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Escrito por Heitor Freire   
Dom, 13 de Janeiro de 2013 13:58
Literal e definitivamente estamos vivendo novos tempos. Acabamos de entrar em um novo período cósmico como ficou muito evidenciado pelas informações que circularam por todo o mundo, quando se difundiram as profecias dos maias. Estamos em um novo ciclo. Em uma nova era. E em uma nova administração municipal.
Em nossa capital, desde a primeira administração Lúdio Coelho, em 1983, as transições das administrações municipais foram realizadas de uma forma continuada, sem que tivesse havido uma ruptura entre uma e outra, porque as mudanças ocorriam no primeiro escalão. Assim tivemos duas administrações de Lúdio Coelho intercaladas com duas de Juvêncio César da Fonseca, sucedidas depois por duas de André Puccinelli e duas de Nelson Trad Filho.
Essa continuidade de idéias e políticas proporcionou ao quadro de funcionários da prefeitura de Campo Grande um aprimoramento pelo prosseguimento no tempo de uma mentalidade seqüencial de práticas e procedimentos. Os atores permaneceram e se aperfeiçoaram. Hoje, posso afirmar com conhecimento de causa: a nossa prefeitura conta com um elenco de funcionários do mais alto gabarito.
E agora temos pela primeira vez, em quase trinta anos, uma mudança radical de administração. A nossa população pedia uma mudança. E ela veio. E estamos observando que o nosso prefeito se depara com uma situação que está a exigir-lhe uma capacidade de liderança elevada para poder comandar essa máquina que está muito bem azeitada. Particularmente faço votos que nosso prefeito faça uma boa administração, que é uma tradição em Campo Grande.
Nós tivemos grandes prefeitos eleitos, desde a queda da ditadura Vargas, como Fernando Corrêa da Costa (depois, governador de Mato Grosso por dois mandatos, senador da república); Ary Coelho de Oliveira (que foi assassinado no exercício do mandato e estava cotado para ser candidato a governador); Wilson Fadul (depois deputado federal, ministro da saúde); Marcílio de Oliveira Lima (depois deputado federal); Wilson Barbosa Martins (depois deputado federal, governador de Mato Grosso do Sul por dois mandatos, senador da república); Antônio Mendes Canale prefeito por dois mandatos (também deputado estadual, deputado federal, senador da república); Plínio Barbosa Martins (também deputado federal por dois mandatos); Levy Dias (também deputado estadual, deputado federal, senador da república); Marcelo Miranda Soares (depois governador, senador da república); Lúdio Coelho (também senador da república); Juvêncio César da Fonseca (depois senador da república); André Puccinelli (também deputado estadual, deputado federal, governador de Mato Grosso do Sul por dois mandatos e quem sabe, futuro senador), e Nélson Trad Filho (também vereador, deputado estadual e candidato potencial a governador do estado).
Tudo se renova ao nascer de um novo ano e de uma nova administração. Carlos Drummond de Andrade, com a genialidade que sempre caracterizou os seus textos, assim se manifestou sobre a mudança anual do calendário: “Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra adiante vai ser diferente.”
Assim “cela s’entend”, o costume faz lei. Eu espero. E desejo que o nosso prefeito tenha a mesma competência demonstrada pelos seus antecessores na administração da prefeitura e se corresponder, na continuidade de sua carreira política.

Literal e definitivamente estamos vivendo novos tempos. Acabamos de entrar em um novo período cósmico como ficou muito evidenciado pelas informações que circularam por todo o mundo, quando se difundiram as profecias dos maias. Estamos em um novo ciclo. Em uma nova era. E em uma nova administração municipal.

 
E o mundo não acabou PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 22 de Dezembro de 2012 00:00
Ao proferir minha oração ao amanhecer de hoje, 22 de dezembro, e fazer o retrospecto dos acontecimentos vividos na espiritualidade enquanto dormia, lembrei-me de ter encontrado o meu amigo Flaviano Teodoro de Carvalho, falecido há algum tempo de uma forma dolorosa, após um longo período de sofrimento. Ele estava alegre, com uma expressão de contentamento, com um sorriso ostentando as covinhas que exibia no rosto quando sorria. Perguntei como estava e ele respondeu que muito bem. Perguntei-lhe ainda sobre as seqüelas da doença que o acometera e ele afirmou que acabou tudo, sentindo-se um ser renovado.
Acordei com uma sensação de alegria e de contentamento. Alegria e contentamento porque, mais uma vez, confirmei que a morte não existe. Que a continuidade da vida se manifesta em outro nível. E confirmando também que a interpretação terrorista que se deu, em alcance mundial, sobre as profecias dos maias estava totalmente incorreta.
O mundo, no meu entendimento, acaba, em termos, para cada um, individualmente, quando ocorre o fenômeno do desencarne. Para cada um porque o acontecimento é individual, singular, personalíssimo. Em termos, porque na realidade não acaba é uma passagem para outra dimensão.
E já que o mundo não acabou, mas passou por uma transformação, uma evolução espiritual, com o encerramento de um ciclo e o início imediato de outro, aproveitemos esta oportunidade para uma reflexão profunda a respeito da nossa vida, dos nossos atos, da nossa encarnação. E isso implica naturalmente em avaliação pessoal do que cada religião representa para os seus adeptos.
As religiões acabaram se transformando em meios de dominação que longe de proporcionarem a libertação espiritual – finalidade lógica da sua criação – acabaram se constituindo em formas de opressão. Apesar disso cada uma, a seu tempo e hora, contribuiu para, de certa forma, manter acesa a chama da evolução espiritual.
A religiosidade que traduz naturalmente a ligação do ser humano com o seu Criador, quando dogmatizada e ritualizada com a repetição automática de atos e procedimentos, acaba engessando o conteúdo espiritual com a forma da massificação.
O processo evolutivo da humanidade, no meu entendimento, se desenvolve através da caminhada reencarnacionista a que todos os seres estão submetidos naturalmente. Há resistências no entendimento dessa caminhada provocada pela maioria das diferentes religiões que são professadas pelos seres humanos. Cada uma se intitula como detentora da verdade e procura impô-la aos seus adeptos que, por sua vez, também procuram enfiá-la goela abaixo de quem quer que se oponha aos seus desígnios.
Aqui cabe uma reflexão a respeito do trabalho desenvolvido por Gregg Braden, geólogo norte americano. Ele é atualmente considerado um pioneiro na fusão entre os mundos da ciência e da espiritualidade, e é, provavelmente, a pessoa mais reconhecida das que estão avaliando e revelando os fenômenos científicos que indicam mudança.
Há muitos indicadores quantificáveis que mostram que a Terra e o Sistema Solar estão passando por transofrmações que nunca haviam se produzido no registro da história humana. Muitos médiuns e canalizadores dizem que nós entramos no início de uma mudança dimensional que já está a ter profundos efeitos na vida de todos. Além disso, alguns prevêem que na próxima década entraremos em um processo de ascensão para consumar as profecias de Jesus.
Gregg diz: “Toda a gente sente que algo está a acontecer, mas ainda não perceberam bem o que é. Há uma tensão subjacente que transcende fronteiras e países; em todas as partes as pessoas sentem que algo está a mudar. O que é que se passa? Estaremos perante uma paranóia de início do século XXI, ou estará realmente algo de invulgar a acontecer?”.
Penso que a chave é experimentar os sentimentos de uma forma mais intensa, como se o resultado do desejo dos nossos corações já tivesse acontecido. Isso coloca em ação uma resposta no interior dos nossos corpos em que a química corresponde ao sentimento. Não é uma ação do pensamento, mas sim do sentimento.
A conclusão a que chegou Gregg Braden é a seguinte: “O nosso mundo é feito de campos eletromagnéticos de informação. Se queremos mudar alguma coisa neste mundo, temos de comunicar ao interior desse campo eletromagnético. O coração é o principal gerador de campos elétricos e magnéticos do corpo humano: é cerca de cinco mil vezes mais poderoso do que o cérebro, ou seja, os sentimentos são a força mais poderosa do universo”. Ele inclusive esteve nos mosteiros do Tibete, onde os monges confirmaram essa idéia.
Aí está uma orientação que considero verdadeira. Vamos experimentar e confirmar?

Ao proferir minha oração ao amanhecer de hoje, 22 de dezembro, e fazer o retrospecto dos acontecimentos vividos na espiritualidade enquanto dormia, lembrei-me de ter encontrado o meu amigo Flaviano Teodoro de Carvalho, falecido há algum tempo de uma forma dolorosa, após um longo período de sofrimento. Ele estava alegre, com uma expressão de contentamento, com um sorriso ostentando as covinhas que exibia no rosto quando sorria. Perguntei como estava e ele respondeu que muito bem. Perguntei-lhe ainda sobre as seqüelas da doença que o acometera e ele afirmou que acabou tudo, sentindo-se um ser renovado. Acordei com uma sensação de alegria e de contentamento. Alegria e contentamento porque, mais uma vez, confirmei que a morte não existe.
Última atualização em Sáb, 29 de Dezembro de 2012 12:52
 
La donna è móbile PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 20 de Dezembro de 2012 20:47
Mulher, mulher, sempre mulher.
É interessante como este tema me envolve permanentemente. E não só a mim. A todos os homens. É algo que nos magnetiza. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações.
A metáfora da criação divina da mulher retrata com muita precisão a sua finalidade: ela foi criada a partir da costela do homem, para estar ao seu lado. Não de um osso da cabeça, para ser-lhe superior e nem de um osso do pé para ser-lhe inferior.
Em artigo anterior sobre este tema já manifestei a minha mais profunda admiração pela mulher, o que reitero agora e sempre.
Um dos erros crassos que os homens cometem é o de querer entender a mulher; ela não foi feita para ser entendida, mas amada, admirada, conquistada.
Ela é mais inteligente e mais forte do que o homem, embora o contrário seja a ideia predominante. É tão inteligente que faz o homem pensar que ele é mais forte e mais inteligente e ele acredita... Ela usa a sua decantada fragilidade exatamente para envolver o homem.
A maternidade é um dos fatores que confere divindade à mulher e que lhe dá a dimensão que tem. Sem mulher, não existiria a humanidade. Elas são doutoras na arte de fazer do ato de viver algo melhor.
Giuseppe Verdi, em sua ópera Rigoletto, tem uma ária “La donna è móbile” em que representa com muita verve a figura da mulher:
“Como pluma ao vento,”
“Muda de sotaque e de pensamento...”
Criando assim uma definição de mulher com leveza. Essa ária é baseada numa peça de Victor Hugo, “Le roi s’amuse”, peça que foi censurada por muito tempo. Aliás, Victor Hugo escreveu um poema antológico dedicado ao homem e à mulher:
“O homem é a mais elevada das criaturas./ A mulher é o mais sublime dos ideais./ Deus fez para o homem um trono; / Para a mulher, um altar.
O trono exalta; o altar santifica./ O homem é o cérebro; a mulher, o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita. / O homem é o gênio; a mulher, o anjo.
O gênio é imensurável; o anjo, indefinível. / A aspiração do homem é a suprema glória;
A aspiração da mulher, a virtude extrema./ A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência./ A supremacia representa força.
A preferência representa o direito. /O homem é forte pela razão; a mulher, invencível pelas lágrimas.
A razão convence; a lágrima comove. /O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios. /O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher, o evangelho./ O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é o templo; a mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos; / Ante o sacrário ajoelhamo-nos.
O homem pensa; a mulher sonha. /Pensar é ter cérebro; /Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher, um lago./ O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma./ O homem tem um fanal; a consciência; /A mulher tem uma estrela: a esperança. / O fanal guia, a esperança salva.
Enfim...
O homem está colocado onde termina a terra; /A mulher, onde começa o céu...”
Não há nada a acrescentar.

Mulher, mulher, sempre mulher. É interessante como este tema me envolve permanentemente. E não só a mim. A todos os homens. É algo que nos magnetiza. Grandes personagens da literatura e da música também cantaram e aclamaram a mulher em suas manifestações. A metáfora da criação divina da mulher retrata com muita precisão a sua finalidade: ela foi criada a partir da costela do homem, para estar ao seu lado. Não de um osso da cabeça, para  lhe ser superior e nem de um osso do pé para lhe ser inferior.

Última atualização em Seg, 24 de Dezembro de 2012 12:03
 
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