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Eis que eu renovo todas as coisas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 27 de Março de 2017 18:34
EIS QUE EU RENOVO TODAS AS COISAS...
Neste início do outono, a estação mais bonita do ano para mim, aquela que considero “a minha estação”, há uma característica metafísica que a torna diferente das outras. É a estação da transitoriedade, da renovação, da transformação. Tudo muda.
O momento é de aproveitar o outono. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar que cada coisa tem o seu tempo certo para acontecer...é ter fé!
É a estação que nos proporciona abrandar o ritmo, mudar o compasso na experiência da passagem do tempo, que se alonga como se os dias, hora e minutos andassem mais devagar. Como se uma hora tivesse bem mais do que sessenta minutos.
A sinfonia da vida desce uma oitava. O cotidiano abaixa do galope ao passo. O coração é inundado por uma comovente serenidade. O mundo desacelera.
E que o outono faça comigo o que ele faz com as folhas, leve o que já não cabe mais para dar espaço ao novo. Tempo de renovar.
Nietzsche afirmou: “Repare que o outono é mais uma estação da alma do que da natureza”.
No outono a escala de viver, mais introspectiva, se torna diferente da anterior. Rodeados por energias próprias dessa estação do ano, podemos aproveitar para resolver uma série de questões que misticamente só podem ser abertas e acertadas nesses dias.
Este período, menos agitado e congestionado, é o momento indicado para o autoconhecimento, a exploração interior, o diálogo com a nossa subjetividade, o reequilíbrio correto das polarizações espirituais e a valorização dos processos de crescimento e libertação pessoal.
A nossa bela e amada cidade morena, nesta estação se torna ainda mais bonita, mais florida. As margens do córrego Prosa, em seu trecho ao longo da avenida Ricardo Brandão, estão cobertas de flores. As majestosas paineiras que ornam as suas orilhas, de repente, sem aviso prévio, sem anúncio formal, sem buzina, sem alarde, silenciosamente passam a exibir o colorido das flores encantando aos transeuntes.
É o que acontece todo ano, quando chega o outono. E essas árvores logo depois nos brindam com um tapete multicolorido, quando suas flores cumprem o período de floração e naturalmente caem, trazendo um segundo espetáculo da natureza para os nossos olhos. Como bem ensinou Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo apenas se transforma”.
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e que deve ser vivida de uma forma nova.
Passado o verão com sua agitação inerente, encaminhamo-nos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer a fim enfrentarmos os obstáculos e problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência.
Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Assim, vamos outonear, e aproveitar a oportunidade que a estação mais espiritualizada do planeta nos proporciona.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Neste início do outono, a estação mais bonita do ano para mim, aquela que considero “a minha estação”, há uma característica metafísica que a torna diferente das outras. É a estação da transitoriedade, da renovação, da transformação. Tudo muda. O momento é de aproveitar o outono. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar que cada coisa tem o seu tempo certo para acontecer...é ter fé!

 
Mensagem interessante PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 21 de Março de 2017 01:57
MENSAGEM INTERESSANTE
Nestes tempos em que somos bombardeados por notícias de mal-feitos por todo lado, diariamente, de todas as atividades, em que reputações são desmontadas com a velocidade da mídia, vejo-me questionando: quantos  resistiriam a tanto assédio e tentação de ganho fácil e imediato?
É preciso ser dotado de uma reserva e de uma base moral bem fundamentada para não se deixar envolver por tantas situações de ganho ilícito, quase irresistível. Quantos desses que estão com dedo em riste, furiosos, condenando a tudo e a todos, não sucumbiriam a uma proposta indecente? Quantos não aspiram por isso?
Mas, ao mesmo tempo, e com uma intensidade maior, somos também constantemente envolvidos por mensagens inspiradoras, que estimulam e motivam nosso comportamento, direcionando nossa consciência divina para um despertar libertador.
Entre as que recebi ultimamente, destaco esta, de autoria de Ismael Batista,  espírita de berço, que trabalha como médium e coordenador de cursos doutrinários no Centro Espírita Nova Era –  instituição frequentada pela sua família materna,  a começar por sua bisavó – vovó Chiquinha. Ismael fundou e atualmente preside o IDEG – Instituto de Divulgação Espírita de Guaxupé- MG.
Mas vamos à sua mensagem:
“Veja que síntese interessante!
Você, que desceu à Terra para uma experiência no corpo, jamais deixou de ser um cidadão do Universo. Sua verdadeira natureza não é desse ou daquele lugar, mas do Infinito. Sua casa é no coração do Todo e tudo o que vive é seu próximo.
Você pode lembrar-se de muitas vidas, em diversos lugares, mas você é uma consciência espiritual, que não nasce nem morre, só entra e sai de corpos perecíveis. Você tem cara de gente, mas o seu rosto espiritual tem a cara da Luz.
Você deita o corpo físico no leito, diariamente, mas não fica dentro dele, mesmo que nem saiba disso. Enquanto a Natureza faz seu trabalho de regeneração do veículo denso, você, o Eu Real, se desprende para fora dele e viaja com o corpo sutil pelos planos extra-físicos, encontra amigos astrais e realiza atividades de estudo e trabalho, naquelas moradas além da Terra. E, quando volta ao corpo, nem se lembra disso...
No entanto, dentro ou fora do corpo, você é você mesmo o tempo todo. Quando rememora vivências de outras vidas na carne, isso ainda é um evento menor. Na verdade, você precisa se lembrar mesmo é de algo a mais, além das lembranças de vidas passadas – muitas vezes, cheias de condicionamentos limitantes e coisas mal-resolvidas.
Você precisa se lembrar das cidades astrais e dos sítios extra-físicos, para perceber que veio de outros planos e que é um SER DE LUZ, um viajante eterno e que nada pode limitar o seu desenvolvimento ou condicioná-lo a este ou àquele corpo – ou àquela vida ou situação específica. Você carrega o Fogo Estelar em seu peito.
Você não é homem, nem mulher. Nem branco, negro, amarelo ou vermelho.
Você é da raça da LUZ! É parceiro das estrelas! Sempre foi...”
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nestes tempos em que somos bombardeados por notícias de mal-feitos por todo lado, diariamente, de todas as atividades, em que reputações são desmontadas com a velocidade da mídia, vejo-me questionando: quantos  resistiriam a tanto assédio e tentação de ganho fácil e imediato?   

É preciso ser dotado de uma reserva e de uma base moral bem fundamentada para não se deixar envolver por tantas situações de ganho ilícito, quase irresistível. Quantos desses que estão com dedo em riste, furiosos, condenando a tudo e a todos, não sucumbiriam a uma proposta indecente? Quantos não aspiram por isso?

 
Sabedoria universal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 13 de Março de 2017 18:19
SABEDORIA UNIVERSAL
É impressionante o que acontece quando começamos a pesquisar e a estudar as civilizações que ao longo dos tempos se sucederam em todos os quadrantes do nosso planeta: constatamos que a Ordem Maior se fez sempre presente, determinando a encarnação de seres superiores para orientar e disciplinar o comportamento dos seres humanos em cada lugar.
Assim foi na Índia com Buda, na China com Lao-tsé e Confúcio, na Grécia com Sócrates e Platão, na Judéia com Jesus, na Arábia com Maomé, etc. E assim também com os índios americanos, com os astecas, maias, incas, com os xamãs que implantaram ensinamentos de ordem superior, como por exemplo, no Havaí com o Ho’oponopono, fruto do trabalho remanescente da civilização Mu.
E toda a orientação com base num único princípio: Conhece-te a ti mesmo e ama-te a ti e ao próximo como a ti mesmo. Porque na realidade somos todos seres divinos. Todos, todos nós somos filhos de Deus. O fato de uma grande maioria desconhecer essa verdade básica não a torna irreal. O fruto é produto da semente. O mal é SEMPRE a semente do bem. Tudo o que nos acontece é para melhorar a nossa vida.
Os Lakota, índios norte-americanos, ficaram conhecidos como o povo dos xamãs. Para os lakotas cada ser e cada elemento da natureza é sagrado e tudo está interligado numa grande teia cósmica. Os lakotas uniram-se aos sioux e a outras tribos menores, formando a Grande Nação Sioux para combater os brancos invasores.
Através da beleza da entrega e do amor incondicional, o Grande Espírito coloca em nosso caminho as bênçãos de receber e compartilhar informações verdadeiras e embasadas no profundo conhecimento das culturas ancestrais espalhadas pelo mundo e pelo tempo, que compartilhamos com todos aqui neste espaço sagrado, por saber que o “Tempo das Nuvens Negras” chegou ao fim e a luz da informação e do conhecimento nativo verdadeiro deve ser transmitido com urgência a todos os buscadores da luz.(*)
Como diz Hotashugmanitu Tanka (*): “Estamos aqui para semear e compartilhar, fazendo brilhar a Roda do Arco Íris neste início do Tempo do Búfalo Branco, trazendo a consciência da totalidade, a paz e a serenidade para os irmãos de todas as cores”.(*)
Alondra Amarilla, chefe lakota, assim pronunciava a sua oração:
Gran Espíritu, cuya voz escucho en los vientos, y cuyo respiro le da vida a todo el mundo, ¡escúchame!
Soy el más pequeño y débil de tus hijos, y necesito tu fuerza y sabiduría.
Déjame caminar en la Belleza, y haz que mis ojos siempre contemplen la roja y púrpura puesta de sol que has creado, conmigo.
Haz que mis manos respeten las cosas que has hecho y agudiza mis oídos para escuchar tus palabras y tu voz.
Déjame aprender las lecciones que has escondido bajo cada hoja y roca.
Busco fortaleza, no para ser mejor que mi hermano, sino para luchar contra mi mayor enemigo -Yo mismo.
Hazme siempre estar listo para ir hacia ti con manos limpias y mirada clara, para que, cuando mi vida se marchite, como la puesta de sol apagándose, mi espíritu pueda ir hacia ti sin pudor.
Fico encantado ao perceber a profunda sabedoria universal que se manifesta em todos os quadrantes do nosso planeta, e nesta oração do chefe Alondra Amarilla em especial, identifico no trecho que reproduzo abaixo o seu entendimento a respeito da criança interior:
“Déjame caminar en la Belleza, y haz que mis ojos siempre contemplen la roja y púrpura puesta de sol que has creado, conmigo”.
Pois que quando cada um de nós foi criado, recebemos uma dádiva única e fundamental: a nossa criança interior, que é o sol interior que cada um deve identificar e conquistar como a verdadeira realização para a nossa evolução.
“Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completa e que solicita cuidado, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa” (Jung, O Desenvolvimento da Personalidade, p. 175).
Salve, chefe Alondra Amarilla!
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.
(*) Wakanwood.blogspot.com

É impressionante o que acontece quando começamos a pesquisar e a estudar as civilizações que ao longo dos tempos se sucederam em todos os quadrantes do nosso planeta: constatamos que a Ordem Maior se fez sempre presente, determinando a encarnação de seres superiores para orientar e disciplinar o comportamento dos seres humanos em cada lugar.

Assim foi na Índia com Buda, na China com Lao-tsé e Confúcio, na Grécia com Sócrates e Platão, na Judéia com Jesus, na Arábia com Maomé, etc. E assim também com os índios americanos, com os astecas, maias, incas, com os xamãs que implantaram ensinamentos de ordem superior, como por exemplo, no Havaí com o Ho’oponopono, fruto do trabalho remanescente da civilização Mu.

 
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