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Chochinho II PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 24 de Dezembro de 2011 00:00

Continuamos com a narrativa de fatos do personagem riquíssimo que foi José Ferreira dos Santos Irmão. Chochinho para os íntimos.
Durante um evento festivo, na AABB – Associação Atlética Banco do Brasil, Chochinho foi convidado e auxiliou o então presidente da associação, Ney Sant’Anna de Carvalho, na organização da festividade. Durante o transcorrer da festa ele tomou uns “goles” a mais. Sentindo-se mal, correu para o banheiro. Ao lá chegar encontrou um cliente do banco – o homenageado da festa. O coitado do Chochinho não teve tempo de conter sua ânsia de vômito vindo a “batizar” o cliente.  Foi um fuzuê, pois o prejudicado queria ter uma conversa muito séria com ele.  Entrou o time do “deixa disso” e, mais uma vez, o Chochinho, escapou ileso. 

Em outra ocasião, acompanhando o então gerente do banco, João Proença de Queiroz, para conhecer a fazenda de sua propriedade, com outros colegas, ao lá chegar este disse, abarcando todo o horizonte com as mãos: “Tudo isso é nosso”. Chochinho na bucha: “Quero vender a minha parte”. 

Em um determinado expediente, no banco, o chefe da expedição tinha sido incumbido de uma missão especial. Determinou então que Chochinho fizesse o fechamento e preparação de todos os documentos produzidos no dia anterior. Como o volume era representativo, tanto em tamanho, quanto em peso, em determinado momento ele se atrapalhou e a papelada foi toda ao chão, espalhando-se completamente.  Chochinho apressou-se em juntá-los sem qualquer critério, colocando-os não mais na ordem correta, misturando-os aleatoriamente.  O que lhe valeu uma bronca da qual se safou dizendo que a responsabilidade não era dele, mas de quem lhe delegara uma tarefa para a qual não fora treinado. O que acabou transferindo a bronca para o chefe.
Na última etapa de sua vida funcional, foi transferido para o CESEC – Centro de Processamento de Dados do Banco Brasil. Quando chegava para o trabalho, saudava assim aos colegas: “Bom dia, seus filhos da luta”.
Chochinho despediu-se da vida da mesma maneira em que a viveu: foi até a Padaria Pão Bento pagar a coleta dos pães que distribuía gratuitamente a pessoas carentes. Ao sair daquele local, sentiu-se mal, colocou as mãos no peito e lentamente caiu ao chão. Parecia mais uma de suas brincadeiras. Mas não era... estava saindo do nosso convívio para, quem sabe, alegrar, ainda mais, a casa do Pai.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:47
 
Tratado de Bem Viver III PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 10 de Janeiro de 2012 00:00

Dando sequência a este tema, apresento a seguir uma lista de gestos cotidianos, aparentemente involuntários, que permitem a interpretação de nossas intenções exprimidas em linguagem não-verbal.

 O que significam nossos gestos?

• Acariciar o queixo: reflexão antes de uma decisão.
• Cruzar os braços: atitude defensiva.
• Inclinar a cabeça para a frente: interesse pelo que se ouve.

• Entrelaçar os dedos: autoridade, espera por reações.
• Esfregar o olho: dúvida, incredulidade.
• Mexer no cabelo: insegurança ou desejo de seduzir.
• Comprimir os lábios: desconfiança ou desagrado.
• Levar a mão à bochecha: avaliação, reflexão.
• Levar as mãos aos quadris: disposição para fazer ou dizer algo importante, tomar coragem.
• Esfregar as mãos: antecipar algo que está por acontecer.
• Tamborilar os dedos das mãos ou os pés: impaciência, pressa.
• Olhar para o chão: não acreditar totalmente no que está ouvindo.
• Abrir as mãos com as palmas voltadas para cima: sinceridade, inocência.
• Cruzar as pernas, deixando um dos pés em movimento: chateação ou impaciência.
• Sentar-se na beira da cadeira: vontade de ir embora.
• Sentar-se com as pernas abertas: atitude relaxada.
• Unir os calcanhares: medo, apreensão.
E agora, uma dica para um passeio filosófico: Os grandes pensamentos podem ser concebidos durante uma caminhada:
1. Abra espaço na sua agenda para um encontro consigo mesmo, marcando dia e hora, a fim de que nenhuma obrigação ou compromisso possa interferir nesse propósito.
2. Escolha um lugar inspirador para você, seja por trazer lembranças especiais ou por produzir a sensação de bem-estar.
3. Escolha o dia e o horário menos frequentados, para evitar distrações durante o passeio.
4. Anote em um caderno as questões que o preocupam, para refletir sobre elas em seu encontro pessoal. Tome nota também das conclusões mais importantes a que chegar.
5. Não determine um horário para o fim do passeio: nunca se sabe aonde a filosofia pode nos levar. Simplesmente retorne quando sentir que o encontro chegou ao fim.
6. Os melhores lugares para um passeio filosófico são aqueles próximos à natureza, museus e mesmo uma parte da cidade que você ainda não conheça.
7. Use roupas confortáveis. A filosofia não exige formalidade, mas faz mover as pernas e as ideias.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:48
 
das formas de comunicação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 28 de Janeiro de 2012 00:00

A comunicação é uma das ferramentas mais marcantes e significativas no relacionamento entre os seres humanos. Permite a interação entre as pessoas quando bem aplicada, embora muitas vezes não seja necessariamente entendida porque se faz de forma complexa, dificultando a sua compreensão.
Quando o homem passou a conviver com o outro sentiu necessidade de emitir um sinal como expressão do pensamento e, uma vez compreendido, deu início à comunicação. É evidente que quem deu o start, sem sombra de dúvida, foi a mulher. Daí para frente a evolução se deu em progressão geométrica. Até hoje existem a comunicação não verbal e a verbal. A primeira permite, por meio da interpretação do comportamento, uma definição de situações e de intenções que se traduzem pela expressão facial e pelos gestos.

Tenho um amigo que foi gerente de banco. De tempos em tempos a diretoria do banco promovia encontros e palestras, visando o aperfeiçoamento do seu pessoal. Uma vez, ele me contou, um dos ensinamentos mais valiosos que aprendeu no curso é saber fazer a leitura do que os clientes transmitiam pelos gestos, pela expressão facial, muitas vezes mesmo sem falar. Entre os macetes que aprendeu, havia uma expressão que era a campeã.  Quando um cliente começasse uma frase com a expressão “Veja bem...”, era para ficar alerta porque o que viria a seguir, normalmente, seria uma tentativa de encobrir algo para lhe enganar. Ou de mascarar uma pretensão que não poderia ser manifestada explicitamente.
Aliás, se prestarmos atenção no nosso interlocutor também chegaremos à mesma conclusão. É impressionante como os políticos usam essa expressão. A cada momento estamos ouvindo-a. O ex-presidente Lula é o campeão no seu uso continuado. E se destaca como um dos grandes comunicadores, principalmente na “arte” da engrupição.
 Maquiavel, em sua obra prima, O Príncipe, retratou de forma magistral os procedimentos a serem observados por aqueles que pretendem o poder, ou viver ao seu abrigo. É interessante como muitos dos políticos, mesmo não conhecendo esse livro, comportam-se da maneira por ele preconizada. Parece que é uma energia que envolve os políticos e se irradia por todo o planeta, é a chamada sincronicidade.
Por que será que esse vírus disseminado por todos os lugares se inocula especialmente na encarnação dos políticos e se manifesta através dos tempos, influindo negativamente no comportamento deles?
Na filosofia chinesa existe um tratado denominado Tao Te KIng onde se registrou todo o ensinamento do homem considerado um dos mais sábios de todos os tempos, Lao Tsé. Dentre os 81 aforismos que compõem essa filosofia, há um que ensina a agir pelo não agir, e cujo conceito, quando se alcança o seu significado, orienta de forma sábia o comportamento das pessoas. Sempre com fundamento numa verdade e com um fundo moral.
 E é essa prática que deveria nortear a comunicação, não só dos políticos, mas de todos nós.

 

Última atualização em Seg, 08 de Outubro de 2012 20:49
 
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