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Eu acho... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 22 de Dezembro de 2019 23:53
EU ACHO...
Verdade ou mentira? Os dois conceitos são relativos porque se acham enredados por um terceiro que sempre ganha mais adeptos influenciados pelo modismo da hora: o achismo. São as tais verdades subjetivas, objetos de precipitadas e parciais análises pessoais, não respaldadas na realidade objetiva dos fatos.
Tal comportamento, segundo Jorge Ferrão (jornalista, radialista e publicitário, editor-chefe do blog e podcast Alerta Total), deveria ser chamado de “Síndrome do
Achismo”: “Não desenvolvemos a capacidade de analisar a vida como ela é. Por isso temos dificuldade em entender o que acontece, de verdade, à nossa volta. Assim, esse mundo imaginário, quase virtual, é concebido na cabeça de alguém ou de um grupo para ser assimilado (e difundido) pelo resto da sociedade consumidora das ‘informações’”.
Todo mundo “acha”, mas na realidade não sabe nada. E fica repetindo o que ouve, com ar de entendido como se fosse o dono da verdade. O ser humano ainda não conseguiu entender o imenso poder de sua palavra, e fica repetindo aquilo que ouve sem uma análise prévia e ponderada.
É interessante notar que o mundo empresarial está cada vez mais empenhado em sugerir aos seus executivos mudanças de hábito que lhes proporcionem crescimento pessoal e profissional, levando-os a prestar mais atenção nos padrões negativos. O Canal Meio, um site jornalístico que faz uma compilação diária de notícias do Brasil e do mundo, divulgou que a Fast Company, uma revista norte-americana de tecnologia e inovação pediu a oito executivos que descrevessem alguns hábitos de que tiveram que abrir mão.
Uma delas, Kate Lewis, diretora de um grupo de mídia, falou sobre uma mudança que potencializou sua carreira: passou a evitar usar a frase “eu acho” depois de perceber que enviava muitos emails nesse padrão. Uma atitude simples, mas que produziu um efeito positivo e verdadeiro.
É necessário compreender que criamos e recriamos nosso mundo por meio de nossas palavras.  “Pensamentos são paredes ou... asas; como pensas, vives”. Palavras de Emmanuel, o mentor espiritual de Chico Xavier.
O achismo pulula por toda parte sem consistência e sem base verídica, e por isso não se sustenta. Ele se propaga fundamentado somente nas opiniões de seu divulgador, sem nenhum tipo de argumentação concreta. O perigo a que estamos expostos é o risco da disseminação do achismo.
A essência do achismo é a de construir suas próprias verdades, com base unicamente no princípio do “eu acho”.
O “achista”, se assim podemos chamá-lo, cada vez argumenta mais e conhece menos. O que o impulsiona é a ilusão de impressionar as pessoas e de ser respeitado, buscando raciocínios que considera mais interessantes ou convincentes.
Um ideal a ser alcançado é a fidelidade de pensamento com base numa opinião firme e consistente, sem a frenética e inesgotável busca pelas novidades, que só leva ao vazio espiritual.
Estamos todos expostos aos riscos do achismo. As redes sociais estão amplificando essa moda, procurando a exposição e divulgação dos anseios dos “achistas”. Elas reverberam esse tipo de comportamento, e é preciso estar muito centrado e bem informado para ficar imune a esse tipo de armadilha.
Agora mesmo, temos dois grandes campeões do “achismo”: Donald Trump e Jair Bolsonaro. Pela importância e alcance de seus cargos, infelizmente influenciam negativamente milhões de pessoas. Eles falam a primeira coisa que lhes vêm à cabeça, e frequentemente são desmentidos pelos fatos, ou são obrigados a voltar atrás em suas declarações. É triste que dois governantes se comportem de forma tão irresponsável abrindo mão de agirem como verdadeiros líderes.
Vamos acordar para essa síndrome e ficar atentos para não nos transformarmos em divulgadores inconsequentes de falsas verdades.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Verdade ou mentira? Os dois conceitos são relativos porque se acham enredados por um terceiro que sempre ganha mais adeptos influenciados pelo modismo da hora: o achismo. São as tais verdades subjetivas, objetos de precipitadas e parciais análises pessoais, não respaldadas na realidade objetiva dos fatos.

 
Do invisível PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 17 de Dezembro de 2019 00:56
DO INVISÍVEL
À medida que vamos vivendo, priorizando a consciência, prestando mais atenção às emoções e sentimentos sem descuidar da razão deixando de lado a busca incessante do ter e entendendo a natureza do ser, passamos a conquistar uma segurança que se consolida cada vez mais.
É quando entendemos que o fundamental, o essencial, é invisível. Tudo o que é verdadeiramente necessário, é invisível.
Por exemplo, o ar. Sem respirar ninguém consegue sobreviver. Ele é fundamental e poucas são as pessoas que dão importância a esse elemento vital.
Muitos questionam a existência de Deus, porque não O vêem. Ele é invisível aos nossos olhos, mas é a causa original de tudo.
Antoine de Saint-Exupéry, no Pequeno Píincipe,  deixou esta lição lapidar: “Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
A fé, esse atributo intrínseco, infinito e invisível com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam.
O pensamento é invisível também. Alguém duvida de sua existência? Ou da sua validade?
A energia que mantém nosso corpo unido, a Kundalini, é invisível aos nossos olhos. É o poder do desejo puro dentro de nós. A energia de nossa alma e de nossa consciência. A emanação do infinito, da energia cósmica que vibra dentro de cada ser humano.
O despertar da energia Kundalini nos conscientiza de nossas capacidades criativas e torna possível a nós, seres humanos com identidades finitas, a oportunidade de nos relacionarmos com nossas identidades infinitas.
A ascensão da energia é o caminho para a liberação. É chegar à percepção de que a realidade de Deus está dentro de cada um de nós. A ascensão da Kundalini é o desenroscar da consciência Divina, o testemunho da realidade do poder ilimitado que é a essência de nossas almas.
Kundaliní é a força, o poder que move não apenas o indivíduo, mas também o universo. A Kundalini está associada a Shiva e Sahakti - os prinínpios masculino e feminino que criam o universo.
O poder invisível é uma força presente em todos nós. Ignorá-lo é viver distraído, à mercê dos acontecimentos. Conhecer estes segredos funciona como uma autoterapia, pois você passa a entender porque atrai o que atrai e pode descobrir como viver rodeado por alta positividade.
Você certamente já sabe disso: nada acontece por acaso. Tudo tem uma causa anterior e um efeito posterior. Pessoas e eventos não surgem sem uma razão. A sorte ou o azar, na realidade, são fatos criados por cada um, com suas atitudes, sentimentos e pensamentos. Se você entender essa força e assumi-la de modo consciente, irá atrair exatamente aquelas pessoas e acontecimentos que você sempre desejou.
E onde está essa força imensa e tão poderosa? Em nosso coração, que é onde Deus colocou o seu mandamento como está registrado no livro do Deuteronômio, 30, 11-14.
E como fazer para acessar esse poder imenso? Pela meditação constante e consciente pois somente a continuidade nos permitirá confirmar sua existência e o seu uso que nos proporcionará a evolução e a libertação.
Precisamos aprender a entender a força invisível numa busca verdadeira que se encontra no interior de cada um.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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À medida que vamos vivendo, priorizando a consciência, prestando mais atenção às emoções e sentimentos sem descuidar da razão deixando de lado a busca incessante do ter e entendendo a natureza do ser, passamos a conquistar uma segurança que se consolida cada vez mais.

É quando entendemos que o fundamental, o essencial, é invisível. Tudo o que é verdadeiramente necessário, é invisível.

 
Novos Caminhos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 26 de Novembro de 2019 02:32
NOVOS CAMINHOS
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.
Platão já dizia: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governado por aqueles que gostam”.
Com a difusão proporcionada pelos meios de comunicação, de repente todo mundo começou a dar palpites sobre os mais variados assuntos. E um dos que mais polarizam a atenção da população, naturalmente, é a política. A mobilização das massas é um indicativo claro desse despertar.
Uma coisa é ficar do lado de fora metendo o dedo e o verbo questionando tudo e dando opinião, sugerindo isso ou aquilo. Outra é buscar e mobilizar lideranças conscientes com o objetivo de participar ativamente do processo eleitoral com propostas estudadas e baseadas em experiências que já deram certo. É o momento de descruzar os braços e partir para assumir compromissos. É o que está acontecendo em Campo Grande. A discussão no campo das ideias está posta, gerando novas lideranças, que por sua atuação na vida empresarial ou pública tornaram-se opções para as mudanças de que necessitamos.
O momento que vivemos mostra que a bússola está apontada para outro norte: o fim da velha política, do toma-lá-dá-cá e também da corrupção institucionalizada há muito tempo e que, apesar de suas variações, espero, esteja chegando ao fim.
Um exemplo disso é a gestão do presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Cipriano Nascimento, que, em quatro anos, reestruturou a gestão de pessoal, remodelou suas instalações, recuperou a infraestrutura, restaurou o centro cirúrgico – sem interromper as cirurgias –, construiu o novo centro administrativo, finalizou a unidade de traumatologia que estava paralisada há 20 anos, enfim, levantou o hospital, começando pela jardinagem e completando com a nova unidade de oncologia. E tudo isso, naturalmente, chamou a atenção da sociedade.
Empresários influentes começaram a visitar a Santa Casa e puderam ver a excelência de suas instalações, confirmando a capacidade gerencial do presidente Esacheu – que sempre teve a atenção voltada para as necessidades de Campo Grande.
Agora mesmo, Esacheu recebeu na Santa Casa a visita do presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Centro, acompanhado de membros dos órgãos de Segurança Pública, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do diretor regional dos Correios e Telégrafos, entre outros representantes de instituições laicas e religiosas, que se uniram para pedir ajuda devido à situação de pobreza e degradação humana nas ruas do centro da cidade e no entorno da antiga rodoviária.
Esacheu imediatamente se colocou à disposição do grupo e reuniu lideranças locais para a busca de uma solução, pois os poderes públicos, municipal e estadual vêm se omitindo nessa questão. A resposta está sendo dada sob a forma de uma reunião de profissionais de psiquiatria e a determinação de um local na Santa Casa para o tratamento de usuárias de drogas e  moradores de rua.
Em outro contexto, está sendo criado o Comdese – Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico –, composto pelo empresariado mais expressivo da cidade, cuja meta é planejar e acompanhar um projeto de desenvolvimento monitorado pela sociedade civil organizada, a exemplo do que aconteceu em Maringá, onde uma iniciativa parecida impulsionou a cidade do sexto para o segundo lugar no concerto de municípios paranaenses no quesito do desenvolvimento urbano e cujas indústrias, comércio e serviços tornaram-se referências e produtos de exportação para outros municípios, estados e países.
Alinhado com essa atualidade, Esacheu foi convidado pelo Partido Progressistas (PP), a figurar como pré-candidato a prefeito nas eleições municipais do ano que vem.
Esacheu aceitou o desafio, pois sempre se destacou por suas atitudes corajosas e realizadoras, iniciando um novo caminho, que tenho certeza irá proporcionar à nossa cidade a opção correta para um desenvolvimento que contemple as necessidades mais urgentes de Campo Grande.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.

 
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