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A primeira pessoa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 10 de Novembro de 2017 01:48
A PRIMEIRA PESSOA
A difusão dos meios de comunicação de forma tão acelerada nos permite, hoje, divulgar  nosso pensamento e ponto de vista, alcançando um público inimaginável anteriormente. Isso me permite, por exemplo, atingir uma visibilidade que não teria sem essa difusão.
No meu site www.heitorfreire.com.br onde publico os meus artigos, tenho mais de trezentos e cinquenta textos à disposição dos internautas. Tenho artigo com mais de 1.000 visitas. E uma boa parte deles com mais de 500, 600 visitas.
E o que representa isso? A oportunidade de expor o meu ponto de vista sobre os mais variados assuntos. Meu ponto de vista. O que não quer dizer que busque influenciar ninguém.  Apenas expor o que penso.
Na capa do meu site, eu me apresento como livre pensador, condição da qual não abro mão.
Nessa condição, trago hoje, um tema que apresento para reflexão..
A hipocrisia que domina o mundo desde o princípio quer determinar o comportamento das pessoas, invertendo a ordem natural das coisas, porque assim pode continuar a exercer o seu domínio e desviar o foco daquilo que é fundamental: a própria pessoa. Age no coletivo em contraposição ao individual.
Assim, o politicamente correto, uma das formas mais utilizadas para a perpetuação da hipocrisia, prega que se deve observar o que a sociedade prescreve e moldar o nosso comportamento por essa prescrição. Determina, por exemplo, que, por questão de “educação”, devemos sempre nos referir às outras pessoas nominando-nos por último.
Mas pergunto: Qual é a primeira pessoa? Eu, naturalmente. Dessa forma, numa conversa, é mais adequado que em primeiro lugar eu cite em primeiro o meu nome, para depois mencionar as outras pessoas. Essa prática, no entanto, é considerada mal-educada.
Uma disposição que mostra com muita propriedade que eu devo estar em primeiro lugar se observa no princípio do uso da máscara de oxigênio. Nos voos comerciais a orientação é de, preferencialmente, colocar a máscara em si mesmo, para depois colocar numa criança ou em alguém que tenha dificuldade para se proteger. Porque se assim não for feito, pode acontecer de não se ter condição de proteger a si mesmo.
Esse fato, naturalmente, não deve nos levar ao extremo oposto, o de nos considerarmos excessivamente como se fôssemos o eixo principal em torno do qual roda o mundo. A virtude está no meio: medio in virtus, já diziam os latinos.
Devemos fugir também do chamado  “Complexo do guaipeca (vira-lata)”, mencionado por Nelson Rodrigues, que entendia que a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo, acaba tornando-o um narciso às avessas, sem pretextos pessoais ou histórico para a autoestima.
O foco deve se voltar sempre para a própria pessoa. Eu não posso alimentar alguém por mim. Cada um deve se alimentar por si. E isto é válido tanto na alimentação física, quanto na mental e na espiritual. Se eu não estiver devidamente alimentado não terei condição de alimentar outrem. Em primeiro lugar eu devo me conhecer e me respeitar. Amar-me.
As filosofias que tiveram o seu auge na Grécia antiga no século V antes de Cristo, tendo como expoentes máximos Sócrates, Platão e Aristóteles, se constituíram na base do pensamento ocidental. E tinham como ensinamento básico a máxima: “Conhece-te a ti mesmo”.
Quando Jesus veio, Ele mostrou com toda a simplicidade que sempre caracterizou seus ensinamentos que todos os mandamentos estão sintetizados num só: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Aí estão a Lei e todos os profetas”. Observem bem, ao próximo como a nós mesmos. Eu devo me amar em primeiro lugar. E assim, poderei amar ao meu próximo. Não se pode tirar nada de onde não existe algo.
A minha vida tem me proporcionado um aprendizado constante. Como já disse, sou um livre pensador. Aprendendo. Aplicando. Entendendo. Confirmando.
Procuro agir com altivez, sem arrogância e com humildade, sem subserviência. Como um legítimo e consciente filho de Deus.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A difusão dos meios de comunicação de forma tão acelerada nos permite, hoje, divulgar nosso pensamento e ponto de vista, alcançando um público inimaginável anteriormente. Isso me permite, por exemplo, atingir uma visibilidade que não teria sem essa difusão.

No meu site www.heitorfreire.com.br onde publico os meus artigos, tenho mais de trezentos e cinquenta textos à disposição dos internautas. Tenho artigo com mais de 1.000 visitas. E uma boa parte deles com mais de 500, 600 visitas.

Última atualização em Sáb, 11 de Novembro de 2017 15:07
 
Um presente para Campo Grande PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Outubro de 2017 19:44
-UM PRESENTE PARA CAMPO GRANDE
Campo Grande, sem dúvida, é uma cidade abençoada por Deus. Desde o princípio, com algumas exceções, foi agraciada com administradores capazes, dedicados, competentes e com espírito público elevado que tiveram como objetivo o crescimento e desenvolvimento organizado da cidade.
Dentre estes, destaco hoje Juvêncio César da Fonseca (prefeito eleito por dois mandatos), que soube cercar-se de auxiliares também do mesmo jaez. Um exemplo é José Marcos da Fonseca, então um jovem arquiteto cheio de ideias e de ideal elevado. Foi na sua primeira administração que Juvêncio criou a Planurb, hoje Agência de Planejamento Urbano, que ao longo do tempo tanto tem contribuído para o desenvolvimento da nossa capital.
Também naquela época, em março de 1987, criou o CMDU – Conselho Municipal de Desenvolvimento e Urbanização, órgão que possibilita a participação da sociedade civil nas discussões referentes à política de desenvolvimento da cidade, debatendo, avaliando, propondo e fiscalizando projetos e as questões de gestão do solo, habitação, saneamento ambiental, transporte e mobilidade urbana. Os integrantes do CMDU exercem um trabalho voluntário, sem remuneração.
Eu fiz parte do primeiro colegiado nomeado há trinta anos, como presidente da Câmara de Valores Imobiliários. E há onze anos voltei a integrar o quadro de conselheiros, permanecendo até hoje.
Nessa qualidade, acompanhei toda a discussão que culminou com a aprovação, pelo CMDU, da minuta do projeto de lei do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental, no último dia 25.
Esse trabalho que retomou a discussão do Plano Diretor, mal conduzida na gestão anterior, começou em fevereiro deste ano. Foram inúmeras reuniões de trabalho envolvendo o comitê de política urbana do CMDU e os técnicos da Planurb.
Foram horas e horas de trabalho, em que os membros do comitê (Adriana Tannus, Arlindo Murilo Diniz, Dary Werneck da Costa, Fagner Lira Bezerra, Geraldo Barbosa de Paiva, Kelly Cristina Hokama e Roberto Marcondes Filinto da Silva) deixaram seus interesses profissionais, pessoais e sociais de lado para dedicar-se inteiramente ao objetivo final, que foi atingido na reunião do dia 25. Esse projeto representa também o coroamento da capacidade técnica da SEMADUR e da PLANURB.
Por um dever de justiça e sentimento de gratidão, enaltecemos a dedicação da presidente da Planurb, Berenice Maria Jacob Domingues e sua equipe que, exaustivamente, se debruçaram sobre o projeto, realizando reuniões em todas as regiões da cidade, com   várias entidades representativas de classe, como o SINDIMÓVEIS, CRECI, OAB, CAU, CREA, promovendo inúmeras audiências públicas, debatendo com a população, possibilitando assim uma radiografia da cidade que contemplasse os anseios dos habitantes da nossa capital, pois como se sabe, a vida acontece no município.
Entre as inovações do projeto, destaco: manutenção do perímetro urbano, valorização ambiental e cultural, política de incentivo à ocupação do solo, adensamento compatibilizado com a infraestrutura disponível, contemplação da área rural, criação do FMDU (Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano, para implementação das ações), estabelecimentos de instrumentos de capacitação dos conselhos regionais e adequação e fortalecimento do CMDU.
Enalteço também a liderança de José Marcos da Fonseca (Secretário da Semadur) que, com seu jeito simples e humilde, liderou todas as ações, contribuindo com sua grande experiência para a conclusão do projeto. O Zé Marcos é o secretário municipal que mais tempo exerceu essa função até hoje.
O projeto, agora encaminhado para a Câmara Municipal, é sem dúvida um projeto de amor por Campo Grande e foi aprovado por aclamação pelo CMDU, no dia 25 de outubro, também dia de aniversário da presidente Berenice Domingues. E quem ganhou o presente foi Campo Grande.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado e conselheiro do CMDU.


Campo Grande, sem dúvida, é uma cidade abençoada por Deus. Desde o princípio, com algumas exceções, foi agraciada com administradores capazes, dedicados, competentes e com espírito público elevado que tiveram como objetivo o crescimento e desenvolvimento organizado da cidade. 

Dentre estes, destaco hoje Juvêncio César da Fonseca (prefeito eleito por dois mandatos), que soube cercar-se de auxiliares também do mesmo jaez. Um exemplo é José Marcos da Fonseca, então um jovem arquiteto cheio de ideias e de ideal elevado.

Última atualização em Qua, 01 de Novembro de 2017 00:47
 
O circuito sesc e a celebração da arte em nosso estado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 24 de Outubro de 2017 17:52
O CIRCUITO SESC E A CELEBRAÇÃO DA ARTE EM NOSSO ESTADO
Em termos culturais, o nosso estado é um grande celeiro de artistas que se destacaram no cenário nacional: Glauce Rocha, Ney Matogrosso, Ney Latorraca, Zilda Salaberry, Rubens Corrêa, entre outros.  Mato Grosso do Sul atingiu e ultrapassou a maioridade. Já celebramos o jubileu de prata e o jubileu de ouro da arte em nosso estado.
Dentro desses parâmetros, destacamos:
- A cantora Delinha, que formou com seu primo Délio (já falecido) uma dupla sertaneja muito famosa – são naturais de Maracajú –, que encantou nossa população por mais de 50 anos. Delinha, hoje com 80 anos, continua cantando e se apresentando em público.
- O Grupo Acaba – Associação dos Compositores Amigos do Bairro Amambaí – de Campo Grande, constituído somente por homens, comemorou recentemente 50 anos de atividades. Fundado em 1966, o Grupo Acaba faz música regional “de raiz”, única em Mato Grosso do Sul. Foi criado com o objetivo de divulgar, pesquisar e desenvolver o folclore do estado, por iniciativa dos irmãos Chico e Moacir Saturnino de Lacerda. As letras – coletivas e individuais – do Grupo Acaba, abordam o Pantanal, sua gente, a fauna e a flora da região. O homem pantaneiro, guerreiro, trabalhador e desbravador é o personagem principal, cantando sua saga que o torna conhecido mundo afora graças ao trabalho do Acaba.
- Nas artes plásticas, o destaque é Humberto Espíndola, que está expondo na Morada dos Baís, onde 19 de seus quadros integram parte de "50 anos de Bovinocultura". O conjunto da obra mostra de que forma a figura do boi e seu simbolismo ganharam tamanho status em nosso estado e fora dele. Durante a abertura da exposição, Humberto conversou sobre a comemoração e, principalmente explica, como sua obra foi capaz de traduzir um comportamento tão sul-mato-grossense. Ele que estudou poesia, jornalismo, filosofia e letras, começou a pintar em 1964, quando sentiu que esse era o seu caminho, durante a organização de uma mostra de artistas mato-grossenses.
Humberto é o primeiro filho da família musical de artistas mais famosos de nosso estado: Geraldo, Tetê, Celito, Alzira e Jerry Espíndola.
Com exposições internacionais, premiações e produções pelo mundo, Humberto recorda um dos momentos mais marcantes de seu reconhecimento como artista plástico. "A coisa mais surpreendente foi a Bienal de Veneza (em 1972). Inclusive, José Saramago me citou na obra dele, acho que só por isso já estou eternizado".
- No campo da dança, desponta Neide Garrido, mulher corajosa, consciente, dedicada, que teve a coragem de, numa Campo Grande provinciana, abrir espaço para o ballet, dando-lhe uma dimensão única e conquistando um status de destaque. Em 1996 recebeu o título de cidadã campo-grandense. Em 1998, a Medalha e Comenda do Mérito Artístico do Conselho Brasileiro da Dança, órgão vinculado ao “Conseil International de La Danse” (UNESCO).
- Outro destaque no campo da dança é o Grupo Ginga, de Chico Neller. A companhia de dança surgiu em maio de 1986, formada por Renata Leoni, Romano Vargas, Miriam Jimenez, Luciane Mamoré, Roberta Siqueira, Gisele e Janine Freire. “Procuramos nossa identidade, e nos encontramos. Um dos principais trabalhos foi Conceição de Todos os Bugres, homenageando Conceição Ferreira”, diz Chico.
- No quesito da música, o universo é estelar: Almir Sater, Paulinho Simões, Geraldo Roca, Márcio De Camillo, Maria Alice, Marcos Mendes e Maria Cláudia, Tostão e Guarani, Júlio Cheda e Kelby, Marcelo Loureiro, entre tantos outros nomes importantes.
- Na fotografia, temos Sebastião Guimarães (Tião), Roberto Higa e Rachid Waqued, fotógrafos que registraram e seguem registrando a história do nosso estado.
Naturalmente, num artigo de dimensões reduzidas como este, o risco de cometer algumas omissões é muito grande, mas a minha intenção é mostrar a importância da cultura em nossa região.
A cultura encontra hoje um patrocinador comprometido com a causa: o Sesc. O Sesc iniciou suas atividades em Campo Grande no ano de  1954, no antigo Mato Grosso, com o compromisso de semear cultura. A semeadura foi tão abundante que até hoje e acredito para sempre, o Sesc pontificará como grande fonte de geração dos movimentos culturais, a exemplo do que acontece em todo o Brasil. Aí está, como exemplo, o Teatro do Prosa, no Sesc Horto, inaugurado em 1998.
O Sesc promove também o evento Café Literário, cuja primeira edição, em abril de 2013, marcou  o lançamento do livro Rádio – A Voz da História Sul-mato-grossense, de minha co-autoria com a advogada e historiadora Vera Tylde de Castro Pinto.
Hoje, o Sesc administra a Morada dos Baís, local que passou a ser a sede de grandes eventos da nossa capital. Também fará parte do Circuito Sesc o prédio da 9ª Região Militar, na avenida Afonso Pena, que está em fase final de reforma e irá sediar um centro multi cultural.
O antigo cine Campo Grande, na rua 15  de novembro, logo entrará em obra para sua reativação, que completará o circuito Sesc na área de cinema.
Segundo Regina Ferro, diretora regional do Sesc, toda programação é pautada pelos princípios educativos, sociais e culturais que preservam e fortalecem a missão da instituição de educar para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do setor do comércio, de bens, serviços e turismo.
Merecidamente, o Sesc acaba de ser eleito uma das 150 empresas mais importantes para se trabalhar no Brasil. O título refere-se à pesquisa realizada pela Você S/A, revista do Grupo Abril, em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA).
As atividades do Sesc vêm suprindo um vácuo que o poder público não consegue preencher, por motivos variados que não cabe discutir aqui.
Ainda bem que temos o Sesc.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.
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Em termos culturais, o nosso estado é um grande celeiro de artistas que se destacaram no cenário nacional: Glauce Rocha, Ney Matogrosso, Ney Latorraca, Zilda Salaberry, Rubens Corrêa, entre outros.  Mato Grosso do Sul atingiu e ultrapassou a maioridade. Já celebramos o jubileu de prata e o jubileu de ouro da arte em nosso estado. 

Dentro desses parâmetros, destacamos:

- A cantora Delinha, que formou com seu primo Délio (já falecido) uma dupla sertaneja muito famosa – são naturais de Maracajú –, que encantou nossa população por mais de 50 anos. Delinha, hoje com 80 anos, continua cantando e se apresentando em público.

 
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