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O valor fundamental PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 12 de Maio de 2020 00:22
O VALOR FUNDAMENTAL
Fundamental significa básico, indispensável, essencial, necessário. É um adjetivo que faz referência àquilo que serve de fundamento, ou seja, que serve de alicerce, de sustentáculo. O que é fundamental permanece. Não muda.
Para mim, fundamental é a fé. Que não tem nada a ver com religião, porque não é crença. É a fidelidade no comportamento. E que necessariamente tem de estar baseada na filosofia. Porque sem filosofia que a sustente, a fé não anda, pois é indispensável para a nossa evolução.
Neste contexto da fé entendida como fidelidade, o âmbito filosófico diz respeito aos princípios que um indivíduo adota de acordo com o que diz sua consciência. Ou seja, tomemos o conceito de filosofia como filosofia de vida.
Esses princípios estão associados à liberdade individual, já que são normas propostas sem pressão externa, mas ligados a fatores externos e instituições sociais que possuem determinada influência no comportamento social.
No entanto, cada indivíduo tem seus princípios que estão de acordo com a educação e a experiência de vida de cada um. E eles serão acionados cada vez que a consciência assim exigir.
A seguir vem a religião, embora esta tenha sido deturpada em sua essência desde o princípio, pois passou a ser regida pelo interesse dominante em cada época e suscetível a receber influências diversas através dos tempos e lugares: costumes, preconceitos, valores, tradições, clima, localização, políticas etc.
De acordo com a história, a filosofia tem início na Antiguidade, quando surgem as cidades-estados na Grécia Antiga. Antes disso, o pensamento, a existência humana e os problemas do mundo eram apresentados de maneira mítica.
As explicações para as grandes questões da humanidade e as angústias do homem estavam baseadas na mitologia, na história dos deuses e, até mesmo, nos fenômenos da natureza.
Assim, com o surgimento da polis grega, os filósofos, que na época eram considerados enviados dos deuses, começaram a investigar e sistematizar o pensamento humano.
Com isso, surgiram novos questionamentos, que até aquele momento não tinham uma  explicação racional. O pensamento mítico foi dando lugar ao pensamento racional e crítico, e daí surgiu a filosofia tal como a conhecemos hoje.
A filosofia é um campo de estudo que investiga a existência humana e o conhecimento por meio da análise racional. Do grego, o termo filosofia significa “amor ao conhecimento”.
Segundo o filósofo Gilles Deleuze (1925-1995), a filosofia é a disciplina responsável pela criação de conceitos: “A questão da filosofia é o ponto singular onde o conceito e a criação se remetem um ao outro.”
A filosofia procura incutir no espírito dos homens o amor à paz, à virtude, à equidade, ensinando os povos a se unirem, aceitarem o jugo das leis e curvarem-se à autoridade.
“O filósofo não é o dono da verdade, nem detém todo o conhecimento do mundo. Ele é apenas uma pessoa que é amiga do saber.” Pitágoras.
A filosofia nos induz à busca pelo autoconhecimento. Ela persegue um propósito e um sentido para tudo. E o pensamento crítico nos ajuda a tomar decisões mais conscientes em situações do dia a dia.
A filosofia melhora a nossa habilidade de racionalizar sistematicamente, não se acomodando perante as mazelas sociais e propondo melhorias para o ambiente à nossa volta; consequentemente, aguça a inteligência e estimula novas leituras e conhecimentos práticos da realidade.
A filosofia nos ensinou que o homem está no centro do universo. O homem é a medida de todas as coisas. Se aplicarmos isso de forma menos generalizada, conseguimos concluir que, de alguma forma, somos importantes. Ainda assim, perdemos tempo com coisas desnecessárias, com empregos que nos deixam infelizes e uma busca interminável por lucro.
A meu ver, a filosofia se desenvolveu por meio de Jesus Cristo, que nos ensinou normas de comportamento que acabaram sendo distorcidas para criar uma religião. O Sermão da Montanha encerra em si um ensinamento eterno e verdadeiro. As parábolas contêm fragmentos de uma sabedoria universal. O conceito de fé que Jesus nos ensinou embasa um conhecimento que para ser entendido demanda uma profunda meditação.
Jesus nos ensinou: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.  Eu acredito nisso. Aceito isso. Estou seguindo-O.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Fundamental significa básico, indispensável, essencial, necessário. É um adjetivo que faz referência àquilo que serve de fundamento, ou seja, que serve de alicerce, de sustentáculo. O que é fundamental permanece. Não muda.

Para mim, fundamental é a fé. Que não tem nada a ver com religião, porque não é crença. É a fidelidade no comportamento. E que necessariamente tem de estar baseada na filosofia. Porque sem filosofia que a sustente, a fé não anda, pois é indispensável para a nossa evolução.

 
1º de maio - Dia do trabalhador PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 03 de Maio de 2020 12:32
Trabalho como ordem1o DE MAIO
Dia do Trabalhador: história e reflexão
Heitor Freire*
Castigo divino?
A opressão do mais forte sobre o mais fraco existe desde o princípio dos tempos. O trabalhador, desde o início, era considerado um ser inferior, cuja função era servir aos poderosos e sua remuneração era aviltada. Era tratado como servil, inferior, quando não como escravo. Mas aos poucos, lentamente, isso começou a mudar.
Mesmo na Grécia, berço de ouro da humanidade, Aristóteles colocava o trabalho em oposição à liberdade, e Homero via na ociosidade da antiga nobreza grega um objetivo desejável. O trabalho manual era algo penoso e vil, que devia ser executado por mulheres, servos e escravos.
Passando pela tradição judaica, até épocas históricas mais recentes, como o período feudal, em que a Igreja considerava o trabalho como resultado do pecado original, e por meio do qual Adão foi destinado a ganhar o pão de cada dia com o suor do seu rosto, o trabalho braçal sempre foi visto como um castigo, ou uma tortura, conforme o próprio significado da palavra latina que lhe dá origem (“tripallium” – instrumento de tortura).
Caminho para a salvação?
Até a Idade Média, o trabalho tinha má reputação. Mas Martinho Lutero, em sua ética protestante, inverteu essa premissa e o elevou a um novo patamar, como um dever divino. No século XVI, Lutero declarou a ociosidade como um pecado. “O homem nasce para trabalhar”, escreveu. Para ele, além de um serviço divino, o trabalho é também uma vocação. No puritanismo anglo-americano, ele é visto como uma oportunidade concedida por Deus. Isso, entre outras coisas, contribuiu historicamente para acelerar o desenvolvimento do capitalismo. A ética protestante repousa na sua ética.
A reforma protestante desenvolveu uma análise que alteraria o pensamento cristão a seu respeito, contrariando a visão do catolicismo, que mais tarde adotou uma posição parecida. Nessa nova visão, o trabalho aparece como o fundamento de toda a vida, constituindo uma virtude e um dos caminhos para a salvação. A profissão de cada fiel passa a ser vista como vocação, e a preguiça, em oposição, é considerada perniciosa e má. O que, em termos, se contrapõe à ordem natural do mundo.
O sociólogo e economista alemão Max Webber, considerado um dos pais da sociologia moderna e grande estudioso dos fundamentos do capitalismo, ao se debruçar sobre a relação entre a ética protestante e o espírito do capitalismo, procurou demonstrar em profundidade essa mudança de atitude em relação ao trabalho.
Na doutrina protestante, passou a ser encarado como uma virtude, e, ao trabalhar arduamente, pode-se chegar ao êxito na vida material, uma expressão da bênção divina sobre os homens. Mas, a riqueza depositada nas mãos de alguns (poucos) homens não deve ser utilizada para ostentação ou mesmo para os gastos sem necessidade. O cristão protestante deve levar uma vida sóbria e modesta, e tudo o que conseguir poupar deve ser reinvestido, gerando mais oportunidade para outros trabalharem.
Linha de montagem
A concepção puritana e protestante em relação ao trabalho vai servir muito bem à burguesia comercial e depois à elite industrial, que precisava de homens dedicados, humildes e obedientes em relação às suas condições e aos baixos salários.
Na segunda metade do século XVIII, teve início a Revolução Industrial na Europa. Um movimento lento e irreversível, que logo ganharia impulso mundial. Conforme a população crescia, diminuía a abundância de áreas cultiváveis. As pessoas migraram para as cidades em busca de sustento em fábricas rudimentares e fundições arcaicas. Em 1850, muitos ingleses cumpriam 14 horas por dia, seis dias por semana. Os salários mal davam para o trabalhador sobreviver e manter sua família. Inovações como a máquina a vapor e o tear mecânico multiplicaram a produção, que passou a ganhar escala. Os grandes galpões com torres exalando fumaça logo se tornariam o símbolo desse novo modo de produção. A linha de montagem seria o passo seguinte.
Luta por direitos
Com o advento das fábricas, surge uma nova classe: o proletariado. Para o filósofo e economista alemão Karl Marx, que cunhou esse termo, o trabalho é a essência do homem. As bases do marxismo se tornariam a semente para a conquista dos direitos trabalhistas, alcançados a duras penas ao longo do século XX.
Apesar de tudo isso, a classe operária só conseguiu sua emancipação com muita luta e sacrifício, inclusive de vidas, a exemplo do que aconteceu no dia 1º de maio de 1886. Nesse dia, milhares de pessoas foram às ruas em Chicago para protestar contra as condições desumanas a que eram submetidas e exigir a redução da jornada de 13 para 8 horas diárias. A repressão ao movimento foi dura, com prisões, muitos feridos e até mesmo trabalhadores mortos nos confrontos com  a polícia.
Em memória aos mártires de Chicago e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de Maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalhador.
No Brasil, o feriado começou pela influência de imigrantes europeus, que a partir de 1917 resolveram fazer greve para reivindicar seus direitos. Em 1924, o presidente Artur Bernardes decretou essa data como feriado nacional.
Além de ser um dia de descanso, o 1º de Maio é uma data com diversas ações voltadas para os trabalhadores. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi anunciada no dia 1º de maio de 1943, pelo presidente Getúlio Vargas. Por muito tempo, o reajuste anual do salário mínimo também acontecia no Dia do Trabalhador.
A lei do trabalho é a que rege todo o processo organizacional. Todos devemos trabalhar sempre. Ele dignifica o homem, como bem conceituou Lutero. É por seu intermédio que o homem desenvolve sua inteligência e criatividade, contribuindo para a evolução da humanidade.
Não há descanso. A ilusão de que haverá um momento em que ficaremos no eterno “laissez-faire” é falsa, o “dolce far niente” também.
As leis universais são os pilares da criação e regulam os movimentos e atividades tanto da vida humana quanto de todo o cosmos. Elas indicam o caminho a seguir, para o nosso aperfeiçoamento e evolução. Cumprem essa finalidade porque nelas está plasmada a vontade do Criador, que estabelece a evolução integral e permanente do homem. Para que possamos alcançar a evolução é imprescindível termos consciência dessas leis.
Neste momento em que se comemora o Dia do Trabalhador é preciso, além de  reconhecer o valor  social do trabalho, transmitir ao trabalhador uma visão espiritual, para que ele entenda que está inserido num plano maior, a dimensão da eternidade, sem a qual vai continuar de cabeça baixa, considerando-se explorado. Adquirindo  uma visão superior a respeito de si mesmo, o trabalhador se valorizará como participante efetivo da evolução da humanidade e defenderá com consciência sua colaboração no concerto geral das coisas.
*Heitor Rodrigues Freire – Titular da cadeira n. 37 (patrono: Harry Amorim Costa) do Instituto Histórico e Geográfico de MS.
Trabalhar, nunca mais
nunca mais
Trabalho como ordem divina
Trabalhar, nunca mais

1o DE MAIO

Dia do Trabalhador: história e reflexão

Heitor Freire*

 

Castigo divino?

 

A opressão do mais forte sobre o mais fraco existe desde o princípio dos tempos. O trabalhador, desde o início, era considerado um ser inferior, cuja função era servir aos poderosos e sua remuneração era aviltada. Era tratado como servil, inferior, quando não como escravo. Mas aos poucos, lentamente, isso começou a mudar.

Mesmo na Grécia, berço de ouro da humanidade, Aristóteles colocava o trabalho em oposição à liberdade, e Homero via na ociosidade da antiga nobreza grega um objetivo desejável. O trabalho manual era algo penoso e vil, que devia ser executado por mulheres, servos e escravos.

Passando pela tradição judaica, até épocas históricas mais recentes, como o período feudal, em que a Igreja considerava o trabalho como resultado do pecado original, e por meio do qual Adão foi destinado a ganhar o pão de cada dia com o suor do seu rosto, o trabalho braçal sempre foi visto como um castigo, ou uma tortura, conforme o próprio significado da palavra latina que lhe dá origem (“tripallium” – instrumento de tortura).

 
A questão da vida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 26 de Abril de 2020 22:29

 

UESTÃO DA VIDA

Dentre os muitos malefícios que o coronavírus está a proporcionar à população mundial, o mais destrutivo é o vírus do medo, que faz com que todos se encolham, se recolham, se anulem – é um verdadeiro partido da morte. Embora a morte faça parte da vida, não devemos permitir que elimine nossa alegria de viver, porque a vida é infinita. O vírus do medo quando se infiltra insidiosamente na mente das pessoas permanece oculto, difundindo seu mal. Enquanto estivermos por aqui, trabalhemos com fé, gratidão, multiplicando nossos talentos, exercitando a alegria de viver.
Penso que devemos integrar o partido da vida. A vantagem dos momentos atuais é o despertar da solidariedade. Vemos diversas campanhas incentivando uma missão divina: doações que serão convertidas em cestas básicas. O vírus não consegue parar com a fome. Mais do que por ação do vírus, pessoas morrerão de fome, porque deixaram de trabalhar, de obter recursos para sua manutenção e não têm a quem recorrer.
A internet nos permite obter informações de muitas fontes e, que por serem adequadas a este tema, tomei a liberdade de inseri-las no texto.
As medidas profiláticas estão bem orientadas pelas autoridades de saúde. Então é só cumprir. O que deve se evitar é o pânico que causa mais mal do que o vírus em si. E, no extremo oposto, evitar também a displicência, o pouco caso e a negligência.
É o momento de procurar apoio na família, e de se evitar falar o tempo todo sobre o assunto. O apoio dos amigos também é fundamental, procurando manter a calma e irradiando um pensamento positivo, tentando, mesmo no isolamento, levar uma vida normal, evitando alimentar o medo nas outras pessoas. Um ambiente confinado é uma oportunidade para aprender, refletir e crescer como pessoa.
Quando o medo é intenso, tende a afetar o sistema imunológico. As pessoas ficam acuadas, desesperadas com a ideia de morrer, de perder familiares e amigos, de ficar sem trabalho e de não terem dinheiro para sobreviver.
Também temem ficar socialmente isoladas por muito tempo ou contrair o vírus ao se aproximar de alguém. Essas sensações devem ser interpretadas como um sinal de alerta, pois podem criar ou piorar doenças psíquicas. A mente humana é pródiga em prever o pior. Devemos aprender a mudar o foco. É hora de repensar tudo, a nossa vida, a nossa profissão, o modo de trabalhar.
Pesquisas mostram que as pessoas tendem a superestimar o quanto serão afetadas por eventos negativos e a subestimar a capacidade de lidar com situações difíceis e se adaptar a elas. Lembre-se de que você é mais resiliente do que pensa. Isso pode ajudar a atenuar a ansiedade.
O que se deve fazer é evitar a ansiedade, dormir adequadamente, exercitar-se sem excesso, tomar sol, meditar e aprender a relaxar, fazendo do isolamento um momento de reflexão. Priorizar esses comportamentos durante a crise do coronavírus pode ajudar bastante a aumentar o bem-estar psicológico e a reforçar o sistema imunológico.
Resiliência é a nova palavra da moda, embora seja muito antiga. A resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse, algum tipo de evento traumático.
A palavra resiliência tem sua origem no latim e significa voltar ao seu estado original, ou seja, é a habilidade de retomar seu funcionamento natural, especialmente após passar por situações críticas ou difíceis.
Então, minha gente, vamos ser resilientes e cantar a vida. O momento exige estratégias que colocarão em destaque a criatividade e a solidariedade unindo todos, indistintamente, em face do inimigo comum e deletério, porque sua ação permanecerá: o medo. Que só poderá ser eliminado por uma ação resiliente, voltar ao nosso estado original: somos todos filhos de Deus.
Para finalizar, nada melhor do que cantar a célebre canção de Violeta Parra, na interpretação inesquecível de Mercedes Sosa:   Gracias a la Vida.
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio dos luceros, que cuando los abro,
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en el alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oido que en todo su ancho
Graba noche y dia, grillos y canarios,
Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario;
Con el las palabras que pienso y declaro:
Madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados;
Con ellos anduve ciudades y charcos,
Playas y desiertos, montañas y llanos,
Y la casa tuya, tu calle y tu patio
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio el corazon que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano,
Cuando miro al bueno tan lejos del malo,
Cuando miro al fondo de tus ojos claros
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Asi yo distingo dicha de quebranto,
Los dos materiales que forman mi canto,
Y el canto de ustedes que es mi mismo canto,
Y el canto de todos que es mi propio canto
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado e membro do Instituto Histórico e Geográfico- IHG/MS.

Dentre os muitos malefícios que o coronavírus está a proporcionar à população mundial, o mais destrutivo é o vírus do medo, que faz com que todos se encolham, se recolham, se anulem – é um verdadeiro partido da morte. Embora a morte faça parte da vida, não devemos permitir que elimine nossa alegria de viver, porque a vida é infinita. O vírus do medo quando se infiltra insidiosamente na mente das pessoas permanece oculto, difundindo seu mal.

Enquanto estivermos por aqui, trabalhemos com fé, gratidão, multiplicando nossos talentos, exercitando a alegria de viver.

 
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