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Faixa de Pedestre PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 17 de Fevereiro de 2012 00:00

O crescimento da nossa cidade a olhos vistos se constata também pelo aumento considerável de veículos automotores. Campo Grande é uma das cidades brasileiras que tem o maior percentual de automóveis em relação ao número de habitantes. Essa situação vai causando uma série de transtornos que estão até recebendo atenção das nossas autoridades. Embora ainda tenha havido pouco resultado prático.

Veja-se por exemplo a questão da faixa de pedestre. O uso desse espaço para circulação privativa não tem sido entendido pelos pedestres, que estão fazendo seu uso de forma arbitrária e inconseqüente. Os motoristas devem observar a faixa, em locais onde não haja semáforos – quando a preferência é dos pedestres –, pois quando existem estes a preferência no deslocamento já é sinalizada.  

A campanha que já se divulgou não atingiu o seu objetivo maior – conscientização da população – que para isso, deveria massificar de forma bastante expositiva o tema. Isso se observa pela maneira displicente com que a maioria dos pedestres se conduz; cruzam as faixas, mesmo nas orientadas por semáforos de forma totalmente irresponsável, como se se estivesse estabelecendo um confronto entre  motoristas e pedestres e agora estes se sentissem protegidos. É inadiável uma conscientização clara e didática para uma aplicação inteligente desta cultura de primeiro mundo que agora também pode ser nossa.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:51
 
Muito Com Pouco PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 20 de Fevereiro de 2012 00:00

A vida como grande e verdadeira mestra da evolução nos ensina sabiamente a encontrar meios para que a nossa sustentabilidade e subsistência sejam supridas de forma suficiente com o indispensável, deixando de lado o supérfluo.
Assim os empresários modernos, que são constantemente bombardeados com tantas exigências e impostos estratosféricos, buscam com criatividade encontrar meios para fazer muito com pouco, que é hoje uma prática indispensável para quem quer progredir verdadeiramente. Essa situação implica no aprimoramento da inteligência.

E agora, nós, articulistas do Correio do Estado, nos vemos nessa contingência, ante o novo ordenamento gráfico do jornal. Não é fácil escrever um artigo com começo, meio e fim, com apenas 1404 toques. É um desafio estimulante e ao mesmo tempo gratificante, porque estou aprendendo a sintetizar melhor meu pensamento nesse espaço.
O jornal passou a valorizar o espaço disponível, utilizando com discernimento cada centímetro de coluna, proporcionando aos leitores uma leitura mais leve, agradável e concisa, alcançando com melhor proveito o seu objetivo de levar informação precisa e opinião consistente. Isso me proporcionou também a oportunidade de sair da zona de conforto, que o costume já me concedia, sacudindo-me da letargia, para melhor.
Faz parte da evolução. E vamos em frente.

 

 

Última atualização em Qua, 10 de Outubro de 2012 00:48
 
Feliz Ano Novo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 19 de Fevereiro de 2012 00:00


Falácias são argumentos capciosos. Uma grande falácia repetida tantas vezes acaba se transformando em um arremedo de verdade. É o caso, freqüente em nosso meio nacional, de que o ano só começa depois do carnaval. E isso decorre de uma mentalidade que induz à preguiça e à busca de um argumento que justifique um “dolce far niente” que é realmente o que se pretende num modelo dito brasileiro.

Na realidade, o brasileiro não é preguiçoso. Ao contrário é um trabalhador consciente, senão o Brasil não seria o que é: Um país pujante, em franco desenvolvimento, conquistando seu lugar no concerto das nações e já ocupando o 8º lugar entre as mais desenvolvidas do planeta.
O carnaval é uma festa popular, importada, que caiu no gosto do povo brasileiro. As pessoas ficam aguardando o carnaval para dar curso à sua alegria, por isso essa espera gerou a falácia: No Brasil o ano novo só começa depois do carnaval. Mas essa folia toda tem uma conotação muito negativa quando há um exagero no consumo de bebidas alcoólicas. Por isso o prefeito Nelsinho Trad tomou uma decisão para preservar a alegria consciente, inibindo o consumo das bebidas alcoólicas: proibiu a sua venda pelos ambulantes no entorno dos locais de grande comemoração, como no caso do nosso sambódromo. Muito bom, prefeito!
Enfim, feliz ano novo, minha gente

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:51
 
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