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Ko'ape ha ko'ãnga PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 14 de Fevereiro de 2018 14:06
KO’ÁPE HA KO’ÃNGA
O ofício de escrevinhador que assumi há quase nove anos me proporciona um constante  meio de atualização e acompanhamento do que acontece principalmente em mim. Assim expresso meu pensamento e o compartilho com os leitores, hoje mais de 900 pessoas que recebem semanalmente meus artigos, que publico também no site www.heitorfreire.com.br.
No site que registra todos os 362 artigos escritos até hoje – este é o de número 363 –, há, por exemplo, cinco artigos que tiveram mais de 1.000 acessos. A quase totalidade teve centenas de acessos, o que abrange um universo imensurável. Sem contar os leitores do Facebook, onde também os publico. E ainda podem ser lidos no Campo Grande News e no O Estado de MS, às quintas feiras.
As manifestações que recebo por email são, também, motivadoras para a continuidade do trabalho, que passam primeiro pelo crivo da minha leitora preferida, Rosaria, e depois pela revisão da minha filha Raquel.
Já recebi muitas sugestões para publicar os artigos em livro, mas sinto que a publicação em nuvem, no site, abre um leque muito maior de leitores. E não saberia selecionar artigos para uma publicação impressa.
Agora mesmo, sobre o artigo anterior, Hic et nunc, recebi um comentário de um amigo e antigo colega no Banco do Brasil, que conheci em Ponta Porã, nos idos de 1960, Luiz Carlos Pinho de Assis: “A Cecy, nossa escritora ‘preferida’, que também é autora do único dicionário de Guarani/Português do Brasil, te brinda com a expressão "Hic et nunc" em Guarani: "Ko'ápe ha ko'ãnga"” (Título deste artigo).
O Luiz Carlos me enviou um exemplar do dicionário, que está em revisão para sua terceira edição. Trata-se de uma obra inédita e que, certamente, serve para difusão do idioma guarani, a segunda língua oficial do Paraguai, e demonstra o conhecimento e a capacidade de estudo da Cecy, esposa do Luiz Carlos. E que será objeto de um artigo futuro.
Agora, aproveitando ainda a questão do estar presente, do aqui e agora, quando comecei a perceber a diferença que se manifestou em mim com sua prática, verifiquei que se abriu um entendimento fantástico, que de imediato aceitei e passei a praticar.
De repente, o tempo deixou de ser a ilusão que todos buscamos. O passado deixa de existir e o futuro de nos angustiar. E a mente, esse tirano que nos escraviza, quando devidamente entendida, passa a ser um instrumento de trabalho realizador dos nossos anseios.
O despertar proporcionado pelo poder do agora enriqueceu meu autoconhecimento, valorizando e enriquecendo o momento atual, o local verdadeiro onde tudo acontece.
A ilusão proporcionada pela mente se desfaz. A vida se torna leve e agradável. O sentimento prevalece. Os problemas criados pela mente precisam de tempo para sobreviver.  Eles não conseguem permanecer na atualidade do agora.
Focalizando a atenção no agora, deixamos de ser dominados pela mente e nos livramos do seu poderio. A mente cria uma série de problemas cuja solução depende do tempo, nos inunda com uma infinidade de pensamentos ao mesmo tempo, para nos distrair e não percebermos o infinito poder do agora.
Recomendo a leitura do livro “O PODER DO AGORA”, de Eckhart Tolle, que é um dos maiores fenômenos da literatura espiritual, com mais de oito milhões de livros vendidos em todo o mundo. Representa a oportunidade de um estudo sério e aplicado para que se possa apreender o conjunto do significado do Agora. Vale a pena. Comprei o meu exemplar pela Estante Virtual (www.estantevirtual.com.br), por R$ 10,00. Isso mesmo, mais o custo do envio.
Então amigos, vivamos o “Ko’ape há ko’ãnga”, aqui e agora. Obrigado Luiz Carlos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O ofício de escrevinhador que assumi há quase nove anos me proporciona um constante  meio de atualização e acompanhamento do que acontece principalmente em mim. Assim expresso meu pensamento e o compartilho com os leitores, hoje mais de 900 pessoas que recebem semanalmente meus artigos, que publico também no site www.heitorfreire.com.br.

No site que registra todos os 362 artigos escritos até hoje – este é o de número 363 –, há, por exemplo, cinco artigos que tiveram mais de 1.000 acessos. A quase totalidade teve centenas de acessos, o que abrange um universo imensurável. Sem contar os leitores do Facebook, onde também os publico. E ainda podem ser lidos no Campo Grande News e no O Estado de MS, às quintas feiras.

 
Hic et nunc PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 06 de Fevereiro de 2018 20:38
HIC ET NUNC
Neste mundo em que vivemos, acossados por circunstâncias exigentes que nos obrigam a tomar decisões rápidas, é muito comum nos vermos pressionados pelo passado ou pela expectativa do futuro, e por isso deixamos de viver no único momento em que tudo acontece: o presente.
O genial John Lennon, que nos brindou com tiradas inteligentes, definiu bem essa ideia, numa frase antológica: “A vida é aquilo que passa enquanto estamos fazendo planos”.
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer – nos ensinou também Geraldo Vandré.
Entre as diversas filosofias que compõem o universo do pensamento, existe uma, o existencialismo, que prega a liberdade das pessoas ressaltando a responsabilidade de cada um.
Para a filosofia existencialista, o homem é responsável por seus atos, tendo que arcar com as consequências, sejam quais forem. O homem na sua fragilidade finita, de acordo com essa filosofia, se manifesta na sua individualidade, em um tempo nunc e um espaço hic finitos.
Hic et nunc é uma expressão latina que significa literalmente "aqui e agora". Hic et nunc designa o imediatismo, a recusa da espera, do desvio e da frustração. Hic et nunc é o lema do desejo imperativo de satisfação.
“Sou eu o hic et nunc em que se apóia toda a realidade objetiva. E por mais despojada que ela seja, meu conhecimento fica sempre ligado a meu ponto de vista. Por mais que eu queira deixar de ser o centro, nunca posso me colocar do ponto de vista de Sírius, que seria o único e o verdadeiro”. (Karl Jaspers, segundo Mikel Dufrenne e Paul Ricoeur em Karl Jaspers et la Philosophie de l’Existence. Paris: Editions du Seuil. Excerto de um trecho publicado na Folha de S.Paulo, 16 abril 1978).
Ou seja, devemos sempre viver o aqui e o agora, que é o momento em que tudo acontece. Nessa mesma linha, o pensamento de Eckhart Tolle – pseudônimo de Ulrich Leonard Tolle, escritor e conferencista alemão, residente no Canadá, conhecido como autor de best sellers sobre iluminação espiritual – encontra ressonância em muitas filosofias orientais, como o budismo – que ensina que a vida é somente um ponto. Seu livro mais conhecido é O Poder do Agora.
Esse, afinal, é o principal argumento de Tolle em seu livro: ao focarmos no momento presente, estamos desfrutando do melhor da vida ao mesmo tempo em que construímos nosso futuro.
Da maneira tradicional, nós sempre focamos no futuro, esperando que tudo um dia esteja bem, enquanto vamos perdendo o que acontece no momento presente, o único que existe em nossas vidas.
Listo abaixo mais algumas citações importantes que fortalecem este argumento:
“Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver”(Dalai Lama).
Um dos poemas mais famosos de Charles Chaplin, que nos oferece uma fabulosa lição sobre o crescimento pessoal, começa assim: “Quando me amei de verdade, eu realmente entendi que, em qualquer circunstância, diante de qualquer pessoa e situação, eu estava no lugar certo e no momento exato. Foi então que eu pude relaxar. Hoje eu sei que isso tem um nome: autoestima”.
“Só existe um lugar: Aqui. Só existe um tempo: Agora”(Osho).
“O Paraíso é onde estou” (Voltaire).
“A verdadeira felicidade é aproveitar o presente, sem a dependência ansiosa do futuro” (Sêneca).
Como veem, caros leitores, estamos em boa companhia. Então vivamos o agora in-tem-as-men-te.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Neste mundo em que vivemos, acossados por circunstâncias exigentes que nos obrigam a tomar decisões rápidas, é muito comum nos vermos pressionados pelo passado ou pela expectativa do futuro, e por isso deixamos de viver no único momento em que tudo acontece: o presente.

O genial John Lennon, que nos brindou com tiradas inteligentes, definiu bem essa ideia, numa frase antológica: “A vida é aquilo que passa enquanto estamos fazendo planos”.

Última atualização em Qua, 07 de Fevereiro de 2018 22:14
 
Dos ensinamentos de Jesus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 30 de Janeiro de 2018 21:49
DOS ENSINAMENTOS DE JESUS
Na história da humanidade não há ninguém mais influente do que Jesus. Apesar de não deixar escrito nenhum dos seus ensinamentos, e de não fundar nem orientar a criação de nenhuma igreja, de culto organizado de uma religião cristalizada, seus mandamentos se transformaram na herança comum de muitas religiões e de quase todos os povos.
Conclamou seus semelhantes a não criarem imagens ou outras figuras, orientou para que nada potencialmente idólatra fosse deixado após sua morte. O seu trabalho e a sua vida foram dedicados a acentuar e engrandecer a revelação de Deus.
Jesus fez da sua encarnação uma auto-outorga. Poderia ter ficado no alto dirigindo todos os trabalhos referentes a este plano. Mas fez-se humano. Nasceu, cresceu, trabalhou, vivenciando todas as etapas de uma encarnação comum, para ao final, fazer do seu sacrifício a grande consagração.
Ele veio para ser o libertador da humanidade. Quando iniciou o seu apostolado, aos 30 anos, deixou perplexa sua mãe e seus irmãos. Embora Maria já soubesse do destino sagrado de Seu Filho e tivesse vivenciado uma série de acontecimentos inexplicáveis, viu-se cada vez mais impressionada com Suas ações.
No episódio em que Maria e seus filhos procuravam falar com Ele, foi-lhe anunciado: “Sua mãe e seus irmãos o estão procurando”, e Ele respondeu: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? Minha mãe e meus irmãos são todos os que recebem a palavra de Deus e a põem em prática”. Além de deixar todos atarantados, pelo inusitado de sua fala, deu uma grande lição: não basta receber a palavra de Deus, é necessário, indispensável, colocá-la em prática.
A pregação de Jesus sempre foi no sentido de orientar normas de comportamento, preceitos e de criar perplexidade, de fazer com que todos fossem sacudidos pelos conceitos que Ele apresentava.
Um ensinamento que provocou muita reação foi quando disse: “Ouvistes o que vos foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo: Amai vosso semelhante, amai vossos inimigos; àquele que vos bater numa face, oferecei-lhe também a outra. Não pensem que eu vim para abolir a Lei e os profetas. Não vim abolir, mas dar-lhes pleno cumprimento”. O que deixava os ouvintes mais perplexos ainda, pois aparentemente era contraditório. Provocava-os para que pensassem, sentissem e agissem.
Jesus nunca se intimidou com todas as ameaças que continuamente recebia. Tinha plena consciência do Seu compromisso com o Pai e da natureza do Seu trabalho. O Sermão da Montanha foi o discurso mais importante já proferido neste planeta.
Assim, por exemplo, quando questionado pelos judeus sobre qual era o maior dos mandamentos – apresentados por Moisés na Tábua da Lei –, e que seria a base da ordem geral, ele anunciou: “O primeiro mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas do céu e da terra; e o segundo, amar ao próximo como a si mesmo. Estes dois mandamentos sintetizam a lei e todos os profetas”. Essa fala os revoltou porque contrariava a orientação de Moisés que os judeus seguiam rigidamente.
Paulo, que soube como poucos interpretar e defender os ensinamentos de Jesus, na primeira carta aos coríntios, capítulo 13, apresentou a sua versão do amor, da qual transcrevo os dois primeiros e o último versículo:
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que retine.
2 E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”.
A nós outros, cabe buscar o entendimento, aceitar, confirmar e praticar os ensinamentos de Jesus, para contribuir com a nossa parte na evolução da humanidade.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Na história da humanidade não há ninguém mais influente do que Jesus. Apesar de não deixar escrito nenhum dos seus ensinamentos, e de não fundar nem orientar a criação de nenhuma igreja, de culto organizado de uma religião cristalizada, seus mandamentos se transformaram na herança comum de muitas religiões e de quase todos os povos.

Conclamou seus semelhantes a não criarem imagens ou outras figuras, orientou para que nada potencialmente idólatra fosse deixado após sua morte. O seu trabalho e a sua vida foram dedicados a acentuar e engrandecer a revelação de Deus. Jesus fez da sua encarnação uma auto-outorga. Poderia ter ficado no alto dirigindo todos os trabalhos referentes a este plano. Mas fez-se humano. Nasceu, cresceu, trabalhou, vivenciando todas as etapas de uma encarnação comum, para ao final, fazer do seu sacrifício a grande consagração.

 
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