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O poder do silêncio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 23 de Dezembro de 2019 02:10
O PODER DO SILÊNCIO
Neste mundo tão barulhento em que vivemos hoje, urge resgatar o poder do silêncio. Temos que observar o quanto o silêncio é poderoso. A majestosa natureza opera em completo e total silêncio. No silêncio aprendemos a escutar a nossa voz interior. É assim que o Mentor se comunica melhor com cada um. Quanto mais falamos mais nos enfraquecemos porque a energia usada na fala diminui nossa força interior.
O silêncio não representa apenas a ausência de barulho e de conteúdo. É a dimensão mais profunda do nosso ser, a inteligência primordial, a consciência que desperta paulatinamente à medida que observamos o silêncio operando seu poder transformador, dissipando todas as dúvidas, medos e frustrações e alcançando a Paz Profunda,
O silêncio nos proporciona a solução de diversas questões internas, pois tem o poder de anular a negatividade. Ficar em silêncio é muito difícil porque o turbilhão de pensamentos que normalmente assediam nossa mente e que nos distraem tem sido preponderantes;
Blaise Pascal (1623-1662), dizia: “o silêncio eterno desses espaços infinitos me assombra”.
Pitágoras ensinava: “o começo da sabedoria é o silêncio”. Antes de iniciar um neófito em sua escola de mistérios, Pitágoras o submetia a uma disciplina severa do silêncio. O neófito permanecia em silêncio por um tempo indeterminado até que pela avaliação do seu mestre era iniciado nos augustos mistérios. Ele aprendia pela experiência pessoal, que o silêncio é quase um poder divino — a mãe de todas as virtudes.
A sociedade moderna está literalmente envenenada pelo tumulto de máquinas, está saturada com palavras barulhentas e vazias. O que importa hoje é quem fala mais alto, quem apresenta melhores argumentos, quem conta sua versão dos acontecimentos com detalhes, em sua maioria, os mais insignificantes.
É no silêncio que o Cósmico, o Ser Divino, torna-se manifesto à nossa consciência. Para que ouçamos a orientação divina, para termos lampejos de intuição, devemos aprender a silenciar a voz subjetiva do nosso pensamento. Quanto mais falamos mais nos enfraquecemos porque usamos a energia da fala de maneira inconseqüente.
Será muito salutar para todos os que se dispuserem ao teste do silêncio – a regularidade na observação do silêncio por alguns minutos todos os dias, de preferência no mesmo horário concorre para ativar a memória e a atenção concentrada, tendo como conseqüência, o enriquecimento natural que se obterá com essa prática.
A disciplina do silêncio constitui poder; ela nos permite manter dentro de nós um influxo de vitalidade que palavras inúteis desperdiçam. O silêncio ajuda a subir mais um degrau na escada da espiritualidade.
É nele que encontramos o poder que existe dentro de cada um.
É necessário experimentar o silêncio, porque essa ação fará a conexão com o hoje, respeitando o passado, e se libertando da ansiedade para o futuro. Há uma dignidade majestosa no silêncio e que se manifesta de forma soberana quando silenciamos nossa mente.
“Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11)
No Oriente, o silêncio tem um significado profundamente espiritual e relacionado com o mundo ético. O silêncio místico convida a uma viagem pelas fibras íntimas das raízes plantadas em nossas vidas. Lá o silêncio é considerado ativo, indicativo de busca e introspecção, encontro com a voz interior. Quem cala, tem o poder.
O silêncio nos conecta com a Verdade e dissipa a ignorância que é o único pecado, segundo Sócrates.
Assim como quem quer emagrecer deve praticar o jejum, proponho para quem quiser alcançar o verdadeiro poder, que se abstenha de falar, praticando um jejum consciente de palavras.
Quem quiser atingir a plenitude deve cultivar o silêncio. Esse é o segredo!
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e

Neste mundo tão barulhento em que vivemos, urge resgatar o poder do silêncio. Temos que observar o quanto o silêncio é poderoso. A majestosa natureza opera em completo e total silêncio. Nele aprendemos a escutar a nossa voz interior. É assim que o Mentor se comunica melhor com cada um.

Última atualização em Sex, 10 de Janeiro de 2020 19:54
 
Eu acho... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 22 de Dezembro de 2019 23:53
EU ACHO...
Verdade ou mentira? Os dois conceitos são relativos porque se acham enredados por um terceiro que sempre ganha mais adeptos influenciados pelo modismo da hora: o achismo. São as tais verdades subjetivas, objetos de precipitadas e parciais análises pessoais, não respaldadas na realidade objetiva dos fatos.
Tal comportamento, segundo Jorge Ferrão (jornalista, radialista e publicitário, editor-chefe do blog e podcast Alerta Total), deveria ser chamado de “Síndrome do
Achismo”: “Não desenvolvemos a capacidade de analisar a vida como ela é. Por isso temos dificuldade em entender o que acontece, de verdade, à nossa volta. Assim, esse mundo imaginário, quase virtual, é concebido na cabeça de alguém ou de um grupo para ser assimilado (e difundido) pelo resto da sociedade consumidora das ‘informações’”.
Todo mundo “acha”, mas na realidade não sabe nada. E fica repetindo o que ouve, com ar de entendido como se fosse o dono da verdade. O ser humano ainda não conseguiu entender o imenso poder de sua palavra, e fica repetindo aquilo que ouve sem uma análise prévia e ponderada.
É interessante notar que o mundo empresarial está cada vez mais empenhado em sugerir aos seus executivos mudanças de hábito que lhes proporcionem crescimento pessoal e profissional, levando-os a prestar mais atenção nos padrões negativos. O Canal Meio, um site jornalístico que faz uma compilação diária de notícias do Brasil e do mundo, divulgou que a Fast Company, uma revista norte-americana de tecnologia e inovação pediu a oito executivos que descrevessem alguns hábitos de que tiveram que abrir mão.
Uma delas, Kate Lewis, diretora de um grupo de mídia, falou sobre uma mudança que potencializou sua carreira: passou a evitar usar a frase “eu acho” depois de perceber que enviava muitos emails nesse padrão. Uma atitude simples, mas que produziu um efeito positivo e verdadeiro.
É necessário compreender que criamos e recriamos nosso mundo por meio de nossas palavras.  “Pensamentos são paredes ou... asas; como pensas, vives”. Palavras de Emmanuel, o mentor espiritual de Chico Xavier.
O achismo pulula por toda parte sem consistência e sem base verídica, e por isso não se sustenta. Ele se propaga fundamentado somente nas opiniões de seu divulgador, sem nenhum tipo de argumentação concreta. O perigo a que estamos expostos é o risco da disseminação do achismo.
A essência do achismo é a de construir suas próprias verdades, com base unicamente no princípio do “eu acho”.
O “achista”, se assim podemos chamá-lo, cada vez argumenta mais e conhece menos. O que o impulsiona é a ilusão de impressionar as pessoas e de ser respeitado, buscando raciocínios que considera mais interessantes ou convincentes.
Um ideal a ser alcançado é a fidelidade de pensamento com base numa opinião firme e consistente, sem a frenética e inesgotável busca pelas novidades, que só leva ao vazio espiritual.
Estamos todos expostos aos riscos do achismo. As redes sociais estão amplificando essa moda, procurando a exposição e divulgação dos anseios dos “achistas”. Elas reverberam esse tipo de comportamento, e é preciso estar muito centrado e bem informado para ficar imune a esse tipo de armadilha.
Agora mesmo, temos dois grandes campeões do “achismo”: Donald Trump e Jair Bolsonaro. Pela importância e alcance de seus cargos, infelizmente influenciam negativamente milhões de pessoas. Eles falam a primeira coisa que lhes vêm à cabeça, e frequentemente são desmentidos pelos fatos, ou são obrigados a voltar atrás em suas declarações. É triste que dois governantes se comportem de forma tão irresponsável abrindo mão de agirem como verdadeiros líderes.
Vamos acordar para essa síndrome e ficar atentos para não nos transformarmos em divulgadores inconsequentes de falsas verdades.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Verdade ou mentira? Os dois conceitos são relativos porque se acham enredados por um terceiro que sempre ganha mais adeptos influenciados pelo modismo da hora: o achismo. São as tais verdades subjetivas, objetos de precipitadas e parciais análises pessoais, não respaldadas na realidade objetiva dos fatos.

 
Do invisível PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 17 de Dezembro de 2019 00:56
DO INVISÍVEL
À medida que vamos vivendo, priorizando a consciência, prestando mais atenção às emoções e sentimentos sem descuidar da razão deixando de lado a busca incessante do ter e entendendo a natureza do ser, passamos a conquistar uma segurança que se consolida cada vez mais.
É quando entendemos que o fundamental, o essencial, é invisível. Tudo o que é verdadeiramente necessário, é invisível.
Por exemplo, o ar. Sem respirar ninguém consegue sobreviver. Ele é fundamental e poucas são as pessoas que dão importância a esse elemento vital.
Muitos questionam a existência de Deus, porque não O vêem. Ele é invisível aos nossos olhos, mas é a causa original de tudo.
Antoine de Saint-Exupéry, no Pequeno Píincipe,  deixou esta lição lapidar: “Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
A fé, esse atributo intrínseco, infinito e invisível com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam.
O pensamento é invisível também. Alguém duvida de sua existência? Ou da sua validade?
A energia que mantém nosso corpo unido, a Kundalini, é invisível aos nossos olhos. É o poder do desejo puro dentro de nós. A energia de nossa alma e de nossa consciência. A emanação do infinito, da energia cósmica que vibra dentro de cada ser humano.
O despertar da energia Kundalini nos conscientiza de nossas capacidades criativas e torna possível a nós, seres humanos com identidades finitas, a oportunidade de nos relacionarmos com nossas identidades infinitas.
A ascensão da energia é o caminho para a liberação. É chegar à percepção de que a realidade de Deus está dentro de cada um de nós. A ascensão da Kundalini é o desenroscar da consciência Divina, o testemunho da realidade do poder ilimitado que é a essência de nossas almas.
Kundaliní é a força, o poder que move não apenas o indivíduo, mas também o universo. A Kundalini está associada a Shiva e Sahakti - os prinínpios masculino e feminino que criam o universo.
O poder invisível é uma força presente em todos nós. Ignorá-lo é viver distraído, à mercê dos acontecimentos. Conhecer estes segredos funciona como uma autoterapia, pois você passa a entender porque atrai o que atrai e pode descobrir como viver rodeado por alta positividade.
Você certamente já sabe disso: nada acontece por acaso. Tudo tem uma causa anterior e um efeito posterior. Pessoas e eventos não surgem sem uma razão. A sorte ou o azar, na realidade, são fatos criados por cada um, com suas atitudes, sentimentos e pensamentos. Se você entender essa força e assumi-la de modo consciente, irá atrair exatamente aquelas pessoas e acontecimentos que você sempre desejou.
E onde está essa força imensa e tão poderosa? Em nosso coração, que é onde Deus colocou o seu mandamento como está registrado no livro do Deuteronômio, 30, 11-14.
E como fazer para acessar esse poder imenso? Pela meditação constante e consciente pois somente a continuidade nos permitirá confirmar sua existência e o seu uso que nos proporcionará a evolução e a libertação.
Precisamos aprender a entender a força invisível numa busca verdadeira que se encontra no interior de cada um.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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À medida que vamos vivendo, priorizando a consciência, prestando mais atenção às emoções e sentimentos sem descuidar da razão deixando de lado a busca incessante do ter e entendendo a natureza do ser, passamos a conquistar uma segurança que se consolida cada vez mais.

É quando entendemos que o fundamental, o essencial, é invisível. Tudo o que é verdadeiramente necessário, é invisível.

 
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