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Sua Excelência, a mulher PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 07 de Março de 2017 01:29
SUA EXCELÊNCIA, A MULHER
A mulher, esse ser magnífico que encanta-nos constantemente, é cantada, disputada, elogiada, aclamada por todos os meios possíveis e imagináveis, por todos os homens, em todos os tempos. Ela realmente merece. É ela a nossa grande inspiradora.
O objetivo do homem sempre é impressionar uma mulher. Todos os nossos trabalhos, atividades, conquistas são realizados com uma finalidade única: a mulher. Tanto para o bem como para o mal. Na França quando acontece qualquer delito, a primeira providência da polícia é: “Cherchez la femme”.
Tudo gira, desde o princípio, em torno dela. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações.
A metáfora da criação divina da mulher retrata com muita precisão a sua finalidade: ela foi criada a partir da costela do homem, para estar ao seu lado. Não de um osso da cabeça, para lhe ser superior e nem de um osso do pé para lhe ser inferior.
Assim, aqui, agora e sempre manifesto a minha profunda admiração pela ala feminina que, ao longo dos tempos e apesar de todas as adversidades, preconceitos e discriminações, foi aos poucos conquistando o seu lugar, merecendo admiração e reverência da ala masculina.
Esse ser de funções múltiplas geralmente desvalorizada como naquela anedota recorrente: um homem declarou que sua mulher não trabalhava, que passava o dia todo em casa, e ela respondeu que é o tempo inteiro mãe, mulher, filha, despertador, cozinheira, empregada doméstica, professora, garçonete, babá, enfermeira, motorista, trabalhadora braçal, agente de segurança, conselheira, edredom, trabalhadora, de plantão 24 horas, sem direito a  licença por doença, nem feriado.
A sua rotina começa de manhã bem cedo e vai até o fim da noite.  Ser dona de casa não precisa de certificado de estudo, mas seu papel é fundamental. Seus sacrifícios são incontáveis.
É ainda juíza da vara da infância e da juventude – cujas decisões não estão sujeitas a recurso de nenhuma natureza, nem a conselho tutelar – e tem pontaria certeira na modalidade de arremesso de chinelo à distância.
É como o sal. Sua presença nunca é lembrada, mas sua ausência faz tudo ficar sem sabor.
Swami Vivekananda, primeiro monge hindu a difundir a filosofia do Yoga e Vedanta no ocidente, escreveu: “O mundo não tem nenhuma possibilidade de bem-estar enquanto não se melhorar a condição da mulher. É impossível que um pássaro voe com uma só asa”. Assim, somente com a asa do homem se completa o pássaro para que alce seu vôo majestoso e divino. Ele pertencia ao ramo da Vedanta, que sustentava que ninguém pode ser verdadeiramente livre até que todos sejam. Por conseguinte, para sermos verdadeiramente livres devemos também nós, homens, lutar para a libertação da mulher e assim alcançar a emancipação de ambos.
Mas, trazendo o foco para cada um de nós, que somos naturalmente testemunhas dessa capacidade milenar da mulher de nos seduzir e que somos agraciados por sua convivência, podemos atestar esse poder magnético que a todos encanta, alegra e conquista. Convenhamos, caros leitores, quem já não viveu e vive esse cotidiano delicioso com uma mulher em que o elemento sedução está presente, nos envolvendo carinhosamente? Quem é que resiste a um olhar de lado, a um sorriso, a um meneio de quadris, a uma graça no molejo, a um suspiro alongado, a um cruzar de pernas? Mulher é fogo. E que fogo gostoso!
Assim, neste 8 de março, nada mais justo que mais uma vez e sempre rendamos nosso tributo à Sua Excelência, a Mulher. Viva!
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A mulher, esse ser magnífico que encanta-nos constantemente, é cantada, disputada, elogiada, aclamada por todos os meios possíveis e imagináveis, por todos os homens, em todos os tempos. Ela realmente merece. É ela a nossa grande inspiradora.

O objetivo do homem sempre é impressionar uma mulher. Todos os nossos trabalhos, atividades, conquistas são realizados com uma finalidade única: a mulher. Tanto para o bem como para o mal. Na França quando acontece qualquer delito, a primeira providência da polícia é: “Cherchez la femme”. Tudo gira, desde o princípio, em torno dela. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações.

 
Conselhos de Gurdjieff para suas filhas - II PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 20 de Fevereiro de 2017 18:38
CONSELHOS DE GURDJIEFF PARA SUA FILHA – II
Para quem não leu o artigo anterior, aqui vai uma breve apresentação: George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e por outros países. Em seu tempo, ele foi um mestre amado e ao mesmo tempo desprezado, que com muita sabedoria soube transmitir suas idéias.
Compartilho a seguir, a continuação dos valiosos conselhos de Gurdjieff a suas duas filhas.
Esses ensinamentos tem substância e perenidade, e podem ser aplicados em qualquer época. Gurdjieff  faleceu em 1949, mas, curiosamente, no conselho  nº 63, ele diz: “Não tire fotos com personagens famosos”. Ou seja, ele já prévia os “selfies” modernos.
Esta é então, a segunda parte da sua carta.
41. Transforme o seu orgulho em dignidade.
42. Converta sua cólera em criatividade.
43. Transforme a sua avareza em respeito pela beleza.
44. Transforme a sua inveja em admiração pelos valores alheios.
45. Transforme o seu ódio em caridade.
46. Não se vanglorie nem insulte.
47. Trata o que não te pertence como se te pertencesse.
48. Não se queixe.
49. Desenvolva a sua imaginação.
50. Não dê ordens só pelo prazer de ser obedecida.
51. Pague pelos serviços que te prestam.
52. Não faça propaganda dos seus feitos ou das suas ideias.
53. Não trate de despertar, nos outros em relação a você, emoções como piedade, admiração, simpatia e cumplicidade.
54. Não chame atenção pela sua aparência.
55. Nunca contradiga, cale-se.
56. Não contraia dívidas, compre e pague em seguida.
57. Se ofender alguém, peça desculpas.
58. Se você ofendeu publicamente, desculpe-se igualmente em público.
59. Se você se der conta de que errou, não insista por orgulho no erro e desista imediatamente dos seus propósitos.
60. Não defenda suas antigas ideias só porque você as divulgou.
61. Não conserve objetos inúteis.
62. Não se enfeite com as ideias alheias.
63. Não tire fotos com personagens famosos.
64. Não preste contas a ninguém, seja o seu próprio juiz.
65. Nunca se defina pelo que você possui.
66. Nunca fale de si mesma sem considerar a possibilidade de mudança.
67. Aceite que nada é seu.
68. Quando pedirem a sua opinião sobre alguém, fala somente de suas qualidades.
69. Se você adoecer, em vez de odiar esse mal, considere-o seu mestre.
70. Não olhe com dissimulação, olhe fixamente.
71. Não se esqueça dos seus mortos, mas limite-os a um espaço que não lhes permita invadir toda a sua vida.
72. Na sua casa, reserve sempre um lugar ao sagrado.
73. Quando você fizer um serviço, não ressalte o seu esforço.
74. Se você decidir trabalhar para alguém, trate de fazer isso com prazer.
75. Se você estiver em dúvida entre fazer ou não fazer algo, arrisca-se e faça.
76. Não queira ser tudo para o seu cônjuge; admita que ele busque em outras pessoas o que você não lhe pode dar.
77. Quando alguém tem o seu público, não tente contradizê-lo e roubar-lhe a audiência.
78. Viva dos seus próprios ganhos.
79. Não se vanglorie de aventuras amorosas.
80. Não exalte as suas próprias debilidades.
81. Não visite alguém só para preencher o seu tempo.
82. Ganhe para repartir.
83. Se você estiver meditando e um diabo se aproximar, bote-o para meditar também…
Sábios ensinamentos que, naturalmente não se destinam unicamente às filhas de Gurdjieff, mas que se observados e praticados, servirão a todos como um farol a iluminar os caminhos.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Para quem não leu o artigo anterior, aqui vai uma breve apresentação: George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e por outros países. Em seu tempo, ele foi um mestre amado e ao mesmo tempo desprezado, que com muita sabedoria soube transmitir suas idéias.

 
Conselhos de Gurdjieff para suas filhas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 13 de Fevereiro de 2017 17:22
DA SÉRIE PARA MEDITAR - II
CONSELHOS DE GURDJIEFF ÀS SUAS FILHAS
Apresento a seguir um breve resumo a respeito de Gurdjieff obtido no Google.
George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e outros países.
Ele era uma figura enigmática e uma força influente no panorama dos novos ensinamentos religiosos e psicológicos, mais como um patriarca do que como um místico cristão. Era considerado, por aqueles que o conheceram, como um incomparável “despertador” de homens. Trouxe para o Ocidente um modelo de conhecimento esotérico e deixou como legado uma metodologia específica para o desenvolvimento da consciência.
O sistema de Gurdjieff parte do pressuposto de que os homens estão dormindo, são máquinas ambulantes que não sabem o que fazem. Isto porque o que geralmente achamos ser o "eu" é, na realidade, um conjunto de "eus" que povoam nossa mente, por isso temos que controlá-los através dos "eus-de-trabalho" e assim evitar cair na imaginação que, segundo Gurdjieff, nos afasta da presença.
A sua personalidade provocou as mais diferentes reações, desde a mais completa aprovação até o mais profundo desprezo. Vou dividir este artigo em duas partes, a primeira, apresento agora.
George Ivanovich Gurdjierff teve duas filhas, Svetlana Hinzenberg e Cynthie Sophie Howarth. A seguir, os conselhos dele para suas filhas. Que eu daria para as minhas.
1. Fixe a sua atenção em você mesma, seja consciente em cada instante do que você pensa, sente, deseja e faz.
2. Termine sempre o que você começou.
3. Faça do que estiveres fazendo o melhor possível.
4. Não se prenda a nada que com o tempo venha a te destruir.
5. Desenvolva a sua generosidade sem testemunhas.
6. Trate cada pessoa como um parente próximo.
7. Arrume o que você desarrumou.
8. Aprenda a receber, agradeça cada dom.
9. Pare de se auto-definir.
10. Não minta, nem roube, pois estará mentindo e roubando a si mesma.
11. Ajude o seu próximo sem torná-lo dependente.
12. Não deseje que te imitem.
13. Faça planos de trabalho e cumpra-os.
14. Não ocupe muito espaço.
15. Não faça ruídos nem gestos desnecessários.
16. Se você não tem fé, finja que tem.
17. Não se deixe impressionar por personalidades fortes.
18. Não se aproprie de nada nem de ninguém.
19. Reparta equitativamente.
20. Não seduza.
21. Coma e durma o estritamente necessário.
22. Não fale dos seus problemas pessoais.
23. Não emita juízo nem crítica quando você desconhecer a maior parte dos fatos.
24. Não estabeleça amizades inúteis.
25. Não siga a moda.
26. Não se venda.
27. Respeite os contratos que você firmou.
28. Seja pontual.
29. Não inveje os bens ou o sucesso do próximo.
30. Fale somente o necessário.
31. Não pense nos benefícios que advirão da tua obra.
32. Nunca faça ameaças.
33. Realize as suas promessas.
34. Coloque-se no lugar do outro em uma discussão.
35. Admita que alguém te supere.
36. Não elimine, mas transforme.
37. Vença os seus medos, cada um deles é um desejo camuflado.
38. Ajude o outro a se ajudar a si mesmo.
39. Vença as tuas antipatias e se aproxime de quem te causa repulsa.
40. Não reaja ao que disserem de bom ou de mal a teu respeito.
Na próxima semana, continuarei com a segunda parte deste artigo.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Apresento a seguir um breve resumo a respeito de Gurdjieff obtido no Google. 

George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e outros países.

 
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