadora, e dessa forma conquistou, por meio de acordos e guerras, quase toda Mesopotâmia.
A seguir temos o Bhagavad-Gita, livro que rege a religião hindu, revelado por Krishna, que viveu na Índia há mais de 5.000 anos (por volta de 3.000 a.C.). Trazendo uma mensagem de amor, fé e esperança, e é reverenciado por budistas, hindus e brâmanes. Foi escrito na melhor tradição dos livros sagrados e relata a luta travada no espírito humano pelo Bem contra o Mal, a supremacia do espírito sobre o egoísmo, as paixões e os prazeres mundanos.
Depois, foi a vez de Moisés com os Dez Mandamentos, retratados nos livros do Êxodo e do Deuteronômio. Os Dez Mandamentos foram recebidos por Moisés no Monte Sinai, há aproximadamente 1250 anos antes de Cristo, contendo os fundamentos que desde então norteiam a religião judaica.
O Tao-Te-King trás os ensinamentos de Lao-Tsé, nascido aproximadamente no ano 500 antes de Cristo. Esses escritos orientaram a filosofia chinesa e também servem de inspiração para muitos ocidentais até hoje.
O Tri-Pitakas - livro sagrado dos budistas, foi revelado por Deus a Sidarta Gautama, o Buda, que nasceu no ano 556 antes de Cristo, filho único de um rei do Himalaia, atual Nepal. Buda abandonou a vida principesca para viver como um mendigo em busca da verdade espiritual. Após 45 anos pregando a sabedoria e a compaixão, Buda entrou no Nirvana, ou seja, alcançou a "Grande Morte". Este foi um dos acontecimentos mais belos e significativos da história da humanidade, enriquecendo a mente humana e transbordando bondade, amor e compaixão através dos séculos até os dias atuais.
O Alcorão é um dos livros mais influentes da história. Foi revelado por Maomé, que nasceu em Meca, na Arábia, em 570 d.C. e faleceu aos 62 anos, em Medina. Para mais de 800 milhões de muçulmanos, espalhados em pelo menos 40 países do mundo, ele é a própria palavra de Deus. O Alcorão é um código de leis que se sobressai por sua pureza de estilo, sabedoria e verdade, constituindo-se em uma força indutora do comportamento religioso, social e político. Prescreve aos homens uma vida de submissão à vontade divina, e rapidamente se espalhou pelo mundo, fazendo com que durante a época áurea da civilização islâmica muitas nações diferentes fossem unidas em uma grande fraternidade.
Dentre todos os seres iluminados, destaca-se de forma marcante a figura de Jesus, que com toda simplicidade e clareza definiu e sintetizou todos os mandamentos em um só:
Amar a Deus sobre todas as coisas do céu e da Terra e ao próximo como a si mesmo.
Em todas estas escrituras sagradas o homem é convocado por seu Criador a desenvolver e exercitar virtudes como o amor, a bondade, a compaixão, a justiça, a equidade e a retidão.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A história da humanidade é rica de ensinamentos e comportamentos que, ao longo dos milênios, foram se cristalizando na mente e no coração dos homens, estabelecendo certas atitudes.

Numa busca rápida pelo super Google – sem dúvida, a mais completa ferramenta de consulta  de informação jamais inventado – encontramos algumas referências sobre os códigos, leis e mandamentos que  vêm norteando o comportamento de quem tem acesso ao mundo digital.

 
A nossa construção. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 01 de Abril de 2019 01:33
A NOSSA CONSTRUÇÃO
Nós nascemos, crescemos, estudamos, trabalhamos, constituímos família, provemos sua sustentabilidade, educamos nossos filhos, desfrutamos da vida, nos aposentamos e morremos.
Mas será que vivemos? Ou passamos pela vida?
Com quê, efetivamente, contribuímos para nós mesmos?
Lá atrás, Deus disse a Moisés que colocara o seu mandamento no coração e na palavra do homem (Dt 30.11-14). O que isso significa? Significa que cada um de nós, desde a  criação e por toda a eternidade, está dotado dos meios e condições para exercer o próprio trabalho e contribuir para a evolução e aprimoramento físico, mental e espiritual do mundo em que vivemos. Que depende de cada um, diretamente.
Mas quem sabe como fazer para utilizar esse instrumental? Aí está o X da questão. Como somos seres em construção, cabe a cada um descobrir por si só. Por meio da meditação e da oração. Pelo silêncio.
Nas Escolas de Mistérios do Egito Antigo, os escolhidos para se submeterem às provas  da iniciação esotérica  tinham que passar por um período de silêncio e de clausura durante três anos, nos quais não podiam emitir nenhum som, nem quando estivessem sozinhos, o que acontecia na maior parte do tempo. O silêncio interior servia para fortificar suas vontades e seus espíritos. Somente os que vencessem esse período eram admitidos à iniciação.
Quando aprendermos a usar o mandamento colocado em nossa palavra e descobrirmos o seu potencial, começaremos a fazer o nosso trabalho. Deus criou o mundo pelo poder da palavra. “Ele disse: Faça-se a luz e a luz foi feita” (Gn 1, 3-4).
Da mesma forma, cada um tem o mesmo poder criador. Todos somos filhos Dele. “Vocês não sabem que são templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês?” (1 Cor 3,16-17).
Mas, para que esse poder seja usado adequadamente, depende da sua utilização consciente. Como não recebemos uma instrução a respeito do seu uso, vamos aos trancos e barrancos, aprendendo, apanhando, errando, por tentativas e acertos até que encontramos a embocadura e começamos efetivamente a promover a nossa construção. Que tem começo, mas não tem fim, porque nossa existência é infinita. O uso adequado do silêncio e da palavra vai nos permitir o fortalecimento interior que será a base da nossa evolução, a aquisição do discernimento – a primeira etapa nessa direção.
Não devemos ter pressa, nem preguiça. Temos a eternidade pela frente. José Ortega y Gasset, escritor e filósofo espanhol – que influenciou e continua influenciando muita gente –, ensina com muita propriedade: “Caminhe lentamente, não se apresse, pois o único lugar ao qual tem que chegar é a si mesmo”.
Charles Chaplin, o genial Carlitos, que com sua arte encantou várias gerações, era também, escritor, filósofo e pensador que dominava com muita criatividade todas as artes, enriquecendo nossas vidas com o poema “Quando me amei de verdade”, do qual apresento a sua conclusão:
“Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama... Amor próprio”.
Esses ensinamentos nos encaminham para a busca do entendimento básico, nos dirigindo para a fonte de tudo: Deus. Que tudo criou e instituiu os meios próprios para essa busca.
E nós, seres humanos que estamos no olho do furacão (ao contrário do que se pensa, é um lugar sereno), nos vemos envolvidos por essas teorias e sinto que devemos procurar o lugar seguro para aplicar o discernimento: nosso coração.
Vamos fazê-lo? Depende de cada um. “Se compreendes as coisas são como são; se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nós nascemos, crescemos, estudamos, trabalhamos, constituímos família, provemos sua sustentabilidade, educamos nossos filhos, desfrutamos da vida, nos aposentamos e morremos.

Mas será que vivemos? Ou passamos pela vida? 

Com quê, efetivamente, contribuímos para nós mesmos?

 
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