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Os mistérios do umbigo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 10 de Dezembro de 2018 21:53
OS MISTÉRIOS DO UMBIGO
O umbigo, essa marca central em nosso corpo sobre o qual já falei no artigo anterior, suscitou em mim uma curiosidade crescente que me levou a pesquisar mais sobre esse tema misterioso.
O umbigo é como se fosse a nossa impressão cósmica de uma relação transcendente, nossa marca individual, espiritual, com a nossa matriz, mãe, que nos nutriu e manteve durante todo o período da gestação, e cuja relação nos uniu de forma definitiva em nossa encarnação. É um registro indelével de que primordialmente estivemos conectados a outra pessoa e totalmente dependente dela.
Descobrir e estudar o umbigo está se constituindo para mim num processo que enriquece o meu autoconhecimento. O mistério que envolve o umbigo o torna um enigma a ser decifrado. É como se fosse minha esfinge pessoal. É o meu nó górdio que foi cortado, mas tenho que desatar cosmicamente.
O papel do umbigo vai além da psiquê e da biologia. É, também, um ponto cármico, um nó de energias para inúmeras tradições religiosas e culturais. É nessa região da barriga que se concentra a energia vital – o ki dos japoneses, o chi dos chineses e o prana dos indianos. De acordo com a professora de kundalini ioga Sridevi Gabriele Oliveira, criadora da Cura do Feminino, existem diferentes tradições no estudo dos pontos de energia, o que leva a pequenas variações na interpretação de suas funções, posição e cor. “A minha tradição principal, o kundalini ioga, diz que no ponto do umbigo fica o terceiro chacra, onde está nosso poder pessoal, que pode ser ligado ao hara, da tradição chinesa, um ponto de vitalidade que diz respeito a nossa radiância no mundo, a nossa capacidade de nos projetarmos e realizarmos algo”.
Na tradição do kundalini ioga, o elemento do chacra do umbigo é o fogo, sua cor é amarela e está ligado a Lakshmi, a deusa da prosperidade. “Por isso se diz que quando este chacra está equilibrado, a pessoa terá uma boa relação com a parte financeira, realização profissional, ou seja, há uma conexão com o campo material.”
Aí já está uma relação que suscita a busca de entendimento para uma aplicação consciente em prol da prosperidade, que sempre é uma constante em nossas vidas.
Li numa publicação na internet que massageando o umbigo com óleo de coco, antes de dormir, no sentido horário e estendendo-se o diâmetro até uma distância aproximada de quatro centímetros, obtém-se harmonia interior. Resolvi experimentar. E o resultado foi surpreendente: eu que normalmente me levanto várias vezes à noite, no primeiro experimento dormi a noite toda só acordando no meu horário habitual no dia seguinte. No segundo e no terceiro, o período de descanso foi prolongado, pois só acordei uma vez durante o sono. Ou seja, a dormida foi mais completa, ocasionando realmente uma profunda harmonia interior. Eu aprendi a confirmar tudo o que chega ao meu conhecimento. Assim posso testemunhar que a prática funciona mesmo. E já está incorporada aos meus usos e costumes.
Sridevi Gabriela continua:  “O terceiro chacra também está bastante ligado ao ego. Se não estiver em harmonia, se estiver com excesso de energia, a pessoa pode sofrer com a arrogância. O ego estará muito grande e haverá dificuldade para abrir o próximo chacra, que é o do coração. A pessoa tem muito fogo, muita força de realização, mas não abre o coração, o que traria compaixão, paz, capacidade de pausar entre as realizações, traria o amor ao próximo. Assim, ela ficará presa em si mesma”. O oposto também pode ocorrer. A baixa energética no terceiro chacra impacta na autoconfiança, resultando em timidez, vergonha e vitimização. Ou seja, a busca da harmonia nos proporcionará equilíbrio emocional e libertação da influência negativa do ego, esse ditador que nos compete eliminar.
Vivendo e aprendendo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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O umbigo, essa marca central em nosso corpo sobre o qual já falei no artigo anterior, suscitou em mim uma curiosidade crescente que me levou a pesquisar mais sobre esse tema misterioso.

O umbigo é como se fosse a nossa impressão cósmica de uma relação transcendente, nossa marca individual, espiritual, com a nossa matriz, mãe, que nos nutriu e manteve durante todo o período da gestação, e cuja relação nos uniu de forma definitiva em nossa encarnação. É um registro indelével de que primordialmente estivemos conectados a outra pessoa e totalmente dependente dela.

 
Do umbigo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 06 de Dezembro de 2018 02:09
DO UMBIGO
O corpo humano é uma prova inconteste da existência de Deus. Composto por tantos órgãos, células, moléculas, átomos, neurônios e centros de energia distribuídos ao longo de cabeça, tronco e membros, o nosso corpo configura uma miniatura do universo, cujo funcionamento independe da vontade de cada um. Todos os componentes têm vida própria, obedecendo a um ordenamento lógico e natural, que emana da fonte primordial: Deus.
A energia que permeia o Universo, Deus, envolve também o ser humano e se distribui por todo o seu corpo, de forma inteligente e ativa. Cada órgão tem sua individualidade e função, e todos são irmanados no universo do corpo de cada ser.
Dentre estes, hoje vamos estudar o umbigo. O umbigo tem um grande significado. É o centro do ser humano. Tem uma grande função, embora invisível. É o local da criação da coragem e da raça. Do ponto de vista do Xintoísmo, a função do umbigo é criar a coragem. O Japão segundo eles também tem o seu umbigo: o monte Fuji. Não é apenas uma paisagem bonita, pois espiritualmente é muito importante para aquele país.
No estado de Utah, nos Estados Unidos, no Grand Staircase-Escalante National Monument de Utah, há um buraco imenso com quase 60 metros de largura que é considerado o umbigo da Terra. É chamado de Umbigo Cósmico. Os geólogos atribuem-lhe 216 mil anos de idade.
O umbigo é a cicatriz resultante da queda fisiológica (natural) do cordão umbilical, e costuma manifestar-se como uma depressão na pele. A palavra umbigo tem sua origem no latim umbilīcus, diminutivo de umbo, com o sentido de saliência arredondada em uma superfície; foi escrita pela primeira vez em um documento oficial em 1563.
O cordão umbilical resultante do parto costuma cair entre uma a duas semanas após o nascimento, formando assim o umbigo no bebê.  Cada umbigo é diferente e único.
O umbigo é um símbolo corporal muito importante. Para os budistas é o centro simbólico do universo. Para os ocidentais é um símbolo erótico.
Desde os clássicos latinos, umbilicus designa também o meio, o ponto central de alguma coisa e, nesse sentido, são inúmeras as acepções do vocábulo que se transferiram a outras línguas.
Seu significado sempre foi especial na mente humana, por representar o elo biológico que liga a mãe ao filho e expressar a relação de dependência entre uma vida e outra. No subconsciente, o umbigo simboliza a vinculação do ser com o mundo exterior e identifica-se com o centro do corpo.
Dentre os centros de energia que compõem o corpo humano, os chakras, em número de sete, são: o chakra básico na base da coluna; o chakra sacro, no baixo-ventre, ligado aos órgãos genitais (nos homens nos testículos, nas mulheres nos ovários); o chakra umbilical, o plexo solar, logo acima do umbigo; o chakra cardíaco, no meio do peito; o chakra laríngeo na garganta; o chakra frontal entre os olhos e o chakra coronário no alto da cabeça.
Alimentação, sono, vibração, alegria e paz, são as chaves do chakra umbilical. A ascensão não é um processo de iluminação mais à frente, e sim, a fusão de nosso ser livre de tóxicos de todo tipo com a energia do ser solar.
É ele, o chakra umbilical, que transforma as forças do prana e dos corpos sutis – , prana é a energia orgânica que compõe as correntes do corpo sutil. O corpo sutil é nosso corpo não-físico, que inclui a força vital do corpo, o intelecto, a mente e o ego – em frequências de energia que vão se relacionar com o corpo físico e certas qualidades da mente que são essenciais para a saúde mental. O chakra do umbigo é bem conhecido como o centro do bem-estar físico.
O que se observa de tudo isso é o quanto é fascinante o corpo humano, e que devemos estudá-lo para conhecê-lo e utilizá-lo de forma consciente e verdadeira.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O corpo humano é uma prova inconteste da existência de Deus. Composto por tantos órgãos, células, moléculas, átomos, neurônios e centros de energia distribuídos ao longo de cabeça, tronco e membros, o nosso corpo configura uma miniatura do universo, cujo funcionamento independe da vontade de cada um. Todos os componentes têm vida própria, obedecendo a um ordenamento lógico e natural, que emana da fonte primordial: Deus.

 
O bem maior PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 27 de Novembro de 2018 13:28
O BEM MAIOR
Quando Moisés o grande líder do povo hebreu que o conduziu durante quarenta anos pelo deserto do Saara, estava próximo a chegar até a Terra Prometida –, a qual Moisés só viu do alto do monte Nebo, porque foi impedido de adentrar até lá, por um ato seu de impaciência, na passagem na fonte de Meribá, quando desobedeceu a ordem de Deus. Embora Deus seja magnânimo, com Ele não se brinca. Assim Moisés aprendeu pela forma mais sofrida, que a determinação de Deus é para ser cumprida.
Poucos homens foram tão exigidos e tão rigorosos no cumprimento do dever do que Moisés. O povo judeu constituído pelas doze tribos nominadas pelos filhos de Jacó, cada tribo com cerca de cinqüenta mil pessoas, abrangiam um universo de seiscentas mil pessoas. Imaginem o que representava a condução e liderança desse povo –, que por natureza era rebelde –, durante quarenta anos no deserto, sem microfone, aparelho de som, telefone, celular, enfim tudo derivava da energia de Moisés.
Em determinada fase da caminhada, Jetro – sacerdote midianita, descendente de Abraham por intermédio de Quetura –, sogro de Moisés foi visitá-lo e como mestre que era, e vendo a dificuldade dele, orientou-o, dizendo-lhe o seguinte: “Que é isto que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à tarde?” Então disse Moisés a seu sogro: “É porque este povo vem a mim para consultar a Deus”. (Êxodo 18.15).
“O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes… Porque este negócio é muito difícil para ti, tu só não o podes fazer (v. 17)”. Então Jetro lhe disse: “para procurar dentre o povo, homens de capacidade, tementes a Deus homens verazes, que aborreçam a avareza, e o porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta, e chefes de dez; E julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda a causa grave, mas toda a causa pequena eles mesmo a julguem; assim mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo” (Ex 18:13-2). E assim Jetro foi o mentor da hierarquização que norteia a administração moderna.
Seguindo o conselho de Jetro, Moisés, conseguiu disciplinar e comandar o povo hebreu. Mas enfrentou muitas rebeldias como no episódio do bezerro de ouro que o levou a quebrar as tábuas da lei que foram esculpidas por Deus, com os dez mandamentos.
Perto do final da jornada dos quarenta anos, Deus disse a Moisés que colocou o seu mandamento no coração e na palavra do homem. Entender, aceitar e praticar o mandamento representa o maior tesouro que qualquer ser humano pode aspirar.
Descobrir esse bem maior com que Deus nos dotou constitui uma riqueza incalculável e que nos proporciona também a libertação de todos os dogmas, de todas as limitações, de todos os impedimentos, conduzindo-nos à conquista do nosso próprio EU SOU. Esse é o bem maior.
Historicamente os homens sempre buscaram esse bem. Mas o fizeram sempre fora de si mesmos. Lembro-me de um homem que alcançou essa conquista: Krishnamurti. Ele foi descoberto por Helena Blavatski, Annie Besant e Charles Leadbeter na Índia, quando tinha 13 anos. Eles ficaram muito impressionados com o seu conhecimento e foram preparando-o para criar uma instituição que lhes permitisse divulgar esse conhecimento e beneficiar-se dele.
Pretendiam criar a Ordem da Estrela. Quando tudo estava preparado para o grande lançamento, Krishnamurti comunicou-lhes que não participaria porque simplesmente não havia necessidade disso, de que alguém orientasse as pessoas, pois cada um trazia dentro de si todo o conhecimento necessário. O espanto dos mentores de Krishnamurti foi imenso. Eles tinham investido tudo nesse projeto. Krishnamurti descobriu o mandamento de Deus dentro de si mesmo. E teve a coragem e a ousadia necessária para opor-se firmemente ao projeto deles. E dedicou sua vida à divulgação desse conhecimento fazendo conferências em todo o mundo e escrevendo dezenas de livros que aí estão para quem quiser aprender.
Quando cada um de nós tiver a coragem e a ousadia de Krishnamurti, iremos libertar-nos de toda limitação.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Quando Moisés o grande líder do povo hebreu que o conduziu durante quarenta anos pelo deserto do Saara, estava próximo a chegar até a Terra Prometida –, a qual Moisés só viu do alto do monte Nebo, porque foi impedido de adentrar até lá, por um ato seu de impaciência, na passagem na fonte de Meribá, quando desobedeceu a ordem de Deus. Embora Deus seja magnânimo, com Ele não se brinca. Assim Moisés aprendeu pela forma mais sofrida, que a determinação de Deus é para ser cumprida.

 
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