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Do Comerciante PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 12 de Maio de 2012 00:00

Há uma discussão interessante a respeito de qual seria a profissão mais antiga do mundo. Popularmente se diz que seria a prostituição. Mas há um engano nessa afirmação, porque profissão enseja necessariamente um pagamento em retribuição a um trabalho prestado. E no começo do mundo não havia dinheiro ou nada que se lhe equivalesse. A moeda só foi surgir na China, há 4000 anos. Com as características atuais, surgiu na Grécia no século VII a.C. Com a evolução, chegamos ao papel-moeda.

Primitivamente as comunidades eram formadas por pessoas que se aglutinavam em função de interesses comuns. A subsistência, inicialmente era provida por caça. Assim se pode considerar o ofício de caçador como uma das mais antigas. Mas mesmo assim, no começo não havia remuneração o que, novamente, invalida essa tese.

Outros consideram a agricultura como a atividade mais antiga. O que não se discute é que no começo o ser humano tinha de cuidar da alimentação da sua comunidade. E o que havia em excesso ou era produzido acima das necessidades do grupo, passaram a ser trocadas, iniciando-se aí a troca de mercadorias que foi denominada de escambo. No começo a troca era feita sem a preocupação da equivalência em valor. A criança, por exemplo, troca com um colega um brinquedo caro por outro de menor valor, mas que quer muito, sem considerar o seu preço.

Quando entra em cena a moeda, a situação começa a mudar significativamente. Com ela, a atividade passou a ser operação triangular, início do comércio. O comércio é a mola propulsora do progresso, desde que o mundo é mundo. Assim foi em todas as épocas, desde as mais remotas. O que nos leva a considerar como a profissão mais antiga a do comerciante e cuja atividade sempre contribuiu para um desenvolvimento geral.

No dia 16 de julho – data de nascimento de José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu – comemora-se em todo o Brasil o Dia do Comerciante, instituído pela lei nº 2048, de 26/12/53.  Trata-se de uma das datas mais importantes do nosso calendário, pois o comércio é vital para a economia de uma nação. Afinal, é por meio do comércio que são escoadas todas as produções, desde os produtos hortifrutigranjeiros, até os mais sofisticados equipamentos industriais.

O Visconde de Cairu foi sem dúvida alguma o político brasileiro mais influente em fins do século XVIII e parte do século XIX, influenciando diretamente D. João VI e depois D. Pedro I. Em 1809, organizou o código de comércio. Foram tantas as suas iniciativas, todas voltadas para o livre exercício das atividades comerciais e industriais em nosso país, que não caberiam neste artigo. Destaco também sua atuação no campo da educação: em 1832 lutou pela criação de uma universidade no Rio de Janeiro, que só foi concretizada 100 anos depois.

O dia do comerciante como registro histórico é o dia 16 de julho. Mas o comerciante é um profissional tão competente, que, na realidade, existem vários dias do comerciante em cada ano: dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, dia da criança, natal. Na realidade, se formos computar o que acontece mesmo, vamos chegar à conclusão que todo dia é dia do comerciante.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 17:36
 
Os grandes pioneiros PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 04 de Maio de 2012 00:00
Campo Grande sempre foi uma cidade bem aquinhoada de pessoas bem dotadas e corajosas, desde a sua fundação.
Tivemos grandes pioneiros, em todas as áreas. Vou listar os que eu conheci, desde já remitindo-me por eventuais falhas. Na pecuária: Laucídio Coelho, Etalívio Pereira Martins, Osvaldo Arantes, Geraldo Corrêa, Elisbério Barbosa, Antônio Morais dos Santos, Eduardo Machado Metello, Paulo Coelho Machado. Os mais antigos logo no começo das suas atividades adotaram o avião como meio preferencial de transporte. Isto quando o avião ainda era uma grande incógnita. Antônio Morais foi piloto por mais de cinquenta anos.
No transporte, Loureiro Pereira Queiróz, Valdevino Guimarães. No comércio Naim Dibo, Carmo Jabour, José Abrão, José e Michel Nasser, Aikel Mansour.
Na construção civil: Pedro Peluffo Arruda, Giannino Camillo, Arnaldino da Silva, Abdallah Georges Sleiman, Anees Salim Saad, Clóvis e Claúdio Orsi, Vicente e José Oliva.
Pelo que eu sei, destes, somente Laucídio Coelho teve sua vida registrada em livro pelo seu genro, recentemente falecido, Antônio Barbosa de Souza. Dele, Laucídio, conheço um episódio: quando já afastado da linha de frente dos negócios, com idade bem avançada, mas sempre muito lúcido, reuniu seus filhos e os orientou para que adquirissem uma fazenda na região da serra da Bodoquena. Os filhos reunidos começaram a argumentar sobre as vantagens e desvantagens do negócio, quando “seu” Laucídio bateu a bengala fortemente em cima da mesa dizendo: “Não mandei discutir, mandei comprar”. Com isso se encerraram as discussões e trataram de cumprir o que ele havia determinado.
Já Etalívio Pereira Martins afirmava sempre: “Quem quiser vender, tem que botar no jeito”, ou seja, com preço e condições de pagamento. Uma frase de Elisbério Barbosa: “A vida é maravilhosa quando não se tem medo dela”.
Nos transportes, o Queiróz e o Valdevino, foram dos mais corajosos. Queiróz, misto de motorista+cobrador+mecânico, iniciou com a linha, Dourados/Itaúm/Maracaju, em uma jardineira mista que era um veículo sem portas, com as laterais abertas por onde entravam e saiam os passageiros. Conduzia gente e transportava carga, tinha hora de saída, mas poucas vezes, de chegada. E assim, viagem após viagem, foi construindo aos poucos essa empresa gigante que é o Expresso Queiróz.
Valdevino com a sua empresa Baleia (balança, mas não cai), tinha as mesmas dificuldades do Queiróz, na linha Campo Grande/Cuiabá. Mas enfrentando toda uma série de embates da adversidade, conseguiu a duras penas vencer. Depois foi deputado por algumas legislaturas.
Fica assim um breve registro sobre alguns dos nossos grandes pioneiros.


Campo Grande sempre foi uma cidade bem aquinhoada de pessoas bem dotadas e corajosas, desde a sua fundação. Tivemos grandes pioneiros, em todas as áreas.

Vou listar os que eu conheci, desde já remitindo-me por eventuais falhas. Na pecuária: Laucídio Coelho, Etalívio Pereira Martins, Osvaldo Arantes, Geraldo Corrêa, Elisbério Barbosa, Antônio Morais dos Santos, Eduardo Machado Metello, Paulo Coelho Machado. Os mais antigos logo no começo das suas atividades adotaram o avião como meio preferencial de transporte. Isto quando o avião ainda era uma grande incógnita. Antônio Morais foi piloto por mais de cinquenta anos.

Destacamos no transporte, Loureiro Pereira Queiróz, Valdevino Guimarães. No comércio Naim Dibo, Carmo Jabour, José Abrão, José e Michel Nasser, Aikel Mansour.Na construção civil: Pedro Peluffo Arruda, Giannino Camillo, Arnaldino da Silva, Abdallah Georges Sleiman, Anees Salim Saad, Clóvis e Claúdio Orsi, Vicente e José Oliva.

Pelo que eu sei, destes, somente Laucídio Coelho teve sua vida registrada em livro pelo seu genro, recentemente falecido, Antônio Barbosa de Souza. Dele, Laucídio, conheço um episódio: quando já afastado da linha de frente dos negócios, com idade bem avançada, mas sempre muito lúcido, reuniu seus filhos e os orientou para que adquirissem uma fazenda na região da serra da Bodoquena. Os filhos reunidos começaram a argumentar sobre as vantagens e desvantagens do negócio, quando “seu” Laucídio bateu a bengala fortemente em cima da mesa dizendo: “Não mandei discutir, mandei comprar”. Com isso se encerraram as discussões e trataram de cumprir o que ele havia determinado.

Já Etalívio Pereira Martins afirmava sempre: “Quem quiser vender, tem que botar no jeito”, ou seja, com preço e condições de pagamento. Uma frase de Elisbério Barbosa: “A vida é maravilhosa quando não se tem medo dela”. 

Nos transportes, o Queiróz e o Valdevino, foram dos mais corajosos. Queiróz, misto de motorista+cobrador+mecânico, iniciou com a linha, Dourados/Itaúm/Maracaju, em uma jardineira mista que era um veículo sem portas, com as laterais abertas por onde entravam e saiam os passageiros. Conduzia gente e transportava carga, tinha hora de saída, mas poucas vezes, de chegada. E assim, viagem após viagem, foi construindo aos poucos essa empresa gigante que é o Expresso Queiróz.

Valdevino com a sua empresa Baleia (balança, mas não cai), tinha as mesmas dificuldades do Queiróz, na linha Campo Grande/Cuiabá. Mas enfrentando toda uma série de embates da adversidade, conseguiu a duras penas vencer. Depois foi deputado por algumas legislaturas. 
Fica assim um breve registro sobre alguns dos nossos grandes pioneiros.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:21
 
Ficha limpa ou suja? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 29 de Junho de 2012 00:00
Realmente os tempos são de perplexidade. As mudanças na ação do Judiciário são de deixar qualquer cidadão estupefato. Foi inicialmente aprovada pelo Congresso Nacional uma lei que impede os políticos que tenham “ficha suja” de participar das eleições.
Em 2009, a jurisprudência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi fixada na lei nº 12.034, que determinou que para obter a certidão de quitação eleitoral seria exigido dos candidatos, entre outros pré-requisitos, "a apresentação de contas de campanha eleitoral". A lei não fez nenhuma referência explícita sobre a aprovação das contas. Este entendimento jurídico continuou a ser aplicado pelo TSE também nas eleições de 2010.
Em março último, o TSE decidira que não poderiam ser candidatos políticos que tivessem contas de campanhas reprovadas.
A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, recebeu na terça-feira, 19 de junho, do presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Benjamin Zymler, a relação de políticos que tiveram suas contas rejeitadas por irregularidades pelo TCU.
A rejeição das contas poderia tornar inelegíveis esses políticos com base na Lei da Ficha Limpa, segundo afirmou a ministra Carmen Lúcia. Caberá à Justiça Eleitoral decidir sobre a inelegibilidade em cada um dos casos.
A lista inclui ao menos 6.000 nomes de gestores públicos federais, estaduais e municipais que tiveram contas rejeitadas pelo TCU em decisões definitivas, e irrecorríveis, nos últimos oito anos, segundo informou o presidente do TCU.
Pois bem, agora, por quatro votos a três, o mesmo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou o registro de candidaturas para os políticos com as contas sujas, num recuo provocado pela pressão dos partidos. Houve uma grande comoção nacional para a aprovação do projeto “Ficha Limpa”, em 2010 – cujo relator, curiosamente, foi o senador Demóstenes Torres, na época considerado um guardião da moralidade em Brasília. E agora, no apagar das luzes e sem o menor alarde, o TSE tenta anular a lei que havia deixado o eleitorado brasileiro mais satisfeito nos últimos tempos.
De acordo com o relator – Ministro Toffoli –, seria injusto impedir a candidatura de políticos que tiveram contas reprovadas por erros menores na apresentação dos gastos e receitas de campanha. Para ele, isso colocaria no mesmo patamar quem teve as contas reprovadas por motivos graves, como o abuso de poder econômico, e quem não teve as contas aceitas por motivos menos sérios. "As contas apresentadas desacompanhadas de documentos que comprovem sua veracidade, apresentadas de maneira fajuta, devem ser consideradas não prestadas", disse Toffoli ao apresentar seu voto a favor dos "conta suja" nesta quinta-feira. Quem pode acreditar nisso?
A Câmara dos Deputados aprovou em 22 de maio um projeto de lei (PL 3839/2012) que permite aos políticos conseguirem o registro de suas candidaturas mesmo com as contas eleitorais rejeitadas. O projeto foi aprovado com o apoio de todos os partidos, à exceção do PSOL. Com isso, nada muda. Tudo fica como está.
A proposta seguiu para o Senado, onde ainda deve ser votada. Caso seja aprovada, só vira lei depois da sanção da presidente Dilma Rousseff. Mesmo que seja aprovada e sancionada antes do prazo final para o registro de candidaturas, a lei não deve ser aplicada ainda nas eleições deste ano. Isso porque a Constituição determina que toda lei que modificar as regras do processo eleitoral só será aplicada nas eleições realizadas um ano após sua entrada em vigor. Cada caso específico, no entanto, deve ser decidido pelo TSE. Agora, com a última decisão do TSE nem precisa mais haver pressa.
Não é o próprio samba do crioulo doido? O Sérgio Porto, caso estivesse vivo, teria material para alguns FEBEAPÁs (Festival de Besteiras Que Assola O País).
O que vai valer mesmo é a decisão consciente de cada eleitor. O poder está nas nossas mãos. O povo é que deve mostrar através do voto que a lei tem que ser cumprida. Vamos deixar que quatro ministros decidam pelos 110 milhões de brasileiros? Vote bem leitor, faça valer sua escolha. Não venda, não barganhe. Seu voto barganhado dá ao político direitos infinitos e deveres ínfimos. Ele vai apoiar alguma lei contra você, sua família e seus descendentes. Não barganhe, não venda seu voto!
Aqui em nosso estado, a OAB, lançou o movimento “Eleições Limpas 2012” que tem como objetivo incentivar a população a participar da fiscalização do pleito municipal. A campanha das eleições municipais deste ano tem como mote: “Você denuncia, a OAB fiscaliza e a democracia acontece”, O caminho que nos resta é esse: aliar-nos à OAB e votar de forma consciente, escolhendo criteriosamente os nossos candidatos.


Realmente os tempos são de perplexidade. As mudanças na ação do Judiciário são de deixar qualquer cidadão estupefato. Foi inicialmente aprovada pelo Congresso Nacional uma lei que impede os políticos que tenham “ficha suja” de participar das eleições.Em 2009, a jurisprudência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi fixada na lei nº 12.034, que determinou que para obter a certidão de quitação eleitoral seria exigido dos candidatos, entre outros pré-requisitos, "a apresentação de contas de campanha eleitoral". A lei não fez nenhuma referência explícita sobre a aprovação das contas.

 Este entendimento jurídico continuou a ser aplicado pelo TSE também nas eleições de 2010.Em março último, o TSE decidira que não poderiam ser candidatos políticos que tivessem contas de campanhas reprovadas.A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, recebeu na terça-feira, 19 de junho, do presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Benjamin Zymler, a relação de políticos que tiveram suas contas rejeitadas por irregularidades pelo TCU.A rejeição das contas poderia tornar inelegíveis esses políticos com base na Lei da Ficha Limpa, segundo afirmou a ministra Carmen Lúcia.

Caberá à Justiça Eleitoral decidir sobre a inelegibilidade em cada um dos casos.A lista inclui ao menos 6.000 nomes de gestores públicos federais, estaduais e municipais que tiveram contas rejeitadas pelo TCU em decisões definitivas, e irrecorríveis, nos últimos oito anos, segundo informou o presidente do TCU.Pois bem, agora, por quatro votos a três, o mesmo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou o registro de candidaturas para os políticos com as contas sujas, num recuo provocado pela pressão dos partidos.

Houve uma grande comoção nacional para a aprovação do projeto “Ficha Limpa”, em 2010 – cujo relator, curiosamente, foi o senador Demóstenes Torres, na época considerado um guardião da moralidade em Brasília. E agora, no apagar das luzes e sem o menor alarde, o TSE tenta anular a lei que havia deixado o eleitorado brasileiro mais satisfeito nos últimos tempos. De acordo com o relator – Ministro Toffoli –, seria injusto impedir a candidatura de políticos que tiveram contas reprovadas por erros menores na apresentação dos gastos e receitas de campanha. Para ele, isso colocaria no mesmo patamar quem teve as contas reprovadas por motivos graves, como o abuso de poder econômico, e quem não teve as contas aceitas por motivos menos sérios. "As contas apresentadas desacompanhadas de documentos que comprovem sua veracidade, apresentadas de maneira fajuta, devem ser consideradas não prestadas", disse Toffoli ao apresentar seu voto a favor dos "conta suja" nesta quinta-feira. Quem pode acreditar nisso?

A Câmara dos Deputados aprovou em 22 de maio um projeto de lei (PL 3839/2012) que permite aos políticos conseguirem o registro de suas candidaturas mesmo com as contas eleitorais rejeitadas. O projeto foi aprovado com o apoio de todos os partidos, à exceção do PSOL. Com isso, nada muda. Tudo fica como está.A proposta seguiu para o Senado, onde ainda deve ser votada. Caso seja aprovada, só vira lei depois da sanção da presidente Dilma Rousseff. Mesmo que seja aprovada e sancionada antes do prazo final para o registro de candidaturas, a lei não deve ser aplicada ainda nas eleições deste ano. Isso porque a Constituição determina que toda lei que modificar as regras do processo eleitoral só será aplicada nas eleições realizadas um ano após sua entrada em vigor. Cada caso específico, no entanto, deve ser decidido pelo TSE. Agora, com a última decisão do TSE nem precisa mais haver pressa. Não é o próprio samba do crioulo doido? O Sérgio Porto, caso estivesse vivo, teria material para alguns FEBEAPÁs (Festival de Besteiras Que Assola O País).

O que vai valer mesmo é a decisão consciente de cada eleitor. O poder está nas nossas mãos. O povo é que deve mostrar através do voto que a lei tem que ser cumprida. Vamos deixar que quatro ministros decidam pelos 110 milhões de brasileiros? Vote bem leitor, faça valer sua escolha. Não venda, não barganhe. Seu voto barganhado dá ao político direitos infinitos e deveres ínfimos. Ele vai apoiar alguma lei contra você, sua família e seus descendentes. Não barganhe, não venda seu voto! Aqui em nosso estado, a OAB, lançou o movimento “Eleições Limpas 2012” que tem como objetivo incentivar a população a participar da fiscalização do pleito municipal. A campanha das eleições municipais deste ano tem como mote: “Você denuncia, a OAB fiscaliza e a democracia acontece”,

O caminho que nos resta é esse: aliar-nos à OAB e votar de forma consciente, escolhendo criteriosamente os nossos candidatos.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:21
 
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