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Muito Com Pouco PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 20 de Fevereiro de 2012 00:00

A vida como grande e verdadeira mestra da evolução nos ensina sabiamente a encontrar meios para que a nossa sustentabilidade e subsistência sejam supridas de forma suficiente com o indispensável, deixando de lado o supérfluo.
Assim os empresários modernos, que são constantemente bombardeados com tantas exigências e impostos estratosféricos, buscam com criatividade encontrar meios para fazer muito com pouco, que é hoje uma prática indispensável para quem quer progredir verdadeiramente. Essa situação implica no aprimoramento da inteligência.

E agora, nós, articulistas do Correio do Estado, nos vemos nessa contingência, ante o novo ordenamento gráfico do jornal. Não é fácil escrever um artigo com começo, meio e fim, com apenas 1404 toques. É um desafio estimulante e ao mesmo tempo gratificante, porque estou aprendendo a sintetizar melhor meu pensamento nesse espaço.
O jornal passou a valorizar o espaço disponível, utilizando com discernimento cada centímetro de coluna, proporcionando aos leitores uma leitura mais leve, agradável e concisa, alcançando com melhor proveito o seu objetivo de levar informação precisa e opinião consistente. Isso me proporcionou também a oportunidade de sair da zona de conforto, que o costume já me concedia, sacudindo-me da letargia, para melhor.
Faz parte da evolução. E vamos em frente.

 

 

Última atualização em Qua, 10 de Outubro de 2012 00:48
 
Feliz Ano Novo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 19 de Fevereiro de 2012 00:00


Falácias são argumentos capciosos. Uma grande falácia repetida tantas vezes acaba se transformando em um arremedo de verdade. É o caso, freqüente em nosso meio nacional, de que o ano só começa depois do carnaval. E isso decorre de uma mentalidade que induz à preguiça e à busca de um argumento que justifique um “dolce far niente” que é realmente o que se pretende num modelo dito brasileiro.

Na realidade, o brasileiro não é preguiçoso. Ao contrário é um trabalhador consciente, senão o Brasil não seria o que é: Um país pujante, em franco desenvolvimento, conquistando seu lugar no concerto das nações e já ocupando o 8º lugar entre as mais desenvolvidas do planeta.
O carnaval é uma festa popular, importada, que caiu no gosto do povo brasileiro. As pessoas ficam aguardando o carnaval para dar curso à sua alegria, por isso essa espera gerou a falácia: No Brasil o ano novo só começa depois do carnaval. Mas essa folia toda tem uma conotação muito negativa quando há um exagero no consumo de bebidas alcoólicas. Por isso o prefeito Nelsinho Trad tomou uma decisão para preservar a alegria consciente, inibindo o consumo das bebidas alcoólicas: proibiu a sua venda pelos ambulantes no entorno dos locais de grande comemoração, como no caso do nosso sambódromo. Muito bom, prefeito!
Enfim, feliz ano novo, minha gente

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:51
 
Dia Histórico PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 03 de Fevereiro de 2012 00:00

O mundo passa por transformações estruturais e fundamentais em nossos dias. Cada vez mais há ações visando conscientizar a nossa população da necessidade imperiosa de promover mudanças em seu comportamento. Há poucos dias, a professora Maria Ângela Mirault nos brindou com um artigo onde demonstrou claramente que o culpado de qualquer coisa que nos aconteça somos nós mesmos. Assim esse sentimento começa a prosperar e encontrar eco nas mentes, corações e consciências do ser humano.

Nesse diapasão, vivemos um dia histórico em Campo Grande, no dia 3 de fevereiro último. Nesse dia, no auditório do Hotel Jandaia, foi realizado o Fórum Campo Grande Sustentável, com um público que lotou totalmente suas dependências, com gente em pé nos corredores, no meio, nos fundos, sem que as pessoas pudessem literalmente se mexer. Esse Fórum foi organizado pelos partidos políticos DEM, PHS, PPS, PSDB e PSDC, com a participação dos pré-candidatos a prefeito de Campo Grande, Athayde Nery (PPS), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Reynaldo Azambuja (PSDB), e Paulo Matos (PP) e mais 10 partidos políticos.
Foi um magno evento do ponto de vista político, que coloca Campo Grande no círculo das cidades sustentáveis do planeta. Nessa oportunidade, os pré-candidatos e os representantes dos demais partidos assinaram uma Carta Compromisso, assumindo responsabilidade com a Plataforma Cidades Sustentáveis concordando em resumo, em produzir um documento de Diagnóstico da Situação Atual, em atualizar e divulgar os indicadores básicos da Plataforma. Comprometeram-se ainda em divulgar um relatório que contenha uma prestação de contas no final do segundo ano da gestão, em audiência pública, bem como reapresentar uma nova prestação com um Balanço do Plano de Metas da gestão, também em audiência publica, em até cinco meses antes do fim do mandato.
E o que é essa Plataforma?  Ela foi inspirada nos compromissos de Aalborg (Dinamarca): um pacto político com o desenvolvimento sustentável que já foi assinado por mais de 650 municípios, em todo o mundo, nos cinco continentes, principalmente na Europa. Este acordo consiste em estimular a participação da comunidade local na tomada de decisões. Em consonância com ele, a economia urbana deve ser gerida preservando os recursos naturais, a equidade social, o correto ordenamento do território, a mobilidade urbana, o clima mundial, a conservação da biodiversidade, entre outros aspectos relevantes.
A administração municipal assim constituída terá o seu nível de governo mais próximo dos cidadãos de cada cidade. A Plataforma é uma ferramenta para assumir esses desafios e aceitar responsabilidades, elaborar políticas públicas para a sustentabilidade, selecionar prioridades apropriadas às realidades e necessidades locais.
Esse projeto tem o apoio do Instituto Ethos, da Rede Nossa São Paulo e da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, que são organizações que se dedicam a esses objetivos de forma direta e compromissada.
O Fórum foi presidido por Maurício Broinizi, da Rede Nossa São Paulo.  Na abertura da solenidade foi tocado o Hino de Campo Grande (letra e música de Trajano Balduíno de Souza), em cujo estribilho está muito bem conceituado o espírito da Plataforma:
A cidade onde todos vivemos,
Aprendamos fiéís defender!
Nosso afeto a ela sagremos
E felizes assim hemos ser.
Fazemos votos que os pré-candidatos que assinaram o compromisso realmente o cumpram.

Última atualização em Ter, 09 de Outubro de 2012 15:52
 
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