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Hoje eu me lembrei... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 16 de Janeiro de 2017 21:13
Nestes tempos conturbados que estamos vivendo, em que muitos buscam um culpado para eximir-se de suas responsabilidades, em que nos esquecemos que nossas ações são nossos únicos pertences verdadeiros e de que não posso escapar de minhas ações  - como ensinou Buda -, encontrei o texto abaixo, de autor desconhecido, que reproduzo pela importância de seu conteúdo para reflexão.
Hoje eu me lembrei...
Que não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.
Eu sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como ser humano na escola terrestre.
Hoje eu me lembrei...
Que não sou homem ou mulher, nem alto ou baixo.
Eu sou uma consciência oriunda do plano extra-físico, uma centelha vital do Todo que está em tudo!
Hoje eu me lembrei...
Que tenho a cor da Luz, pois vim lá das estrelas.
E eu sei que o meu tempo aqui na Terra é valioso para minha evolução.
Hoje eu me lembrei...
Que não há nenhuma religião acima da verdade.
E que o Divino pode se manifestar em miríades de formas diferentes.
Hoje eu me lembrei...
Que só se escuta a música das esferas com o coração.
E que nada pode me separar do “Amor Maior que Governa a Existência”.
Hoje eu me lembrei...
Que espiritualidade não é um lugar, ou grupo ou doutrina.
Na verdade, é um estado de consciência do Ser.
Hoje eu me lembrei...
Que ninguém compra Discernimento ou Amor.
E que não há progresso consciencial verdadeiro se não houver esforço na jornada de cada um.
Hoje eu me lembrei...
Que o dia em que nasci não foi feriado na Terra.
E no dia em que eu partir, também não será!
Hoje eu me lembrei...
Que tudo aquilo que eu penso e sinto se reflete na minha aura.
E que minhas energias me revelam por inteiro (logo, preciso crescer muito, para melhorar a Luz em mim).
Hoje eu me lembrei...
Que não vim de férias para o mundo.
Na verdade, vim para aprender e trabalhar (e também para vencer a mim mesmo nas lides da vida).
Hoje eu me lembrei...
Que não sou o centro do universo e que, sem a Luz, eu não sou nada!
Sem Amor, o meu coração fica seco... e sem a espiritualidade, o meu viver perde o sentido.
Hoje eu me lembrei...
Que os guias espirituais não são minhas babás extra-físicas.
Eles são meus amigos de fé e trabalho... e, sem eles, eu estaria frito!
Hoje eu me lembrei...
Que ninguém sabe tudo e que conhecimento não é sabedoria.
Todos nós somos professores e alunos uns dos outros (e, acima de tudo, o Mestre de todos, o Grande Arquiteto do Universo).
Hoje eu me lembrei...
Que não nasço nem morro, só entro e saio dos corpos perecíveis ao longo da evolução.
Não posso ser enterrado ou cremado, pois sou um espírito (ah, eu sou sim!).
Hoje eu me lembrei...
Que viver não é só para comer, beber, dormir, copular e morrer sem sentido algum.
Viver é muito mais: é também pensar, sentir e viajar de estrela em estrela, sempre aprendendo.
Hoje eu me lembrei...
Que de nada vale a uma pessoa ganhar o mundo se ela perder sua alma.
E que o mal que me faz mal, não é o mal que me fazem, mas, sim, o mal que eu acalento em meu coração.
Hoje eu me lembrei...
Que eu sou mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
E que eu, o apresentador deste programa, e vocês, os ouvintes desta viagem espiritual, somos todos um!
Hoje eu me lembrei...
Que, sem Amor, ninguém segue.
E que o meu mantra se resume
numa só palavra: Gratidão!
Pela transcrição – Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nestes tempos conturbados que estamos vivendo, em que muitos buscam um culpado para eximir-se de suas responsabilidades, em que nos esquecemos que nossas ações são nossos únicos pertences verdadeiros e de que não posso escapar de minhas ações  - como ensinou Buda -, encontrei o texto abaixo, de autor desconhecido, que reproduzo pela importância de seu conteúdo para reflexão.

Hoje eu me lembrei...Que não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.Eu sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como ser humano na escola terrestre.

 
As alianças de Deus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 12 de Dezembro de 2016 17:43
AS ALIANÇAS DE DEUS
Ao longo da história, identificamos muitas oportunidades em que Deus se mostrou para os homens e convidou-os para estabelecer com Ele uma aliança que demonstrasse os Seus propósitos em relação à sua criatura. Essas alianças representam cada um dos pactos que, segundo as escrituras sagradas, Deus fez com os homens. Eu identifico cinco alianças.
Na primeira, após o Dilúvio, Deus disse a Noé: “Eu estabeleço a minha aliança com vocês e seus descendentes” (Gn 9,8). E continuou: “Este é o sinal da aliança que coloco entre mim e vocês e todos os seres vivos que estão com vocês, para todas as gerações futuras. Colocarei o meu arco nas nuvens, e ele se tornará um sinal da minha aliança com a Terra” (Gn 9, 12-13). E assim apareceu o arco-íris.
Noé teve três filhos: Sem, Cam e Jafé. A descendência de Sem deu origem ao povo semita. Do seu tronco nasceram Nacor, que gerou Taré e este gerou Abrão. E deste descendem os judeus.
A segunda aliança foi feita como Abrão que, a partir daí passou a chamar-se Abraão (Gn 17, 4-5). E assim se manifestou Deus: “E a aliança que eu faço com você e seus futuros descendentes, e que vocês devem observar, é a seguinte: circuncidem a carne do prepúcio. Este será o sinal da aliança entre mim e vocês” (Gn 17, 10-11).
A terceira aliança foi com Moisés, com os Dez Mandamentos. Ele “pegou o livro da aliança e o leu para o povo. Eles disseram: ‘Faremos tudo o que Javé mandou e obedeceremos’. Moisés pegou sangue e o espalhou sobre o povo dizendo: ‘Este é o sangue da aliança que Javé fez com vocês através de todas essas cláusulas’” (Ex 24, 7-8). E que ficou representada pela Arca da Aliança.
A quarta aliança foi quando Deus decidiu circuncidar o coração do homem: “Deus circuncidará o seu coração e o coração dos seus descendentes, para que você ame seu Deus com todo o coração e com toda a alma, e viva” (Dt 30,6).
A seguir, determinou o local para o seu mandamento: “Este mandamento que hoje lhe ordeno não é muito difícil, nem está fora do seu alcance. Ele não está no céu, para que você fique perguntando: ‘Quem subirá por nós até o céu para trazê-lo a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Também não está no além-mar para que você fique perguntando: ‘Quem atravessará por nós o mar, para trazer esse mandamento a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Sim, essa palavra está ao seu alcance: está na sua boca e no seu coração para que você a coloque em prática” (Dt 30, 11-14).
Assim, Ele mostra a força criadora da palavra porque ela está revestida pelo seu mandamento que lhe confere esse poder. E indica o local para onde devemos direcionar o nosso pensamento e nossas meditações diárias: o coração.
A quinta aliança, a última, Ele a fez de forma dramática, enviando o seu amado Filho para que sensibilizasse os homens por meio de seu sacrifício, mostrando-lhes como agir para a redenção da humanidade: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Tenho para mim que Ele jamais desistirá de nós, mas espera que cada um faça a sua parte, contribuindo para a sua própria evolução e libertação.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Ao longo da história, identificamos muitas oportunidades em que Deus se mostrou para os homens e convidou-os para estabelecer com Ele uma aliança que demonstrasse os Seus propósitos em relação à sua criatura. Essas alianças representam cada um dos pactos que, segundo as escrituras sagradas, Deus fez com os homens. Eu identifico cinco alianças.

 
Um galo para Asclépius PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 05 de Dezembro de 2016 19:45
UM GALO PARA ASCLÉPIUS
Sócrates, o filósofo ateniense, cujos preceitos influenciaram o pensamento ocidental de forma muito marcante e definitiva, tinha uma característica: não deixou escrito nenhum de seus ensinamentos. Seus discípulos Platão e Xenofonte se encarregaram de escrever e divulgar suas prédicas, que tinham como forma de transmissão a oralidade.
O filósofo tinha como fundamento o “Conhece-te a ti mesmo” (NOSCE TE IPSUM), dístico que ornava o frontispício do Tempo de Apolo na ilha de Delfos.  A sua pregação encontrava uma grande resistência nos poderes constituídos de Atenas. Incomodava muita gente.
Na primavera de 399 a.C., três cidadãos atenienses, Meleto, Anitos e Licão instauraram um processo contra o filósofo. Acusavam-no de não venerar os deuses da cidade, de introduzir inovações religiosas e de corromper os jovens de Atenas. A gravidade das acusações era de tal ordem que exigia pena capital.
Sócrates reagiu com serenidade absoluta. Apesar de, durante o julgamento, lhe ser dada a oportunidade de renunciar às suas ideias, ele preferiu manter-se fiel à busca da verdade a assumir uma conduta capaz de torná-lo benquisto entre seus inquisidores. Segundo o relato de Platão, ele desafiou o júri com as seguintes palavras:
“Enquanto eu puder respirar e exercer minhas faculdades físicas e mentais, jamais deixarei de praticar a filosofia, de elucidar a verdade e de exortar todos que cruzarem meu caminho a buscá-la [...] Portanto, senhores [...] seja eu absolvido ou não, saibam que não alterarei minha conduta, mesmo que tenha de morrer cem vezes."
Sócrates ao ser condenado à morte bebendo a cicuta (veneno que lhe causaria a morte em poucos minutos) sentiu uma grande alegria. Pregava que o conhecimento está dentro das pessoas (que são capazes de aprender por si mesmas). E considerava que só existia um pecado: a ignorância. Dela derivam todos os outros. Sócrates era um sujeito de parrésia (que fala a verdade, sem medo da morte).
Ele considerava um privilégio saber o momento de sua morte. Seus discípulos, liderados por Críton, o mais ousado entre eles, planejaram a fuga de Sócrates mediante um plano bem elaborado.
Quando apresentaram a Sócrates esse plano, ele o recusou de imediato. Não queria saber de fugir. Queria aproveitar a oportunidade que a vida lhe concedia: saber o momento certo de sua morte.
Assim, quando chegou o momento, cercado por seus discípulos, todos chorando, deu-lhes uma reprimenda, não aceitava que aquele momento supremo, por ele assim considerado, fosse conspurcado por uma energia negativa.
- Que é isso, gente incompreensível? perguntou. Mandei sair as mulheres, para evitar esses exageros. Sempre soube que só se deve morrer com palavras de bom agouro. Acalmai-vos! Sêde homens!
Sócrates perguntou ao verdugo que lhe apresentava a taça com a cicuta, como seria o procedimento mais adequado. Este lhe disse que depois de beber da taça, deveria começar a caminhar pelo recinto e quando sentisse suas pernas dormentes, deitar-se porque o efeito do veneno iria subir pelo seu corpo.
E assim fez. Ao deitar-se, depois de um breve tempo, abriu os olhos e disse a Críton: “Eu devo um galo a Asclépius. Peço-lhe que pague por mim”.
Essa fala de Sócrates mostra muito bem a tranquilidade com que estava encarando esse momento supremo. Várias são as versões a respeito desse fato, mas o que quero destacar é a tranquilidade com ele encarou essa situação. E a responsabilidade de cumprir um compromisso.
No Fédon, Sócrates dá razões para crer na imortalidade. Quando foi condenado à morte,
comentou alegremente, que, no outro mundo, poderia fazer perguntas eternamente sem ser condenado a morrer, porque era imortal.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Sócrates, o filósofo ateniense, cujos preceitos influenciaram o pensamento ocidental de forma muito marcante e definitiva, tinha uma característica: não deixou escrito nenhum de seus ensinamentos. Seus discípulos Platão e Xenofonte se encarregaram de escrever e divulgar suas prédicas, que tinham como forma de transmissão a oralidade.

O filósofo tinha como fundamento o “Conhece-te a ti mesmo” (NOSCE TE IPSUM), dístico que ornava o frontispício do Tempo de Apolo na ilha de Delfos.  A sua pregação encontrava uma grande resistência nos poderes constituídos de Atenas. Incomodava muita gente.
Na primavera de 399 a.C., três cidadãos atenienses, Meleto, Anitos e Licão instauraram um processo contra o filósofo. Acusavam-no de não venerar os deuses da cidade, de introduzir inovações religiosas e de corromper os jovens de Atenas. A gravidade das acusações era de tal ordem que exigia pena capital.

 
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