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Beau Geste PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 11 de Maio de 2012 00:00
Beau Geste é uma história clássica de fraternidade entre irmãos ingleses que se alistam na famosa Legião Estrangeira Francesa, de autoria de P. C. Wren. Foi filmado em 1939, com Gary Cooper no papel principal: representava uma metáfora entre os valores britânicos da classe alta de um tempo passado. E aqui ao retratar o gesto de um descendente de ingleses, valho-me do título por que bem representa o espírito que norteou a ação do cidadão protagonista deste artigo. Significa “Nobre Gesto”.
Uma das virtudes mais louváveis no ser humano é a reverência aos antepassados. Os orientais são mestres nesse quesito. Fazem dessa reverência uma prática que os coloca em posição de destaque perante a humanidade.
Em Campo Grande, nós temos um pesquisador que fez dessa prática um ideal. E começou aos oitenta e dois anos. (Moisés, quando começou a caminhada pelo deserto com o povo hebreu tinha oitenta anos).
O pesquisador em questão é Milton Cox, hoje com 96 anos. Ao ser indagado por uma neta que queria saber quantos irmãos ele tinha, Milton se viu na mesma situação de desconhecimento quanto aos seus ancestrais. A partir daí iniciou um trabalho que jogou luz sobre as origens de sua família, pesquisa para a qual dedicou dois anos de sua vida.
Tive acesso à pesquisa familiar de Milton Cox, por meio de uma busca que nós, associados do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, fazemos constantemente. É uma garimpagem de histórias e personagens interessantes de nosso estado que nos leva à descoberta de verdadeiros tesouros.
Milton registrou a história da família Cox, nos séculos XIX e XX. Descobriu que sua família é originária da cidade de Southampton, no condado de Hamsphire, na Inglaterra. Sua bisavó, Mary Smith Cox, matriarca da família, aportou na Bahia por volta de 1856 com seus seis filhos: William Penley, Randolph Smith, Peter Smith, Osmond Paul, Franklin e Edmund Penley Cox os últimos três engenheiros civis – dando início à sua prole em nosso país.
A partir de quatro dos dez filhos de Edmund – avô de Milton –, foram contabilizados 226 descendentes. Dos outros seis, não se conseguiram informações.
O pai do Milton, Francisco Eduardo Cox, vindo do Rio de Janeiro, chegou a Três Lagoas em fins de 1919, para dirigir as oficinas de montagem da ponte metálica da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil sobre o rio Paraná, uma construção com 1.200 metros de comprimento. Francisco Cox permaneceu à frente dessa oficina até 1931, tendo montado outras pontes menores e alguns pontilhões no trecho entre Três Lagoas e Porto Esperança. Continuou morando em Três Lagoas onde faleceu em 1950, aos 86 anos.
O interessante é que Milton elaborou seu trabalho de pesquisa de forma artesanal, elencando dados e utilizando somente o telefone como meio de consulta. A partir daí foi relacionando bisavós, avós, pais, filhos, netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, que constituíram uma imensa árvore genealógica. Ele doou ao Instituto Histórico e Geográfico um exemplar do seu trabalho, que agora pertence ao nosso acervo, e está à disposição da população.
Uma versão digital com a relação de outros membros da família Cox será disponibilizada tão logo esteja pronta, no site do Instituto, www.ihgms.org.br.
O trabalho de Milton Cox representa um verdadeiro atestado de perseverança e dedicação, coroando um registro feito com amor, de forma empírica. Ele erigiu, com diligência, um monumento à determinação, demonstrando que quando se tem vontade e um objetivo claro, tudo concorre a favor. Por falta de orientação técnica, ele mesmo foi seu professor, treinador, e técnico. Aprendeu a organizar o seu trabalho com a prática. Demonstrou que o tempo é amigo daqueles que usam o juízo para utilizá-lo da melhor forma.
Milton Cox é a perfeita encarnação do justo respeito aos antepassados.

Beau Geste é uma história clássica de fraternidade entre irmãos ingleses que se alistam na famosa Legião Estrangeira Francesa, de autoria de P. C. Wren. Foi filmado em 1939, com Gary Cooper no papel principal: representava uma metáfora entre os valores britânicos da classe alta de um tempo passado. E aqui ao retratar o gesto de um descendente de ingleses, valho-me do título por que bem representa o espírito que norteou a ação do cidadão protagonista deste artigo. Significa “Nobre Gesto”.Uma das virtudes mais louváveis no ser humano é a reverência aos antepassados. Os orientais são mestres nesse quesito. Fazem dessa reverência uma prática que os coloca em posição de destaque perante a humanidade.

Em Campo Grande, nós temos um pesquisador que fez dessa prática um ideal. E começou aos oitenta e dois anos. (Moisés, quando começou a caminhada pelo deserto com o povo hebreu tinha oitenta anos). O pesquisador em questão é Milton Cox, hoje com 96 anos. Ao ser indagado por uma neta que queria saber quantos irmãos ele tinha, Milton se viu na mesma situação de desconhecimento quanto aos seus ancestrais. A partir daí iniciou um trabalho que jogou luz sobre as origens de sua família, pesquisa para a qual dedicou dois anos de sua vida.

Tive acesso à pesquisa familiar de Milton Cox, por meio de uma busca que nós, associados do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, fazemos constantemente. É uma garimpagem de histórias e personagens interessantes de nosso estado que nos leva à descoberta de verdadeiros tesouros.

Milton registrou a história da família Cox, nos séculos XIX e XX. Descobriu que sua família é originária da cidade de Southampton, no condado de Hamsphire, na Inglaterra. Sua bisavó, Mary Smith Cox, matriarca da família, aportou na Bahia por volta de 1856 com seus seis filhos: William Penley, Randolph Smith, Peter Smith, Osmond Paul, Franklin e Edmund Penley Cox os últimos três engenheiros civis – dando início à sua prole em nosso país.A partir de quatro dos dez filhos de Edmund – avô de Milton –, foram contabilizados 226 descendentes. Dos outros seis, não se conseguiram informações. 

O pai do Milton, Francisco Eduardo Cox, vindo do Rio de Janeiro, chegou a Três Lagoas em fins de 1919, para dirigir as oficinas de montagem da ponte metálica da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil sobre o rio Paraná, uma construção com 1.200 metros de comprimento. Francisco Cox permaneceu à frente dessa oficina até 1931, tendo montado outras pontes menores e alguns pontilhões no trecho entre Três Lagoas e Porto Esperança. Continuou morando em Três Lagoas onde faleceu em 1950, aos 86 anos. 

O interessante é que Milton elaborou seu trabalho de pesquisa de forma artesanal, elencando dados e utilizando somente o telefone como meio de consulta. A partir daí foi relacionando bisavós, avós, pais, filhos, netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, que constituíram uma imensa árvore genealógica. Ele doou ao Instituto Histórico e Geográfico um exemplar do seu trabalho, que agora pertence ao nosso acervo, e está à disposição da população.Uma versão digital com a relação de outros membros da família Cox será disponibilizada tão logo esteja pronta, no site do Instituto, www.ihgms.org.br.

O trabalho de Milton Cox representa um verdadeiro atestado de perseverança e dedicação, coroando um registro feito com amor, de forma empírica. Ele erigiu, com diligência, um monumento à determinação, demonstrando que quando se tem vontade e um objetivo claro, tudo concorre a favor. Por falta de orientação técnica, ele mesmo foi seu professor, treinador, e técnico. Aprendeu a organizar o seu trabalho com a prática.

Demonstrou que o tempo é amigo daqueles que usam o juízo para utilizá-lo da melhor forma. Milton Cox é a perfeita encarnação do justo respeito aos antepassados.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:23
 
Alemão fujão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 01 de Junho de 2012 17:43
No tempo em que trabalhei no Banco do Brasil, em Ponta Porã, entre os colegas e amigos com quem convivi naquele período áureo da minha vida, destaco hoje, o Júlio Cesar Baasch. Descendente de alemães, nascido em Palhoça-SC, município hoje da Grande Florianópolis. O meu relacionamento com ele, em princípio foi de rivalidade no ping-pong, no futebol de salão e nas tiradas próprias dos funcionários do banco. Aos poucos, fomos nos harmonizando, chegando a amigos, compadres e irmãos verdadeiros.
Pois bem, o Alemão como ficou conhecido, depois de um determinado tempo, começou a namorar a Isabel, minha cunhada. Não sei por que, o namoro acabou. E ele então pediu transferência para o Rio de Janeiro. Por isso, Júlio ganhou o apelido de Alemão fujão.
Ao participar de um bingo, cujo prêmio principal era um jogo completo de casa, a Isabel ganhou o prêmio maior. Inclusive alguém falou: “Feliz no jogo, infeliz no amor”.
Na época a minha filha Valéria, a número 1, tinha dois anos e ensinaram para a Isabel, uma simpatia para fazer o namorado voltar: Colocar uma menina pequena embaixo da mesa e ela dizendo: “Volta tio Júlio, volta tio Júlio”.  E lá ficava a Valéria em baixo da mesa, com essa cantilena sem parar. Pelo sim, pelo não, o certo é que, como narro a seguir a simpatia deu certo. Fica a dica.
Logo depois, fui designado para um curso de aperfeiçoamento em Curitiba. Quando lá estava recebi a visita de um colega que estava de ferias: Mateus Aerte Pires. Ele disse que o Alemão estava agora trabalhando na agência do banco em Itajaí-SC. E propôs que ligássemos para ele, pois estávamos no período da semana santa. Assim fizemos. O Alemão ficou muito alegre e nos convidou para irmos até Itajaí. Quando lá chegamos foi logo perguntando pela Isabel e só falava nela. Ligamos para Ponta Porã. Na época poucas pessoas tinham telefone. Acabamos marcando dia e hora para que ele falasse com ela. Resumo da ópera: voltaram a namorar e se casaram logo depois, em l967.
Na ocasião do casamento, a mãe do Júlio, dona Virgulina, veio com antecedência para a cerimônia. Pouco depois que ela chegou, recebemos a notícia: seu Evaldo, marido dela e, portanto, pai do noivo, tinha acabado de falecer. Diante disso, urgia levar dona Virgulina de volta para assistir ao sepultamento em Santa Catarina. Júlio tinha um fusca azul. Embarquei nessa viagem, a bordo do fusca, com dona Virgulina, a noiva, minha cunhada Isabel, e o Júlio.
Seguíamos pela estrada de terra, não havia asfalto, quando de repente furou um pneu. Trocamos o pneu bem rápido, pois tínhamos hora para chegar, e seguimos viagem. Alguns quilômetros à frente, o pneu soltou-se da roda, voou para longe e fez o carro adernar para o lado. Entramos no mato atrás do pneu perdido que foi achado logo a seguir. Na pressa de trocar o pneu, não tínhamos dado o aperto final e os parafusos se soltaram com os solavancos da estrada. Foi impossível achá-los. Apesar da situação, baixou uma luz e tivemos a ideia de tirar um parafuso de cada roda para repor os que faltavam e seguimos viagem com um parafuso a menos em cada pneu, até o primeiro borracheiro nos socorrer. Felizmente, conseguimos chegar a tempo em Palhoça para assistir ao sepultamento.
Na década de 80, o Júlio trabalhando no Banco do Brasil em Joinville, pediu transferência para Campo Grande. Passou a trabalhar no CESEC, centro de computação do banco, onde anos depois se aposentou.
O compadre foi residir na rua Salim Maluf, no Taveirópolis. Certa vez, comprou uma chácara em Terenos e, de quebra, também adquiriu um trator. O vendedor foi entregar o trator na casa do Júlio. E lá deixou estacionada a máquina, que tomava quase toda a rua. Sentindo-se dono de um trator, meu compadre resolveu pilotá-lo e dirigiu-se, todo pimpão, ao posto de gasolina mais próximo, em frente à sede do Esporte Clube Comercial. O volante do trator estava com duas voltas de folga, e ele só percebeu isso quando atropelou a bomba de gasolina do posto, causando um baita tumulto. Nunca antes no Taveirópolis seu viu nada parecido. Pode ter sido um prenúncio de que o Júlio e o trator não foram feitos um para o outro. Tempos depois, ele naturalmente se desfez do trator e da chácara.

No tempo em que trabalhei no Banco do Brasil, em Ponta Porã, entre os colegas e amigos com quem convivi naquele período áureo da minha vida, destaco hoje, o Júlio Cesar Baasch. Descendente de alemães, nascido em Palhoça-SC, município hoje da Grande Florianópolis. O meu relacionamento com ele, em princípio foi de rivalidade no ping-pong, no futebol de salão e nas tiradas próprias dos funcionários do banco. Aos poucos, fomos nos harmonizando, chegando a amigos, compadres e irmãos verdadeiros.

Pois bem, o Alemão como ficou conhecido, depois de um determinado tempo, começou a namorar a Isabel, minha cunhada. Não sei por que, o namoro acabou. E ele então pediu transferência para o Rio de Janeiro. Por isso, Júlio ganhou o apelido de Alemão fujão.

Ao participar de um bingo, cujo prêmio principal era um jogo completo de casa, a Isabel ganhou o prêmio maior. Inclusive alguém falou: “Feliz no jogo, infeliz no amor”.Na época a minha filha Valéria, a número 1, tinha dois anos e ensinaram para a Isabel, uma simpatia para fazer o namorado voltar: Colocar uma menina pequena embaixo da mesa e ela dizendo: “Volta tio Júlio, volta tio Júlio”.  E lá ficava a Valéria em baixo da mesa, com essa cantilena sem parar. Pelo sim, pelo não, o certo é que, como narro a seguir a simpatia deu certo. Fica a dica.

Logo depois, fui designado para um curso de aperfeiçoamento em Curitiba. Quando lá estava recebi a visita de um colega que estava de ferias: Mateus Aerte Pires. Ele disse que o Alemão estava agora trabalhando na agência do banco em Itajaí-SC. E propôs que ligássemos para ele, pois estávamos no período da semana santa. Assim fizemos. O Alemão ficou muito alegre e nos convidou para irmos até Itajaí. Quando lá chegamos foi logo perguntando pela Isabel e só falava nela. Ligamos para Ponta Porã. Na época poucas pessoas tinham telefone. Acabamos marcando dia e hora para que ele falasse com ela. Resumo da ópera: voltaram a namorar e se casaram logo depois, em l967.

Na ocasião do casamento, a mãe do Júlio, dona Virgulina, veio com antecedência para a cerimônia. Pouco depois que ela chegou, recebemos a notícia: seu Evaldo, marido dela e, portanto, pai do noivo, tinha acabado de falecer. Diante disso, urgia levar dona Virgulina de volta para assistir ao sepultamento em Santa Catarina. Júlio tinha um fusca azul. Embarquei nessa viagem, a bordo do fusca, com dona Virgulina, a noiva, minha cunhada Isabel, e o Júlio. Seguíamos pela estrada de terra, não havia asfalto, quando de repente furou um pneu. Trocamos o pneu bem rápido, pois tínhamos hora para chegar, e seguimos viagem. Alguns quilômetros à frente, o pneu soltou-se da roda, voou para longe e fez o carro adernar para o lado. Entramos no mato atrás do pneu perdido que foi achado logo a seguir. Na pressa de trocar o pneu, não tínhamos dado o aperto final e os parafusos se soltaram com os solavancos da estrada. Foi impossível achá-los. Apesar da situação, baixou uma luz e tivemos a ideia de tirar um parafuso de cada roda para repor os que faltavam e seguimos viagem com um parafuso a menos em cada pneu, até o primeiro borracheiro nos socorrer. Felizmente, conseguimos chegar a tempo em Palhoça para assistir ao sepultamento. 

Na década de 80, o Júlio trabalhando no Banco do Brasil em Joinville, pediu transferência para Campo Grande. Passou a trabalhar no CESEC, centro de computação do banco, onde anos depois se aposentou. 

O compadre foi residir na rua Salim Maluf, no Taveirópolis. Certa vez, comprou uma chácara em Terenos e, de quebra, também adquiriu um trator. O vendedor foi entregar o trator na casa do Júlio. E lá deixou estacionada a máquina, que tomava quase toda a rua. Sentindo-se dono de um trator, meu compadre resolveu pilotá-lo e dirigiu-se, todo pimpão, ao posto de gasolina mais próximo, em frente à sede do Esporte Clube Comercial. O volante do trator estava com duas voltas de folga, e ele só percebeu isso quando atropelou a bomba de gasolina do posto, causando um baita tumulto. Nunca antes no Taveirópolis seu viu nada parecido. Pode ter sido um prenúncio de que o Júlio e o trator não foram feitos um para o outro. Tempos depois, ele naturalmente se desfez do trator e da chácara.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:26
 
Boas sementes, bons frutos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 19 de Maio de 2012 00:00
Na noite de 18 de maio, tive a oportunidade de participar do evento de inauguração da sede definitiva  da Academia Maçônica de Letras do Estado de Mato Grosso do Sul, sob a presidência do acadêmico Cid Antunes da Costa. Houve a presença de autoridades do meio cultural do nosso estado: Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura do estado – representando o governador André Puccinelli –, Reginaldo Alves de Araújo, presidente da Academia de Letras do estado, Edilson Aspet Azambuja, da diretoria da Fundação de Cultura, e as mais altas e representativas autoridades do mundo maçônico: Márcio Lolli Ghetti, Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Jordão Abreu da Silva Júnior, Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul e Temístocles Minervini, representando o Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul, Benjamin Barbosa. Tive a honra de ser convidado para a mesa diretora dos trabalhos, sentando-me ao lado do insigne maçom Fadel Tajher Iunes.
A Academia foi fundada em maio de 1999, pelos então Grão-Mestres das Potências Maçônicas: Fadel Tajher Iunes (Grande Oriente do Brasil), Edgard Buytendorp (Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul) e por mim, que na época era o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul. Interpretando a necessidade de uma agremiação que congregasse os irmãos escritores maçônicos, unimos nossos esforços para essa finalidade. O local que abriga a sede da Academia foi gentilmente cedido pelo Grande Oriente do Brasil.
A inspiração da criação da Academia foi do dr. Fadel Tajher Iunes, que me convidou para, juntos, participarmos de tão importante ato. Convidamos também o Edgard Buytendorp, que de imediato aceitou participar do evento. Assim, naquele histórico e não tão longínquo dia, a Academia foi criada e instalada. A semente então plantada germinou rápido e frutificou produzindo frutos abundantes e generosos.
A sede agora inaugurada, cuja construção teve o fundamental apoio do governo do estado, consta de uma sala para a administração, uma biblioteca e um auditório que sediará as reuniões dos acadêmicos em suas atividades culturais.
Como toda instituição que se preze, a Academia também tem um anjo da guarda: Cibele Regina Barros da Costa, que vela por todos os acadêmicos, prestando-lhes assessoria e ajuda nos mínimos detalhes. Ao final da cerimônia de inauguração, ela recolhia os colares e as pelerines, dizendo: “Aqui só tem homem; se deixar por conta deles, vira bagunça. Por isso faço o meu trabalho”. Com um tom maternal de doçura e gentileza.
O quadro de acadêmicos consta de 40 cadeiras, cada uma com o seu respectivo patrono. O patrono da Academia é o jornalista e maçom Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, o Patriarca da Imprensa Brasileira, que em 1808 fundou o Correio Braziliense, o primeiro jornal do Brasil.
A amizade que envolve os acadêmicos é mais que afeição: é franqueza, sinceridade, aceitar com a mesma seriedade as críticas e os elogios do amigo, são estímulos poderosos para o enobrecimento que une a todos.
A semente foi bem plantada e o solo é fértil.

Na noite de 18 de maio, tive a oportunidade de participar do evento de inauguração da sede definitiva  da Academia Maçônica de Letras do Estado de Mato Grosso do Sul, sob a presidência do acadêmico Cid Antunes da Costa. Houve a presença de autoridades do meio cultural do nosso estado: Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura do estado – representando o governador André Puccinelli –, Reginaldo Alves de Araújo, presidente da Academia de Letras do estado, Edilson Aspet Azambuja, da diretoria da Fundação de Cultura, e as mais altas e representativas autoridades do mundo maçônico: Márcio Lolli Ghetti, Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Jordão Abreu da Silva Júnior, Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul e Temístocles Minervini, representando o Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul, Benjamin Barbosa.

Tive a honra de ser convidado para a mesa diretora dos trabalhos, sentando-me ao lado do insigne maçom Fadel Tajher Iunes.A Academia foi fundada em maio de 1999, pelos então Grão-Mestres das Potências Maçônicas: Fadel Tajher Iunes (Grande Oriente do Brasil), Edgard Buytendorp (Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul) e por mim, que na época era o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul.

Interpretando a necessidade de uma agremiação que congregasse os irmãos escritores maçônicos, unimos nossos esforços para essa finalidade. O local que abriga a sede da Academia foi gentilmente cedido pelo Grande Oriente do Brasil.A inspiração da criação da Academia foi do dr. Fadel Tajher Iunes, que me convidou para, juntos, participarmos de tão importante ato. Convidamos também o Edgard Buytendorp, que de imediato aceitou participar do evento. Assim, naquele histórico e não tão longínquo dia, a Academia foi criada e instalada.

A semente então plantada germinou rápido e frutificou produzindo frutos abundantes e generosos.A sede agora inaugurada, cuja construção teve o fundamental apoio do governo do estado, consta de uma sala para a administração, uma biblioteca e um auditório que sediará as reuniões dos acadêmicos em suas atividades culturais.Como toda instituição que se preze, a Academia também tem um anjo da guarda: Cibele Regina Barros da Costa, que vela por todos os acadêmicos, prestando-lhes assessoria e ajuda nos mínimos detalhes. Ao final da cerimônia de inauguração, ela recolhia os colares e as pelerines, dizendo: “Aqui só tem homem; se deixar por conta deles, vira bagunça. Por isso faço o meu trabalho”. Com um tom maternal de doçura e gentileza.

O quadro de acadêmicos consta de 40 cadeiras, cada uma com o seu respectivo patrono. O patrono da Academia é o jornalista e maçom Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, o Patriarca da Imprensa Brasileira, que em 1808 fundou o Correio Braziliense, o primeiro jornal do Brasil.A amizade que envolve os acadêmicos é mais que afeição: é franqueza, sinceridade, aceitar com a mesma seriedade as críticas e os elogios do amigo, são estímulos poderosos para o enobrecimento que une a todos.A semente foi bem plantada e o solo é fértil.

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:28
 
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