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O jubileu do Natálio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 10 de Fevereiro de 2020 19:48
O JUBILEU DO NATÁLIO
Todas as profissões, as mais variadas, têm suas características intrínsecas: médico, advogado, engenheiro, mestre-de-obras, pedreiro, alfaiate, sapateiro, garçom, corretor de imóveis, arquiteto, etc. Mas ao mesmo tempo, elas têm como fundamento natural a competência, a dedicação, o zelo, a honestidade, a integridade, e a capacidade.
Neste artigo vou tratar de um profissional que reúne as condições acima, aliadas às características particulares de sua profissão de bem servir, como atendimento cordial, discrição, cortesia, paciência, bom humor e alegria: o garçom Natálio Malaquias.
Natálio completou há pouco tempo o seu jubileu de ouro, cinquenta anos ininterruptos no exercício da profissão, coroando sua trajetória com o reconhecimento público de seus clientes e de seus patrões que ao longo desse período contaram com o seu precioso atendimento.
Os judeus instituíram o jubileu como comemoração de um período de cinquenta anos, praticando nessa oportunidade o perdão de dívidas e a libertação de escravos. Era o momento de se alegrar e de agradecer. O ano do júbilo se abre com o toque da trombeta, chamada em hebraico “jobel”, daí o nome jubileu.
Enfim, esse é um momento de muita alegria. No mundo social, se instituiu o termo jubileu como representativo de um momento especial, por exemplo, o das bodas de ouro, cinquenta anos de casamento. Por extensão, todas as comemorações com esse período de tempo passou a se denominar jubileu.
E o Natálio atingiu assim o ápice de sua carreira. Ele deveria receber uma bandeja de ouro como um troféu por essa conquista. Ele nasceu em Terenos e passou a juventude no interior de São Paulo.
Começou como garçom no Automóvel Clube de São José do Rio Preto, voltando para Campo Grande em 1972. Aqui trabalhou nos mais emblemáticos e históricos bares e restaurantes: Bambu, Gato Que Ri, Majestic, Rádio Clube, entre outros. Trabalhou também na governadoria do estado e no Tribunal de Justiça, e tem como ponto de honra ter servido ao presidente Ernesto Geisel na cerimônia de implantação do estado de Mato Grosso do Sul, em janeiro de 1979.
Segundo Natálio, sua grande satisfação profissional é simplesmente servir bem: "O maior desafio de um garçom é no final do expediente sair com uma mente tranquila por ter feito um bom trabalho, deixando os clientes satisfeitos".
Mais do que servir, o garçom ainda se torna um colecionador de histórias, e no caso de Natálio elas são guardadas a sete chaves. Ele não revela nenhum caso, mas conta que mesa de bar e restaurante também se torna um divã para os clientes, e ao longo desses anos ele se fez um ouvinte confiável. "São muitas coisas, tem segredos que dariam um livro. Já ouvi história de amor e cliente falando da vida.  Se o garçom tiver disponibilidade, é bom que ele ouça, é uma maneira diferente de ver a vida. Mas depois é preciso fingir ser cego, surdo e mudo", ensina.
Atualmente Natálio trabalha como maitre no restaurante Pietro I Maria, de propriedade de Valmir Guarinão.
Natálio tem dez filhos com cinco mulheres diferentes, e brinca se dizendo concorrente do Fábio Júnior. Cinco de seus filhos concluíram o curso superior. Quando sua filha Luana, formada em direito, foi receber a carteira da OAB, durante a cerimônia Natálio apareceu em traje de gala, de terno preto, camisa branca e gravata borboleta, como um típico garçom das antigas, e entregou a carteira da OAB numa bandeja para a filha. Foi muito emocionante, e reforçou o sentimento de orgulho da profissão que ele carrega. Essa cena pode ser vista no site do Campo Grande News, que cobriu o evento há alguns meses.
É com muita satisfação que escrevo aqui sobre a trajetória desse garçom tão querido. Natálio Malaquias é um exemplo perfeito de profissional que dignifica e engrandece a sua profissão.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Todas as profissões, as mais variadas, têm suas características intrínsecas: médico, advogado, engenheiro, mestre-de-obras, pedreiro, alfaiate, sapateiro, garçom, corretor de imóveis, arquiteto, etc. Mas ao mesmo tempo, elas têm como fundamento natural a competência, a dedicação, o zelo, a honestidade, a integridade, e a capacidade.

 
A importância do verde PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 10 de Fevereiro de 2020 13:56
A IMPORTÂNCIA DO VERDE
A nossa capital acaba de ser reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como cidade comprometida em garantir que suas florestas e árvores urbanas sejam adequadamente mantidas e gerenciadas de forma sustentável. No Brasil somente duas cidades receberam esse reconhecimento: Campo Grande e São Carlos, no estado de São Paulo.
No entanto, manter essa condição não tem sido fácil, porque eventualmente aparece um administrador público desprovido das mais elementares noções de ambientalismo e com ideias estapafúrdias. Assim aconteceu, por exemplo, com o ex-prefeito Nelson Trad Filho, que em 2012 tentou transferir para o Horto Florestal os ambulantes de comida instalados na Avenida Afonso Pena.
Exatamente no ano em que o Horto Florestal Antônio de Albuquerque completou 100 anos de criação o ex-prefeito veio com uma medida desprovida de bom senso para modificar a destinação natural do parque. Felizmente, ante o protesto veemente da população, ele se viu constrangido a desistir de sua malfadada ideia.
Agora, o governador Reinaldo Azambuja Silva está querendo descaracterizar parte do majestoso Parque dos Poderes para transformá-lo em estacionamento público. Justamente quando Campo Grande recebe essa láurea pela FAO. Vejam que contra-senso.
Esse projeto recebeu o repúdio da população, que está se mobilizando e reunindo assinaturas para evitar que esse crime ambiental aconteça. Eu mesmo já assinei. O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul – do qual sou membro há 18 anos –, por meio de sua diretoria, vai apresentar ao governador um manifesto contrário a esse absurdo.
No Brasil, em cidades como Maringá (PR), por exemplo, foi implantado um projeto chamado Cidades Inteligentes e Sustentáveis, que resultou na criação do Comdese – o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico. O Conselho é gerido pela sociedade civil organizada e visa tornar-se um centro de fiscalização da administração pública para evitar excessos de administradores que tomam iniciativas sem a menor consideração pela opinião popular. Com esse conselho, Maringá passou do 6º para o 2º lugar no ranking das cidades paranaenses.
Em Campo Grande, o presidente da Santa Casa, Esacheu Nascimento, está liderando a criação de um conselho semelhante, sob responsabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande e da Câmara de Diretores Lojistas, congregando diversas outras associações similares. A meta é que o conselho se torne um foro adequado e permanente de acompanhamento da administração pública para evitar excessos e desperdícios do nosso dinheiro, prática que infelizmente tem sido uma constante em nosso estado e município.
Com um Comdese funcionando em Campo Grande não teríamos uma obra como a do aquário, que já engoliu cerca de 230 milhões de reais e, segundo a imprensa local, ainda deve custar mais 40 milhões para ser integralmente concluída. Uma obra inútil, enquanto o governador do estado vai fechando escolas.
Quanto ao valor e à importância do verde, sabemos que ele representa, juntamente com a água, a nossa fonte vital de energia. No campo esotérico, o verde está associado à reflexão e à vida infinita dos sentimentos e pensamentos, além de representar a imortalidade. Na Idade Média, a toga dos médicos era de cor verde, pois naquela época eles faziam uso primordial das plantas medicinais. Para muitos povos, o verde é a cor que simboliza a cura.
O verde é também a cor da esperança, da força e da longevidade. Verde é a cor do nosso chacra cardíaco.  A importância do verde na manutenção da nossa saúde é bem maior do que imaginamos.
O verde é a cor da natureza, do equilíbrio, da paz e da harmonia. Privilegia a introspecção e o processo de amadurecimento espiritual, pela superação do apego aos aspectos materiais.
A energia irradiada pela cor verde das nossas matas, parques e jardins é responsável pela qualidade de vida de que desfrutamos em nossa cidade.
Não fiquemos de braços cruzados diante dessa ideia infeliz do governador. Temos que lutar pelo que consideramos vital para nossa população e para a nossa cidade.
“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada.” (Edmund Burke, 1729 –
1797)
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A nossa capital acaba de ser reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como cidade comprometida em garantir que suas florestas e árvores urbanas sejam adequadamente mantidas e gerenciadas de forma sustentável. No Brasil somente duas cidades receberam esse reconhecimento: Campo Grande e São Carlos, no estado de São Paulo.

 
Falência múltipla da consciência PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 03 de Fevereiro de 2020 21:17

Na medicina, quando ocorre a falência múltipla dos órgãos é porque o corpo não reage mais e a morte é apenas uma questão de tempo. Também chamada “síndrome de disfunção de múltiplos órgãos” é uma complexa manifestação patológica subaguda, caracterizada pela deterioração aguda de dois ou mais órgãos vitais, resultando na perda de suas funções. A degradação dos diversos sistemas ocorre à medida que vários órgãos entram em desequilíbrio funcional.

 
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