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Esquerda ou direita? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 17 de Outubro de 2018 00:59
ESQUERDA OU DIREITA?
Desde que o homem se viu em pé e olhou para o lado, vive em constante conflito, em luta permanente pela mulher e pelo território. A história da humanidade é contada pelas inúmeras guerras em que o ser humano se empenhou. E que causaram destruição, espalharam o terror, com a morte de milhões de pessoas, dependendo da época e da tecnologia usada em cada caso. E paradoxalmente acabaram contribuindo para o progresso da espécie e dos negócios.
O espírito belicoso do homem o levou a atitudes extremas para conseguir seus objetivos. Sempre foi assim, desde o princípio.
Na ânsia de encontrar um bálsamo para suas inquietudes, acabou também desenvolvendo filosofias e criando religiões que, se constituíram em fonte de novas guerras, pela vontade de impor pela força a sua aceitação. O que sempre prevaleceu foi o ter em detrimento do ser.
Há dois mil e quinhentos anos em diversas partes do globo terrestre encarnaram homens que vieram especialmente para procurar despertar na humanidade um sentido maior na vida humana. Lao-Tsé e Confúcio na China, Sócrates, Platão, Aristóteles e Pitágoras na Grécia, Buda na Índia, todos implantaram suas filosofias. Basicamente o que se ensinava era o autoconhecimento. Tudo começou no V século A.C., considerado o século de ouro da humanidade.
Há dois mil anos, um Mestre de elevadíssima estirpe espiritual, Jesus, encarnou e fez da sua vida um cântico de amor e de fraternidade, pregando o amor entre os homens e a fraternidade universal. Deixou um legado que, infelizmente acabou gerando, por parte dos religiosos que se disseram seguidores de sua doutrina, uma constante disputa ocasionando profundas divergências, contrariando tudo o que Ele pregou.
O ser humano é realmente muito complexo. Vive inventando meios de criar divergências em vez de criar convergências.
Durante a Revolução Francesa, no século XVIII, de acordo com a posição dos assentos na Assembleia Nacional Francesa, passou-se a adotar os termos de esquerda e de direita com conotação política. Os que se sentavam à esquerda do presidente da Assembleia eram os apoiadores da revolução, opondo-se à monarquia. Eram favoráveis a uma mudança radical, que levaria ao fim da monarquia e daria mais poder ao povo. Por isso essa ideologia é relacionada com a luta dos trabalhadores.
Aqueles que se sentavam à direita apoiavam o antigo regime monarquista. Quanto mais forte a sua oposição à mudança e seu desejo de preservar a sociedade tradicional, mais à direita eles estariam. A tradição, a religião institucional e a privatização da economia foram considerados os valores fundamentais da direita.
A ideologia de esquerda defende que o governo deve garantir o bem estar das pessoas. Para isso ele deve ser grande e forte, controlando todos os setores da sociedade, regulando as empresas e cobrando impostos. A esquerda é conhecida como a ideologia política que representa o socialismo, a democracia e o comunismo. Sua maior bandeira, em suma, é a igualdade.
A ideologia de direita defende menor participação do governo na sociedade, deixando que o próprio mercado dite suas regras, com maior responsabilidade individual das pessoas e autonomia das empresas, com menos impostos e menos regulamentação. Sua maior bandeira é o livre-mercado.
Enfim, essa é a realidade que estamos vivendo hoje em nosso país. Às vésperas da eleição no segundo turno as posições estão por demais radicalizadas. Com os meios modernos de difusão de ideias, a confusão aumentou e muito.
Está na hora de nos convencermos de que somos todos irmãos, vindos da mesma fonte que é Deus e propagarmos os verdadeiros ensinamentos de Jesus, respeitando as posições contrárias e trabalharmos para que o nosso país encontre o seu destino no concerto das nações, lembrando-nos que o Brasil é a Pátria do Evangelho, Coração do Mundom como já disse Humberto de Campos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Desde que o homem se viu em pé e olhou para o lado, vive em constante conflito, em luta permanente pela mulher e pelo território. A história da humanidade é contada pelas inúmeras guerras em que o ser humano se empenhou. E que causaram destruição, espalharam o terror, com a morte de milhões de pessoas, dependendo da época e da tecnologia usada em cada caso. E paradoxalmente acabaram contribuindo para o progresso da espécie e dos negócios.

 
Hai kai - Inventando moda PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 08 de Outubro de 2018 15:46
HAI KAI - INVENTANDO MODA
Assistindo ao trabalho escolar do meu neto Eduardo Cabral, tive minha atenção despertada para o que ele estava apresentando: o hai kai, que é um tipo de poema curto de origem japonesa, bastante diferente, porque sua forma e disposição na página diferem do modelo literário tradicional.
Hai kai é um vocábulo composto por duas palavras da língua japonesa: hai,  brincadeira, gracejo; e kai, harmonia, realização. O poema se constitui de dois elementos: concisão e objetividade.
O modelo tradicional japonês possui uma estrutura específica composta por três versos, formados por 17 sílabas poéticas na forma 5-7-5. Embora seja essa sua estrutura original, o hai kai foi se modificando com o tempo. Alguns escritores não seguem esse padrão. No Brasil, destacaram-se como representantes do hai kai, Millôr Fernandes, Paulo Leminski e Guilherme de Almeida, entre outros. O que se observa é que o padrão original, foi sendo abandonado e a criatividade de cada um criou um hai kai brasileiro, se assim podemos definir.
Na busca da minha identidade interior, já encontrei em mim, rastros de três etnias, judaica, árabe e japonesa. Daí ter sentido uma afinidade imediata com o hai kai. O que  despertou em mim a vontade de também cometer os meus próprios hai kais.
Aí vai a minha primeira produção:
Começando a inventar moda
Aprendendo com hai kais
Pra variar o assunto.
O sabiá já está cantando
É sinal que está namorando
Cantemos o amor.
A primavera chegou
Com ela as flores e o amor
Amemos todos.
Hoje choveu muito
Foi aguaceiro pra todo lado,
Molhou tudo.
A felicidade é um tema
Que galvaniza os pensamentos
E sentimentos do ser humano.
Todos buscam uma definição
Para a felicidade no tempo
E no espaço.
Felicidade busca incessante,
É mutável, varia muito
Depende de cada um.
Felicidade como tudo
Depende da evolução e entendimento
De cada um.
Felicidade na minha caminhada,
Aspiração da minha existência,
Ao longo da minha estrada.
Beleza é fundamental,
Não é somente uma cara bonita,
Que se manifesta num sorriso.
Felicidade é acima de tudo,
A alegria de viver, sorrindo sempre
Um tom de voz e um abraço.
Na vida não há
Recompensa nem há punição,
Apenas consequências.
Hoje, eu fico por aqui.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Assistindo ao trabalho escolar do meu neto Eduardo Cabral, tive minha atenção despertada para o que ele estava apresentando: o hai kai, que é um tipo de poema curto de origem japonesa, bastante diferente, porque sua forma e disposição na página diferem do modelo literário tradicional. 

Hai kai é um vocábulo composto por duas palavras da língua japonesa: hai,  brincadeira, gracejo; e kai, harmonia, realização. O poema se constitui de dois elementos: concisão e objetividade.

Última atualização em Seg, 15 de Outubro de 2018 22:43
 
Uma conquista centenária PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 01 de Outubro de 2018 18:51

Embalado pelo artigo da semana passada, Um Século de História, acabei encontrando um fato marcante acontecido em 1918, exatamente no dia 27 de setembro, quando uma mulher extraordinária, Maria José de Castro Rebello Mendes, afrontando o “status quo” da época se insurgiu contra uma proibição não escrita nem legal, mas consentida por todos, a de que a mulher não poderia ingressar na carreira pública.

 
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