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AGOSTINHO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 29 de Maio de 2017 20:41
AGOSTINHO
Agostinho Gonçalves da Mota é uma das poucas unanimidades em nossa cidade. Com 92 anos de idade, uma alegria contagiante e uma gargalhada que se ouve à distância, é recebido com reverência em todos os recantos do nosso estado.
Oficial do Exército com o posto de tenente expedicionário, combateu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.  A Força Expedicionária Brasileira foi constituída no dia 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países aliados, com um contingente formado por 25.334 brasileiros carinhosamente chamados de “pracinhas”, oriundos dos mais diversos rincões do Brasil e de todas as classes sociais. No dia 8 de maio passado, transcorreram 72 anos da rendição da Alemanha e do fim do conflito.
Agostinho é o presidente da Associação Nacional dos Veteranos da FEB-MS, que congrega os ex-pracinhas que combateram na Itália.  "Escolhi guardar as coisas boas, e não as ruins, porque aprendemos muito com a guerra", afirma sempre o ex-combatente Agostinho Gonçalves da Mota.
Com o peito ornado de medalhas recebidas ao longo de sua vida, ele raramente as ostenta por sua simplicidade e pelo próprio peso das mesmas. Não se faz de rogado, onde é convidado se apresenta e se deixarem o microfone por perto, toma conta e dá o seu recado.
A influência do nome de cada um se manifesta na vida e no comportamento das pessoas. No caso do Agostinho, seu nome tem origem no italiano Agostino, do latim Augustinus, uma forma relativa de Augusto, que significa “sagrado, consagrado, venerável, elevado”. Nada mais adequado à personalidade do Agostinho.
Na homenagem ao dia da Saúde no Exército, 27 de maio, comemorado no último dia 26  no Hospital Militar de Campo Grande, considero que o ponto alto da cerimônia foi quando a tropa e todos os oficiais presentes, sob o comando do general José Carlos Braga de Avellar, chefe do Estado Maior do Comando Militar do Oeste, com a presença do general-de-exército João Francisco Ferreira e do general Eduardo Paiva Maurmann, postaram-se em continência ao Agostinho Gonçalves da Mota. Acredito que o Agostinho já tenha sido homenageado dessa forma em outras ocasiões, mas foi a primeira a que eu assisti. E foi realmente emocionante, de arrepiar
O Agostinho ilustra também o quadro de associados eméritos do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso do Sul, onde tenho o prazer e a honra de conviver com ele. Ele nunca falta às reuniões; é presença assídua.
O quadro de associados eméritos do IHGMS é composto pelas seguintes personalidades, em ordem alfabética: Agostinho Gonçalves Mota, ex-pracinha e presidente da Associação dos Veteranos da FEB; Francisco Leal de Queiróz, ex-prefeito de Três Lagoas, ex-deputado estadual, ex-secretário de estado e ex-procurador geral do Tribunal de Contas; João Francisco Ferreira, general-de-exército e ex-comandante do Comando Militar do Oeste; João Pereira da Rosa, médico, primeiro reitor da nossa Universidade; José Couto Vieira Pontes (fundador do Instituto), juiz de direito aposentado; Pedro Chaves dos Santos Filho, senador da República;  Renato Alves Ribeiro, empresário, ex-presidente do Sanatório São Julião por longos anos e também da Santa Casa; Rosário Congro Neto, empresário; Ruben Figueiró de Oliveira, ex-deputado estadual, ex-deputado federal e ex-senador da República; e Wilson Barbosa Martins, ex-prefeito de Campo Grande, ex-deputado federal, ex-governador e ex-senador. Ilustrou o quadro, por muitos anos, a saudosa e querida professora Maria da Glória Sá Rosa.
Enfim, gente da nossa história que conosco convive para nossa grande alegria.
Heitor Rodrigues Freire – Titular da cadeira nº 37, do IHGMS.

Agostinho Gonçalves da Mota é uma das poucas unanimidades em nossa cidade. Com 92 anos de idade, uma alegria contagiante e uma gargalhada que se ouve à distância, é recebido com reverência em todos os recantos do nosso estado.

Oficial do Exército com o posto de tenente expedicionário, combateu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.  A Força Expedicionária Brasileira foi constituída no dia 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países aliados, com um contingente formado por 25.334 brasileiros carinhosamente chamados de “pracinhas”, oriundos dos mais diversos rincões do Brasil e de todas as classes sociais. No dia 8 de maio passado, transcorreram 72 anos da rendição da Alemanha e do fim do conflito.

Última atualização em Qui, 01 de Junho de 2017 18:47
 
O QUE FAZER? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 23 de Maio de 2017 19:27
O QUE FAZER?
Nestes tempos de tanta perplexidade, desencanto, frustrações crescentes e desânimo  generalizado, quando já sabíamos que a corrupção sempre grassou em nosso país, mas não imaginávamos um alcance tão devastador, surge naturalmente uma pergunta: O que eu posso fazer?
Será que peneirar os futuros candidatos a cargos eletivos vai resolver a situação? Esperar um salvador da pátria? Desejar que uma solução divina apareça do infinito?
Essa angústia à primeira vista nos transmite uma sensação de impotência quando nos vemos na individualidade do ser e na aparente impossibilidade de uma ação verdadeira e coerente para mudar esse estado de coisas.
Pensando nisso tudo e buscando uma alternativa, recebi uma inspiração: sim, eu posso fazer algo, como um ser criado por Deus, à sua imagem e semelhança, eu posso irradiar uma energia que emana do meu interior, do meu pensamento, do meu sentimento, da minha emoção, da minha vontade.
Eu posso permanentemente mudar a minha atitude mental a respeito de tudo, entendendo que nada acontece por acaso e tudo o que estamos vivendo servirá para depurar o processo criminoso que se instalou de forma generalizada envolvendo a quase todos os políticos e empresários que deixaram de lado um projeto de país para sucumbir à ambição desmedida de enriquecimento e vantagens pessoais.
Eu posso continuar agindo, conscientemente, com honestidade em todos os meus atos, utilizando o meu poder mental para não me contaminar com essa energia negativa que hoje paira sobre o nosso país, pautando minha conduta com ética, amor, fidelidade, competência, responsabilidade, utilizando o poder com que Deus me dotou desde o princípio e que agora acaba de ser confirmado pela descoberta do Código de Isaías.
Trata-se da utilização do poder da oração aliada ao poder do sentimento, enunciada no Código de Isaías e em outros textos essênios descobertos nas Cavernas de Qumram, no Mar Morto, em 1946. Esses escritos descrevem tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente. Agora podemos fazer a escolha de forma consciente.
A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Gregg Braden  (americano, considerado o cientista da nova era, da física quântica), nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.
Um modelo “perdido” de oração, que é quântico. Em que consiste essa tecnologia da oração e em que bases se apoia para que seja eficiente?
Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um novo campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo.  Fótons são minúsculas partículas elementares da luz. A luz do sol é constituída por fótons. O fóton não tem massa, é energia pura. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis preexistentes, reside em nossa habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e já está acontecendo.
Assim, a partir desse entendimento, eu, a exemplo do colibri que pretendeu apagar o incêndio da floresta carregando uma gota d’água em seu bico, estou fazendo a minha parte, ou seja, orando com consciência.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nestes tempos de tanta perplexidade, desencanto, frustrações crescentes e desânimo  generalizado, quando já sabíamos que a corrupção sempre grassou em nosso país, mas não imaginávamos um alcance tão devastador, surge naturalmente uma pergunta: O que eu posso fazer?Será que peneirar os futuros candidatos a cargos eletivos vai resolver a situação? Esperar um salvador da pátria? Desejar que uma solução divina apareça do infinito?

Essa angústia à primeira vista nos transmite uma sensação de impotência quando nos vemos na individualidade do ser e na aparente impossibilidade de uma ação verdadeira e coerente para mudar esse estado de coisas.

 
INTERDEPENDÊNCIA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 17 de Maio de 2017 21:57
INTERDEPENDÊNCIA
Ao longo da história o ser humano foi criando sistemas, normas, leis, regimentos, filosofias, religiões, etc., para procurar organizar a vida, orientar e sistematizar a sua trajetória.
E assim, pensa que tudo é fruto de sua cabeça, de sua imaginação, de sua mente, procurando, em função disso, criar mecanismos para proteger e defender seus “direitos autorais”.
Na realidade, o ser humano não cria nada. Quem cria tudo é Deus, que não assina nenhuma de suas obras, a começar pelo próprio homem. O homem recebe tudo por inspiração do Criador, e poucas vezes volta-se para agradecer a oportunidade que lhe é concedida para participar do projeto divino.
Na sua imensa e infinita arquitetura, ao dar vida ao homem, Deus elaborou um plano perfeito: a interdependência entre os órgãos que compõem o corpo humano. Todos dependem de todos. Não há um só órgão que tenha vida independente, que não dependa dos outros.
No campo das teorias econômicas, Cournot ( Antoine Augustin Cournot – 1801/1877), matemático e economista francês, em 1838 formulou, uma tese de que a interdependência econômica é uma consequência da especialização (ou da divisão do trabalho), e é uma lei  quase universal. Assim diz a tese:
“Na realidade, o sistema econômico é um todo do qual as partes estão conectadas e reagem umas sobre as outras. Um aumento na renda dos produtores de uma mercadoria irá afetar a demanda por comodidades B, C, etc, e os rendimentos dos seus produtores, e, por sua reação muda a demanda por comodidades A”.
A interdependência, é encontrada nos grandes líderes, literalmente fazendo todo o trabalho em equipe. Ela visa o bem estar do grupo, não apenas o sucesso individual, buscando soluções em conjunto, trabalhando de acordo com informações e sugestões.
Neste aspecto está o maior valor do líder, a influência, que não apenas remete à autoridade, mas também à credibilidade e ao prestigio.  O líder interdependente consegue que todo o grupo e empresa trabalhem pelo poder de uma palavra branda, consegue motivar sua equipe através do exemplo.
Ao pensar no imenso impacto que pequenos gestos podem causar, chega-se à conclusão de que cada pequeno ato é importante. Essa é a relação de interdependência: a consciência de que o todo não depende de um único indivíduo. E cada indivíduo depende do todo.
Sendo assim, podemos dizer: a interdependência pode ser compreendida em termos da mútua dependência que existe entre as partes e o todo. Sem as partes, não pode haver o todo e, sem o todo, o conceito de parte não tem sentido.
O que nos leva ao primeiro dos sete princípios herméticos (formulados por Hermes Trimegisto, rei, sacerdote e juiz, do Egito antigo): “O Todo é mente, o Universo é Mental”. Tudo e todos que existem de visível ou oculto funcionam porque fazem parte de um todo. Tudo faz parte da criação de uma mente onipresente, tudo faz parte de um poder total.
O que nos remete de novo ao início, a Deus, o Supremo Criador do Universo.
Para finalizar, os demais princípios herméticos são: da correspondência, da vibração, da polaridade, do ritmo, do gênero e da causalidade. São princípios, e como tal, imutáveis.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Ao longo da história o ser humano foi criando sistemas, normas, leis, regimentos, filosofias, religiões, etc., para procurar organizar a vida, orientar e sistematizar a sua trajetória.

E assim, pensa que tudo é fruto de sua cabeça, de sua imaginação, de sua mente, procurando, em função disso, criar mecanismos para proteger e defender seus “direitos autorais”.

 
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