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Missão de mãe PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 17 de Janeiro de 2018 15:20
MISSÃO DE MÃE
Sem nossas mulheres não seríamos o que somos. A influência da mulher em nossas vidas é fundamental para que possamos realizar o melhor possível.
Falarei a seguir de três exemplos bem distintos de como a presença materna pode ser decisiva na vida dos filhos.
A mais venerada, naturalmente, é Maria, mãe de Jesus. Ela que nem sempre conseguia compreender a missão e as ações de seu Filho, ficando muitas vezes perplexa, em nenhum momento deixou de acompanhá-Lo. Foi a pedido dela que Jesus fez seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho nas bodas de Canaã. Maria  esteve com Ele até o fim, no momento da crucificação.
A maternidade diviniza a mulher. A amamentação cria uma ligação imperecível.
Uma outra mãe que também se destacou historicamente por sua consciência maternal foi Cornélia Africana, mãe dos irmãos Greco, Tibério e Caio. Ela viveu no século II A.C. em Roma.
Ao ser visitada por uma dama da corte romana, que ostentava joias com pedras preciosas, foi perguntada onde estariam suas próprias joias. Cornélia, abraçando seus dois filhos, respondeu: “Haec ornamenta mea” – eis aqui minhas joias. E dedicou sua vida a educar e orientar seus filhos. E ambos demonstraram a assertiva de sua mãe ao praticarem na vida adulta um comportamento político exemplar.
Viúva ainda jovem, Cornélia recusou todas as propostas de casamento e escolheu permanecer sem marido para educar os filhos. Um dos seus pretendentes, segundo consta, foi o rei do Egito Ptolomeu VIII.
Em 133 a.C., seu filho Tibério Graco tornou-se tribuno da plebe na República Romana. A questão das terras públicas (ager publicus) estava na ordem do dia. Sua proposta reafirmava a lei anterior fixando o limite máximo de extensão de terra permitido por cada família. Os senadores avançavam em muito mais do que garantia a lei. Tibério foi considerado subversivo. Os senadores armaram um tumulto no dia da assembleia eleitoral, quando então Tibério foi assassinado e seus partidários perseguidos.
Dez anos depois, em 123 a.C., seu irmão Caio assume o mesmo cargo de tribuno da plebe. As questões sociais se avolumavam. Enfrentou os senadores que se revoltaram com suas iniciativas de alcance social. Caio, assim como Tibério, também foi alvo de uma morte trágica.
Cornélia, com toda dignidade que lhe cabia, acompanhou e sofreu com as perseguições a seus filhos. Após sua morte, em idade avançada, erigiram uma estátua de bronze em sua homenagem no Fórum Romano. Foi a primeira estátua de uma mulher não mitológica exposta em local público de Roma.
De volta ao nosso tempo, vejamos como pensa uma jovem mãe do século XXI, não mitológica e muito menos santificada. Uma de minhas sobrinhas Luzia Freire, filha de meu irmão Luiz, é arquiteta e mora no Rio de Janeiro. Ela postou recentemente no Facebook um depoimento cujos trechos transcrevo “ipsis litteris” pela sua consciência de mãe:
“Essa semana meu filho fez 11 anos.
Desde pequeno diz que será médico e eu apoio muito. Com toda força. Acho que médicos são anjos que ajudam as pessoas a acreditarem na vida! Outro dia falou que queria ser astronauta, e expliquei que muitos deles explodem nas naves então prefiro medicina mesmo. Se quiser brincar de astronauta eu levo num parque e depois passa.
Nossos filhos nos ensinam a sonhar novamente. Só uma pessoa que vive o que é ser mãe/pai junto e sozinha entende isso. A necessidade de mostrar que a vida tá aí pra ser vivida e que não podemos colocar na redoma. Que passa noites em claro, faz contas e sonhos sabe o que é, que vibra a cada conquista e se assusta com o mundo que estamos vivendo. Onde não há certo nem errado, somente uma geração muito diferente da nossa.
Eu espero e desejo pro meu e para os filhos que estão prestes a conquistar nosso futuro,
mais consciência, amor e coragem.
Pra sair da casca. Deles e a que colocamos.
Que enfrentem o mundo de cabeça erguida. Que sejam os homens que desejamos ter por perto. Com coragem. Com alegria. Com garra.
Que sejam inteiros. (...) Que seja o amigo, o braço forte, que seja dentro de suas fragilidades e conquistas o homem inteiro que eu sempre batalhei e luto pra que isso seja presente.
É difícil e necessário deixar voar. Mas se tivermos uma base sólida isso irá adiante mesmo quando não estivermos por perto.
Enfim. Meu desejo. Que meu filho seja sim uma transformação para o mundo. Que seja acalento onde faltar fé e que seja um espelho de Deus onde estiver.
Que nunca lhe falte a inocência e pureza de seus poucos anos. E que nunca lhe falte a
grandeza de mostrar quem é!
Eu acredito que estamos no caminho certo. Peço a Deus a força e serenidade pra conseguir continuar na luta mais linda e mais bela que é orientar uma pessoa a ser luz e amor pro mundo!
Que assim seja hoje e sempre!”
Maria, Cornélia e Luzia, três mães de coragem.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Sem nossas mulheres não seríamos o que somos. A influência da mulher em nossas vidas é fundamental para que possamos realizar o melhor possível.

Falarei a seguir de três exemplos bem distintos de como a presença materna pode ser decisiva na vida dos filhos.

 
Da epifania PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 12 de Janeiro de 2018 15:07
DA EPIFANIA
Todos nós temos em nossas vidas momentos mágicos, de vitórias, de derrotas, de avanços, de atrasos, de evolução, de êxtase. São momentos em que nos realizamos, em que nos empolgamos. São momentos de epifania, de consagração.
Epifania é o instante do esclarecimento, é o momento do descortinar do entendimento, quando tudo passa a fazer sentido e a vida ganha novo significado. Na filosofia, é um acontecimento único, iluminado e inspirador, quase que sobrenatural em que o conhecimento acontece.
Do ponto de vista filosófico, a epifania significa uma sensação profunda de realização, no sentido de compreender a essência das coisas. Ou seja, é a sensação de considerar algo como solucionado, esclarecido ou completo.
Etimologicamente, este termo originou-se a partir do grego epiphanéia, podendo ser traduzido literalmente como “manifestação” ou “aparição”.
A epifania não acontece assim, do nada. Ela é o resultado de um conjunto de eventos presentes em nosso dia-a-dia que vão se somando aos poucos, até culminarem numa compreensão súbita, como uma iluminação aparentemente repentina, mas que na verdade levou tempo para ser construída em nossa mente.
Porém, há ainda um significado mais abrangente para o termo epifania, que no sentido religioso pode ser também de consagração, de exaltação ou até mesmo de um milagre.
Na vida de Jesus, três momentos são considerados como epifanias. O primeiro, quando os magos que vieram do Oriente se encontraram com o menino Jesus. O segundo, quando Jesus vai ao encontro de João Batista para ser batizado. E o terceiro, quando Jesus realiza seu primeiro milagre, em Canaã da Galileia, transformando a água em vinho. No meu entendimento, os momentos são quatro; acrescento também o momento maior, o da crucificação.
Esses momentos servem para nos lembrar de que epifania é o que nos conduz à entrega e à doação, é o que nos conduz a uma descoberta de que somos pessoas amadas por Deus e é também o que nos conduz à transformação e à dignidade. É o que nos capacita a estarmos mais comprometidos com a realização íntima e com a realização do outro do que com instituições, sistemas e doutrinas.
Sou um livre-pensador com formação cristã, paraguaio de origem e brasileiro por circunstância histórica, passando por influências marcantes da Igreja Católica, do Espiritismo, da Umbanda, da Seicho-No-Ie, Reiki, da Congregação da Casa de Oração, Ho’oponopono, Livro de Urântia e da Maçonaria, que são as fontes de onde, nesta encarnação, me alimentei de cada uma a seu tempo e todas moldaram meu caráter.
Desse caldeamento, filtrei alguns comportamentos, como por exemplo: buscar o entendimento de tudo que me interessa, e a partir daí, aceitar, confirmar e praticar o que aprendo, mantendo sempre um sentimento de amor, de alegria e de respeito por todas as pessoas, sem julgá-las.
Em minha vida, identifico alguns momentos de epifania: meu casamento, o nascimento de minhas filhas e dos meus netos, a minha iniciação na Maçonaria e minhas alternâncias nos negócios, quando fui algumas vezes do zênite ao nadir – das culminâncias ao abismo – e vice-versa. Foram momentos marcantes.
Esses momentos, naturalmente, acontecem na vida de todas as pessoas, de uma maneira ou de outra, mas poucas vezes são identificados como tal, como epifania, como marcantes.
Na medida em que nós nos investigamos, com o autoconhecimento, vamos encontrando e identificando esses acontecimentos. O que nos traz consciência de que nossas vidas são ricas e únicas.
Proponho que cada um busque em seu interior e em sua vida esses momentos e os vivencie com reverência.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Todos nós temos em nossas vidas momentos mágicos, de vitórias, de derrotas, de avanços, de atrasos, de evolução, de êxtase. São momentos em que nos realizamos, em que nos empolgamos. São momentos de epifania, de consagração. Epifania é o instante do esclarecimento, é o momento do descortinar do entendimento, quando tudo passa a fazer sentido e a vida ganha novo significado.

 
Ano novo, vida nova PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 02 de Janeiro de 2018 01:04
ANO NOVO, VIDA NOVA
Ano novo, vida nova é o que se escuta com muita frequência nesta época do ano. Mas, será que é assim mesmo? Não será que cada dia representa um novo começo, uma nova oportunidade que poderia ensejar a mudança?
Precisamos esperar que comece um novo ano para mudar? Precisamos agir como gado conduzido em massa, que nos digam como agir, para só então mudarmos nosso comportamento?
Na realidade, entendo que cada um de nós já foi intrinsecamente preparado para dar conta dos nossos compromissos. Cabe a cada um, por meio do autoconhecimento desvendar o enigma que é a vida. E aí reside a grande jornada da descoberta interior.
Há uma curiosa carta historicamente atribuída a Albert Einstein, um dos maiores cientistas de todos os tempos. Nessa carta, supostamente dirigida à sua filha Lieserl, o autor fala sobre a força infinita que move o mundo, o Amor.
“Lieserl, existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência ainda não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras,  está dentro de qualquer fenômeno no universo e ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o Amor. Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, se esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e quem o recebe. O amor é gravidade, porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras. O amor é potência, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego. O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre!
O amor é Deus e Deus é Amor. Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida. Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dê medo, já que é a única energia do universo que o homem não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Se no lugar de E=mc² aceitarmos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque ela não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e no controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Cada individuo leva no seu Interior um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida”.
Einstein, um judeu e cientista, portanto um homem da seara da “razão” teria formulado uma definição de amor muito próxima à mensagem que Jesus deixou há mais de dois mil anos: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.
Assim, se entendermos e utilizarmos o amor como a energia que move o universo, provavelmente colheremos amor, perdão, compreensão e sorrisos. Muitas pessoas ficam esperando as oportunidades chegarem, mas para ser um verdadeiro vencedor é preciso também assumir riscos, realizar coisas.
Assim, no próximo final de ano comemoraremos os resultados obtidos, Precisamos ver a passagem do tempo como uma conquista. Também é preciso não se arrepender das coisas que deixamos de fazer. Por isso, vamos tomar a iniciativa, não esperemos muito, assumamos.
Não vamos nos omitir. Façamos, mesmo errando. Aprendamos com os nossos erros. Arrisquemos, para conseguir algo novo. Sejamos entusiasmados com a vida, acreditemos em nossa capacidade de transformar a realidade.
Não esperemos saber tudo para agir. A própria ação desenvolve o saber.
Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, continuaremos obtendo sempre o mesmo resultado. Façamos diferente.
Feliz Ano Novo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Ano novo, vida nova é o que se escuta com muita frequência nesta época do ano. Mas, será que é assim mesmo? Não será que cada dia representa um novo começo, uma nova oportunidade que poderia ensejar a mudança?

Precisamos esperar que comece um novo ano para mudar? Precisamos agir como gado conduzido em massa, que nos digam como agir, para só então mudarmos nosso comportamento?

 
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