Área restrita



Quem está online

Nós temos 32 visitantes online
Smile PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 23 de Julho de 2012 00:00
A influência que o oriente exerce sobre a civilização ocidental é por demais conhecida. Desde a Índia milenar até o misterioso Egito que recebeu os mais consagrados filósofos gregos que ali beberam na fonte da sabedoria os conhecimentos que mais tarde    foram  disseminados por todo o mundo.
Relendo os Versos de Ouro de Pitágoras, pensador e filósofo mais que consagrado, observo que as ideias e ensinamentos ali contidos são lições que podem ser utilizadas hoje como foram ontem, são atemporais e todas as pessoas são capazes de entendê-las. Ele trata de questões que dizem respeito ao dia a dia de todos nós, em seus 72 versos.
Dentre os conhecimentos transmitidos desde aquela época, destaca-se o mantra. Mantra é uma palavra em sânscrito formada pela junção de “man” que quer dizer mente, e “tra” que significa controle. Assim, mantra é a combinação de sons que nos dá o controle da mente, nos sintoniza com a freqüência do amor, nos traz recolhimento e tranqüilidade. O mantra é a palavra cósmica ou vibração sonora cósmica.
Mantra também é definido como “fórmula ritual sonora” pelo Mestre ao seu discípulo no hinduísmo e no budismo, cuja recitação tem o poder de por em ação a influência espiritual que lhe corresponde. Essa fórmula permite entrar no jogo das vibrações que constituem o universo e participar na direção da sua energia. Assim fica claro que mantra é som. Pois bem, eu descobri um mantra silencioso e que irradia uma energia própria: o sorriso.
A minha mulher, Rosaria, faz tempo que me fala sobre a minha expressão facial que estava sempre fechada, séria. Como aprendi, graças a Deus, a escutá-la, comecei em conseqüência, a promover também uma transformação facial: passei a exibir, conscientemente, um sorriso permanente o que me permitiu uma sensação da leveza e da alegria que o mesmo proporciona. E passei a manifestar esse sorriso intrínseco que, para ser legítimo, não pode ser uma careta, mas tem que representar sempre, necessariamente, uma alegria natural que decorre da consciência desse ato. In petto, com a mente, no pensamento, no intimo d’alma, moralmente, em consciência, espiritualmente.
O sorriso embeleza qualquer pessoa independente da sua aparência. É um tema permanente dos grandes escritores, filósofos e pensadores:
“É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada”. William Shakespeare.
“Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa”. Charles Chaplin
“Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios”. Martin Luther King
“O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contrações musculares e não cabe numa definição de dicionário”. José Saramago.
“O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”. Mário Quintana.
E assim vou caminhando, pensando e sorrindo.

A influência que o oriente exerce sobre a civilização ocidental é por demais conhecida. Desde a Índia milenar até o misterioso Egito que recebeu os mais consagrados filósofos gregos que ali beberam na fonte da sabedoria os conhecimentos que mais tarde    foram  disseminados por todo o mundo.Relendo os Versos de Ouro de Pitágoras, pensador e filósofo mais que consagrado, observo que as ideias e ensinamentos ali contidos são lições que podem ser utilizadas hoje como foram ontem, são atemporais e todas as pessoas são capazes de entendê-las. Ele trata de questões que dizem respeito ao dia a dia de todos nós, em seus 72 versos.

Dentre os conhecimentos transmitidos desde aquela época, destaca-se o mantra. Mantra é uma palavra em sânscrito formada pela junção de “man” que quer dizer mente, e “tra” que significa controle. Assim, mantra é a combinação de sons que nos dá o controle da mente, nos sintoniza com a freqüência do amor, nos traz recolhimento e tranqüilidade. O mantra é a palavra cósmica ou vibração sonora cósmica. Mantra também é definido como “fórmula ritual sonora” pelo Mestre ao seu discípulo no hinduísmo e no budismo, cuja recitação tem o poder de por em ação a influência espiritual que lhe corresponde. Essa fórmula permite entrar no jogo das vibrações que constituem o universo e participar na direção da sua energia. Assim fica claro que mantra é som.

Pois bem, eu descobri um mantra silencioso e que irradia uma energia própria: o sorriso.

A minha mulher, Rosaria, faz tempo que me fala sobre a minha expressão facial que estava sempre fechada, séria. Como aprendi, graças a Deus, a escutá-la, comecei em conseqüência, a promover também uma transformação facial: passei a exibir, conscientemente, um sorriso permanente o que me permitiu uma sensação da leveza e da alegria que o mesmo proporciona. E passei a manifestar esse sorriso intrínseco que, para ser legítimo, não pode ser uma careta, mas tem que representar sempre, necessariamente, uma alegria natural que decorre da consciência desse ato.

In petto, com a mente, no pensamento, no intimo d’alma, moralmente, em consciência, espiritualmente.

O sorriso embeleza qualquer pessoa independente da sua aparência. É um tema permanente dos grandes escritores, filósofos e pensadores: 

“É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada”. William Shakespeare.

“Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...Mostre aquilo que você é, sem medo.Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa”. Charles Chaplin

“Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios”. Martin Luther King

“O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contrações musculares e não cabe numa definição de dicionário”. José Saramago.

“O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”. Mário Quintana.

E assim vou caminhando, pensando e sorrindo.





Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:20
 
Não vos afobeis... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 27 de Junho de 2012 00:00
As incertezas da vida moderna estão a exigir das pessoas uma atividade cada vez mais opressiva, gerando perplexidade e determinando uma ação apressada, sem muita reflexão. Vivemos os tempos da ambiguidade, do paradoxo. Vivemos fugindo do momento presente, procurando alcançar num futuro imprevisível o que não conseguimos agora. E assim, não vivemos nem aqui nem lá.
Carlos Drummond de Andrade, com a sua sensibilidade de grande poeta, assim se manifestou:
“Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente”.
Drummond sintetizou assim, uma fórmula, uma lição clara e verdadeira de viver a vida: no presente. A afobação que caracteriza estes tempos provoca uma grande frustração e angústia. No Livro dos Provérbios, há uma orientação muito precisa no capítulo 19, v.2: “Não adianta agir sem refletir, pois quem apressa o passo acaba tropeçando”. Não vos afobeis porque a morte é certa, proclama um dito popular. Pitágoras, em seus Versos de Ouro, verso 16, proclama: “Mas lembra sempre um fato, o de que a morte virá a todos”. Mas a morte em si, longe de ser uma ruptura, um fim, representa apenas e tão somente uma ponte que liga esta terra maravilhosa com o mundo espiritual onde receberemos de acordo com os nossos merecimentos e que representa o nosso verdadeiro futuro. Queiramos ou não. Saibamos ou não. O que realmente devemos fazer é nos preparar para esse momento e essa preparação passa necessariamente pelo que diz a poesia do Drummond, viver o momento presente, porque nele e somente nele podemos atuar de forma consciente e criteriosa, agindo com sabedoria.
Socorrendo-nos mais uma vez no poeta maior, transcrevo mais uma contribuição dele:
“A cada dia que vivo mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade”.
O noticiário diário está repleto de situações de furtos e de roubos que se repetem constantemente, assustando a população que, acuada, não sabe como reagir, como se cuidar, como se prevenir. A orientação geral dada pelas autoridades policiais é a de que em situação de assalto, não se deve reagir, buscando pelo menos, preservar a vida. Vão se os anéis, mas ficam os dedos. O difícil é praticar esse ensinamento.
Juvenal Arduini, em seu livro DESTINAÇÃO ANTROPOLÓGICA, proclama: “A vida é a resposta maior aos inquietantes desafios de nosso tempo. As decisões que irão plasmar o futuro do mundo hão de acolher, projetar e cultivar a vida humana, como núcleo primacial. Só haverá antropologia, e, consequentemente, só haverá ética, a partir do momento em que se tenha a sabedoria de decifrar “a marca do homem” na vida, ainda que seja miúda, ainda que seja vida severina”.
É isso aí.


As incertezas da vida moderna estão a exigir das pessoas uma atividade cada vez mais opressiva, gerando perplexidade e determinando uma ação apressada, sem muita reflexão. Vivemos os tempos da ambiguidade, do paradoxo. Vivemos fugindo do momento presente, procurando alcançar num futuro imprevisível o que não conseguimos agora. E assim, não vivemos nem aqui nem lá.

Carlos Drummond de Andrade, com a sua sensibilidade de grande poeta, assim se manifestou:

“Não serei o poeta de um mundo caduco.

Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros.

Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.

Entre eles, considero a enorme realidade.

O presente é tão grande, não nos afastemos.

Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,

não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,

não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,

não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente”.

 Drummond sintetizou assim, uma fórmula, uma lição clara e verdadeira de viver a vida: no presente.

A afobação que caracteriza estes tempos provoca uma grande frustração e angústia.

No Livro dos Provérbios, há uma orientação muito precisa no capítulo 19, v.2: “Não adianta agir sem refletir, pois quem apressa o passo acaba tropeçando”. Não vos afobeis porque a morte é certa, proclama um dito popular.

Pitágoras, em seus Versos de Ouro, verso 16, proclama: “Mas lembra sempre um fato, o de que a morte virá a todos”.

Mas a morte em si, longe de ser uma ruptura, um fim, representa apenas e tão somente uma ponte que liga esta terra maravilhosa com o mundo espiritual onde receberemos de acordo com os nossos merecimentos e que representa o nosso verdadeiro futuro. Queiramos ou não. Saibamos ou não. O que realmente devemos fazer é nos preparar para esse momento e essa preparação passa necessariamente pelo que diz a poesia do Drummond, viver o momento presente, porque nele e somente nele podemos atuar de forma consciente e criteriosa, agindo com sabedoria.

Socorrendo-nos mais uma vez no poeta maior, transcrevo mais uma contribuição dele:
“A cada dia que vivo mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade”. 

O noticiário diário está repleto de situações de furtos e de roubos que se repetem constantemente, assustando a população que, acuada, não sabe como reagir, como se cuidar, como se prevenir. A orientação geral dada pelas autoridades policiais é a de que em situação de assalto, não se deve reagir, buscando pelo menos, preservar a vida. Vão se os anéis, mas ficam os dedos. O difícil é praticar esse ensinamento.

Juvenal Arduini, em seu livro DESTINAÇÃO ANTROPOLÓGICA, proclama:

“A vida é a resposta maior aos inquietantes desafios de nosso tempo. As decisões que irão plasmar o futuro do mundo hão de acolher, projetar e cultivar a vida humana, como núcleo primacial. Só haverá antropologia, e, consequentemente, só haverá ética, a partir do momento em que se tenha a sabedoria de decifrar “a marca do homem” na vida, ainda que seja miúda, ainda que seja vida severina”. 

É isso aí.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 18:04
 
Contraponto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 15 de Junho de 2012 00:00

A evolução tecnológica proporciona hoje mais rapidez nas comunicações, como nunca existiu até então. A globalização nos permite saber o que está acontecendo no outro lado do mundo instantaneamente. E essa velocidade concorre muitas vezes para que a superficialidade nos assuntos faça com que o que se leu de manhã, à tarde já se torne notícia velha. Sinal dos tempos.

No cenário político do nosso país, nestes tempos de petismo predominante, o que vemos são alianças entre políticos que, a princípio, não subiriam no mesmo palanque, mas, por míseros segundos na propaganda eleitoral na TV, se abraçam e se coligam. Como sabemos, os políticos encontram explicações para tudo. Como dizia o doutor Ulysses Guimarães: “política é como nuvem; você vê uma figura e ao olhar de novo, está tudo mudado”.

A cada dia, circulam nas redes sociais mensagens de cunho político, condenando ou absolvendo pessoas, partidos, governos. Há poucos dias recebi um e-mail desses, da professora Martha Pannunzio, que também é pecuarista, desancando o governo Dilma devido ao anúncio do novo benefício social instituído pela presidente, o Brasil Carinhoso. A autora da mensagem eletrônica é uma professora aposentada e pecuarista que critica o assistencialismo excessivo, a seu ver, do governo brasileiro, com argumentos válidos em alguns pontos e em outros não.

Contrapondo o ponto de vista da professora Martha, pronunciou-se publicamente o também professor Márcio Amêndola de Oliveira, professor de história na USP, apresentando seus argumentos, todos favoráveis ao governo petista e ao Lula. Quando entra a bipolarização partidária, ou a velha cantilena da luta do bem contra o mal, todos os fundamentos perdem sua substância.

Eu fico impressionado como cada lado consegue demonstrar o seu raciocínio de forma aparentemente irrefutável, defendendo os seus pontos de vista com tanta garra.O Os gregos, com a sabedoria que acumularam muitos séculos antes de enrascada do euro, inventaram uma expressão – húbris – para significar uma coisa que passa da medida, e pode ser sinônimo de presunção, arrogância, ou pura falta de comedimento que, com muita propriedade, se aplica aos dois lados da questão a que me refiro.

O conceito de contraponto, segundo os dicionários, é a disciplina que ensina a compor polifonia que, na música, é a técnica de composição onde não há uma linha melódica principal. As melodias se alternam entre si e formam harmonias com notas isoladas. Em política, significa contrapor as vantagens e desvantagens de cada posição, buscando ressaltar suas diferenças e puxando a brasa para sua sardinha. Não precisamos adentrar na política para constatar o contraponto: o ser humano, por natureza, é contraditório. Coerência é algo muito difícil de se conseguir porque os interesses pessoais variam e se alternam. Nélson Rodrigues pontifica sobre o tema: “O ser humano é capaz de tudo, até de uma boa ação. Não é, porém, capaz de ser imparcial”.

No caso dos dois textos pró e contra o PT, o teor inflamado das argumentações é justamente o que enfraquece o discurso, onde se misturam alhos e bugalhos tentando manipular a atenção de quem lê. Se separarmos o joio do trigo em cada caso, e relativizarmos o que cada um diz, aí sim podemos começar a exercer o senso crítico para absorver o que cada um tem de melhor. Os dois estão certos, em certa medida, mas também estão equivocados em sua abordagem exagerada dos fatos.

No campo filosófico, temos o maniqueísmo segundo o qual tudo foi criado e é dominado por dois princípios antagônicos e irredutíveis e que se baseia em fundamentos opostos: o bem e o mal. E afirma que só existem duas possibilidades. Já a dialética – a busca da melhor solução – apresenta um leque de alternativas para que se procure um caminho que saia desse engessamento.

Na Justiça, o contraditório é um princípio. Sem este, não há como os juízes formarem o seu juízo. Na realidade, cabe a cada um procurar o seu melhor caminho. Para terminar uma frase do filósofo Thomas Hobbes: “Há uma luta constante, incessante entre os homens para adquirir mais poder. Tendem à discórdia por três razões principais: competição pelo lucro, a desconfiança e a glória”.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 17:56
 
<< Início < Anterior 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 Próximo > Fim >>

Página 82 de 97

Redes sociais

Facebook 
Hjemmeside Wildberry Telefoni Internet