Área restrita



Quem está online

Nós temos 17 visitantes online
Mais uma conquista PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 13 de Abril de 2012 00:00
MAIS UMA CONQUISTA
O trabalho como esforço aplicado para se conquistar algo sempre dá resultado. O seu sentido fundamental é o que fazemos com a nossa vida, procurando sempre fazer bem feito. As mulheres, aos poucos, estão conseguindo ocupar o verdadeiro lugar a que têm direito, como companheiras dos homens e como seres inteligentes que buscam sua realização.
Elas acabam de conquistar mais uma etapa na sua luta de afirmação pessoal. A partir do dia 04 último, conforme determina a Lei nº 12.605, publicada no Diário Oficial da União, as instituições de ensino públicas e privadas são obrigadas a flexionar o gênero para nomear profissão ou grau nos diplomas universitários. Trocando em miúdos: até então, como não existiam designações femininas para as profissões, por exemplo, de arquitetos, engenheiros e bibliotecários, entre outras, os diplomas universitários que lhes eram conferidos eram grafados somente no gênero masculino. Aparentemente é pouca coisa, mas não é não.
Eu tenho uma filha, Thaís, cujo diploma universitário expedido pela PUC-Campinas, lhe confere o grau de engenheiro civil. A arquiteta Sônia Chinzarian Miguel – filha do meu saudoso amigo e irmão Muxeque Chinzarian –, usava nas placas designativas de seus projetos a sua identificação como arquiteto, como se lê numa placa de uma obra na rua Maracaju. Agora tudo isso mudou, pois o texto da lei é imperativo: elas serão nomeadas como engenheiras, arquitetas, etc. Inclusive as atuais detentoras de diplomas com a designação, agora incorreta, poderão requerer a expedição de um novo, com a nomeação correta, sem qualquer custo financeiro.
Tempos atrás, conversando com o presidente do CREA, Jary Carvalho e Castro, comentávamos o assunto. Ele dizia que o CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia –, buscava uma solução para o problema. Agora ficou resolvido definitivamente, com a iniciativa do Governo Federal.
E assim, de conquista em conquista, as mulheres prosseguem em sua luta constante para merecer o respeito de todos.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O trabalho como esforço aplicado para se conquistar algo sempre dá resultado. O seu sentido fundamental é o que fazemos com a nossa vida, procurando sempre fazer bem feito. As mulheres, aos poucos, estão conseguindo ocupar o verdadeiro lugar a que têm direito, como companheiras dos homens e como seres inteligentes que buscam sua realização. 

Elas acabam de conquistar mais uma etapa na sua luta de afirmação pessoal. A partir do dia 04 último, conforme determina a Lei nº 12.605, publicada no Diário Oficial da União, as instituições de ensino públicas e privadas são obrigadas a flexionar o gênero para nomear profissão ou grau nos diplomas universitários. Trocando em miúdos: até então, como não existiam designações femininas para as profissões, por exemplo, de arquitetos, engenheiros e bibliotecários, entre outras, os diplomas universitários que lhes eram conferidos eram grafados somente no gênero masculino. Aparentemente é pouca coisa, mas não é não. Eu tenho uma filha, Thaís, cujo diploma universitário expedido pela PUC-Campinas, lhe confere o grau de engenheiro civil. A arquiteta Sônia Chinzarian Miguel – filha do meu saudoso amigo e irmão Muxeque Chinzarian –, usava nas placas designativas de seus projetos a sua identificação como arquiteto, como se lê numa placa de uma obra na rua Maracaju.

Agora tudo isso mudou, pois o texto da lei é imperativo: elas serão nomeadas como engenheiras, arquitetas, etc. Inclusive as atuais detentoras de diplomas com a designação, agora incorreta, poderão requerer a expedição de um novo, com a nomeação correta, sem qualquer custo financeiro.

Tempos atrás, conversando com o presidente do CREA, Jary Carvalho e Castro, comentávamos o assunto. Ele dizia que o CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia –, buscava uma solução para o problema. Agora ficou resolvido definitivamente, com a iniciativa do Governo Federal.E assim, de conquista em conquista, as mulheres prosseguem em sua luta constante para merecer o respeito de todos. 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:46
 
Chochinho II PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 24 de Dezembro de 2011 00:00

Continuamos com a narrativa de fatos do personagem riquíssimo que foi José Ferreira dos Santos Irmão. Chochinho para os íntimos.
Durante um evento festivo, na AABB – Associação Atlética Banco do Brasil, Chochinho foi convidado e auxiliou o então presidente da associação, Ney Sant’Anna de Carvalho, na organização da festividade. Durante o transcorrer da festa ele tomou uns “goles” a mais. Sentindo-se mal, correu para o banheiro. Ao lá chegar encontrou um cliente do banco – o homenageado da festa. O coitado do Chochinho não teve tempo de conter sua ânsia de vômito vindo a “batizar” o cliente.  Foi um fuzuê, pois o prejudicado queria ter uma conversa muito séria com ele.  Entrou o time do “deixa disso” e, mais uma vez, o Chochinho, escapou ileso. 

Em outra ocasião, acompanhando o então gerente do banco, João Proença de Queiroz, para conhecer a fazenda de sua propriedade, com outros colegas, ao lá chegar este disse, abarcando todo o horizonte com as mãos: “Tudo isso é nosso”. Chochinho na bucha: “Quero vender a minha parte”. 

Em um determinado expediente, no banco, o chefe da expedição tinha sido incumbido de uma missão especial. Determinou então que Chochinho fizesse o fechamento e preparação de todos os documentos produzidos no dia anterior. Como o volume era representativo, tanto em tamanho, quanto em peso, em determinado momento ele se atrapalhou e a papelada foi toda ao chão, espalhando-se completamente.  Chochinho apressou-se em juntá-los sem qualquer critério, colocando-os não mais na ordem correta, misturando-os aleatoriamente.  O que lhe valeu uma bronca da qual se safou dizendo que a responsabilidade não era dele, mas de quem lhe delegara uma tarefa para a qual não fora treinado. O que acabou transferindo a bronca para o chefe.
Na última etapa de sua vida funcional, foi transferido para o CESEC – Centro de Processamento de Dados do Banco Brasil. Quando chegava para o trabalho, saudava assim aos colegas: “Bom dia, seus filhos da luta”.
Chochinho despediu-se da vida da mesma maneira em que a viveu: foi até a Padaria Pão Bento pagar a coleta dos pães que distribuía gratuitamente a pessoas carentes. Ao sair daquele local, sentiu-se mal, colocou as mãos no peito e lentamente caiu ao chão. Parecia mais uma de suas brincadeiras. Mas não era... estava saindo do nosso convívio para, quem sabe, alegrar, ainda mais, a casa do Pai.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:47
 
Tratado de Bem Viver III PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 10 de Janeiro de 2012 00:00

Dando sequência a este tema, apresento a seguir uma lista de gestos cotidianos, aparentemente involuntários, que permitem a interpretação de nossas intenções exprimidas em linguagem não-verbal.

 O que significam nossos gestos?

• Acariciar o queixo: reflexão antes de uma decisão.
• Cruzar os braços: atitude defensiva.
• Inclinar a cabeça para a frente: interesse pelo que se ouve.

• Entrelaçar os dedos: autoridade, espera por reações.
• Esfregar o olho: dúvida, incredulidade.
• Mexer no cabelo: insegurança ou desejo de seduzir.
• Comprimir os lábios: desconfiança ou desagrado.
• Levar a mão à bochecha: avaliação, reflexão.
• Levar as mãos aos quadris: disposição para fazer ou dizer algo importante, tomar coragem.
• Esfregar as mãos: antecipar algo que está por acontecer.
• Tamborilar os dedos das mãos ou os pés: impaciência, pressa.
• Olhar para o chão: não acreditar totalmente no que está ouvindo.
• Abrir as mãos com as palmas voltadas para cima: sinceridade, inocência.
• Cruzar as pernas, deixando um dos pés em movimento: chateação ou impaciência.
• Sentar-se na beira da cadeira: vontade de ir embora.
• Sentar-se com as pernas abertas: atitude relaxada.
• Unir os calcanhares: medo, apreensão.
E agora, uma dica para um passeio filosófico: Os grandes pensamentos podem ser concebidos durante uma caminhada:
1. Abra espaço na sua agenda para um encontro consigo mesmo, marcando dia e hora, a fim de que nenhuma obrigação ou compromisso possa interferir nesse propósito.
2. Escolha um lugar inspirador para você, seja por trazer lembranças especiais ou por produzir a sensação de bem-estar.
3. Escolha o dia e o horário menos frequentados, para evitar distrações durante o passeio.
4. Anote em um caderno as questões que o preocupam, para refletir sobre elas em seu encontro pessoal. Tome nota também das conclusões mais importantes a que chegar.
5. Não determine um horário para o fim do passeio: nunca se sabe aonde a filosofia pode nos levar. Simplesmente retorne quando sentir que o encontro chegou ao fim.
6. Os melhores lugares para um passeio filosófico são aqueles próximos à natureza, museus e mesmo uma parte da cidade que você ainda não conheça.
7. Use roupas confortáveis. A filosofia não exige formalidade, mas faz mover as pernas e as ideias.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:48
 
<< Início < Anterior 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 Próximo > Fim >>

Página 93 de 101

Redes sociais

Facebook 
Hjemmeside Wildberry Telefoni Internet