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Da individualidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 22 de Julho de 2018 16:11
DA INDIVIDUALIDADE
Dentre os diversos componentes da personalidade humana, destaco um que pela sua natureza fica oculto e cuja descoberta depende do trabalho interno de cada um: a individualidade.
Para a sua decifração – sim, porque tem que ser descoberta e decifrada –, exige uma atenção especial que nos leva a nossa intimidade íntima.
Não é redundância não. A intimidade verdadeira só pode ser íntima, porque é individual. A intimidade é algo tão íntimo que não se pode dividir com ninguém. É de cada um, intrínseca. De dentro. Individual.
A individualidade demanda uma série de técnicas e práticas por meio das quais se constroem a identidade dos sujeitos, num movimento que oscila em ocultar ou tornar visível o que compreendemos como intimidade.
Dentre os diversos locais , onde se manifesta a individualidade, destaco o banheiro. Ali naquele espaço que considero privado a manifestação de cada um revela a sua verdadeira face, sem máscaras, sem fingimento. Representa o momento em que agimos de forma despojada.
Por isso e para preservar nossa individualidade, aquele lugar não pode ser dividido com ninguém. É ali que solitariamente nos encontramos face a face. Por isso não devemos permitir a presença de outra pessoa, para preservar a nossa intimidade. Nem que seja a nossa parceira (ou parceiro) com quem, naturalmente, dividimos nossa familiaridade.
Intimidade é uma coisa. Familiaridade é outra totalmente diferente. Familiaridade mantemos com nossa mulher, filhos, netos, etc. e que decorre da constante presença e da continuidade dos laços que unem as pessoas.
A individualidade é característica do que é íntimo, secreto. Para a nossa satisfação interior devemos preservar nossa intimidade. Ela é de cada um. Individual.
Dentre os caminhos que palmilhei na minha descoberta interior, tem um, que me chamou a atenção de forma especial e inesperada, quando praticava Yoga. No começo, naturalmente, os movimentos eram desajeitados. A instrutora sempre repetia: “Cada um na sua individualidade”. O que nos estimulava a não olhar para os outros. Com o tempo, os movimentos foram ficando harmônicos e perfeitos. Aí olhava, com um olhar crítico, para os que estavam começando observando os movimentos imperfeitos, a instrutora repetia: “Cada um na sua individualidade”.
Foi um aprendizado ajudou a marcar para sempre. Individualidade é fundamental, única. Somos seres individuais, únicos. Filhos de Deus. Pensados por Ele. Não existe ninguém igual ao outro. Daí a necessidade de entendermos a nossa individualidade e de praticá-la. De entendê-la, aceitá-la e praticá-la. Não adianta entender sem aceitar. Nem aceitar sem praticar. É um continuum constante.
Os acontecimentos mais importantes da nossa existência são vivenciados individualmente: o nosso nascimento e a nossa morte.
A preservação da individualidade, que se manifesta pela intimidade é fundamental, é uma conquista. Do autoconhecimento. É uma zona profunda no íntimo de cada um de nós, que deve ser preservada, visto tratar-se do nosso tesouro sentimental.
A palavra intimidade deriva do termo latim intimus, que significa interior, íntimo, oculto, o que está nas entranhas. Tem um conceito de segredo, confiança, interior, e refere-se ao que está dentro, ao que atua no interior.
A individualidade situa-se no núcleo oculto de cada pessoa onde se tomam as decisões mais profundas e próprias. É o que podemos chamar de lugar sagrado (santuário), que cada pessoa possui. E que nos permite a libertação da prisão do ego. Aliás, é a existência desta interioridade que nos possibilita nos sentirmos pessoas.
Somos naturalmente seres gregários, criados para viver em sociedade. Faz parte da nossa vida. Mas dentro da vida em sociedade, penso que devemos preservar a nossa individualidade e valorizá-la com consciência para atingirmos nossa riqueza interior.
Cada um ao longo da vida vai traçando um labirinto cheio de curvas e de sistemas, vias, filosofias, crenças, caminhos, que, naturalmente, cada um deve conhecer, mas para não se perder, é necessário que se mantenha firme a individualidade, que será o fio condutor para a iluminação e a evolução espiritual.
“Se compreendes, as coisas são como são; se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Dentre os diversos componentes da personalidade humana, destaco um que pela sua natureza fica oculto e cuja descoberta depende do trabalho interno de cada um: a individualidade.

Para a sua decifração – sim, porque tem que ser descoberta, decifrada –, exige uma atenção especial que nos leva a nossa intimidade íntima.

Não é redundância não. A intimidade verdadeira só pode ser íntima, porque é individual. A intimidade é algo tão íntimo que não se pode dividir com ninguém. É de cada um, intrínseca. De dentro. Individual.

 
Da ignorância PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 17 de Julho de 2018 19:54
DA IGNORÂNCIA
A complexidade de fatores que influenciam o comportamento humano e a diversidade de interesses que permeiam a vida do homem dificultam o entendimento para encontrar a luz que poderá iluminar o seu caminho.
Nesse contexto, destaca-se a influência de certas religiões que fazem com que seus seguidores acreditem ser “diferentes” do resto das pessoas, o que serve também para dividi-los entre si.
A isso ainda se acresce a influência do ego que procura sempre nos dominar, confundindo nossos atos para que prevaleça o egoísmo e o apego.
De onde vem a força do ego que tanto mal faz às nossas vidas? Do único pecado que existe: a ignorância. Dela descendem todos os outros males que infernizam nossa existência.
A ignorância sempre vem disfarçada. Dificilmente alguém admitirá que desconhece um assunto para dar uma resposta coerente, precisa, àquilo que é perguntado. Essa atitude não é específica deste tempo, embora alguns dos seus aspectos o sejam: a pressão sobre a necessidade de acumular informação, associada à pressão para apresentar uma resposta imediata – nesta era da velocidade do mundo digital –, faz com que todos queiram emitir uma opinião rápida e certeira a um clique do teclado.
Infelizmente, constatamos que a internet acaba dando voz à mediocridade; ela protege sob o manto do anonimato uma horda de mentecaptos que querem desfilar sua “sapiência” sobre todo e qualquer assunto. É o império da tolice generalizada.
E aí a ignorância passa a reinar.
Sócrates sempre dizia que a ignorância era o único mal. Pois dela decorrem todos os outros males. Alguém que ignorar a consciência do que é certo ou errado, naturalmente estará propenso a cometer um erro. Para Sócrates, o conhecimento era algo fundamental; e a partir dessa ideia, o filósofo perseguia o autoconhecimento, que por si só liberta o homem de todas as dependências.
Luís Inácio Luchetta, mestre maçom, em artigo publicado na revista maçônica A Trolha dá algumas dicas interessantes, das quais pinçamos e adaptamos algumas:
“Os primeiros passos no caminho da sabedoria são os mais estafantes, porque nossas almas fracas e teimosas detestam o esforço e o desconhecido, sem a garantia completa da recompensa. À medida que progredimos nossa decisão se fortalece e o aprimoramento pessoal torna-se progressivamente mais fácil. Aos poucos passa a ser até difícil deixar de fazer o que é melhor para nós.
“O compromisso firme, e ao mesmo tempo paciente, de remover as crenças nocivas de nossas almas confere-nos, pouco a pouco, a habilidade de ver com mais clareza, através de nossos frágeis temores, nossa desorientação nas questões amorosas e nossa falta de autocontrole. Paramos de nos esforçar para impressionar os outros. Um belo dia percebemos com satisfação que não estamos mais representando para plateia alguma.
“A vida só nos oferece ferramentas, utensílios e trabalho. Ela não é feita à altura das fantasias, ilusões e quimeras do homem, não pode oferecer mudança imediata e renovação súbita de sua personalidade. O que está posto é um caminho árduo de auto-percepção.
“Pitágoras, ao constatar que não havia nada de assombroso no templo de sua iniciação, em vez de decepcionar-se, verificou que não havia nada em si mesmo, apenas desejos e ilusões. Aí então começou o seu caminho para a sabedoria”.
Conclusão: Deus nos dá o que precisamos, não o que pedimos. Então com o entendimento de que tudo depende de cada um, façamos o nosso trabalho único, individual e indispensável. A recompensa também será única e individual, coroando todo o esforço. Valerá a pena. E assim venceremos a ignorância, utilizando as ferramentas que a vida nos oferece: a oportunidade da nossa evolução interior.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A complexidade de fatores que influenciam o comportamento humano e a diversidade de interesses que permeiam a vida do homem dificultam o entendimento para encontrar a luz que poderá iluminar o seu caminho.

Nesse contexto, destaca-se a influência de certas religiões que fazem com que seus seguidores acreditem ser “diferentes” do resto das pessoas, o que serve também para dividi-los entre si.

A isso ainda se acresce a influência do ego que procura sempre nos dominar, confundindo nossos atos para que prevaleça o egoísmo e o apego.

Última atualização em Sex, 20 de Julho de 2018 14:40
 
o que nós precisamosr? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 04 de Julho de 2018 21:31
O QUE NÓS PRECISAMOS?
Neste mundo radioso e maravilhoso em que vivemos, temos todos um cardápio muito variado à nossa disposição. Temos o amor, a fé, a saúde, a prosperidade, a alegria, a paz, a confiança e a amizade de um lado da mesa e, do outro, o ódio, a inveja, o ressentimento, o ciúme, a discórdia, o medo, a carência, a tristeza. Qual lado escolher? Depende de cada um.
Deus quando nos criou, nos dotou do cabedal necessário para o nosso desenvolvimento e evolução. Não deixou ninguém, NINGUÉM, ao desamparo. Dotou-nos, por exemplo, com a faculdade do discernimento, que poucos usam como deveriam.
As situações adversas em que a maioria das pessoas vive, longe de ser desculpa para vitimizar suas vidas, devem ser exatamente a alavanca para sair das condições subumanas em que se encontram. Ninguém é coitadinho. Essas situações são tristes, mas representam a oportunidade que cabe a cada um aproveitar.Todos somos filhos de Deus.
O que nos compete é descobrir como utilizar esse cabedal e transformá-lo em nosso beneficio permanente. E essa descoberta decorre de uma ação contínua, utilizando o amor como energia modificadora de nossa conduta.
Em socorro desta tese, apresento abaixo um conto israelita de autoria desconhecida, que me foi enviado por uma de minhas filhas e que sintetiza com muita propriedade o que aprendemos e praticamos:
"Um jovem foi visitar um sábio conselheiro e contou-lhe sobre as dúvidas que tinha a respeito do AMOR.
O sábio o escutou, olhou-o nos olhos e disse apenas uma coisa:
— Ame.
E logo se calou.
Disse o rapaz:
— Mas, ainda tenho as dúvidas...
— Ame, disse novamente o sábio.
E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, o sábio disse o seguinte:
— Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento!
Amar é dedicação e entrega; amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor!
O amor é um exercício de jardinagem! Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.
Simplesmente. Ame!!!
E sabe por quê?
Porque a inteligência sem amor te faz perverso;
A justiça sem amor te faz implacável;
A diplomacia sem amor te faz hipócrita;
O êxito sem amor te faz arrogante;
A riqueza sem amor te faz avarento;
A docilidade sem amor te faz servil;
A pobreza sem amor te faz orgulhoso;
A beleza sem amor te faz ridículo;
A autoridade sem amor te faz tirano;
O trabalho sem amor te faz escravo;
A simplicidade sem amor te deprecia;
E A VIDA SEM AMOR NÃO TEM SENTIDO.
Apenas.... Ame!!!”
Concordando em gênero, número e grau, só temos uma alternativa para nossa evolução espiritual: AMAR.
Será que é tão difícil? Difícil na realidade não é. Mas é exigente porque o ego comanda a maioria das nossas ações. É o ego que nos conduz ao apego, nos faz olhar o nosso irmão como se fosse um outro, nos faz pensar que somos melhores, cria diferenças, nos escraviza e procura evitar a manifestação do amor.
O ego nos induz a levar em consideração o que achamos que os outros vão pensar de nossos atos e tende a subestimar o que nós mesmos pensamos a nosso respeito.
Uma atitude que mostra a ação do ego ocorre, por exemplo, nas promoções comerciais conhecidas como “Black Friday”, em que as pessoas ficam tão obcecadas para comprar os produtos em promoção que nem param para pensar se estão mesmo precisando daquilo, e saem empurrando os outros para fora do caminho e pisam nelas, na ânsia de aproveitar aquelas oportunidades forçadas, sem pensar duas vezes.
Voltamos sempre ao ensinamento básico de Jesus: “Amar ao próximo como a nós mesmos”, ou seja, é tudo de que verdadeiramente precisamos.
Simples assim.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor  de imóveis e advogado.

Neste mundo radioso e maravilhoso em que vivemos, temos todos um cardápio muito variado à nossa disposição. Temos o amor, a fé, a saúde, a prosperidade, a alegria, a paz, a confiança e a amizade de um lado da mesa e, do outro, o ódio, a inveja, o ressentimento, o ciúme, a discórdia, o medo, a carência, a tristeza. Qual lado escolher? Depende de cada um.

 
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