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Maturidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 14 de Setembro de 2013 15:53
MATURIDADE
O que é maturidade?  Segundo o Aurélio, numa definição poética, é “a fase do ciclo vital de um lago na qual se registra certo equilíbrio entre o recebimento e a perda de suas águas”. Ou seja, quando ocorre a maturação, quando após uma vida de lutas, de conquistas, de perdas, de sucessos, de insucessos, de realizações, se atinge o momento em que se pode olhar para trás e avaliar tudo o que se fez.
Hoje, é cada vez maior o número de pessoas que atingiram esse estado, o que está proporcionando um novo nicho de mercado voltado para o atendimento delas. Assim se criaram grupos de pessoas definidos como da terceira idade, e que se dedicam a criar meios de diversão, como viagens, clubes de dança, etc.
À medida que a população mundial envelhece, a sociedade depara-se com um problema inexistente até o século passado. Pessoas ainda no vigor de sua potencialidade margeiam o mercado de trabalho, aposentam-se em pleno momento de pujança intelectual e caem em uma vida sedentária e desmotivada. Nada mais esperam; recolhem-se, e, muitos, caem na solidão. Vida é movimento. Deus está no movimento.
Com o foco voltado para essa faixa etária, a professora Maria Ângela Coelho Mirault Pinto, doutora em comunicação, começou a pesquisar o que aconteceu na França, na década de 70 quando começaram a elaborar projetos nas universidades, como cursos de extensão voltados para proporcionar aos aposentados a oportunidade de continuar os estudos ou iniciar novos interesses na área cultural. Foi um sucesso.
Com base nessa pesquisa e também num levantamento da possível clientela aqui em Campo Grande, a professora Maria Ângela, criou a FAMA – Faculdade Aberta da Maturidade de Mato Grosso do Sul, visando exatamente proporcionar às pessoas com esse perfil uma nova visão que lhes permitam acrescentar um pouco de filosofia, sociologia e estudos de linguagem. Trata-se de um empreendimento educacional direcionado ao adulto em idade madura, cujo interesse é voltado para a atualização de conhecimentos e de vivências. O projeto tem como consultoras pedagógicas as professoras Ângela Maria Costa e Neila Osório Barbosa.
Para tornar realidade a FAMA no campo acadêmico, foi firmado um convênio com o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul. A parceria firmada determina que no campus seja oferecido, como principal produto educacional, o curso regular de Educação Continuada em Atualização Cultural e Integração Social, com a duração de dois anos, e com carga horária de seis horas, a ser desenvolvida em dois dias letivos semanais.
Além do campus acadêmico, outras atividades complementares serão oferecidas no Campus de Psicomotricidade (na Rua Rodolfo José Pinho, no Núcleo Ideia Viva). Além de serem opcionais aos matriculados, estas atividades serão abertas ao público externo e não acadêmico da FAMA. São elas: oficinas de fotografia digital, terapias florais, nutrição e dietas, etiqueta, marketing pessoal, empreendedorismo, administração de finanças pessoais, qualidade de vida, exercícios físico-funcionais, psicodrama, psicomotricidade, mobilidade e corporeidade.
Desse modo, abrem-se perspectivas maravilhosas e atraentes que irão enriquecer a vida das pessoas maduras. Os cursos serão ministrados por professores altamente qualificados. O primeiro é de extensão em linguagem e consciência da palavra, que será ministrado pelo professor Hildebrando Campestrini, presidente do Instituto Histórico e Geográfico, já no próximo mês de outubro. O professor Campestrini, com mais de 50 anos de experiência no ramo do ensino, vai ensinar como refletir sobre os obstáculos e, a partir de então, desenvolver a eficiência na Comunicação Interpessoal, com a seguinte abordagem: A consciência da palavra, a responsabilidade na emissão e na recepção da mensagem comunicada, a linguagem como reflexo da personalidade, a linguagem como veículo de preconceito e como conseguir uma comunicação interpessoal eficiente.
O professor Campestrini após sua aposentadoria, como diretor de comunicação do Tribunal de Justiça do nosso estado, tem se dedicado a ministrar cursos de linguagem em diversos tribunais de Justiça do Brasil, bem como nos tribunais de contas. Ou seja, é um profissional qualificado que estará à disposição dos alunos da FAMA para contribuir para o enriquecimento das pessoas da maturidade. O campus acadêmico ficará sob minha coordenação. É mais um desafio e mais uma realização.
Termino parafraseando o professor Campestrini: “o conhecimento é genérico; o saber é particular”.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O que é maturidade?  Segundo o Aurélio, numa definição poética, é “a fase do ciclo vital de um lago na qual se registra certo equilíbrio entre o recebimento e a perda de suas águas”. Ou seja, quando ocorre a maturação, quando após uma vida de lutas, de conquistas, de perdas, de sucessos, de insucessos, de realizações, se atinge o momento em que se pode olhar para trás e avaliar tudo o que se fez.

 
Super Homem PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 09 de Setembro de 2013 14:50
Antes que alguém mais afoito saia em contra do que escrevi sobre as mulheres (Mulher Bombril), esclareço, como lídimo representante do gênero masculino, que sem os homens também não existiria a humanidade. Somos complementos um do outro; o homem sem a mulher não existiria, a mulher sem o homem não existiria. O comportamento adequado de cada parte, como está estabelecido desde o princípio, está no sagrado, abençoado e dourado caminho do meio.
O que nós precisamos aprender é como nos relacionar de forma amorosa e respeitosa com esse ser tão complexo, misterioso e ao mesmo tempo maravilhoso, que é a mulher.
O homem para não se deixar subjugar pelos encantos femininos tem que exercitar permanentemente a sabedoria de que é dotado naturalmente, senão dança, não pode dormir de touca. O mais sábio de todos os homens, como todos sabemos, é o Rei Salomão. Não só pela sua sabedoria decantada em prosa e verso através dos milênios, mas principalmente pela sua competência em lidar com as mulheres: teve 700 esposas e 300 concubinas (1 Reis 11,3). Vejam que capacidade.
Para lidarmos com as mulheres devemos manter sempre em alerta nossos sensores mais sensíveis, para saber o momento preciso de agir, o de calar, o de discordar e o de concordar. Tudo sempre com muito respeito de ambas as partes. A minha longa e valiosa experiência na convivência com elas já me mostrou como agir com sensatez. Observo que alguns homens até por conveniência resolveram se submeter a uma subordinação consentida para não criar atritos permanentes.
Uma observação que fui constatando ao longo dos tempos: minhas filhas nunca se referem à nossa casa, como sendo minha, a do seu pai; sempre dizem, vou lá na mamãe. Outro dia, na minha frente, uma delas falando com um dos seus filhos ao celular, disse que estava na casa da Vó. Comecei a rir e ela também. Isso demonstra claramente como a maternidade é marcante. Mãe é matriz.
A história nos mostra aspectos interessantes da relação entre homens e mulheres que, neste momento, considero oportuno mencionar: Jacó filho de Isaac, neto de Abraham, para fugir da ira de seu irmão Esaú, de quem usurpara a primogenitura, foi se abrigar nas terras de Labão, irmão de sua mãe, Rebeca. Lá chegando, Jacó se apresentou e se ofereceu para trabalhar com ele. Logo depois conheceu Raquel, filha de Labão, por quem se apaixonou. Pediu a mão dela em casamento a Labão. E este respondeu: Posso lhe conceder a mão dela se você trabalhar para mim por sete anos. Jacó aceitou.
Quando chegou o término do compromisso, Jacó se apresentou a Labão para o casamento. A cerimônia foi realizada e ao chegar no leito nupcial, Jacó ao levantar o véu da noiva, viu que se casara com Lia, irmã mais velha de Raquel e não com a sua amada. Procurou Labão que lhe disse que a tradição do seu povo não permitia que a filha mais nova se casasse antes da mais velha. Mas propôs um novo acordo, Jacó trabalharia mais sete anos e se casaria com Raquel. Este fato foi muito bem retratado num belo poema de Camões.
Pois bem, casamento feito com as duas irmãs, começaram as discordâncias: ciúmes, brigas, etc. Lia logo procriou e teve na sequencia quatro filhos (Ruben, Simeão, Levi e Judá) e  Raquel nada. Ante essa situação adversa, Raquel propôs a Jacó que se unisse à sua serva Bala “para que ela dê à luz sobre os meus joelhos” ( Gen.30, 3). Estava inaugurada a barriga de aluguel. Bala procriou duas vezes (Dã e Neftali). Aí foi a vez de Lia que também ofertou sua serva Zelfa para Jacó que procriou duas vezes (Gad e Aser). Depois disso Raquel também procriou, foi mãe de José e de Benjamin. Lia ainda foi mãe de Issacar e Zabulon. Vejam que sujeito privilegiado. Assim Jacó continuou por feliz toda sua vida, contando com os favores consentidos e aprovados de quatro mulheres. Sujeito afortunado. A importância dele foi tão grande que os seus doze filhos,  denominam as doze tribos de Israel.
Para encerrar este artigo observo que as mulheres estão voltando a usar saias e vestidos. A calça comprida que quase se tornou um uniforme masculinizando a mulher está começando a perder espaço para as roupas que realçam e destacam os encantos femininos. Como é estimulante ver quando um vento maroto tenta levantar a saia de uma mulher e ela com toda feminilidade segura as suas pontas olhando para os lados disfarçadamente para ver se tem alguém observando.
Viva para os homens e para as mulheres também.

Antes que alguém mais afoito saia em contra do que escrevi sobre as mulheres (Mulher Bombril), esclareço, como lídimo representante do gênero masculino, que sem os homens também não existiria a humanidade. Somos complementos um do outro; o homem sem a mulher não existiria, a mulher sem o homem não existiria. O comportamento adequado de cada parte, como está estabelecido desde o princípio, está no sagrado, abençoado e dourado caminho do meio.

 

 
Mulher bombril PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 06 de Setembro de 2013 01:28
As infinitas capacidades de que são dotadas as mulheres são motivo de constante análise e avaliação por minha parte. Sou um entusiástico admirador delas. Na condição de casado há mais de cinquenta anos e pai de sete filhas maravilhosas sou testemunha ocular do que afirmei acima. Sou grato a Deus por tudo, mas principalmente por viver rodeado por mulheres de todos os lados. As mulheres são seres que aprenderam desde o começo que a flexibilidade é a palavra chave no processo do crescimento.
Encontrei no dia 24, no Parque das Nações Indígenas, durante uma apresentação do SESI Bonecos do Mundo (produção local da minha filha Andréa, excelente presente que a Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul e o SESI – Serviço Social da Indústria brindaram a Campo Grande no seu aniversário), a Odilene Pacheco, que se identifica com o título deste artigo: Mulher Bombril. Ela é graduada em história pela UCDB, e antes disso vendia roupas que comprava na 25 de Março, em São Paulo. Casou-se com meu sobrinho, Fernando Pacheco, coronel do Exército, hoje na reserva.
Pois bem, o Fernando é pára-quedista e faixa preta de caratê. Logo depois do casamento Odilene começou a treinar saltos e hoje é uma pára-quedista de corpo e alma. No caratê já conquistou a faixa amarela. Aprendeu orientologia, esporte que busca adestrar seus adeptos no sentido da orientação num terreno desconhecido. Ela ocupa hoje o 4º lugar no ranking nacional da Confederação Brasileira de Orientologia. Faz trabalhos de pedreiro em casa. Mãe zelosa, educa a filha Agatha com toda atenção e disciplina. Por minha sugestão, dada a sua imensa capacidade de convencimento, está terminando o curso de técnica em transações imobiliárias e como estagiária já está trabalhando com êxito. Será uma corretora de imóveis de muito sucesso.  Nesse dia que a encontrei, estava ajudando na produção do SESI Bonecos do Mundo. É a verdadeira mulher bombril. E por quê? Porque tem mil e uma utilidades.
Essa mesma identificação encontro na maioria das mulheres com quem convivo e conheço. A minha mulher, Rosaria minhas filhas, Valéria, Andréa, Raquel, Alessandra, Flávia e Thais, minhas cunhadas Gilda e Isabel, são todas exemplos de mulher bombril.
Se eu fosse citar todas as mulheres que conheço com essa característica, faltaria espaço. Essa qualidade é inerente ao ser feminino: a capacidade de fazer muita coisa diferente ao mesmo tempo, acrescida da condição divina de gerar seres humanos e educá-los, lhes dá o grande diferencial em relação ao homem. Sem elas nós todos estaríamos fritos.
Outra capacidade que identifico nas mulheres é a de vencer obstáculos. No dizer de Rui Barbosa, citado pelo professor Hildebrando Campestrini, a água, ao encontrar um obstáculo pára, procura contorná-lo, se avoluma e depois de muitas e inúmeras tentativas, passa por cima. Vejo também na mulher essa capacidade. Ela é muito mais eficaz que o homem. Dê a ela um problema que ela vai buscar uma solução. Se algum dia você precisar anotar alguma coisa e não tiver uma caneta, procure uma mulher com o cabelo preso. Provavelmente terá uma, prendendo seu cabelo.
A crença popular afirma que, na hora de realizar diversas tarefas simultâneas, não há quem vença as mulheres. Elas podem falar ao telefone, conferir o Facebook, pentear o cabelo e ainda brincar com um cachorro, tudo isso ao mesmo tempo, sem qualquer problema — enquanto isso, seres do sexo masculino teriam dificuldade até mesmo para participar de uma conversa enquanto amarram o tênis. Não precisamos exagerar também, não é?


As infinitas capacidades de que são dotadas as mulheres são motivo de constante análise e avaliação por minha parte. Sou um entusiástico admirador delas. Na condição de casado há mais de cinquenta anos e pai de sete filhas maravilhosas sou testemunha ocular do que afirmei acima. Sou grato a Deus por tudo, mas principalmente por viver rodeado por mulheres de todos os lados. As mulheres são seres que aprenderam desde o começo que a flexibilidade é a palavra chave no processo do crescimento.

Última atualização em Sex, 06 de Setembro de 2013 21:13
 
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