Área restrita



Quem está online

Nós temos 19 visitantes online
Desachar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 06 de Junho de 2017 00:54
DESACHAR
No comportamento humano está disseminado, de forma muito avassaladora, um sistema de comunicação baseado em premissas equivocadas. Todo mundo acha. O presidente, os ministros, os deputados, os senadores, todos acham e ninguém sabe. Essa é a diferença vital entre os dois procedimentos: de quem acha e de quem sabe. Quem sabe, sabe. E como tal tem seu raciocínio e seu discurso baseado em fatos reais. Não acha.
O homem sempre achou e é muito comum querer mostrar erudição deitando falação sobre tudo, a torto e a direito. Achismo é uma gíria atribuída à “teoria” que é criada por alguém sobre algo com base unicamente nas suas opiniões e intenções, sem nenhuma  argumentação concreta ou justificativa.
Um dos critérios para o reconhecimento de um fato social é determinar sua resistência à mudança de perspectiva: os fatos sociais não podem ser alterados pela simples declaração da vontade. Isso não implica na impossibilidade de alteração do fato social, mas é necessário um grande esforço para fazê-lo.
Hoje, o avanço tecnológico e a difusão dos fatos de forma instantânea estimularam uma grande parcela da população a emitir suas opiniões de forma irresponsável, unicamente para sentirem-se parte de um universo pensante. A mudança social decorrente do crescimento da população e do aumento da tecnologia, especialmente na área da comunicação e do transporte, são os principais fatores que causaram essa mudança.
O problema do achismo é que mesmo sem fundamentação teórica ele pode servir como base para uma tomada de decisão em que as chances de se cometer um erro aumentam exponencialmente à medida que a linha de argumentação avança sobre a contextualização.
O achismo tem como fundamento um conjunto de premissas interpretadas de forma parcial e superficial, seguindo uma sequência lógica imaginária que pode ser precedida pela perseguição a uma ideia fixa a respeito de um assunto.
Porém, a falta de uma evidência concreta torna a “visão antropológica” um espelho distorcido dos temores que afetam não só o indivíduo que observa de forma entorpecida, mas todos aqueles que são atingidos por seus achismos.
Para que um indivíduo evite cair na armadilha da suposição superficial é preciso que adquira conhecimento de causa para que as sucessivas informações que dele possam ser abstraídas produzam efeitos verdadeiramente verificáveis.
Só assim é possível, por exemplo, construir um pensamento científico em que a visão antropológica permita ao indivíduo aproximar uma evidência de sua conclusão lógica.
Construindo um espaço em que as ideias possam emergir de forma pura dentro de um contexto, é possível diminuir a propensão ao erro na linha de argumentação e relativizar o achismo como uma suposição rasa sem sustentação.
A linguagem recorrente deste momento tão apressado é o achismo. Todo mundo acha. A emissão de opinião baseada no achismo é destituída de fundamento. Quem acha não sabe. E só quem sabe deveria opinar. Quem acha acaba se tornando  “se achante”, como diria nosso laureado e saudoso poeta Manoel de Barros.
Vamos trabalhar para que essa onda seja desconstruída de maneira eficaz.
Vamos desachar?
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

No comportamento humano está disseminado, de forma muito avassaladora, um sistema de comunicação baseado em premissas equivocadas. Todo mundo acha. O presidente, os ministros, os deputados, os senadores, todos acham e ninguém sabe. Essa é a diferença vital entre os dois procedimentos: de quem acha e de quem sabe. Quem sabe, sabe. E como tal tem seu raciocínio e seu discurso baseado em fatos reais. Não acha.

 
AGOSTINHO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 29 de Maio de 2017 20:41
AGOSTINHO
Agostinho Gonçalves da Mota é uma das poucas unanimidades em nossa cidade. Com 92 anos de idade, uma alegria contagiante e uma gargalhada que se ouve à distância, é recebido com reverência em todos os recantos do nosso estado.
Oficial do Exército com o posto de tenente expedicionário, combateu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.  A Força Expedicionária Brasileira foi constituída no dia 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países aliados, com um contingente formado por 25.334 brasileiros carinhosamente chamados de “pracinhas”, oriundos dos mais diversos rincões do Brasil e de todas as classes sociais. No dia 8 de maio passado, transcorreram 72 anos da rendição da Alemanha e do fim do conflito.
Agostinho é o presidente da Associação Nacional dos Veteranos da FEB-MS, que congrega os ex-pracinhas que combateram na Itália.  "Escolhi guardar as coisas boas, e não as ruins, porque aprendemos muito com a guerra", afirma sempre o ex-combatente Agostinho Gonçalves da Mota.
Com o peito ornado de medalhas recebidas ao longo de sua vida, ele raramente as ostenta por sua simplicidade e pelo próprio peso das mesmas. Não se faz de rogado, onde é convidado se apresenta e se deixarem o microfone por perto, toma conta e dá o seu recado.
A influência do nome de cada um se manifesta na vida e no comportamento das pessoas. No caso do Agostinho, seu nome tem origem no italiano Agostino, do latim Augustinus, uma forma relativa de Augusto, que significa “sagrado, consagrado, venerável, elevado”. Nada mais adequado à personalidade do Agostinho.
Na homenagem ao dia da Saúde no Exército, 27 de maio, comemorado no último dia 26  no Hospital Militar de Campo Grande, considero que o ponto alto da cerimônia foi quando a tropa e todos os oficiais presentes, sob o comando do general José Carlos Braga de Avellar, chefe do Estado Maior do Comando Militar do Oeste, com a presença do general-de-exército João Francisco Ferreira e do general Eduardo Paiva Maurmann, postaram-se em continência ao Agostinho Gonçalves da Mota. Acredito que o Agostinho já tenha sido homenageado dessa forma em outras ocasiões, mas foi a primeira a que eu assisti. E foi realmente emocionante, de arrepiar
O Agostinho ilustra também o quadro de associados eméritos do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso do Sul, onde tenho o prazer e a honra de conviver com ele. Ele nunca falta às reuniões; é presença assídua.
O quadro de associados eméritos do IHGMS é composto pelas seguintes personalidades, em ordem alfabética: Agostinho Gonçalves Mota, ex-pracinha e presidente da Associação dos Veteranos da FEB; Francisco Leal de Queiróz, ex-prefeito de Três Lagoas, ex-deputado estadual, ex-secretário de estado e ex-procurador geral do Tribunal de Contas; João Francisco Ferreira, general-de-exército e ex-comandante do Comando Militar do Oeste; João Pereira da Rosa, médico, primeiro reitor da nossa Universidade; José Couto Vieira Pontes (fundador do Instituto), juiz de direito aposentado; Pedro Chaves dos Santos Filho, senador da República;  Renato Alves Ribeiro, empresário, ex-presidente do Sanatório São Julião por longos anos e também da Santa Casa; Rosário Congro Neto, empresário; Ruben Figueiró de Oliveira, ex-deputado estadual, ex-deputado federal e ex-senador da República; e Wilson Barbosa Martins, ex-prefeito de Campo Grande, ex-deputado federal, ex-governador e ex-senador. Ilustrou o quadro, por muitos anos, a saudosa e querida professora Maria da Glória Sá Rosa.
Enfim, gente da nossa história que conosco convive para nossa grande alegria.
Heitor Rodrigues Freire – Titular da cadeira nº 37, do IHGMS.

Agostinho Gonçalves da Mota é uma das poucas unanimidades em nossa cidade. Com 92 anos de idade, uma alegria contagiante e uma gargalhada que se ouve à distância, é recebido com reverência em todos os recantos do nosso estado.

Oficial do Exército com o posto de tenente expedicionário, combateu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.  A Força Expedicionária Brasileira foi constituída no dia 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países aliados, com um contingente formado por 25.334 brasileiros carinhosamente chamados de “pracinhas”, oriundos dos mais diversos rincões do Brasil e de todas as classes sociais. No dia 8 de maio passado, transcorreram 72 anos da rendição da Alemanha e do fim do conflito.

Última atualização em Qui, 01 de Junho de 2017 18:47
 
O QUE FAZER? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 23 de Maio de 2017 19:27
O QUE FAZER?
Nestes tempos de tanta perplexidade, desencanto, frustrações crescentes e desânimo  generalizado, quando já sabíamos que a corrupção sempre grassou em nosso país, mas não imaginávamos um alcance tão devastador, surge naturalmente uma pergunta: O que eu posso fazer?
Será que peneirar os futuros candidatos a cargos eletivos vai resolver a situação? Esperar um salvador da pátria? Desejar que uma solução divina apareça do infinito?
Essa angústia à primeira vista nos transmite uma sensação de impotência quando nos vemos na individualidade do ser e na aparente impossibilidade de uma ação verdadeira e coerente para mudar esse estado de coisas.
Pensando nisso tudo e buscando uma alternativa, recebi uma inspiração: sim, eu posso fazer algo, como um ser criado por Deus, à sua imagem e semelhança, eu posso irradiar uma energia que emana do meu interior, do meu pensamento, do meu sentimento, da minha emoção, da minha vontade.
Eu posso permanentemente mudar a minha atitude mental a respeito de tudo, entendendo que nada acontece por acaso e tudo o que estamos vivendo servirá para depurar o processo criminoso que se instalou de forma generalizada envolvendo a quase todos os políticos e empresários que deixaram de lado um projeto de país para sucumbir à ambição desmedida de enriquecimento e vantagens pessoais.
Eu posso continuar agindo, conscientemente, com honestidade em todos os meus atos, utilizando o meu poder mental para não me contaminar com essa energia negativa que hoje paira sobre o nosso país, pautando minha conduta com ética, amor, fidelidade, competência, responsabilidade, utilizando o poder com que Deus me dotou desde o princípio e que agora acaba de ser confirmado pela descoberta do Código de Isaías.
Trata-se da utilização do poder da oração aliada ao poder do sentimento, enunciada no Código de Isaías e em outros textos essênios descobertos nas Cavernas de Qumram, no Mar Morto, em 1946. Esses escritos descrevem tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente. Agora podemos fazer a escolha de forma consciente.
A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Gregg Braden  (americano, considerado o cientista da nova era, da física quântica), nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.
Um modelo “perdido” de oração, que é quântico. Em que consiste essa tecnologia da oração e em que bases se apoia para que seja eficiente?
Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um novo campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo.  Fótons são minúsculas partículas elementares da luz. A luz do sol é constituída por fótons. O fóton não tem massa, é energia pura. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis preexistentes, reside em nossa habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e já está acontecendo.
Assim, a partir desse entendimento, eu, a exemplo do colibri que pretendeu apagar o incêndio da floresta carregando uma gota d’água em seu bico, estou fazendo a minha parte, ou seja, orando com consciência.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nestes tempos de tanta perplexidade, desencanto, frustrações crescentes e desânimo  generalizado, quando já sabíamos que a corrupção sempre grassou em nosso país, mas não imaginávamos um alcance tão devastador, surge naturalmente uma pergunta: O que eu posso fazer?Será que peneirar os futuros candidatos a cargos eletivos vai resolver a situação? Esperar um salvador da pátria? Desejar que uma solução divina apareça do infinito?

Essa angústia à primeira vista nos transmite uma sensação de impotência quando nos vemos na individualidade do ser e na aparente impossibilidade de uma ação verdadeira e coerente para mudar esse estado de coisas.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 7 de 83

Redes sociais

Facebook 
Hjemmeside Wildberry Telefoni Internet