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Primeira-dama PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Janeiro de 2017 23:28
PRIMEIRA-DAMA
A gratidão é o mais nobre dos sentimentos humanos. E é esse sentimento de agradecimento que norteia toda a ação dos historiadores, no sentido de preservar e reverenciar as pessoas que, de uma ou de outra forma, ao longo da história contribuíram para o bem comum.
Dentro desse contexto, refiro-me a uma mulher que, movida pela compaixão, soube aproveitar a oportunidade da condição de esposa do governador para exercer uma influência benéfica para a população mais desfavorecida do estado: Maria Aparecida Pedrossian.
Dona Maria Aparecida encarnou com muita dignidade e idealismo o papel de primeira-dama, honrando o cargo com uma visão humanista como poucas vezes se viu.
A criação do título é creditada ao ex-presidente dos Estados Unidos, Zachary Taylor (1849–1850), o qual chamou Dolley Madison, esposa de seu antecessor James Madison, de “primeira-dama”  (First Lady, em inglês) durante o funeral desta, em 12 de julho de 1849, enquanto recitava um elogio escrito por ele mesmo.
A princípio, a primeira-dama não possui funções oficiais dentro do governo, mas costuma participar de cerimônias públicas e organizar ações sociais, tais como eventos beneficentes. Além disso, uma primeira-dama carismática pode ajudar a transmitir uma imagem positiva de seu marido à população.
É dentro desse contexto que se destaca a figura de Maria Aparecida Pedrossian. Desde sempre, com intenção de contribuir para o bem comum, exerceu uma atividade constante nesse sentido.
Entre todos os feitos que realizou, o que mais comove o seu coração é a criação do Hospital do Câncer. Havia em Campo Grande uma plêiade de mulheres, que sensibilizadas com a questão do câncer e de seus efeitos na saúde da população mais carente, lideradas por dona Conceição Buainain, Sara Figueiró e outras abnegadas senhoras, criaram a Rede Feminina de Combate ao Câncer, embrião do futuro hospital.
Esse grupo de senhoras encontrou todo o apoio por parte de Maria Aparecida que, verificando a existência em Campo Grande do hospital Marechal Rondon, destinado aos funcionários da Rede Ferroviária Federal Noroeste do Brasil, envidou todos os esforços junto ao governador Pedro Pedrossian que, empolgado pela iniciativa, negociou com a Noroeste a cessão do local para sediar o hoje Hospital do Câncer Alfredo Abrão.
Por sua atenção sempre voltada para a questão da saúde, Maria Aparecida Pedrossian foi o nome escolhido para o Hospital Universitário de nossa cidade, em sua homenagem.
Em novembro de 1981 fui convidado por Maria Aparecida para comandar a Secretaria de Comunicação do estado, na gestão do governador Pedro Pedrossian. Uma vez na Secretaria, que dirigi até o fim daquele mandato, pude acompanhar mais de perto toda a sua atuação.
Foi também marcante a sua influência no que se refere à Santa Casa de Campo Grande. Essa instituição tem uma trajetória marcada pela dedicação, idealismo e competência dos que exerceram sua presidência, vencendo barreiras e a incompreensão da maioria dos prefeitos e governadores do estado.
Com Pedrossian foi diferente, justamente por influência direta de Maria Aparecida. Tanto é assim que a UTI implantada na época leva o nome dela, como reconhecimento e homenagem da Santa Casa.
O dr. Arthur D’Ávila Filho, que presidiu o hospital por quase vinte anos, sempre se referia a ela como madrinha da Santa Casa. Há poucos dias, a atual diretoria, liderada por Esacheu Cipriano Nascimento, deu início à comemoração do centenário de fundação do hospital. Na solenidade de inauguração da placa que dá nome ao edifício principal da instituição – dr. Arthur D’Ávila filho – foram prestadas as devidas homenagens ao casal Pedro Pedrossian e Maria Aparecida, em sinal de reverência e agradecimento.
Maria Aparecida Pedrossian, uma primeira-dama exemplar.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.


A gratidão é o mais nobre dos sentimentos humanos. E é esse sentimento de agradecimento que norteia toda a ação dos historiadores, no sentido de preservar e reverenciar as pessoas que, de uma ou de outra forma, ao longo da história contribuíram para o bem comum.

Dentro desse contexto, refiro-me a uma mulher que, movida pela compaixão, soube aproveitar a oportunidade da condição de esposa do governador para exercer uma influência benéfica para a população mais desfavorecida do estado: Maria Aparecida Pedrossian.

Dona Maria Aparecida encarnou com muita dignidade e idealismo o papel de primeira-dama, honrando o cargo com uma visão humanista como poucas vezes se viu.

 
Habemus praefectum! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 27 de Janeiro de 2017 15:25
HABEMUS PRAEFECTUM!
Das colinas dos altos da Afonso Pena, surgiu uma fumaça branca anunciando Urbi et orbi”: Habemus Praefectum!
Estamos vivendo tempos de um alvorecer radioso em nossa cidade. Pelo que estamos observando das primeiras atitudes do prefeito Marquinhos Trad, a cidade conta novamente com um administrador focado nas mais prementes necessidades de nossa capital.
É alentador e animador o início de seu mandato. As medidas já tomadas demonstram uma preocupação com o bem estar da população.
Depois do tenebroso período vivido nos últimos quatro anos, quando os dois cidadãos que ocuparam o cargo de prefeito contrariaram as mais elementares regras de administração pública, estamos respirando de alívio. Nós aprendemos que nada acontece por acaso. Foi um mal necessário. Mas se esgotou.
O acompanhamento pessoal das atividades dos órgãos que compõem a prefeitura mostra o perfil de um administrador moderno e interessado na execução das ações do seu governo.
As visitas que Marquinhos Trad tem feito de forma inesperada e sem agendamento prévio produz dois efeitos benéficos: o primeiro, mantém os funcionários em alerta e ativos porque a qualquer momento podem receber a visita inspecionadora do prefeito; e, o segundo, ele tem a visão in loco das situações e das providências necessárias para agilizar as ações decorrentes e depuradoras: A um piparote, chicote.
Depois de uma campanha na qual foi muito criticado e injuriado, Marquinhos conseguiu uma vitória consagradora nas urnas. Que é o coroamento de um trabalho constante de muito tempo.
Desde a época da vereança, passando pelos três mandatos como deputado estadual em que sempre se notabilizou pela visita permanente a locais carentes e a uma atividade constante buscando atender às necessidades da população mais sofrida, Marcos Trad construiu um capital político que se traduziu nas suas votações.
Por intermédio de seu programa de televisão e com o seu bordão de verdadeiro amigo conquistou e fidelizou uma parcela significativa de eleitores.
“Eu quero a população dentro da nossa administração, participando, fiscalizando a aplicação do dinheiro e a qualidade das obras. Fizemos um decreto para que, pelo menos duas pessoas da região onde forem executados os serviços de tapa-buraco, assinem o documento de controle social, com nome e telefone de contato, atestando que a obra foi bem feita” proclamou o novo prefeito em sua página no Facebook.
E continua: “Estamos preparando escolas e CEINFs para a volta às aulas, limpando pátios e substituindo luminárias queimadas. Os serviços de tapa-buraco avançam pela cidade e o fim do impasse com a Santa Casa e o Hospital do Câncer assegura o justo atendimento aos campo-grandenses. São os primeiros passos de um longa jornada de trabalho”.
Conclui: “Sempre gostei de ir aos bairros e conversar com as pessoas. Agora não é diferente. Para quem quer acertar, é muito importante ouvir”.
As afirmações do prefeito são verdadeiras, o que lhe confere credibilidade. No caso da Santa Casa, posso atestar a veracidade de suas palavras.
A mudança no trato com nossa Instituição já sinalizou um período auspicioso e tranqüilo, proporcionando à nossa diretoria a iniciativa de mudanças que já se revelaram muito benéficas.
Fazemos votos de que essas atitudes continuem para alívio da nossa população e para confirmação de suas promessas de campanha: Alvíssaras!
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Das colinas dos altos da Afonso Pena, surgiu uma fumaça branca anunciando Urbi et orbi”: Habemus Praefectum! 

Estamos vivendo tempos de um alvorecer radioso em nossa cidade. Pelo que estamos observando das primeiras atitudes do prefeito Marquinhos Trad, a cidade conta novamente com um administrador focado nas mais prementes necessidades de nossa capital.

 
Hoje eu me lembrei... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 16 de Janeiro de 2017 21:13
Nestes tempos conturbados que estamos vivendo, em que muitos buscam um culpado para eximir-se de suas responsabilidades, em que nos esquecemos que nossas ações são nossos únicos pertences verdadeiros e de que não posso escapar de minhas ações  - como ensinou Buda -, encontrei o texto abaixo, de autor desconhecido, que reproduzo pela importância de seu conteúdo para reflexão.
Hoje eu me lembrei...
Que não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.
Eu sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como ser humano na escola terrestre.
Hoje eu me lembrei...
Que não sou homem ou mulher, nem alto ou baixo.
Eu sou uma consciência oriunda do plano extra-físico, uma centelha vital do Todo que está em tudo!
Hoje eu me lembrei...
Que tenho a cor da Luz, pois vim lá das estrelas.
E eu sei que o meu tempo aqui na Terra é valioso para minha evolução.
Hoje eu me lembrei...
Que não há nenhuma religião acima da verdade.
E que o Divino pode se manifestar em miríades de formas diferentes.
Hoje eu me lembrei...
Que só se escuta a música das esferas com o coração.
E que nada pode me separar do “Amor Maior que Governa a Existência”.
Hoje eu me lembrei...
Que espiritualidade não é um lugar, ou grupo ou doutrina.
Na verdade, é um estado de consciência do Ser.
Hoje eu me lembrei...
Que ninguém compra Discernimento ou Amor.
E que não há progresso consciencial verdadeiro se não houver esforço na jornada de cada um.
Hoje eu me lembrei...
Que o dia em que nasci não foi feriado na Terra.
E no dia em que eu partir, também não será!
Hoje eu me lembrei...
Que tudo aquilo que eu penso e sinto se reflete na minha aura.
E que minhas energias me revelam por inteiro (logo, preciso crescer muito, para melhorar a Luz em mim).
Hoje eu me lembrei...
Que não vim de férias para o mundo.
Na verdade, vim para aprender e trabalhar (e também para vencer a mim mesmo nas lides da vida).
Hoje eu me lembrei...
Que não sou o centro do universo e que, sem a Luz, eu não sou nada!
Sem Amor, o meu coração fica seco... e sem a espiritualidade, o meu viver perde o sentido.
Hoje eu me lembrei...
Que os guias espirituais não são minhas babás extra-físicas.
Eles são meus amigos de fé e trabalho... e, sem eles, eu estaria frito!
Hoje eu me lembrei...
Que ninguém sabe tudo e que conhecimento não é sabedoria.
Todos nós somos professores e alunos uns dos outros (e, acima de tudo, o Mestre de todos, o Grande Arquiteto do Universo).
Hoje eu me lembrei...
Que não nasço nem morro, só entro e saio dos corpos perecíveis ao longo da evolução.
Não posso ser enterrado ou cremado, pois sou um espírito (ah, eu sou sim!).
Hoje eu me lembrei...
Que viver não é só para comer, beber, dormir, copular e morrer sem sentido algum.
Viver é muito mais: é também pensar, sentir e viajar de estrela em estrela, sempre aprendendo.
Hoje eu me lembrei...
Que de nada vale a uma pessoa ganhar o mundo se ela perder sua alma.
E que o mal que me faz mal, não é o mal que me fazem, mas, sim, o mal que eu acalento em meu coração.
Hoje eu me lembrei...
Que eu sou mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
E que eu, o apresentador deste programa, e vocês, os ouvintes desta viagem espiritual, somos todos um!
Hoje eu me lembrei...
Que, sem Amor, ninguém segue.
E que o meu mantra se resume
numa só palavra: Gratidão!
Pela transcrição – Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nestes tempos conturbados que estamos vivendo, em que muitos buscam um culpado para eximir-se de suas responsabilidades, em que nos esquecemos que nossas ações são nossos únicos pertences verdadeiros e de que não posso escapar de minhas ações  - como ensinou Buda -, encontrei o texto abaixo, de autor desconhecido, que reproduzo pela importância de seu conteúdo para reflexão.

Hoje eu me lembrei...Que não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.Eu sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como ser humano na escola terrestre.

 
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