Área restrita



Quem está online

Nós temos 31 visitantes online
O momento é de união. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 31 de Outubro de 2018 02:12
O MOMENTO É DE UNIÃO
Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.
Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente.
A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.
Os meios modernos de comunicação (leia-se redes sociais) mostraram que vieram para ficar. Hoje o cidadão está conectado com o mundo virtual recebendo informações dos mais variados assuntos, diretamente.
Os institutos de pesquisas cometeram alguns equívocos que vão comprometer a sua credibilidade daqui para frente como a votação da Dilma para o Senado em Minas Gerais. Lá mesmo, a votação para governador. Em São Paulo, a votação do Suplicy também para o Senado; a votação para o governo no Estado do Rio de Janeiro. Isso para ficar só nos mais evidentes.
O pleito deste ano quebrou ou entortou alguns paradigmas, segundo o cientista político Gaudêncio Torquato,em sua coluna Porandubas Políticas:
1. O marketing eleitoral ficou de pernas pro ar. A comunicação massiva de alguns candidatos não funcionou.
2. O dinheiro não elege candidatos - teve candidato que quase não gastou e foi eleito com grande votação.
3. As pesquisas não detectaram tendências. Detectar apenas intenção de voto é pouco. O sistema cognitivo do eleitor não foi mapeado de maneira mais profunda.
4. Foi a campanha na qual o eleitor demonstrou maior autonomia de decisão. Autogestão eleitoral.
5. Mesmo os bolsões tradicionais e os fundões do país não se submeteram às pressões dos caciques.
6. A articulação com a sociedade organizada - movimentos, entidades, associações - deu o tom maior da campanha.
7. Subestimou-se o antipetismo e o antilulismo. E o PT acabou saindo dos grandes centros para as margens do interior do Nordeste.
8. Os custos da campanha diminuíram substantivamente, em alguns casos, em até 100%. O caixa 2 praticamente desapareceu.
9. O eleitor votou em perfis mais identificados com suas demandas, rotinas e padrões.
10. Fake news, versões e meias verdades deram o tom das redes sociais, mas não puxaram votos. Apenas acenderam o ânimo das militâncias.
Assim, sem dúvida, volto a repetir: De hoje em diante, tudo vai ser diferente. Por isso este é o momento do povo brasileiro se conscientizar da sua força e promover a união de todos em benefício do Brasil.
A eleição terminou. Agora, somos todos brasileiros, filhos de Deus, torcendo por este país maravilhoso e trabalhando, cada um no seu quadrado, com honestidade, seriedade, ética e competência.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.

Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente. A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.

 
Fides et ratio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 22 de Outubro de 2018 15:47
FIDES ET RATIO
Estamos vivendo tempos conturbados em todo o mundo. Especialmente no Brasil de hoje. Confrontados com a realização das eleições presidenciais em que os extremos atingiram níveis inflamados com a polarização política, é chegado o momento de um chamado à razão.
As divergências levaram a polos opostos que convém trazer a uma análise filosófica que nos remeta “ao sagrado, abençoado e dourado caminho do meio” como preconizava o Bhagavad Gitâ, há mais de 5 mil anos.
O papa João Paulo II, em sua Carta Encíclica Fides et Ratio, editada em 1998, no vigésimo ano de seu pontificado, proclamava: “A fé e a razão (fides et ratio) constituem como que duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de O conhecer a Ele, para que, conhecendo-O e amando-O, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio”. Ou seja, ao autoconhecimento.
O papa João Paulo II teve um dos pontificados mais longos da história, 26 anos, e se caracterizou pelas inúmeras viagens que fez a todas as partes da Terra. Foi considerado o papa peregrino. Quando descia do avião, antes de cumprimentar a quem quer que seja, ajoelhava-se e beijava o chão.
Recebi da minha amiga Vera Tylde um texto do rabino Jonathan Sacks, publicado no site chabad.org, em que ele faz considerações interessantes a respeito da mente humana. Diz ele:
“A mente humana é capaz de fazer duas coisas bem diferentes. Uma é a capacidade de parcelar as coisas em suas partes constituintes e ver como elas se misturam e interagem. Isso é chamado com frequência de pensamento do “cérebro esquerdo”, e o melhor exemplo é a ciência. O outro, geralmente chamado de “pensamento do cérebro direito”, é a capacidade de juntar os eventos para que eles contem uma história, ou juntar as pessoas para que elas formem relacionamentos. O melhor exemplo disso é a religião.
De forma mais simples: a ciência separa as coisas para ver como elas funcionam, A religião coloca as coisas juntas para ver o que significam. E precisamos das duas, da mesma maneira que precisamos dos dois hemisférios do cérebro. A ciência analisa, a religião integra. A ciência nos diz o que é, a religião nos diz o que deveria ser. Ciência descreve; religião inspira, acena, chama”.
Disse o papa João Paulo II: “Quem sou eu? Donde venho e para onde vou? Por que existe o mal? O que existirá depois desta vida? Estas perguntas encontram-se nos escritos sagrados de Israel, mas aparecem também nos Vedas e no Avestá; achando-se tanto nos escritos de Confúcio e de Lao-Tsé, como na pregação de Tirtankara e de Buda; nos tratados filosóficos de Platão e Aristóteles. São questões que têm a sua fonte comum naquela exigência de sentido que, desde sempre, urge no coração do homem: da resposta a tais perguntas depende efetivamente a orientação que se imprime à existência”.
Ou seja, juntando a Carta Encíclica do papa e o texto do rabino, juntamente com o Bhagavad Gitâ, poderemos encontrar um caminho que nos leve a evitar essa polarização cristalizada.
Para uma orientação clara e precisa, devemos unir a ciência com a religião; a razão com a fé, e dessa junção espiritual encontrar enfim o caminho que nos levará ao “sagrado, abençoado e dourado caminho do meio”.
É evidente que neste momento, infelizmente, isso não é possível. Mas se torna uma orientação para o futuro.
Assim seja.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Estamos vivendo tempos conturbados em todo o mundo. Especialmente no Brasil de hoje. Confrontados com a realização das eleições presidenciais em que os extremos atingiram níveis inflamados com a polarização política, é chegado o momento de um chamado à razão.

As divergências levaram a polos opostos que convém trazer a uma análise filosófica que nos remeta “ao sagrado, abençoado e dourado caminho do meio” como preconizava o Bhagavad Gitâ, há mais de 5 mil anos.

 
Esquerda ou direita? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 17 de Outubro de 2018 00:59
ESQUERDA OU DIREITA?
Desde que o homem se viu em pé e olhou para o lado, vive em constante conflito, em luta permanente pela mulher e pelo território. A história da humanidade é contada pelas inúmeras guerras em que o ser humano se empenhou. E que causaram destruição, espalharam o terror, com a morte de milhões de pessoas, dependendo da época e da tecnologia usada em cada caso. E paradoxalmente acabaram contribuindo para o progresso da espécie e dos negócios.
O espírito belicoso do homem o levou a atitudes extremas para conseguir seus objetivos. Sempre foi assim, desde o princípio.
Na ânsia de encontrar um bálsamo para suas inquietudes, acabou também desenvolvendo filosofias e criando religiões que, se constituíram em fonte de novas guerras, pela vontade de impor pela força a sua aceitação. O que sempre prevaleceu foi o ter em detrimento do ser.
Há dois mil e quinhentos anos em diversas partes do globo terrestre encarnaram homens que vieram especialmente para procurar despertar na humanidade um sentido maior na vida humana. Lao-Tsé e Confúcio na China, Sócrates, Platão, Aristóteles e Pitágoras na Grécia, Buda na Índia, todos implantaram suas filosofias. Basicamente o que se ensinava era o autoconhecimento. Tudo começou no V século A.C., considerado o século de ouro da humanidade.
Há dois mil anos, um Mestre de elevadíssima estirpe espiritual, Jesus, encarnou e fez da sua vida um cântico de amor e de fraternidade, pregando o amor entre os homens e a fraternidade universal. Deixou um legado que, infelizmente acabou gerando, por parte dos religiosos que se disseram seguidores de sua doutrina, uma constante disputa ocasionando profundas divergências, contrariando tudo o que Ele pregou.
O ser humano é realmente muito complexo. Vive inventando meios de criar divergências em vez de criar convergências.
Durante a Revolução Francesa, no século XVIII, de acordo com a posição dos assentos na Assembleia Nacional Francesa, passou-se a adotar os termos de esquerda e de direita com conotação política. Os que se sentavam à esquerda do presidente da Assembleia eram os apoiadores da revolução, opondo-se à monarquia. Eram favoráveis a uma mudança radical, que levaria ao fim da monarquia e daria mais poder ao povo. Por isso essa ideologia é relacionada com a luta dos trabalhadores.
Aqueles que se sentavam à direita apoiavam o antigo regime monarquista. Quanto mais forte a sua oposição à mudança e seu desejo de preservar a sociedade tradicional, mais à direita eles estariam. A tradição, a religião institucional e a privatização da economia foram considerados os valores fundamentais da direita.
A ideologia de esquerda defende que o governo deve garantir o bem estar das pessoas. Para isso ele deve ser grande e forte, controlando todos os setores da sociedade, regulando as empresas e cobrando impostos. A esquerda é conhecida como a ideologia política que representa o socialismo, a democracia e o comunismo. Sua maior bandeira, em suma, é a igualdade.
A ideologia de direita defende menor participação do governo na sociedade, deixando que o próprio mercado dite suas regras, com maior responsabilidade individual das pessoas e autonomia das empresas, com menos impostos e menos regulamentação. Sua maior bandeira é o livre-mercado.
Enfim, essa é a realidade que estamos vivendo hoje em nosso país. Às vésperas da eleição no segundo turno as posições estão por demais radicalizadas. Com os meios modernos de difusão de ideias, a confusão aumentou e muito.
Está na hora de nos convencermos de que somos todos irmãos, vindos da mesma fonte que é Deus e propagarmos os verdadeiros ensinamentos de Jesus, respeitando as posições contrárias e trabalharmos para que o nosso país encontre o seu destino no concerto das nações, lembrando-nos que o Brasil é a Pátria do Evangelho, Coração do Mundom como já disse Humberto de Campos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Desde que o homem se viu em pé e olhou para o lado, vive em constante conflito, em luta permanente pela mulher e pelo território. A história da humanidade é contada pelas inúmeras guerras em que o ser humano se empenhou. E que causaram destruição, espalharam o terror, com a morte de milhões de pessoas, dependendo da época e da tecnologia usada em cada caso. E paradoxalmente acabaram contribuindo para o progresso da espécie e dos negócios.

Última atualização em Qua, 17 de Outubro de 2018 15:48
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 10 de 108

Redes sociais

Facebook 
Hjemmeside Wildberry Telefoni Internet