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100 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 08 de Fevereiro de 2017 00:34
100 ANOS
Quando uma instituição alcança a marca de 100 anos de existência, tornando-se secular, reveste-se de uma sacralidade superior. É a posição que a vetusta Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa, ostenta hoje.
Em agosto de 1917, alguns cidadãos da nascente freguesia de Santo Antônio de Campo Grande, sentindo a necessidade de construir um hospital para prestar serviço médico-hospitalar, uniram-se sob a liderança de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís e Vitor M. Pache a fim iniciar uma campanha para levantar fundos e dar início à empreitada.
Conseguiram sensibilizar a população, pois arrecadaram 27 mil contos de réis, uma soma tão elevada que permitiu a Bernardo Franco Baís, em 1920, adquirir por 10 mil contos de reis um terreno com 60 mil metros quadrados nos altos das ruas  Rui Barbosa e 13 de maio, e ali construir a Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande, para “atender aos desvalidos e indigentes” de nossa cidade.
O hospital, inaugurado em 1928, dispunha inicialmente de 40 leitos e teve seu projeto elaborado por Camillo Boni, um arquiteto italiano radicado em Campo Grande que muito contribuiu para o progresso da nossa comunidade.
Nesse período de 100 anos é emocionante constatar que, apesar das dificuldades em toda a trajetória, um grupo de pessoas honradas e dedicadas se uniu com determinação em torno de um ideal nobre, salvar vidas e curar os doentes.
Desde o começo os líderes da cidade se revezaram na direção da entidade. O primeiro presidente eleito em 1919 foi o capitão médico Eusébio Teixeira, tendo como vice-presidente Bernardo Franco Baís, que acabou por assumir a presidência após a renúncia do titular, transferido de Campo Grande. Baís exerceu a presidência até 1925, quando assumiu Eduardo Santos Pereira.
A continuidade da instituição foi mantida principalmente pela permanência prolongada de alguns presidentes que assim foram se especializando na administração do hospital, como Eduardo Santos Pereira, presidente de 1925 a 1932; Juvenal Alves Corrêa, de 1933 a 1946; Aikel Mansour, de 1947 a 1961; José Nasser, de 1962 a 1971; e, Arthur D’Ávila Filho, o mais longevo, que exerceu o cargo por 15 anos ao longo de cinco mandatos intercalados a partir de 1975.
A atual administração, presidida por Esacheu Cipriano Nascimento – que está, pela terceira vez, dirigindo nossa associação –, deu início no último dia 17 às festividades do primeiro centenário da Santa Casa, com descerramento da placa do prédio principal do  hospital, que leva o nome de Arthur D’Ávila Filho.
O evento também homenageou algumas pessoas que se tornaram caras à entidade pela contribuição que deram ao longo de sua história, como Maria Aparecida D’Ávila, Pedro Pedrossian, Maria Aparecida Pedrossian, Celso Costa, Eudes Costa, Giannino Camillo e Silvano Cola.
Foram homenageados ainda os ex-presidentes Juvêncio César da Fonseca, Athayde Nery de Freitas, Renato Alves Ribeiro, Sinval Martins de Araújo, Elias Gazal Dib e Wilson Levi Teslenco.
As festividades terão continuidade no dia 1º de abril com o lançamento do selo comemorativo do centenário, cuja cerimônia de obliteração será conduzida pela diretoria regional dos Correios e Telégrafos. Na mesma data será lançada a revista trimestral da Santa Casa.
Dando prosseguimento aos eventos comemorativos, teremos no dia 18 de agosto o lançamento do livro que retratará a história do hospital e haverá uma justa homenagem às pessoas que contribuíram efetivamente durante todo o centenário da entidade.
Para finalizar, destaco dois momentos magnos da história da Santa Casa: em 1928, a inauguração do primeiro pavilhão e em 1980, a inauguração do prédio atual. E houve um momento negro recente, quando da intervenção pelo poder público em 2005, que teve o efeito de unir os associados de uma forma marcante: durante oito anos, até 2013, ocasião em que retomamos a administração da Santa Casa por decisão judicial, mantivemos a chama acesa, elegendo a diretoria a cada dois anos e fortalecendo os laços de união em torno do nosso ideal.
É impressionante em nossa história a incrível insensibilidade dos administradores municipais, destes últimos 20 anos, com a Santa Casa. Desde André Puccinelli, passando por Nelson Trad Filho, Alcides Bernal, Gilmar Olarte, e, agora, que estávamos esperançosos de encontrar apoio por parte do atual prefeito, Marcos Trad, que assim se comprometera, estamos percebendo uma perspectiva pessimista.
Enfim, vamos em frente. Tudo será devidamente registrado no livro do centenário.
Heitor Freire – Diretor Secretário da ABCG.

Quando uma instituição alcança a marca de 100 anos de existência, tornando-se secular, reveste-se de uma sacralidade superior. É a posição que a vetusta Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa, ostenta hoje. 

Em agosto de 1917, alguns cidadãos da nascente freguesia de Santo Antônio de Campo Grande, sentindo a necessidade de construir um hospital para prestar serviço médico-hospitalar, uniram-se sob a liderança de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís e Vitor M. Pache a fim iniciar uma campanha para levantar fundos e dar início à empreitada.

 
Primeira-dama PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Janeiro de 2017 23:28
PRIMEIRA-DAMA
A gratidão é o mais nobre dos sentimentos humanos. E é esse sentimento de agradecimento que norteia toda a ação dos historiadores, no sentido de preservar e reverenciar as pessoas que, de uma ou de outra forma, ao longo da história contribuíram para o bem comum.
Dentro desse contexto, refiro-me a uma mulher que, movida pela compaixão, soube aproveitar a oportunidade da condição de esposa do governador para exercer uma influência benéfica para a população mais desfavorecida do estado: Maria Aparecida Pedrossian.
Dona Maria Aparecida encarnou com muita dignidade e idealismo o papel de primeira-dama, honrando o cargo com uma visão humanista como poucas vezes se viu.
A criação do título é creditada ao ex-presidente dos Estados Unidos, Zachary Taylor (1849–1850), o qual chamou Dolley Madison, esposa de seu antecessor James Madison, de “primeira-dama”  (First Lady, em inglês) durante o funeral desta, em 12 de julho de 1849, enquanto recitava um elogio escrito por ele mesmo.
A princípio, a primeira-dama não possui funções oficiais dentro do governo, mas costuma participar de cerimônias públicas e organizar ações sociais, tais como eventos beneficentes. Além disso, uma primeira-dama carismática pode ajudar a transmitir uma imagem positiva de seu marido à população.
É dentro desse contexto que se destaca a figura de Maria Aparecida Pedrossian. Desde sempre, com intenção de contribuir para o bem comum, exerceu uma atividade constante nesse sentido.
Entre todos os feitos que realizou, o que mais comove o seu coração é a criação do Hospital do Câncer. Havia em Campo Grande uma plêiade de mulheres, que sensibilizadas com a questão do câncer e de seus efeitos na saúde da população mais carente, lideradas por dona Conceição Buainain, Sara Figueiró e outras abnegadas senhoras, criaram a Rede Feminina de Combate ao Câncer, embrião do futuro hospital.
Esse grupo de senhoras encontrou todo o apoio por parte de Maria Aparecida que, verificando a existência em Campo Grande do hospital Marechal Rondon, destinado aos funcionários da Rede Ferroviária Federal Noroeste do Brasil, envidou todos os esforços junto ao governador Pedro Pedrossian que, empolgado pela iniciativa, negociou com a Noroeste a cessão do local para sediar o hoje Hospital do Câncer Alfredo Abrão.
Por sua atenção sempre voltada para a questão da saúde, Maria Aparecida Pedrossian foi o nome escolhido para o Hospital Universitário de nossa cidade, em sua homenagem.
Em novembro de 1981 fui convidado por Maria Aparecida para comandar a Secretaria de Comunicação do estado, na gestão do governador Pedro Pedrossian. Uma vez na Secretaria, que dirigi até o fim daquele mandato, pude acompanhar mais de perto toda a sua atuação.
Foi também marcante a sua influência no que se refere à Santa Casa de Campo Grande. Essa instituição tem uma trajetória marcada pela dedicação, idealismo e competência dos que exerceram sua presidência, vencendo barreiras e a incompreensão da maioria dos prefeitos e governadores do estado.
Com Pedrossian foi diferente, justamente por influência direta de Maria Aparecida. Tanto é assim que a UTI implantada na época leva o nome dela, como reconhecimento e homenagem da Santa Casa.
O dr. Arthur D’Ávila Filho, que presidiu o hospital por quase vinte anos, sempre se referia a ela como madrinha da Santa Casa. Há poucos dias, a atual diretoria, liderada por Esacheu Cipriano Nascimento, deu início à comemoração do centenário de fundação do hospital. Na solenidade de inauguração da placa que dá nome ao edifício principal da instituição – dr. Arthur D’Ávila filho – foram prestadas as devidas homenagens ao casal Pedro Pedrossian e Maria Aparecida, em sinal de reverência e agradecimento.
Maria Aparecida Pedrossian, uma primeira-dama exemplar.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.


A gratidão é o mais nobre dos sentimentos humanos. E é esse sentimento de agradecimento que norteia toda a ação dos historiadores, no sentido de preservar e reverenciar as pessoas que, de uma ou de outra forma, ao longo da história contribuíram para o bem comum.

Dentro desse contexto, refiro-me a uma mulher que, movida pela compaixão, soube aproveitar a oportunidade da condição de esposa do governador para exercer uma influência benéfica para a população mais desfavorecida do estado: Maria Aparecida Pedrossian.

Dona Maria Aparecida encarnou com muita dignidade e idealismo o papel de primeira-dama, honrando o cargo com uma visão humanista como poucas vezes se viu.

 
Habemus praefectum! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 27 de Janeiro de 2017 15:25
HABEMUS PRAEFECTUM!
Das colinas dos altos da Afonso Pena, surgiu uma fumaça branca anunciando Urbi et orbi”: Habemus Praefectum!
Estamos vivendo tempos de um alvorecer radioso em nossa cidade. Pelo que estamos observando das primeiras atitudes do prefeito Marquinhos Trad, a cidade conta novamente com um administrador focado nas mais prementes necessidades de nossa capital.
É alentador e animador o início de seu mandato. As medidas já tomadas demonstram uma preocupação com o bem estar da população.
Depois do tenebroso período vivido nos últimos quatro anos, quando os dois cidadãos que ocuparam o cargo de prefeito contrariaram as mais elementares regras de administração pública, estamos respirando de alívio. Nós aprendemos que nada acontece por acaso. Foi um mal necessário. Mas se esgotou.
O acompanhamento pessoal das atividades dos órgãos que compõem a prefeitura mostra o perfil de um administrador moderno e interessado na execução das ações do seu governo.
As visitas que Marquinhos Trad tem feito de forma inesperada e sem agendamento prévio produz dois efeitos benéficos: o primeiro, mantém os funcionários em alerta e ativos porque a qualquer momento podem receber a visita inspecionadora do prefeito; e, o segundo, ele tem a visão in loco das situações e das providências necessárias para agilizar as ações decorrentes e depuradoras: A um piparote, chicote.
Depois de uma campanha na qual foi muito criticado e injuriado, Marquinhos conseguiu uma vitória consagradora nas urnas. Que é o coroamento de um trabalho constante de muito tempo.
Desde a época da vereança, passando pelos três mandatos como deputado estadual em que sempre se notabilizou pela visita permanente a locais carentes e a uma atividade constante buscando atender às necessidades da população mais sofrida, Marcos Trad construiu um capital político que se traduziu nas suas votações.
Por intermédio de seu programa de televisão e com o seu bordão de verdadeiro amigo conquistou e fidelizou uma parcela significativa de eleitores.
“Eu quero a população dentro da nossa administração, participando, fiscalizando a aplicação do dinheiro e a qualidade das obras. Fizemos um decreto para que, pelo menos duas pessoas da região onde forem executados os serviços de tapa-buraco, assinem o documento de controle social, com nome e telefone de contato, atestando que a obra foi bem feita” proclamou o novo prefeito em sua página no Facebook.
E continua: “Estamos preparando escolas e CEINFs para a volta às aulas, limpando pátios e substituindo luminárias queimadas. Os serviços de tapa-buraco avançam pela cidade e o fim do impasse com a Santa Casa e o Hospital do Câncer assegura o justo atendimento aos campo-grandenses. São os primeiros passos de um longa jornada de trabalho”.
Conclui: “Sempre gostei de ir aos bairros e conversar com as pessoas. Agora não é diferente. Para quem quer acertar, é muito importante ouvir”.
As afirmações do prefeito são verdadeiras, o que lhe confere credibilidade. No caso da Santa Casa, posso atestar a veracidade de suas palavras.
A mudança no trato com nossa Instituição já sinalizou um período auspicioso e tranqüilo, proporcionando à nossa diretoria a iniciativa de mudanças que já se revelaram muito benéficas.
Fazemos votos de que essas atitudes continuem para alívio da nossa população e para confirmação de suas promessas de campanha: Alvíssaras!
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Das colinas dos altos da Afonso Pena, surgiu uma fumaça branca anunciando Urbi et orbi”: Habemus Praefectum! 

Estamos vivendo tempos de um alvorecer radioso em nossa cidade. Pelo que estamos observando das primeiras atitudes do prefeito Marquinhos Trad, a cidade conta novamente com um administrador focado nas mais prementes necessidades de nossa capital.

 
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