Área restrita



Quem está online

Nós temos 12 visitantes online
As paineiras floridas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 19 de Março de 2013 15:17
AS PAINEIRAS FLORIDAS
As margens do córrego Prosa, em seu trecho ao longo da avenida Ricardo Brandão, amanheceram floridas. As majestosas paineiras que ornam as suas margens, de repente, sem aviso prévio, sem anúncio formal, sem buzinas, sem alarde, silenciosamente passaram a exibir o colorido de suas flores encantando a todos os transeuntes. É o que acontece todos os anos, quando se aproxima o outono.
Certamente por terem crescimento rápido e serem úteis na recuperação de áreas degradadas, foram plantadas ao longo das margens do córrego cuja importância é marcante na história de Campo Grande, juntamente com o córrego Segredo.
São árvores com tronco cinzento-esverdeado rodeado de espinhos que só começam a cair por volta dos vinte anos de idade, na parte baixa do caule, caindo também na parte mais altas da árvore com o engrossamento da casca.
O tronco das paineiras tem boa capacidade de sintetizar clorofila e tem coloração esverdeada até quando tem um bom porte; isto auxilia o crescimento mesmo quando a árvore está despida de folhas. Quando isso, ela acontece começa a receber ninhos de pássaros, o que seria impossível com os espinhos longos e pontiagudos. Esta não é uma regra para todas as paineiras; algumas com mais de vinte anos, por exemplo, continuam com espinhos muito grandes na parte baixa, provavelmente como defesa de insetos.
Campo Grande sabidamente é uma cidade verde. Vista do alto, fica muito patente essa condição. A preocupação com o verde foi uma constante nas administrações municipais desde o começo: por ato do intendente José Santiago, em outubro de 1912, foi criada uma reserva de terras que deu origem ao Horto Florestal. Esse local é dotado de características próprias de vegetação, onde dois braços de córregos, o Prosa e o Segredo, juntam-se ali para dar origem a um rio de grande importância para a região, o Anhanduizinho.
O primeiro programa de arborização para as ruas do município aconteceu em 1913, quando o intendente dr. Arlindo de Andrade Gomes mandou trazer do Jardim Botânico do Rio de Janeiro cerca de mil mudas que foram plantadas em diversas ruas, dando assim origem a esse universo verde que cobre toda a nossa cidade, constituído inicialmente das aleias de fícus e ingazeiras das avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, que permanecem até hoje. Não podemos esquecer as mangueiras, algumas centenárias.
A vegetação é importante, pois ameniza o efeito estufa no meio urbano, além de absorver poeira e poluentes diminuindo a poluição e ainda age sobre a saúde física e mental do ser humano. Além de todas as funções climáticas, a arborização também ajuda a organizar o ambiente urbano, embeleza e perfuma ruas, praças e jardins melhorando também a paisagem do ambiente.
É o que fazem as paineiras do córrego Prosa, que, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido pelo ser humano: uma ação constante sem ostentação.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogaAS PAINEIRAS FLORIDAS
As margens do córrego Prosa, em seu trecho ao longo da avenida Ricardo Brandão, amanheceram floridas. As majestosas paineiras que ornam as suas margens, de repente, sem aviso prévio, sem anúncio formal, sem buzinas, sem alarde, silenciosamente passaram a exibir o colorido de suas flores encantando a todos os transeuntes. É o que acontece todos os anos, quando se aproxima o outono.
Certamente por terem crescimento rápido e serem úteis na recuperação de áreas degradadas, foram plantadas ao longo das margens do córrego cuja importância é marcante na história de Campo Grande, juntamente com o córrego Segredo. Essas paineiras foram plantadas pelo Wisterman Chaparro – que era o encarregado de parques e jardins da cidade – na administração municipal do Lúdio Coelho.
São árvores com tronco cinzento-esverdeado rodeado de espinhos que só começam a cair por volta dos vinte anos de idade, na parte baixa do caule, caindo também na parte mais altas da árvore com o engrossamento da casca. Quando isso acontece, ela começa a receber ninhos de pássaros, o que seria impossível com os espinhos longos e pontiagudos. Esta não é uma regra para todas as paineiras; algumas com mais de vinte anos, por exemplo, continuam com espinhos muito grandes na parte baixa, provavelmente como defesa de insetos.
O tronco das paineiras tem boa capacidade de sintetizar clorofila e tem coloração esverdeada até quando tem um bom porte; isto auxilia o crescimento mesmo quando a árvore está despida de folhas.
Campo Grande sabidamente é uma cidade verde. Vista do alto, fica muito patente essa condição. A preocupação com o verde foi uma constante nas administrações municipais desde o começo: por ato do intendente José Santiago, em outubro de 1912, foi criada uma reserva de terras que deu origem ao Horto Florestal. Esse local é dotado de características próprias de vegetação, onde dois braços de córregos, o Prosa e o Segredo, juntam-se ali para dar origem a um rio de grande importância para a região, o Anhanduizinho.
O primeiro programa de arborização para as ruas do município aconteceu em 1913, quando o intendente dr. Arlindo de Andrade Gomes mandou trazer do Jardim Botânico do Rio de Janeiro cerca de mil mudas que foram plantadas em diversas ruas, dando assim origem a esse universo verde que cobre toda a nossa cidade, constituído inicialmente das aleias de fícus e ingazeiras das avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, que permanecem até hoje. Não podemos esquecer as mangueiras, algumas centenárias.
A vegetação é importante, pois ameniza o efeito estufa no meio urbano, além de absorver poeira e poluentes diminuindo a poluição e ainda age sobre a saúde física e mental do ser humano. Além de todas as funções climáticas, a arborização também ajuda a organizar o ambiente urbano, embeleza e perfuma ruas, praças e jardins melhorando também a paisagem do ambiente. 
É o que fazem as paineiras do córrego Prosa, que, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido pelo ser humano: uma ação constante sem ostentação.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.
As margens do córrego Prosa, em seu trecho ao longo da avenida Ricardo Brandão, amanheceram floridas. As majestosas paineiras que ornam as suas margens, de repente, sem aviso prévio, sem anúncio formal, sem buzinas, sem alarde, silenciosamente passaram a exibir o colorido de suas flores encantando a todos os transeuntes. É o que acontece todos os anos, quando se aproxima o outono.
Certamente por terem crescimento rápido e serem úteis na recuperação de áreas degradadas, foram plantadas ao longo das margens do córrego cuja importância é marcante na história de Campo Grande, juntamente com o córrego Segredo. Essas paineiras foram plantadas pelo Wisterman Chaparro – que era o encarregado de parques e jardins da cidade – na administração municipal do Lúdio Coelho.
Última atualização em Ter, 19 de Março de 2013 18:08
 
A batalha da dengue PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 11 de Março de 2013 15:37
A BATALHA DA DENGUE
A dengue é a bola da vez.  É a celebridade do momento. Está em todas as mídias escrita, televisada, falada. Está em todas as rodas de conversa. Não se fala de outra coisa.
O vírus da dengue, provavelmente, se originou de vírus que circulavam em primatas na proximidade da península da Malásia.
O crescimento populacional aproximou as habitações da região à selva e, assim, mosquitos transmitiram vírus ancestrais dos primatas aos humanos que, após mutações, originaram nossos quatro diferentes tipos de vírus da dengue. Provavelmente, o termo dengue é derivado da frase swahili "ki dengu pepo", que descreve os ataques causados por maus espíritos e, inicialmente, usado para descrever a enfermidade que acometeu os ingleses durante a epidemia que afetou as Índias Ocidentais Espanholas em 1927-1928. Foi trazida para o continente americano a partir do Velho Mundo, com a colonização no final do século XVIII. E daí, aos poucos, foi se disseminando por todo o planeta.
Mato Grosso do Sul tem 19.956 casos notificados de dengue até o dia 26 de janeiro último, quando se encerrou a semana epidemiológica n° 4, conforme balanço da Secretaria de Estado de Saúde. O número é 65 vezes maior que o registrado na mesma semana epidemiológica do ano passado, quando foram notificados 307.
Campo Grande continua com o maior número de casos, 14.941 notificações e índice de incidência de 1.876 casos para cada 100 mil habitantes. Lembrando que os dados apresentados pelo Estado são computados até o dia 26 de janeiro, enquanto o último boletim da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) aponta que hoje a cidade tem 15.515 casos suspeitos.
Pois bem. A dengue como doença se apresentava para mim, à distância. Pelo noticiário sempre presente, mas à distância. De repente, sem pedir licença, entra sem bater, toma assento e senta praça. Em quem? Em minha família em dose tripla: na minha mulher, Rosaria, no meu genro Belchior Cabral, marido da minha filha Andréa, e em minha neta Isabela, filha da Alessandra e do Haroldo Braga. E agora? Toca a correr para o posto de saúde mais próximo, o do bairro Tiradentes, o da nossa paróquia.
E lá no posto de saúde, foram atendidos a Rosaria e o Belchior. A Isabela teve um tratamento particular. E como se sabe, nada acontece por acaso. A oportunidade dessa doença nos permitiu conhecer e tomar intimidade com o atendimento da saúde em nossa cidade, pela prefeitura. Ficamos agradavelmente surpresos. O atendimento foi de primeira: funcionários atentos, técnicas de enfermagem competentes, dedicadas, solícitas, médicos pacientes.
Com a epidemia instalada, o posto foi naturalmente invadido por uma população doente, carente de atendimento e postulando um atendimento pronto. O que foi feito. Não assisti nenhuma reclamação.
Como se sabe, a doença tem uma progressão que leva de 7 a 10 dias. Assim freqüentamos o posto por esse período todo, diariamente. Notamos a limpeza do local, com assepsia. Durante o atendimento, num determinado período, a Rosaria ficou tomando soro por mais de 6 horas em um ambiente refrigerado, em que 8 macas foram instaladas e os pacientes atendidos com toda atenção, respeito, competência, com as técnicas de enfermagem circulando constantemente, sem parar, entre os leitos, atendendo as necessidades de cada um, com cordialidade, como verdadeiros anjos guardiões de todos. Enfim, ficamos satisfeitos.
Na fase mais aguda, contamos com a valiosa atenção do nosso amigo, irmão, companheiro de fé, Cezar Galhardo que, com a sua competência inata e habitual, ajudou em muito a minimizar essa fase.
Serviu também, para mais uma vez, confirmarmos a total solidariedade da nossa família.
Fica aqui registrado o nosso agradecimento a todo o corpo clínico do posto de saúde dr. Antônio Pereira, cujo nome identifica o local e que foi um médico dos mais humanitários e dedicados que conheci.
Há poucos dias recebi uma mensagem via internet, em que um médico chamado Radjalma Cabral de Lima, informava sobre as qualidades do cravo amarelo, cujas folhas são compostas, com cheiro inconfundível. A recomendação é que se faça um chá fervido com 10 folhas para um litro de água. Envolvido com as tribulações da doença, quando busquei e consegui as folhas, a doença já estava no seu término. Dessa forma, não consegui comprovar a sua eficácia. De qualquer maneira fica a dica. Mal não vai fazer.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A dengue é a bola da vez.  É a celebridade do momento. Está em todas as mídias escrita, televisada, falada. Está em todas as rodas de conversa. Não se fala de outra coisa.O vírus da dengue, provavelmente, se originou de vírus que circulavam em primatas na proximidade da península da Malásia. 

O crescimento populacional aproximou as habitações da região à selva e, assim, mosquitos transmitiram vírus ancestrais dos primatas aos humanos que, após mutações, originaram nossos quatro diferentes tipos de vírus da dengue. Provavelmente, o termo dengue é derivado da frase swahili "ki dengu pepo", que descreve os ataques causados por maus espíritos e, inicialmente, usado para descrever a enfermidade que acometeu os ingleses durante a epidemia que afetou as Índias Ocidentais Espanholas em 1927-1928. Foi trazida para o continente americano a partir do Velho Mundo, com a colonização no final do século XVIII. E daí, aos poucos, foi se disseminando por todo o planeta.

Última atualização em Qui, 14 de Março de 2013 19:36
 
Pelo amor ou pela dor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 25 de Fevereiro de 2013 15:06
PELO AMOR OU PELA DOR
Muitas são as teorias que o ser humano desenvolveu para buscar uma explicação que definisse e embasasse o enigma da vida. Há todo tipo de hipóteses contemplando as mais variadas teses: religiosas, filosóficas, matemáticas, geográficas, esotéricas. Umas mais simples, outras nem tanto e ainda outras complexas. A evolução do ser humano é  constante na humanidade desde que por aqui aportaram Adão e Eva.
A linha ascendente que retrata a evolução se caracteriza como uma espiral com uma circunferência imensa que, a cada movimento, se alça de forma imperceptível, mas constante. Assim não há extravio, só um devenir. Para mim tudo se resume em dois pontos: a evolução só se dá por duas vias, pelo amor ou pela dor.
Pelo amor quando se exerce a arte de bem viver – uma arte verdadeira praticada por quem tem o entendimento de que temos muito a aprender, a aceitar, a mudar, a ceder e a ensinar com uma grande dose de coragem e desprendimento. Como uma ciência para gerir as formas de energia, aprendendo a dirigir a força vital que se manifesta em cada um de nós como um esforço que vale a pena, com muitas recompensas.
Pela dor, quando a teimosia, decorrente da falta de entendimento em aceitar as circunstâncias com que nos deparamos, se transforma em ação contrária causando situações que criam obstáculos e sofrimentos.
O amor é o firme fundamento diante das vicissitudes da vida. Pode ser que se precise muito tempo para compreender essa verdade, e colocá-la em prática; ainda mais quando está ligada a outra ainda maior: o que cada um faz para si, faz para outra pessoa. O que faz por ela, faz por si.
O amor é uma energia divina inerente ao ser humano que, quando conscientizada, unifica todas as possibilidades de fragmentação. Só podemos amar quando enxergamos Deus em nós através de nossas experiências com Ele, não há outro modo de identificação pelo qual podemos amar; podemos ser simpáticos, educados, podemos confraternizar-nos uns com os outros, com aqueles que nos rodeiam; contudo, se não houver uma maturidade que possa identificar essa experiência, nada acontecerá.
Todos os atos realizados pelo ser humano se baseiam no amor e na dor; todas as decisões na vida, em todas as áreas do comportamento humano, estão relacionadas com amor e dor, cuja identificação se faz, muitas vezes pelo medo.
O medo é a energia que restringe, fere, paralisa, retrai, leva-nos a fugir e nos esconder.
O amor é a energia que expande, move, revela, leva-nos a ficar e compartilhar, que cura.
O medo faz segurar tudo o que se tem; o amor reparte.
O medo sufoca, o amor mostra afeição.
O medo oprime, o amor liberta.
O medo critica, o amor regenera.
Todos os pensamentos, atos, e palavras humanas se baseiam em uma dessas emoções.
"O amor é uma realização do impulso divino interno da vida. Ele baseia-se na compreensão, nutre-se do serviço não egoísta e aperfeiçoa-se na sabedoria”. (Ensinamento do Livro de Urântia em seu documento 174:2).
Enfim, o amor está expresso em todos os lugares, em todas as pessoas. Basta saber enxergá-lo.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Muitas são as teorias que o ser humano desenvolveu para buscar uma explicação que definisse e embasasse o enigma da vida. Há todo tipo de hipóteses contemplando as mais variadas teses: religiosas, filosóficas, matemáticas, geográficas, esotéricas. Umas mais simples, outras nem tanto e ainda outras complexas.

 
<< Início < Anterior 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 Próximo > Fim >>

Página 83 de 105

Redes sociais

Facebook 
Hjemmeside Wildberry Telefoni Internet