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La donna è móbile PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 20 de Dezembro de 2012 20:47
Mulher, mulher, sempre mulher.
É interessante como este tema me envolve permanentemente. E não só a mim. A todos os homens. É algo que nos magnetiza. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações.
A metáfora da criação divina da mulher retrata com muita precisão a sua finalidade: ela foi criada a partir da costela do homem, para estar ao seu lado. Não de um osso da cabeça, para ser-lhe superior e nem de um osso do pé para ser-lhe inferior.
Em artigo anterior sobre este tema já manifestei a minha mais profunda admiração pela mulher, o que reitero agora e sempre.
Um dos erros crassos que os homens cometem é o de querer entender a mulher; ela não foi feita para ser entendida, mas amada, admirada, conquistada.
Ela é mais inteligente e mais forte do que o homem, embora o contrário seja a ideia predominante. É tão inteligente que faz o homem pensar que ele é mais forte e mais inteligente e ele acredita... Ela usa a sua decantada fragilidade exatamente para envolver o homem.
A maternidade é um dos fatores que confere divindade à mulher e que lhe dá a dimensão que tem. Sem mulher, não existiria a humanidade. Elas são doutoras na arte de fazer do ato de viver algo melhor.
Giuseppe Verdi, em sua ópera Rigoletto, tem uma ária “La donna è móbile” em que representa com muita verve a figura da mulher:
“Como pluma ao vento,”
“Muda de sotaque e de pensamento...”
Criando assim uma definição de mulher com leveza. Essa ária é baseada numa peça de Victor Hugo, “Le roi s’amuse”, peça que foi censurada por muito tempo. Aliás, Victor Hugo escreveu um poema antológico dedicado ao homem e à mulher:
“O homem é a mais elevada das criaturas./ A mulher é o mais sublime dos ideais./ Deus fez para o homem um trono; / Para a mulher, um altar.
O trono exalta; o altar santifica./ O homem é o cérebro; a mulher, o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita. / O homem é o gênio; a mulher, o anjo.
O gênio é imensurável; o anjo, indefinível. / A aspiração do homem é a suprema glória;
A aspiração da mulher, a virtude extrema./ A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência./ A supremacia representa força.
A preferência representa o direito. /O homem é forte pela razão; a mulher, invencível pelas lágrimas.
A razão convence; a lágrima comove. /O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios. /O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher, o evangelho./ O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é o templo; a mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos; / Ante o sacrário ajoelhamo-nos.
O homem pensa; a mulher sonha. /Pensar é ter cérebro; /Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher, um lago./ O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma./ O homem tem um fanal; a consciência; /A mulher tem uma estrela: a esperança. / O fanal guia, a esperança salva.
Enfim...
O homem está colocado onde termina a terra; /A mulher, onde começa o céu...”
Não há nada a acrescentar.

Mulher, mulher, sempre mulher. É interessante como este tema me envolve permanentemente. E não só a mim. A todos os homens. É algo que nos magnetiza. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações. A metáfora da criação divina da mulher retrata com muita precisão a sua finalidade: ela foi criada a partir da costela do homem, para estar ao seu lado. Não de um osso da cabeça, para  lhe ser superior e nem de um osso do pé para lhe ser inferior.

Última atualização em Seg, 24 de Dezembro de 2012 12:03
 
A magia de dezembro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 16 de Dezembro de 2012 21:07
A energia que envolve o mês de dezembro causa uma mescla de sentimentos: de amor, de alegria, de paz, de plenitude, de realizações, de oportunidades em que o ser humano se diviniza, porque o clima que reina torna-o único, destacando-o de todos os outros meses.
O nascimento de Jesus, que é o grande e principal tema a inspirar todas as pessoas que vêem Nele um Salvador, irmana a todos em torno desse acontecimento maior. Ele é tão importante que a história da humanidade se conta antes e depois do seu nascimento.
Durante algum tempo muito se discutiu a respeito do dia verdadeiro do seu nascimento. Muito se especulou a respeito. Uns diziam que era no dia 25 de dezembro (data oficial estipulada pela Igreja Católica), outros que no dia do solstício de inverno (no hemisfério norte) – aqui é o solstício de verão –, porque o local onde se deu o nascimento está geograficamente localizado naquela região. Outros dizem ainda que o seu nascimento se deu no mês de setembro. Há estudos que indicam o dia 21 de agosto do ano 7 da era cristã, como o do seu nascimento.
O que verdadeiramente significa não é a data em si, mas o que o nascimento e a vida de Jesus suscitam. E o que representa o seu trabalho, a sua dedicação, a sua mensagem que perdura ao longo dos milênios, exatamente pelo seu conteúdo. Ele sempre falou com clareza. Não era de passar a mão na cabeça de ninguém. Não alisava. Falava com autoridade, com uma franqueza rude, que, longe de agredir, despertava as pessoas porque a sua palavra era verdadeira.
Nunca teve medo. Não se aliou aos poderosos, nem os temia. Pelo contrário, enfrentava-os de cabeça erguida, como aconteceu no seu julgamento ante Pôncio Pilatos. No escárnio que se seguiu, com a própria placa que Pilatos escreveu para ser colocada no alto da sua cruz: INRI – na tradução: Jesus Nazareno Rei dos Judeus, Ele não se submeteu. Para tentar torná-lo mais aviltado, lhe deram também uma coroa de espinhos e como cetro uma vara de cana. Cuspiram-lhe no rosto e zombavam dele dizendo-lhe: “Adivinha quem te bateu você não sabe tudo?”. E Ele altivo, nobre, digno, airoso, sobranceiro, entendendo o que estava acontecendo aceitou as agressões, confirmando tudo com a sua fala na cruz: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.
Ele transformou o velho mundo num novo mundo pela sua palavra, pela sua mensagem, pela sua encarnação e pelo seu trabalho.
Do legado de Jesus, nasceu a comemoração do Natal, cuja finalidade inicial era a de festejar o nascimento do Filho de Deus. Com o passar dos tempos foi sendo totalmente descaracterizada, transformando-se numa prática comercial das mais rentáveis. Mas mesmo assim, a magia dessa data permanece, irradiando-se por todo o planeta porque a força natural da mensagem de Jesus é tão forte que se sobrepõe a tudo o que poderia tentar conspurcá-la.
Assim, o que vale é a mensagem que Ele deixou, de amor, de compaixão, de orientação geral, de comportamento e que se irradia por todo o planeta proporcionando a todos um ensinamento que se perpetuou e se perpetuará para sempre.

A energia que envolve o mês de dezembro causa uma mescla de sentimentos: de amor, de alegria, de paz, de plenitude, de realizações, de oportunidades em que o ser humano se diviniza, porque o clima que reina torna-o único, destacando-o de todos os outros meses.

O nascimento de Jesus, que é o grande e principal tema a inspirar todas as pessoas que vêem Nele um Salvador, irmana a todos em torno desse acontecimento maior. Ele é tão importante que a história da humanidade se conta antes e depois do seu nascimento.

Última atualização em Dom, 16 de Dezembro de 2012 22:19
 
Mastigação: Um ato de amor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 14 de Novembro de 2012 00:00
MASTIGAÇÃO: UM ATO DE AMOR
Um dos pioneiros no campo da odontologia em Campo Grande, dr. Randolpho Braga, contava sempre com a assistência solidária de sua esposa, Nilza Barcellos Braga. Ele tinha uma carga horária de trabalho bem extensa: começava cedo pela manhã e estendia o expediente até as 22 horas, o que lhe proporcionava uma clientela cativa exatamente por causa de sua disposição ao trabalho. Ele fazia questão de transmitir aos seus pacientes, entre outros ensinamentos, a importância da mastigação – e fazia disso quase um mantra: “Mastigar cada alimento 30 vezes, no mínimo”.
Essa orientação, naturalmente, faz parte do trabalho constante dos dentistas, nutricionistas e demais profissionais da área alimentar. Mas nem sempre é observada; ao contrário, é muitas vezes negligenciada. Há inclusive aquela máxima, “Beber os sólidos e mastigar os líquidos”, que precisa ser entendida para ser praticada com proveito.
A importância da mastigação é uma daquelas áreas do conhecimento humano pouco valorizadas. Talvez por ser tão elementar e por se tratar de uma ação mecânica dos dentes acaba sendo realizada de forma automática. Ela é parte fundamental do processo de digestão. Se a mastigação não for bem observada, a boa digestão dos alimentos acaba comprometida, porque no nosso estomago não há dentes e a trituração dos alimentos só pode ser feita na boca; é onde começa o conjunto das transformações que os alimentos sofrem ao longo do sistema digestivo para se converterem em compostos menores a serem absorvidos e utilizados pelo organismo.
A digestão é iniciada na boca, com a ação mecânica dos dentes, pela mastigação, e produção de enzimas encontrados na saliva (uma boa hidratação é essencial), a fim de transformar o alimento em bolo alimentar e seguir adiante no processo digestivo.
A correta mastigação depende da saúde bucal, de conhecer a forma correta de mastigar e, portanto, traz benefícios durante toda a vida, desde a infância até a velhice. É a única etapa da digestão da qual temos controle e podemos influenciar.
O ambiente de pressa e correria de nossa sociedade criou um meio propício à obesidade, pois acabamos engolindo o alimento aos pedaços. E a mastigação exerce papel importante no controle desse problema. Contudo, precisamos motivar as pessoas por meio de pequenas mudanças de atitude  e criatividade para avançar neste controle.
Através da mastigação lenta em ambiente tranquilo, obtém-se a saciedade precoce, ou seja, a pessoa se sente satisfeita mais rapidamente, o que a leva a comer menos, ter menos tendência ao ganho de peso, melhor digestão, mais prazer com a alimentação e mais saúde. Muitos trabalhos científicos apontam para isso.
O objetivo deste exercício é incorporar novos hábitos que, uma vez automatizados, possibilitem um novo modo de se relacionar com a comida.
Quando a mastigação passar a obedecer a um ato consciente e constante, as células do estômago e do aparelho digestivo naturalmente se sentirão respeitadas e agradecerão, porque esse ato será considerado como um ato de amor e de integração ao organismo.
Como dizia Persius, poeta italiano nascido na aldeia etrusca de Volterra no primeiro século da era cristã, em suas sátiras: “Magister artis ingenique largitor venter”, ou seja, “O estômago, mestre das artes e distribuidor do gênio”.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Um dos pioneiros no campo da odontologia em Campo Grande, dr. Randolpho Braga, contava sempre com a assistência solidária de sua esposa, Nilza Barcellos Braga. Ele tinha uma carga horária de trabalho bem extensa: começava cedo pela manhã e estendia o expediente até as 22 horas, o que lhe proporcionava uma clientela cativa exatamente por causa de sua disposição ao trabalho. Ele fazia questão de transmitir aos seus pacientes, entre outros ensinamentos, a importância da mastigação – e fazia disso quase um mantra: “Mastigar cada alimento 30 vezes, no mínimo”.

Última atualização em Sex, 16 de Novembro de 2012 16:42
 
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