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veni, vidi, vici PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 10 de Junho de 2012 00:00
É com muita alegria que hoje escrevo sobre uma pessoa que influenciou e influencia positivamente muita gente que com ele se relaciona: professor Hildebrando Campestrini.
Nascido em Santa Catarina, por aqui aportou no início de 1960, como seminarista. Quando percebeu que a sua vocação não era o sacerdócio, desligou-se do seminário e começou sua labuta como professor. Acaba de completar 51 anos de magistério.
Campestrini é acadêmico da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Exerceu a sua presidência de forma temporária. Durante muito tempo funcionou como “bombeiro de plantão” da Academia. Quando acontecia de alguma administração extrapolar de suas competências, o professor era convocado para colocar as coisas nos trilhos novamente. O que fez mais de uma vez.
Foi diretor de comunicação do Tribunal de Justiça por 20 anos, até sua aposentadoria. Em 1988 reestruturou a Escola da Magistratura onde, desde então, leciona linguagem forense. Adquiriu tal notoriedade, que passou a ministrar cursos em quase todos os tribunais de justiça do país, bem como nos tribunais de contas. Na penúltima semana de junho ministrou um curso de redação de ementas no STM (Superior Tribunal Militar).
Assumiu a presidência do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul em 2002, dando-lhe um ordenamento próprio, que, aos poucos começou a encontrar a sua verdadeira destinação, sendo hoje referência para todos os demais Institutos do país, alguns com mais de 100 anos de existência.
Ele se define como dialético (tradução: buscador constante da melhor solução) e assim conseguiu aglutinar uma equipe competente, coesa, consciente, que tem permanecido unida sob sua liderança há mais de 10 anos.  Fazem parte da sua administração: eu, como vice-presidente e na diretoria, Vera Tylde de Castro Pinto, Vera Maria Machado Pereira, Ledir Marques Pedroso e atualmente, Marcelo de Moura Bluma.
Mercê do excelente projeto do Instituto e de seu relacionamento pessoal com o então prefeito, André Puccinelli, conquistou a sede atual. O atual prefeito, Nelson Trad Filho, também ex-aluno, nutre por ele o mesmo respeito e admiração, vindo a construir no terreno que o Instituto ocupa um auditório que complementou a estrutura necessária para o seu perfeito funcionamento. A ligação dele com a família Trad é antiga. Quando o professor Campestrini foi injustamente preso pela ditadura militar, o seu advogado foi o dr. Nelson Trad.
Escritor por excelência, o professor é autor de vários livros emblemáticos, dos quais destaco História de Mato Grosso do Sul, na sua 7ª edição, que engloba desde a descoberta do território por Aleixo Garcia em 1524 até a atual administração estadual. Na apresentação do livro informa “que o que me levou a escrever este livro, foi o interesse que sempre tive pela terra que me acolheu em meus verdes anos (para aqui realizar meu projeto de vida)...”. O penúltimo título escrito por ele foi Eldorado – Memória e Riquezas, lançado no último dia 8 de junho, naquele município. O livro mais recente foi lançado no dia 23 próximo passado, que retrata a vida de Eduardo Elias Zahran.
O professor Campestrini conferiu tal magnitude ao Instituto, que é hoje, o maior editor de livros em nosso estado com quase 100 títulos. Criou o “Eu Sou História” já na 17ª edição, que registra a vida e a trajetória de pessoas anônimas e interessantes da nossa cidade. A série “Memória Sul-Mato-Grossense” tem 20 títulos. Na série “Banco de Memórias”, são contabilizados mais de 10 títulos incluindo aí os livros de Pedro Pedrossian, Ruben Figueiró de Oliveira, Wilson Barbosa Martins, Hèlio Mandetta, João Pereira da Rosa, José Corrêa Barbosa, entre outros.
O Conselho Editorial do Instituto é constituído por Valmir Batista Corrêa (presidente), Arnaldo Rodrigues Menecozzi, Eron Brum, Francisco Leal de Queiróz, Lúcia Salsa Corrêa e Paulo Eduardo Cabral. Gente do primeiro time. No campo administrativo o Instituto conta com a competência do Gilson Yamaki que, sozinho, dá conta do recado. Contamos também com a valiosa colaboração da professora Maria Madalena Dib Greco, completando assim o time sob a liderança do professor.
And last but not least, Campestrini acaba de conseguir uma página para o Instituto no jornal O Estado – que com 10 anos de existência já ocupa um lugar de destaque merecidamente conquistado em nossa capital.
Hildebrando Campestrini pode proclamar aos quatro ventos: veni, vidi vici (Vim, vi, venci).


É com muita alegria que hoje escrevo sobre uma pessoa que influenciou e influencia positivamente muita gente que com ele se relaciona: professor Hildebrando Campestrini. Nascido em Santa Catarina, por aqui aportou no início de 1960, como seminarista. Quando percebeu que a sua vocação não era o sacerdócio, desligou-se do seminário e começou sua labuta como professor. Acaba de completar 51 anos de magistério.Campestrini é acadêmico da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Exerceu a sua presidência de forma temporária. Durante muito tempo funcionou como “bombeiro de plantão” da Academia. Quando acontecia de alguma administração extrapolar de suas competências, o professor era convocado para colocar as coisas nos trilhos novamente. O que fez mais de uma vez. Foi diretor de comunicação do Tribunal de Justiça por 20 anos, até sua aposentadoria.

 Em 1988 reestruturou a Escola da Magistratura onde, desde então, leciona linguagem forense. Adquiriu tal notoriedade, que passou a ministrar cursos em quase todos os tribunais de justiça do país, bem como nos tribunais de contas. Na penúltima semana de junho ministrou um curso de redação de ementas no STM (Superior Tribunal Militar).

Assumiu a presidência do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul em 2002, dando-lhe um ordenamento próprio, que, aos poucos começou a encontrar a sua verdadeira destinação, sendo hoje referência para todos os demais Institutos do país, alguns com mais de 100 anos de existência.

Ele se define como dialético (tradução: buscador constante da melhor solução) e assim conseguiu aglutinar uma equipe competente, coesa, consciente, que tem permanecido unida sob sua liderança há mais de 10 anos.  Fazem parte da sua administração: eu, como vice-presidente e na diretoria, Vera Tylde de Castro Pinto, Vera Maria Machado Pereira, Ledir Marques Pedroso e atualmente, Marcelo de Moura Bluma.

Mercê do excelente projeto do Instituto e de seu relacionamento pessoal com o então prefeito, André Puccinelli, conquistou a sede atual. O atual prefeito, Nelson Trad Filho, também ex-aluno, nutre por ele o mesmo respeito e admiração, vindo a construir no terreno que o Instituto ocupa um auditório que complementou a estrutura necessária para o seu perfeito funcionamento. A ligação dele com a família Trad é antiga. Quando o professor Campestrini foi injustamente preso pela ditadura militar, o seu advogado foi o dr. Nelson Trad.

Escritor por excelência, o professor é autor de vários livros emblemáticos, dos quais destaco História de Mato Grosso do Sul, na sua 7ª edição, que engloba desde a descoberta do território por Aleixo Garcia em 1524 até a atual administração estadual. Na apresentação do livro informa “que o que me levou a escrever este livro, foi o interesse que sempre tive pela terra que me acolheu em meus verdes anos (para aqui realizar meu projeto de vida)...”.

O penúltimo título escrito por ele foi Eldorado – Memória e Riquezas, lançado no último dia 8 de junho, naquele município. O livro mais recente foi lançado no dia 23 próximo passado, que retrata a vida de Eduardo Elias Zahran.

O professor Campestrini conferiu tal magnitude ao Instituto, que é hoje, o maior editor de livros em nosso estado com quase 100 títulos. Criou o “Eu Sou História” já na 17ª edição, que registra a vida e a trajetória de pessoas anônimas e interessantes da nossa cidade.

A série “Memória Sul-Mato-Grossense” tem 20 títulos. Na série “Banco de Memórias”, são contabilizados mais de 10 títulos incluindo aí os livros de Pedro Pedrossian, Ruben Figueiró de Oliveira, Wilson Barbosa Martins, Hèlio Mandetta, João Pereira da Rosa, José Corrêa Barbosa, entre outros.

O Conselho Editorial do Instituto é constituído por Valmir Batista Corrêa (presidente), Arnaldo Rodrigues Menecozzi, Eron Brum, Francisco Leal de Queiróz, Lúcia Salsa Corrêa e Paulo Eduardo Cabral. Gente do primeiro time.

No campo administrativo o Instituto conta com a competência do Gilson Yamaki que, sozinho, dá conta do recado. Contamos também com a valiosa colaboração da professora Maria Madalena Dib Greco, completando assim o time sob a liderança do professor. And last but not least, Campestrini acaba de conseguir uma página para o Instituto no jornal O Estado – que com 10 anos de existência já ocupa um lugar de destaque merecidamente conquistado em nossa capital.

Hildebrando Campestrini pode proclamar aos quatro ventos: veni, vidi vici (Vim, vi, venci).

Última atualização em Qui, 08 de Novembro de 2012 14:39
 
Comissão da Verdade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 20 de Maio de 2012 00:00
Em recente ato que reuniu os ex-presidentes da República José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio da Silva com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff instalou com pompa e circunstância a Comissão Nacional da Verdade. O objetivo da Comissão é apurar no prazo de dois anos as violações aos direitos humanos cometidos pelo Estado brasileiro no período de 1946 a 1988, incluindo aí, naturalmente, o período da ditadura militar. Os comandantes das Forças Armadas também estiveram presentes.
Segundo a presidente, “A Comissão não abriga ressentimento, ódio nem perdão. Ela só é contrária ao esquecimento”. Afirmou ainda que não revogará a Lei da Anistia, que perdoou crimes cometidos por agentes do Estado na época da ditadura. “Esta não é uma ação de governo, estamos celebrando um ato de Estado”.
A Comissão Nacional da Verdade é um grupo formado por sete integrantes. O foco inicial deve ser os desaparecimentos políticos e eventos da ditadura militar (1964-1985). A demora na constituição dos membros da Comissão, que mereceu muitas críticas, se deveu principalmente ao cuidado na seleção dos mesmos. Seus integrantes são pessoas que mereceram elogios de todos os órgãos de imprensa e dos partidos políticos, confirmando o acerto de critérios na escolha.
Naturalmente, há reações de setores contrários a qualquer investigação dos fatos que serão apurados, alegando que a Lei da Anistia já perdoou todos os envolvidos, militares e militantes políticos que se engalfinharam nas lutas pela volta do estado de direito. Vamos torcer para que tudo transcorra de forma equilibrada.
Constantemente pipocam no noticiário manobras do PT querendo criar mecanismos de controle da imprensa, contra as quais, naturalmente, todos os órgãos de comunicação se posicionam de forma contrária. Mas o partido não sossega, volta e meia ressurge com uma desculpa para voltar ao assunto. Logo o PT – quem diria! A reação da imprensa se deve à censura ferrenha porque passou na época da ditadura. Gato escaldado tem medo de água fria.
Me lembro de O Estado de São Paulo publicando trechos de Os Lusíadas, de Camões, para preencher os espaços dos textos censurados. Havia nas redações um censor, cuja ação era imediata e irrecorrível. O Pasquim, o jornal brasileiro que com mais brilhantismo e com maior frequência incomodou os militares, chegou a ter sua circulação suspensa.
O vírus da censura, às vezes, é disseminado de forma oculta, mas sempre com a mesma finalidade: censurar. Eu torço para que esse vício seja erradicado. Em pleno século XXI não se pode mais conceber nem aceitar tal atitude.
Esse tema me levou a considerar a sugestão da criação de uma Comissão da Verdade particular para cada cidadão, individual, intrínseca, com o objetivo de avaliar e julgar os atos de cada um, com isenção, sem aquela condescendência com que normalmente tratamos nossos assuntos pessoais. Vamos colocá-la em ação diariamente e sem alarde, definindo a sua competência e abrangência na própria história de cada um de nós, que estamos longe dos holofotes.
E que a Comissão Nacional da Verdade cumpra sua missão com total isenção.


Em recente ato que reuniu os ex-presidentes da República José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio da Silva com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff instalou com pompa e circunstância a Comissão Nacional da Verdade.

O objetivo da Comissão é apurar no prazo de dois anos as violações aos direitos humanos cometidos pelo Estado brasileiro no período de 1946 a 1988, incluindo aí, naturalmente, o período da ditadura militar. Os comandantes das Forças Armadas também estiveram presentes. Segundo a presidente, “A Comissão não abriga ressentimento, ódio nem perdão. Ela só é contrária ao esquecimento”. Afirmou ainda que não revogará a Lei da Anistia, que perdoou crimes cometidos por agentes do Estado na época da ditadura. “Esta não é uma ação de governo, estamos celebrando um ato de Estado”.

A Comissão Nacional da Verdade é um grupo formado por sete integrantes. O foco inicial deve ser os desaparecimentos políticos e eventos da ditadura militar (1964-1985). A demora na constituição dos membros da Comissão, que mereceu muitas críticas, se deveu principalmente ao cuidado na seleção dos mesmos. Seus integrantes são pessoas que mereceram elogios de todos os órgãos de imprensa e dos partidos políticos, confirmando o acerto de critérios na escolha.

Naturalmente, há reações de setores contrários a qualquer investigação dos fatos que serão apurados, alegando que a Lei da Anistia já perdoou todos os envolvidos, militares e militantes políticos que se engalfinharam nas lutas pela volta do estado de direito. Vamos torcer para que tudo transcorra de forma equilibrada.

Constantemente pipocam no noticiário manobras do PT querendo criar mecanismos de controle da imprensa, contra as quais, naturalmente, todos os órgãos de comunicação se posicionam de forma contrária. Mas o partido não sossega, volta e meia ressurge com uma desculpa para voltar ao assunto. Logo o PT – quem diria que deve sua existência ao apoio da imprensa! A reação da imprensa se deve à censura ferrenha porque passou na época da ditadura. Gato escaldado tem medo de água fria.

Me lembro de O Estado de São Paulo publicando trechos de Os Lusíadas, de Camões, para preencher os espaços dos textos censurados. Havia nas redações um censor, cuja ação era imediata e irrecorrível. O Pasquim, o jornal brasileiro que com mais brilhantismo e com maior frequência incomodou os militares, chegou a ter sua circulação suspensa.

O vírus da censura, às vezes, é disseminado de forma oculta, mas sempre com a mesma finalidade: censurar. Eu torço para que esse vício seja erradicado. Em pleno século XXI não se pode mais conceber nem aceitar tal atitude.

Esse tema me levou a considerar a sugestão da criação de uma Comissão da Verdade particular para cada cidadão, individual, intrínseca, com o objetivo de avaliar e julgar os atos de cada um, com isenção, sem aquela condescendência com que normalmente tratamos nossos assuntos pessoais. Vamos colocá-la em ação diariamente e sem alarde, definindo a sua competência e abrangência na própria história de cada um de nós, que estamos longe dos holofotes.  

E que a Comissão Nacional da Verdade cumpra sua missão com total isenção.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 17:48
 
Gente que faz PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 02 de Junho de 2012 00:00
Campo Grande é uma cidade construída por gigantes. Gigantes na política, na sociedade, no comércio, na indústria, enfim, em todos os setores de atividades. Um dos maiores gigantes, sem dúvida nenhuma, é Jorge Elias Zahran - pela sua competência, humanismo e visão empresarial. Este homem construiu um conjunto de obras que não se esgotam unicamente na sua medida em metros quadrados, mas valem principalmente pelo seu conteúdo social e alcance de utilidade, no tempo e no espaço.
No dia 2 de junho último, participei do Arraial da AACC, realizado no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, como voluntário na equipe da cozinha de produção. E ali observando o que representa hoje para a nossa cidade um empreendimento dessa natureza, me veio naturalmente o nome do cidadão que teve a ousadia de construí-lo: Jorge Elias Zahran.
O Jorge é um dos grandes empreendedores da nossa cidade. É autor de obras cuja perenidade já imortalizou o seu nome. Ele é o quarto filho de Elias e Laila Zahran, irmão do Eduardo, do Ueze, do Nagib, do João e da Jeannette – figuras que são referência em nosso estado. O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, lançará nos próximos dias um livro que retrata a vida de Eduardo Elias Zahran, resgatando assim uma dívida de gratidão da nossa cidade e do nosso estado, com esse grande cidadão que tanto fez pela nossa região, pelo nosso país e, principalmente, pela nossa cidade.
A família Zahran é constituída de seres especiais. Aí está o Ueze que com muita competência soube consolidar a semente plantada pelo
Eduardo. Contou com a valiosa união e apoio de todos os seus irmãos na construção do Grupo Zahran, constituído hoje pela Copagaz, TV Morena, TV Cidade Branca (Corumbá), TV Centro América (Cuiabá, Rondonópolis, Alta Floresta), TV Ponta Porã e Fundação Ueze Zahran.
E o Jorge, como membro típico desse clã, abriu um caminho próprio dentro das entidades de classe do setor da indústria. Fundador da Federação das Indústrias em nosso estado, foi seu primeiro presidente, exercendo diversos mandatos conseguiu deixar um legado que merece o respeito de toda a nossa população.
Jorge construiu a sede própria da Federação, a sede própria do Sebrae (em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas) – de cujo conselho deliberativo foi presidente durante oito anos, o Centro de Convenções e Exposições Albano Franco e todo o complexo do Sesi numa área com 40 hectares, constando do Clube do Trabalhador, ginásio de esportes, piscina, restaurante e escola de 1º grau que leva o nome de sua mulher, Maria José Castello Zahran. Vale lembrar que ele também incrementou o Senai. Adquiriu ainda a área para construção da colônia de férias em Bonito e uma área urbana com 20.000 metros quadrados na avenida Ricardo Brandão, ao lado da Uniderp..
O Jorge foi secretário de indústria e comércio no último governo Pedrossian, em que eu era titular da comunicação social. Na ocasião, tivemos oportunidade de estreitar nossos laços que já vinham desde a fundação do Sindicato dos Corretores de Imóveis, em 1980. Embora não tenha exercido diretamente a atividade profissional de corretor de imóveis, Jorge é credenciado e sempre esteve ativo e participante em todos os movimentos do Sindicato, votando em todas as eleições. Foi juntamente comigo fundador da Câmara de Valores Imobiliários em 1983.  Sempre tive o privilégio de contar com o seu voto, nas diversas eleições que ocorreram desde a fundação do Sindicato.
Ele sempre se caracterizou pela liberdade que concedia aos seus executivos, confiava e acompanhava o desempenho de cada um. A sua trajetória vitoriosa sempre encontrou em seus assessores um apoio que se consolidava pelo respeito mútuo. É um empresário humano, empreendedor, sempre lembrado pelos seus ex-funcionários pela forma carinhosa e até amorosa com que tratava a todos.
O Jorge é um praticante natural da lei da doação, que é uma das sete leis espirituais do sucesso, apresentadas por Deppak Chopra, em seu livro com esse título. Ele sempre influenciou as pessoas que com ele trabalhavam praticando essa lei: “A intenção por trás dos atos de dar e receber é o elemento mais relevante”. “A abundância tem expressão material, mas o que realmente está em circulação é a consciência”. E nesse quesito o Jorge é um mestre.
Enfim, um gigante.

Campo Grande é uma cidade construída por gigantes. Gigantes na política, na sociedade, no comércio, na indústria, enfim, em todos os setores de atividades. Um dos maiores gigantes, sem dúvida nenhuma, é Jorge Elias Zahran - pela sua competência, humanismo e visão empresarial. Este homem construiu um conjunto de obras que não se esgotam unicamente na sua medida em metros quadrados, mas valem principalmente pelo seu conteúdo social e alcance de utilidade, no tempo e no espaço.  

No dia 2 de junho último, participei do Arraial da AACC, realizado no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, como voluntário na equipe da cozinha de produção. E ali observando o que representa hoje para a nossa cidade um empreendimento dessa natureza, me veio naturalmente o nome do cidadão que teve a ousadia de construí-lo: Jorge Elias Zahran. O Jorge é um dos grandes empreendedores da nossa cidade. É autor de obras cuja perenidade já imortalizou o seu nome. Ele é o quarto filho de Elias e Laila Zahran, irmão do Eduardo, do Ueze, do Nagib, do João e da Jeannette – figuras que são referência em nosso estado.

O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, lançará nos próximos dias um livro que retrata a vida de Eduardo Elias Zahran, resgatando assim uma dívida de gratidão da nossa cidade e do nosso estado, com esse grande cidadão que tanto fez pela nossa região, pelo nosso país e, principalmente, pela nossa cidade. A família Zahran é constituída de seres especiais. Aí está o Ueze que com muita competência soube consolidar a semente plantada pelo Eduardo. Contou com a valiosa união e apoio de todos os seus irmãos na construção do Grupo Zahran, constituído hoje pela Copagaz, TV Morena, TV Cidade Branca (Corumbá), TV Centro América (Cuiabá, Rondonópolis, Alta Floresta), TV Ponta Porã e Fundação Ueze Zahran. E o Jorge, como membro típico desse clã, abriu um caminho próprio dentro das entidades de classe do setor da indústria.

Fundador da Federação das Indústrias em nosso estado, foi seu primeiro presidente, exercendo diversos mandatos conseguiu deixar um legado que merece o respeito de toda a nossa população.Jorge construiu a sede própria da Federação, a sede própria do Sebrae (em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas) – de cujo conselho deliberativo foi presidente durante oito anos, o Centro de Convenções e Exposições Albano Franco e todo o complexo do Sesi numa área com 40 hectares, constando do Clube do Trabalhador, ginásio de esportes, piscina, restaurante e escola de 1º grau que leva o nome de sua mulher, Maria José Castello Zahran.

Vale lembrar que ele também incrementou o Senai. Adquiriu ainda a área para construção da colônia de férias em Bonito e uma área urbana com 20.000 metros quadrados na avenida Ricardo Brandão, ao lado da Uniderp.. O Jorge foi secretário de indústria e comércio no último governo Pedrossian, em que eu era titular da comunicação social. Na ocasião, tivemos oportunidade de estreitar nossos laços que já vinham desde a fundação do Sindicato dos Corretores de Imóveis, em 1980. Embora não tenha exercido diretamente a atividade profissional de corretor de imóveis, Jorge é credenciado e sempre esteve ativo e participante em todos os movimentos do Sindicato, votando em todas as eleições. Foi juntamente comigo fundador da Câmara de Valores Imobiliários em 1983.  Sempre tive o privilégio de contar com o seu voto, nas diversas eleições que ocorreram desde a fundação do Sindicato. 

Ele sempre se caracterizou pela liberdade que concedia aos seus executivos, confiava e acompanhava o desempenho de cada um. A sua trajetória vitoriosa sempre encontrou em seus assessores um apoio que se consolidava pelo respeito mútuo. É um empresário humano, empreendedor, sempre lembrado pelos seus ex-funcionários pela forma carinhosa e até amorosa com que tratava a todos.O Jorge é um praticante natural da lei da doação, que é uma das sete leis espirituais do sucesso, apresentadas por Deppak Chopra, em seu livro com esse título.

Ele sempre influenciou as pessoas que com ele trabalhavam praticando essa lei: “A intenção por trás dos atos de dar e receber é o elemento mais relevante”. “A abundância tem expressão material, mas o que realmente está em circulação é a consciência”. E nesse quesito o Jorge é um mestre.

Enfim, um gigante.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:23
 
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