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Quem manda no Brasil? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 05 de Junho de 2018 17:53
QUEM MANDA NO BRASIL?
Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. (Constituição da República Federativa do Brasil).
A Teoria da Divisão de Poderes, também conhecida como Sistema de Freios e Contrapesos, foi consagrada pelo pensador francês Montesquieu (Charles-Louis de Secondat) na obra O Espírito das Leis, baseado nas obras Política, do filósofo Aristóteles, e Segundo Tratado do Governo Civil, de John Locke.
Assim escreveu Montesquieu: “Para melhor compreensão desta obra é preciso observar que o que denomino virtude na república é o amor à pátria, isto é, o amor à igualdade. Não é, em absoluto, virtude moral, nem virtude cristã, e sim virtude política; é a mola que faz mover o governo republicano, assim como a honra é a mola que faz mover o governo na monarquia” .
Como o ideal que inspirou Montesquieu em sua obra está distante da realidade brasileira! O que vemos hoje em nosso país é uma contradição que cria uma distância abissal entre o ideal e a realidade.
Embora os poderes sejam aparentemente independentes e autônomos, uma característica os une de forma umbilical: a subserviência total ao verdadeiro e único poder que tudo domina, o poder econômico.
O presidente, os membros do poder legislativo e os membros do poder judiciário (com algumas exceções), “paus mandados”, são instrumentos dos verdadeiros donos do poder.
O poder exercido hoje no Brasil é invisível aos olhos, mas percebido claramente nas entrelinhas do exercício desse poder.
O jornal Le Monde Diplomatique esmiúça a crise no Brasil com grande poder de síntese e conhecimento da realidade brasileira. Traça uma análise que, pelo valor de seu conteúdo, reproduzo in totum:
“De fato, trata-se de uma sofisticada análise das forças que governam a política do país e que bem poderia ter por título ‘O poder invisível e seu exercício’. Eis, em 13 itens, essa precisa anatomia:
1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
2 – Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumentos dos verdadeiros donos do poder.
3 – O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.
4 – Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, compradas ou cooptadas por interesses. Eles são, atualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível. Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.
5 – Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.
6 – O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.
7 – Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.
8 – O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
9 – Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na Previdência, o fim das leis trabalhistas, a manutenção do congelamento do orçamento primário, os cortes de gastos sociais para o serviço da dívida, as privatizações e o alívio dos tributos para os mais ricos.
10 – Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o povo brasileiro decida sobre o destino de seu país.
11 – Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada movimento tático do complexo financeiro-empresarial (do qual a mídia faz parte), para poder reagir também de maneira estratégica.
12 – A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.
13 – Lembremo-nos: eles são mais espertos. Por isso, estão no poder."
Pois é, mas tem um provérbio português que diz o seguinte: “Esperteza, quando é muita, vira bicho, e come o dono”. E é o que vai acontecer com esses “espertos”, mais cedo ou mais tarde. Todos colherão o que plantaram. É a lei.
Pelo que se vê, estamos chegando ao caos. O que não deixa de ser uma coisa boa. Como alguns sabem, no princípio era o caos, e do caos nasce a luz. A esperança brilha mais que nunca.
Pela transcrição – Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. (Constituição da República Federativa do Brasil).

A Teoria da Divisão de Poderes, também conhecida como Sistema de Freios e Contrapesos, foi consagrada pelo pensador francês Montesquieu (Charles-Louis de Secondat) na obra O Espírito das Leis, baseado nas obras Política, do filósofo Aristóteles, e Segundo Tratado do Governo Civil, de John Locke.

Assim escreveu Montesquieu: “Para melhor compreensão desta obra é preciso observar que o que denomino virtude na república é o amor à pátria, isto é, o amor à igualdade. Não é, em absoluto, virtude moral, nem virtude cristã, e sim virtude política; é a mola que faz mover o governo republicano, assim como a honra é a mola que faz mover o governo na monarquia” .

 
Não vamos desanimar! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 29 de Maio de 2018 15:21
NÃO VAMOS DESANIMAR!
O nosso país está passando por uma situação alarmante em função da greve dos caminhoneiros.  A greve é apenas e tão somente a ponta de um iceberg imenso, e que estava submerso. A sua irrupção aparentemente isolada representa, na realidade, a reação de setores da economia que não aguentam mais o sistema escorchante de impostos que penalizam a atividade econômica e os consumidores. E deve se alastrar de imediato porque a sociedade não suporta mais a escravizante opressão tributária.
Em tempos de crise é que aparecem soluções criativas que emanam da reação natural das pessoas. A Santa Casa, por exemplo, sob a competente direção do advogado Esacheu Nascimento criou um Comitê de Emergência para o atendimento das necessidades vitais de suprimento de medicamentos, insumos e alimentos para uma população permanente de cerca de 6 mil pessoas que trabalham, circulam ou são atendidas ali diariamente. Por dia o hospital serve 5 mil refeições.
O Comitê de Emergência já começou a funcionar e a tomar as providências cabíveis para fazer frente às necessidades. O gerente de Recursos Humanos, Jefferson Araújo, criou o grupo Carona Amiga no WhatsApp, que em poucos minutos conseguiu que 250 funcionários se dispusessem a transportar os seus colegas que moram nas cercanias de suas casas. São mais de 3 mil funcionários que dependem, em sua maioria, do transporte público.
Essa iniciativa, além de resolver o problema imediato, servirá também como efeito colateral para unir, com essa corrente de solidariedade, muitos colegas que, em geral, nem se conheciam.
Há pouco tempo o povo foi às ruas para protestar contra o governo, o que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Mas o movimento tinha uma finalidade mais ampla, que com o passar do tempo começou a refluir.
Como consequência do movimento dos caminhoneiros, a revista Veja informa que os petroleiros também marcaram uma paralisação pela redução dos preços dos combustíveis, prevista para a próxima semana.
Na realidade, o buraco é mais embaixo ou mais em cima. A sacudida que a greve dos caminhoneiros está proporcionando é uma reflexão profunda a respeito do comportamento de cada um. Até quando nós todos vamos continuar condenando, criticando, penalizando e continuando com o mesmo comportamento?
Até quando vamos permanecer omissos, vendo o que acontece e desviando o olhar como se não fosse conosco, fazendo aquele olhar de paisagem?
Até quando vamos permanecer inertes?
Cora Ronái, publicou em sua coluna no Globo, em dezembro de 2016 e veiculado de novo pela internet, a crônica “A Caminho do Brejo”, denunciando exatamente esse comportamento inerte do povo brasileiro com todas as barbaridades que continuamos assistindo como se não fosse conosco.
Até quando, minha gente? Os profetas do quanto pior melhor, se aproveitam desses momentos para pregar seus interesses apocalípticos, visando criar ambientes de revolta, de depredação dos prédios públicos, de agressão entre classes, insuflando a população a  atos de desobediência e de insubordinação, como se isso resolvesse a questão. Resolve a deles, do quanto pior, melhor.
Muitos pedem intervenção militar. Mas não é disso que nós precisamos. Precisamos de união, patriotismo, honestidade, probidade, e responsabilidade de TODOS os brasileiros, principalmente dos agentes públicos de todos os partidos, ideologias, civis e militares, como bem afirmou o coronel da reserva do Exército, Wellington Corlet dos Santos, associado correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, em Portugal, em mensagem dirigida aos associados.
Este é um momento crucial. De tomada de decisão. De consciência do papel que cabe a cada um. De ação imediata em nossa família, em nossas atividades, em nosso meio social, profissional, classista, de mudança de atitude. Com responsabilidade.
Muitos dizem que a esperança é a última que morre. Eu aprendi que a esperança não morre nunca. Enquanto houver vida há esperança. Não vamos desanimar. Não vamos permitir que os profetas do caos conduzam nossos atos.
Vamos agir, com fé, determinação, coragem, ousadia, como filhos de Deus que somos todos nós.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O nosso país está passando por uma situação alarmante em função da greve dos caminhoneiros.  A greve é apenas e tão somente a ponta de um iceberg imenso, e que estava submerso. A sua irrupção aparentemente isolada representa, na realidade, a reação de setores da economia que não aguentam mais o sistema escorchante de impostos que penalizam a atividade econômica e os consumidores. E deve se alastrar de imediato porque a sociedade não suporta mais a escravizante opressão tributária.

 
Da inversão de valores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 21 de Maio de 2018 23:08
DA INVERSÃO DE VALORES
A evolução da humanidade se dá por ciclos que a ciência chama de eóns. São períodos de 26 mil anos, que é o tempo que o Sol leva para completar um movimento terrestre conhecido como precessão dos equinócios. A divisão desse tempo por doze resulta em períodos de 2.160 anos, tempo de duração de cada era astrológica.
Um éon representa a divisão máxima de tempo existente utilizado na escala temporal geográfica. Este é o único marco de referência dos humanos para representar de maneira organizada e cronológica os diversos acontecimentos que tiveram lugar na história do planeta.
No entanto, vale destacar sua importância na hora de compreender por que começa ou termina um éon. Esta situação de começo ou fim está determinada pelas mudanças substanciais e importantes no que diz respeito à evolução dos seres vivos.
Éon deriva do termo grego “aion”, que significa era ou força vital.
O nosso planeta já passou por situações extremas ao longo de sua história. Segundo relatos de documentos obtidos de forma esparsa, a Terra atingiu, com o advento da Lemúria (o continente submerso no Oceano Pacífico), e depois com Atlântida (submerso no Oceano Atlântico, de onde deriva o nome deste Oceano), uma evolução espiritual da mais alta relevância. Mas com a dissolução dos costumes, a Ordem Maior, constituída pelos grandes mestres da espiritualidade, sob o comando de Jesus, diante da total inversão de valores da humanidade de então, decidiu pelo ato extremo de sua completa extinção.
A Ordem Maior não faz acepção de pessoas. Proporciona a todos a oportunidade de evolução constante e assistida. Quando aqueles que assumiram o compromisso de contribuir para a evolução se desviam de seus objetivos, por atos de seu livre arbítrio, simplesmente são desconsiderados e substituídos por outros.
A Bíblia nos relata a destruição de Sodoma e de Gomorra, como exemplo muito claro de ação extrema para depuração dos costumes.
Hoje, me parece, estamos vivendo situação idêntica. O que se observa de atitudes contraditórias no comportamento das pessoas, quando constatamos a corrupção tornando-se a regra no comportamento dos políticos e dos altos empresários, quando o amor é substituído pelo ódio entre as classes, quando o interesse se sobrepõe aos princípios, quando vemos tantas pessoas desalojadas de suas pátrias, perdendo toda a perspectiva de vida, quando o gênero natural de divisão do ser humano é totalmente corrompido, estamos chegando ao ato extremo para o qual só haverá uma possibilidade: a destruição total.
O mesmo se dá quando vemos que a igreja católica se desmoraliza com os atos de seus bispos e padres, e uma grande parte das denominações ditas religiosas submetem seus fiéis a uma lavagem cerebral, desvirtuando o ensinamento de Jesus. Nesse cenário desponta a Doutrina Espírita como farol a iluminar o caminho da humanidade.
Se não houver uma mudança de atitude, se persistirem todas essas ações desencontradas e inconsequentes, com todos justificando seus atos com os mais absurdos argumentos, tudo indica que não haverá solução.
O que fazer, meu Deus? É voltar-nos para o nosso interior, cada um buscando dentro de si a energia, a força com que somos naturalmente dotados para fazer a nossa libertação.
É proceder à união das famílias em torno de seus familiares. É a hora de cada um que enxerga esse oceano de procedimentos contrários à lei de Deus influir conscientemente em seu meio pessoal, profissional, social, procurando agir, com coragem e determinação para que haja uma mudança.
É o momento de buscar nossa união com Deus. Ele está dentro de cada um, no coração de cada ser humano. Nós ainda podemos salvar a humanidade.
Vamos fazê-lo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A evolução da humanidade se dá por ciclos que a ciência chama de eóns. São períodos de 26 mil anos, que é o tempo que o Sol leva para completar um movimento terrestre conhecido como precessão dos equinócios. A divisão desse tempo por doze resulta em períodos de 2.160 anos, tempo de duração de cada era astrológica. Um éon representa a divisão máxima de tempo existente utilizado na escala temporal geográfica. Este é o único marco de referência dos humanos para representar de maneira organizada e cronológica os diversos acontecimentos que tiveram lugar na história do planeta.

 
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