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A essência da humanidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 28 de Maio de 2019 22:43
A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE
O que é essência? Essência é fundamento, base, substância, intrínseco, substantivo, nato, atávico, singular, ou seja, algo inerente ao ser. Que faz parte indissociável da natureza íntima de um indivíduo.
E qual é a essência do homem? O amor, a energia que liga intrinsecamente todos e que constitui a base da própria vida. Essa energia é a causa da continuidade do ser humano.
E, por ser assim, o amor naturalmente se difundiu por todos os continentes, por todas as civilizações, religiões, filosofias e etnias que povoaram a Terra ao longo dos milênios.
O amor é a força que desde sempre e para todo o sempre vai impulsionar a humanidade, a sua verdadeira essência.
Em 1946, nas Cavernas de Qunram, no Mar Morto, foi descoberto um antigo manuscrito, O Grande Código de Isaías e outros textos essênios.
A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Gregg Braden (autor americano da literatura da Nova Era, 65 anos) nos refere que:
“Existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.
É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente pelo nome de ‘Oração’. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Quem não sabe disso? A maioria das pessoas! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.
Vendo a oração deste modo, como ‘sentimento’, isso nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.
Os manuscritos achados no Mar Morto são de uma importância considerável para a humanidade dormente, pois até os dias de hoje muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesmo.
Os manuscritos nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explicam como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade.”
Na mesma linha de pensamento, Carlos Torres – escritor, brasileiro, 45 anos, autor do best seller, A Era de Ouro da Humanidade, com mais de 170 mil exemplares vendidos no Brasil e em Portugal –, em seu artigo: “Como as pessoas que estão entrando na quinta dimensão estão agindo?”, traz algumas considerações importantes das quais reproduzo alguns trechos sobre o comportamento dessas pessoas que estão num estágio evolutivo acima da média:
“Querem agir em vez de apenas aguardar que outras pessoas façam o que precisa ser feito. São responsáveis e querem mudar suas vidas.
- Não esperam mais que os milagres caiam do céu pela força do acaso, como se fosse possível o Universo dar algo sem querer nada em troca.
- Não pedem nada de graça, querem retribuir às pessoas e ao mundo, e não apenas receber.
- Já descobriram que não têm controle sobre as outras pessoas e já desistiram de mudá-las. No entanto, lutam para que seus exemplos mudem as outras pessoas.
- Trocaram os sentimentos de inveja pelos sentimentos de admiração.
- Estão tendo acesso aos seus mentores espirituais através da intuição e da clarividência.
-  Querem e crêem em um mundo melhor. Não aceitam a ideia das catástrofes e da falta de amor na humanidade. Têm absoluta certeza que a luz vencerá a escuridão.
- Não estão mais conseguindo assistir televisão.
- Para eles competir não faz mais sentido. Em vez de competir preferem compartilhar e se divertir”.
Como vemos, a essência da humanidade é uma só: desde os pimórdios até hoje e para sempre, o amor é a energia que movimenta a todos.
É chegado o momento de voltar às nossas origens, de reencontrar a essência da humanidade. De buscar o entendimento que nos conduza de forma própria e adequada ao nosso convívio íntimo e restaurador.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O que é essência? Essência é fundamento, base, substância, intrínseco, substantivo, nato, atávico, singular, ou seja, algo inerente ao ser. Que faz parte indissociável da natureza íntima de um indivíduo. E qual é a essência do homem? O amor, a energia que liga intrinsecamente todos e que constitui a base da própria vida. Essa energia é a causa da continuidade do ser humano.

E, por ser assim, o amor naturalmente se difundiu por todos os continentes, por todas as civilizações, religiões, filosofias e etnias que povoaram a Terra ao longo dos milênios.

 
O morro do Ernesto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 12 de Maio de 2019 13:20
O MORRO DO ERNESTO
Campo Grande, cidade morena que não me canso de cantar e de exaltar, tem encantos tais que se mesclam no nosso inconsciente coletivo e enriquecem nosso dia-a-dia. São lugares culturais, históricos, geográficos e turísticos.
Estou sempre muito curioso sobre tudo que diz respeito à nossa cidade. Assim, como membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e coordenador ( juntamente com Vera Tylde de Castro Pinto), dos Seminários de Desenvolvimento Institucional (Sedims) promovidos pelo Instituto, escolhemos para a décima quarta edição do evento o tema: Cenários da Serra de Maracajú.
Dentre os temas já abordados pelos Sedims, desde 2006, procuramos, sempre, proporcionar à intelligentsia pensante e ao meio acadêmico e universitário de nossa cidade, assuntos relevantes, históricos e motivadores.
De lá para cá, os assuntos têm sido dos mais variados, desde a Revolução Constitucionalista, passando pela importância das Forças Armadas em nosso estado, até a história da mulher sul-mato-grossense, a chegada da ferrovia e a imigração japonesa, nossas raízes culinárias, a preservação dos biomas e sustentabilidade ambiental, etc. O ponto em comum entre todos esses temas é sempre a valorização da cultura e da memória sul-mato-grossense.
O Sedims 2019 tem sua programação prevista para os dias 28 e 29 de outubro. Mostraremos diversos aspectos da Serra de Maracaju: geografia, meio ambiente, história, sociologia, literatura e inconsciente coletivo.
A apresentação de cada um dos temas ficará a cargo de associados do Instituto e de professores e profissionais de nossa cidade que serão convidados a participar. Com esse tema na cabeça, de repente me vi – literalmente – de frente para o Morro do Ernesto, que faz parte da Serra de Maracaju. Eu vinha me sentindo estimulado e compelido a saber mais sobre ele e, por que não? ir até lá e conhecê-lo ao vivo.
O Morro do Ernesto está a 20 km de Campo Grande, na fazenda Córrego Limpo e sempre é muito visitado por ser um excelente passeio. Ele mede 580 metros de altura, segundo o proprietário da fazenda, Nelson Prioli, e tem proporcionado aos praticantes de parapente a oportunidade de ali praticarem o vôo livre. Inclusive há uma programação para o dia 16 de junho próximo, com a realização do Pantanal Race Morro do Ernesto 2019.
No último sábado, eu e um de meus genros, Haroldo Braga Júnior, fomos ate lá para uma caminhada. Ele foi meu guia e apoiador, e andamos juntos morro acima durante l hora e meia por uma trilha sinuosa, muito acidentada, pedregosa e íngreme até atingirmos o platô que fica no cume do morro.
Lá chegando, além de uma grande alegria pela conquista de ter completado a trilha até o fim, o dia estava perfeito e pudemos aproveitar a vista maravilhosa que só quem chega lá em cima é capaz de ver em toda sua magnitude. Ao entardecer, ainda tem um pôr de sol esplêndido.
A subida ao Morro do Ernesto é uma prática que recomendo a todos que tenham vontade e aptidão física para encarar o desafio. Para mim foi muito recompensador graças à minha condição física mantida com muito suor e afinco na academia Praktika, onde me exercito há mais de cinco anos.
Assim, do alto de meus quase 79 anos, realizei um sonho. O próximo é acompanhar o Haroldo em sua esticada quinzenal de bicicleta a Rochedinho, que fica a 25 km de Campo Grande.
E vamos que vamos. Avante!
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Campo Grande, cidade morena que não me canso de cantar e de exaltar, tem encantos tais que se mesclam no nosso inconsciente coletivo e enriquecem nosso dia-a-dia. São lugares culturais, históricos, geográficos e turísticos.

Estou sempre muito curioso sobre tudo que diz respeito à nossa cidade. Assim, como membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e coordenador (juntamente com Vera Tylde de Castro Pinto), dos Seminários de Desenvolvimento Institucional (Sedims) promovidos pelo Instituto, escolhemos para a décima quarta edição do evento o tema: Cenários da Serra de Maracajú.

 
Da corrupção PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 12 de Maio de 2019 12:58
DA CORRUPÇÃO
Um dos males mais antigos e nocivos que assediam e corroem a alma humana é a corrupção. Ela se abriga na alma e se perpetua no tempo e no espaço. Começou lá atrás quando Eva corrompeu Adão, segundo a alegoria bíblica, com a maçã. A partir daí ela se propagou.
Com o crescimento da humanidade, tornou-se endêmica chegando a ponto de Deus mandar o Dilúvio para tentar consertar o mundo de então. Outro exemplo está na destruição de Sodoma e Gomorra. E mais: a submersão da Lemúria e da Atlântida, o famoso reino perdido.
Por volta do século XVIII a.C., o rei Hamurabi, da primeira dinastia babilônica, criou “O Código de Hamurabi” um conjunto de leis criadas na Mesopotâmia, com punições severíssimas para qualquer delito, demonstrando tolerância zero com a corrupção. O código é baseado na lei de talião, “olho por olho, dente por dente”.
A corrupção se insinua de forma insidiosa e silenciosa, bem devagar. Ela sabe como se infiltrar e chegar devagarinho, sem alarde, para não chamar a atenção.
Nos tempos atuais, em que tanto se fala sobre a corrupção em todo o mundo, criou-se a imagem de que ela é moderna e de que corrupto é aquele que lesa o poder público, que rouba, que se locupleta com sua atividade funcional, etc. etc.
Mas não é só isso. Essa grande corrupção é apenas a ponta do iceberg. A corrupção tem raízes profundas na alma das pessoas e vai, ao longo das encarnações corroendo o caráter de suas vítimas. Para sua sobrevivência, o corrupto vai aperfeiçoando e sofisticando formas diferentes de sua prática com muita sutileza para envolver o maior número de pessoas.
A corrupção precisa formar equipes de seguidores para sua sobrevivência. E começa com pequenos atos de transgressão aparentemente inocentes, mas que vão se infiltrando e as pessoas se justificam dizendo para si mesmas: ninguém viu, não tem importância, é só desta vez, todo mundo faz.
Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, disse: "Sempre que você fizer algo, mesmo que ninguém venha a saber, faça como se o mundo estivesse olhando para você."
Hoje em dia é muito comum de se ouvir: O fulano é corrupto de nascença. E é verdade. Porque o corrupto em sua grande parte traz o germe da corrupção, em sua alma. Livrar-se desse germe é uma luta de gigante. Precisa de uma determinação férrea.
Nós só conseguiremos eliminar a corrupção quando cada um de nós adotar o lema atribuído a Thomas Jefferson: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. Não pode haver vacilo. O trabalho que cada um deve fazer não comporta tolerância. Não existe meio-corrupto. Uma vez corrupto, é por inteiro.
Aproveitamos, por oportuno, para adicionar parte de Os Versos de Ouro de Pitágoras  que são uma  fonte rica de ensinamento. Selecionamos alguns deles:
“- Leve bem a sério o seguinte: Deves enfrentar e vencer as paixões.
- Não faça junto com outros, nem sozinho, o que te dê vergonha.
- Ao se deitar, nunca deixe que o sono se aproxime dos seus olhos cansados,
- Enquanto não revisar com a sua consciência mais elevada todas as suas ações do dia.
- Pergunte-se: "Em que eu errei? Em que agi corretamente? Que dever deixei de cumprir?”
- Recrimine-se pelos seus erros, alegre-se pelos acertos.
- Deste modo não desejará o que não deve desejar, e nada neste mundo lhe será desconhecido.
- Perceberá também que os homens lançam sobre si mesmos suas próprias desgraças, voluntariamente e por sua livre escolha”.
O filósofo Aristóteles acreditava que a corrupção era típica do mundo sublunar, isto é, o mundo terreno existente abaixo das esferas celestes. Para ele, tudo o que não era terreno era perfeito e eterno, portanto, não podia ser alvo da corrupção (entendida como degeneração). Como seres terrenos, os humanos estavam também sujeitos à corrupção, e isso influenciou profundamente a própria noção de organização política nas civilizações gregas e romanas.
Enfim, cabe a cada um essa tarefa hercúlea que não pode ser delegada a ninguém.
Trabalhemos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Um dos males mais antigos e nocivos que assediam e corroem a alma humana é a corrupção. Ela se abriga na alma e se perpetua no tempo e no espaço. Começou lá atrás quando Eva corrompeu Adão, segundo a alegoria bíblica, com a maçã. A partir daí ela se propagou. 

Com o crescimento da humanidade, tornou-se endêmica chegando a ponto de Deus mandar o Dilúvio para tentar consertar o mundo de então. Outro exemplo está na destruição de Sodoma e Gomorra. E mais: a submersão da Lemúria e da Atlântida, o famoso reino perdido.

 
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