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Conselhos de Gurdjieff para suas filhas - II PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 20 de Fevereiro de 2017 18:38
CONSELHOS DE GURDJIEFF PARA SUA FILHA – II
Para quem não leu o artigo anterior, aqui vai uma breve apresentação: George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e por outros países. Em seu tempo, ele foi um mestre amado e ao mesmo tempo desprezado, que com muita sabedoria soube transmitir suas idéias.
Compartilho a seguir, a continuação dos valiosos conselhos de Gurdjieff a suas duas filhas.
Esses ensinamentos tem substância e perenidade, e podem ser aplicados em qualquer época. Gurdjieff  faleceu em 1949, mas, curiosamente, no conselho  nº 63, ele diz: “Não tire fotos com personagens famosos”. Ou seja, ele já prévia os “selfies” modernos.
Esta é então, a segunda parte da sua carta.
41. Transforme o seu orgulho em dignidade.
42. Converta sua cólera em criatividade.
43. Transforme a sua avareza em respeito pela beleza.
44. Transforme a sua inveja em admiração pelos valores alheios.
45. Transforme o seu ódio em caridade.
46. Não se vanglorie nem insulte.
47. Trata o que não te pertence como se te pertencesse.
48. Não se queixe.
49. Desenvolva a sua imaginação.
50. Não dê ordens só pelo prazer de ser obedecida.
51. Pague pelos serviços que te prestam.
52. Não faça propaganda dos seus feitos ou das suas ideias.
53. Não trate de despertar, nos outros em relação a você, emoções como piedade, admiração, simpatia e cumplicidade.
54. Não chame atenção pela sua aparência.
55. Nunca contradiga, cale-se.
56. Não contraia dívidas, compre e pague em seguida.
57. Se ofender alguém, peça desculpas.
58. Se você ofendeu publicamente, desculpe-se igualmente em público.
59. Se você se der conta de que errou, não insista por orgulho no erro e desista imediatamente dos seus propósitos.
60. Não defenda suas antigas ideias só porque você as divulgou.
61. Não conserve objetos inúteis.
62. Não se enfeite com as ideias alheias.
63. Não tire fotos com personagens famosos.
64. Não preste contas a ninguém, seja o seu próprio juiz.
65. Nunca se defina pelo que você possui.
66. Nunca fale de si mesma sem considerar a possibilidade de mudança.
67. Aceite que nada é seu.
68. Quando pedirem a sua opinião sobre alguém, fala somente de suas qualidades.
69. Se você adoecer, em vez de odiar esse mal, considere-o seu mestre.
70. Não olhe com dissimulação, olhe fixamente.
71. Não se esqueça dos seus mortos, mas limite-os a um espaço que não lhes permita invadir toda a sua vida.
72. Na sua casa, reserve sempre um lugar ao sagrado.
73. Quando você fizer um serviço, não ressalte o seu esforço.
74. Se você decidir trabalhar para alguém, trate de fazer isso com prazer.
75. Se você estiver em dúvida entre fazer ou não fazer algo, arrisca-se e faça.
76. Não queira ser tudo para o seu cônjuge; admita que ele busque em outras pessoas o que você não lhe pode dar.
77. Quando alguém tem o seu público, não tente contradizê-lo e roubar-lhe a audiência.
78. Viva dos seus próprios ganhos.
79. Não se vanglorie de aventuras amorosas.
80. Não exalte as suas próprias debilidades.
81. Não visite alguém só para preencher o seu tempo.
82. Ganhe para repartir.
83. Se você estiver meditando e um diabo se aproximar, bote-o para meditar também…
Sábios ensinamentos que, naturalmente não se destinam unicamente às filhas de Gurdjieff, mas que se observados e praticados, servirão a todos como um farol a iluminar os caminhos.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Para quem não leu o artigo anterior, aqui vai uma breve apresentação: George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e por outros países. Em seu tempo, ele foi um mestre amado e ao mesmo tempo desprezado, que com muita sabedoria soube transmitir suas idéias.

 
Conselhos de Gurdjieff para suas filhas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 13 de Fevereiro de 2017 17:22
DA SÉRIE PARA MEDITAR - II
CONSELHOS DE GURDJIEFF ÀS SUAS FILHAS
Apresento a seguir um breve resumo a respeito de Gurdjieff obtido no Google.
George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e outros países.
Ele era uma figura enigmática e uma força influente no panorama dos novos ensinamentos religiosos e psicológicos, mais como um patriarca do que como um místico cristão. Era considerado, por aqueles que o conheceram, como um incomparável “despertador” de homens. Trouxe para o Ocidente um modelo de conhecimento esotérico e deixou como legado uma metodologia específica para o desenvolvimento da consciência.
O sistema de Gurdjieff parte do pressuposto de que os homens estão dormindo, são máquinas ambulantes que não sabem o que fazem. Isto porque o que geralmente achamos ser o "eu" é, na realidade, um conjunto de "eus" que povoam nossa mente, por isso temos que controlá-los através dos "eus-de-trabalho" e assim evitar cair na imaginação que, segundo Gurdjieff, nos afasta da presença.
A sua personalidade provocou as mais diferentes reações, desde a mais completa aprovação até o mais profundo desprezo. Vou dividir este artigo em duas partes, a primeira, apresento agora.
George Ivanovich Gurdjierff teve duas filhas, Svetlana Hinzenberg e Cynthie Sophie Howarth. A seguir, os conselhos dele para suas filhas. Que eu daria para as minhas.
1. Fixe a sua atenção em você mesma, seja consciente em cada instante do que você pensa, sente, deseja e faz.
2. Termine sempre o que você começou.
3. Faça do que estiveres fazendo o melhor possível.
4. Não se prenda a nada que com o tempo venha a te destruir.
5. Desenvolva a sua generosidade sem testemunhas.
6. Trate cada pessoa como um parente próximo.
7. Arrume o que você desarrumou.
8. Aprenda a receber, agradeça cada dom.
9. Pare de se auto-definir.
10. Não minta, nem roube, pois estará mentindo e roubando a si mesma.
11. Ajude o seu próximo sem torná-lo dependente.
12. Não deseje que te imitem.
13. Faça planos de trabalho e cumpra-os.
14. Não ocupe muito espaço.
15. Não faça ruídos nem gestos desnecessários.
16. Se você não tem fé, finja que tem.
17. Não se deixe impressionar por personalidades fortes.
18. Não se aproprie de nada nem de ninguém.
19. Reparta equitativamente.
20. Não seduza.
21. Coma e durma o estritamente necessário.
22. Não fale dos seus problemas pessoais.
23. Não emita juízo nem crítica quando você desconhecer a maior parte dos fatos.
24. Não estabeleça amizades inúteis.
25. Não siga a moda.
26. Não se venda.
27. Respeite os contratos que você firmou.
28. Seja pontual.
29. Não inveje os bens ou o sucesso do próximo.
30. Fale somente o necessário.
31. Não pense nos benefícios que advirão da tua obra.
32. Nunca faça ameaças.
33. Realize as suas promessas.
34. Coloque-se no lugar do outro em uma discussão.
35. Admita que alguém te supere.
36. Não elimine, mas transforme.
37. Vença os seus medos, cada um deles é um desejo camuflado.
38. Ajude o outro a se ajudar a si mesmo.
39. Vença as tuas antipatias e se aproxime de quem te causa repulsa.
40. Não reaja ao que disserem de bom ou de mal a teu respeito.
Na próxima semana, continuarei com a segunda parte deste artigo.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Apresento a seguir um breve resumo a respeito de Gurdjieff obtido no Google. 

George Ivanovich Gurdjieff  foi um místico e mestre espiritual armênio que viveu até a primeira metade do século XX. Ele ensinou a filosofia do autoconhecimento profundo, transmitindo a seus alunos, primeiro em São Petersburgo, depois em Paris, o que aprendera em suas viagens pela Rússia, Afeganistão e outros países.

 
100 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 08 de Fevereiro de 2017 00:34
100 ANOS
Quando uma instituição alcança a marca de 100 anos de existência, tornando-se secular, reveste-se de uma sacralidade superior. É a posição que a vetusta Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa, ostenta hoje.
Em agosto de 1917, alguns cidadãos da nascente freguesia de Santo Antônio de Campo Grande, sentindo a necessidade de construir um hospital para prestar serviço médico-hospitalar, uniram-se sob a liderança de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís e Vitor M. Pache a fim iniciar uma campanha para levantar fundos e dar início à empreitada.
Conseguiram sensibilizar a população, pois arrecadaram 27 mil contos de réis, uma soma tão elevada que permitiu a Bernardo Franco Baís, em 1920, adquirir por 10 mil contos de reis um terreno com 60 mil metros quadrados nos altos das ruas  Rui Barbosa e 13 de maio, e ali construir a Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande, para “atender aos desvalidos e indigentes” de nossa cidade.
O hospital, inaugurado em 1928, dispunha inicialmente de 40 leitos e teve seu projeto elaborado por Camillo Boni, um arquiteto italiano radicado em Campo Grande que muito contribuiu para o progresso da nossa comunidade.
Nesse período de 100 anos é emocionante constatar que, apesar das dificuldades em toda a trajetória, um grupo de pessoas honradas e dedicadas se uniu com determinação em torno de um ideal nobre, salvar vidas e curar os doentes.
Desde o começo os líderes da cidade se revezaram na direção da entidade. O primeiro presidente eleito em 1919 foi o capitão médico Eusébio Teixeira, tendo como vice-presidente Bernardo Franco Baís, que acabou por assumir a presidência após a renúncia do titular, transferido de Campo Grande. Baís exerceu a presidência até 1925, quando assumiu Eduardo Santos Pereira.
A continuidade da instituição foi mantida principalmente pela permanência prolongada de alguns presidentes que assim foram se especializando na administração do hospital, como Eduardo Santos Pereira, presidente de 1925 a 1932; Juvenal Alves Corrêa, de 1933 a 1946; Aikel Mansour, de 1947 a 1961; José Nasser, de 1962 a 1971; e, Arthur D’Ávila Filho, o mais longevo, que exerceu o cargo por 15 anos ao longo de cinco mandatos intercalados a partir de 1975.
A atual administração, presidida por Esacheu Cipriano Nascimento – que está, pela terceira vez, dirigindo nossa associação –, deu início no último dia 17 às festividades do primeiro centenário da Santa Casa, com descerramento da placa do prédio principal do  hospital, que leva o nome de Arthur D’Ávila Filho.
O evento também homenageou algumas pessoas que se tornaram caras à entidade pela contribuição que deram ao longo de sua história, como Maria Aparecida D’Ávila, Pedro Pedrossian, Maria Aparecida Pedrossian, Celso Costa, Eudes Costa, Giannino Camillo e Silvano Cola.
Foram homenageados ainda os ex-presidentes Juvêncio César da Fonseca, Athayde Nery de Freitas, Renato Alves Ribeiro, Sinval Martins de Araújo, Elias Gazal Dib e Wilson Levi Teslenco.
As festividades terão continuidade no dia 1º de abril com o lançamento do selo comemorativo do centenário, cuja cerimônia de obliteração será conduzida pela diretoria regional dos Correios e Telégrafos. Na mesma data será lançada a revista trimestral da Santa Casa.
Dando prosseguimento aos eventos comemorativos, teremos no dia 18 de agosto o lançamento do livro que retratará a história do hospital e haverá uma justa homenagem às pessoas que contribuíram efetivamente durante todo o centenário da entidade.
Para finalizar, destaco dois momentos magnos da história da Santa Casa: em 1928, a inauguração do primeiro pavilhão e em 1980, a inauguração do prédio atual. E houve um momento negro recente, quando da intervenção pelo poder público em 2005, que teve o efeito de unir os associados de uma forma marcante: durante oito anos, até 2013, ocasião em que retomamos a administração da Santa Casa por decisão judicial, mantivemos a chama acesa, elegendo a diretoria a cada dois anos e fortalecendo os laços de união em torno do nosso ideal.
É impressionante em nossa história a incrível insensibilidade dos administradores municipais, destes últimos 20 anos, com a Santa Casa. Desde André Puccinelli, passando por Nelson Trad Filho, Alcides Bernal, Gilmar Olarte, e, agora, que estávamos esperançosos de encontrar apoio por parte do atual prefeito, Marcos Trad, que assim se comprometera, estamos percebendo uma perspectiva pessimista.
Enfim, vamos em frente. Tudo será devidamente registrado no livro do centenário.
Heitor Freire – Diretor Secretário da ABCG.

Quando uma instituição alcança a marca de 100 anos de existência, tornando-se secular, reveste-se de uma sacralidade superior. É a posição que a vetusta Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa, ostenta hoje. 

Em agosto de 1917, alguns cidadãos da nascente freguesia de Santo Antônio de Campo Grande, sentindo a necessidade de construir um hospital para prestar serviço médico-hospitalar, uniram-se sob a liderança de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís e Vitor M. Pache a fim iniciar uma campanha para levantar fundos e dar início à empreitada.

 
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