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Ainda, quanto à fé. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 03 de Setembro de 2019 01:50
AINDA, QUANTO À  FÉ
A fé, esse atributo intrínseco e infinito com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam.
A história da humanidade é cheia de exemplos significativos de pessoas que a exercitaram e realizaram feitos que marcaram suas vidas e serviram de farol para seus contemporâneos.
Numa das maiores realizações do século XX, marcado por duas terríveis guerras mundiais, o líder religioso indiano Mahatma Gandhi libertou seu povo por meio da desobediência civil: sem disparar um único tiro, idealizou e comandou uma revolução pacífica, numa demonstração grandiosa e de imenso alcance, proporcionando a toda a Índia a libertação do poderoso império britânico.
Transcrevo abaixo uma combinação de trechos que pesquisei na Wikipédia e em alguns sites, via Google, sobre a biografia e a trajetória de Gandhi,
Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869. Foi educado na Índia, seu país natal, mas na adolescência foi estudar direito em Londres, onde se formou advogado.
O Bhagavad Gita, o poema épico e sagrado dos hindus – a Canção Celestial que ensina os valores fundamentais e as qualificações para se alcançar o autoconhecimento – assim como o Sermão da Montanha – o discurso de Jesus Cristo no Novo Testamento, a meu ver o maior discurso de todos os tempos –, tornaram-se os guias espirituais de Ghandi e fundamentaram toda a sua imensa fé.
Em 1893, Gandhi mudou-se para a África do Sul para trabalhar como advogado. Atuou em defesa da minoria hindu que vivia por lá, lutando pelos seus direitos.
Ao todo, Gandhi permaneceu 21 anos na África do Sul, tornando-se um grande nome local em defesa dos indianos. Sua atuação nesse período rendeu-lhe notoriedade e, quando retornou à Índia, em 1914, já era uma personalidade conhecida no país.
Gandhi defendia a criação de um estado autônomo na Índia, e por isso foi preso várias vezes pelos ingleses. Ele era contra qualquer forma de violência, e praticou o protesto pacífico, inspirando greves, passeatas, retiros espirituais e jejuns.
Na Índia, Gandhi difundiu o conceito de Satyagraha, o princípio pelo qual defendia o protesto não-violento a partir de demonstrações de resistência e desobediência civil. A intenção de Gandhi era fazer com que aquele que cometeu uma injustiça percebesse o dano que causou e se arrependesse. Devido ao seu papel fundamental na independência da Índia Gandhi passou a se chamado de “Mahatma” (a grande alma).
Das décadas de 1920 a 1940, Gandhi incentivou ações de desobediência civil para incentivar a população a se levantar contra os dominadores e enfraquecer o domínio colonial na Índia.
A liderança de Gandhi nas ações de desobediência civil repercutiu profundamente em dois momentos diferentes. No primeiro incentivou a população indiana a produzir suas próprias roupas e parar de comprar dos comerciantes ingleses. Para dar o exemplo, Gandhi passou a levar consigo um tear manual. Esse tear gerou tanta repercussão que se transformou em símbolo nacional da Índia e hoje é estampado na bandeira do país.
O segundo evento foi a “Marcha do Sal”, em março de 1930. Gandhi liderou uma multidão caminhando a pé por 25 dias, percorrendo perto de 400 km até o litoral indiano para que pudessem extrair sal. Isso aconteceu porque as autoridades locais haviam instituído um imposto abusivo sobre o preço do sal comprado pelos indianos. Gandhi e mais 60.000 pessoas foram presos. Ainda assim a marcha continuou, sempre com a polícia no encalço dos peregrinos.
Gandhi foi um líder mundial, cujas ações repercutiram em todo o mundo e, assim acabou conseguindo a independência da Índia. A coerência entre o discurso e seus atos  constituiu-se num dos maiores exemplos que marcaram sua vida
Em 15 de agosto de 1947, a independência da Índia foi finalmente concedida. O país, porém, ainda enfrentava uma forte tensão interna pela rivalidade entre muçulmanos e hindus. o que levou ao desmembramento do território com a criação do Paquistão.
A divisão da Índia foi o motivo da morte de Gandhi, em 1948. No dia 30 de janeiro, Gandhi foi assassinado pelo nacionalista hindu Nathuram Godse e morreu  instantaneamente. Nathuram Godse matou Gandhi porque o considerava responsável pela separação entre o Paquistão e a Índia. Ele foi preso, julgado e condenado à morte, sendo executado em 1949.
Gandhi foi, sem dúvida, um homem que deixou um legado de fé e de profunda dedicação a seus ideais, um exemplo impecável para todos nós.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A fé, esse atributo intrínseco e infinito com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam. 

A história da humanidade é cheia de exemplos significativos de pessoas que a exercitaram e realizaram feitos que marcaram suas vidas e serviram de farol para seus contemporâneos.

 
Da fé PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 26 de Agosto de 2019 18:16

A maioria de nós, seres humanos, vive preocupada com o dia de amanhã. Trabalhamos de sol a sol para constituir um patrimônio para amparar nossa velhice e prover nossa família, mas muitas vezes, isso pode se tornar objeto de disputa, de desavenças familiares, provocando um efeito contrário ao que pretendíamos. Na verdade, a melhor herança que podemos deixar e que se perpetua no tempo, é o exemplo, que se registra na mente e no coração dos familiares, onde a ferrugem não corrói nem a traça rói.

 
A vida como ela é; PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 20 de Agosto de 2019 23:17
A VIDA COMO ELA É
No meu entendimento e experiência, é claro.
A vida, essa oportunidade infinita de possibilidades, com uma profundidade maior que a dos oceanos, é o instrumento com que Deus nos dotou para que cada um possa fazer sua parte na construção do seu ser.
A partir do momento em que entendemos que devemos buscar sinceramente o autoconhecimento com coragem para descobrir quem somos verdadeiramente, se inicia um processo interminável que só cessará quando atingirmos a perfeição.
Assim despertamos um sentimento de confiança que ilumina o caminho e alimenta a jornada. Assumimos a responsabilidade com a certeza de que dependemos de nós mesmos, acima de tudo. É o alvorecer da independência!
As dificuldades desaparecem pela consciência de que devemos olhar para dentro e deixar de nos comparar com as outras pessoas. O ciúme, a inveja, a condenação desaparecem por encanto. Buscando sempre as soluções sem potencializar os problemas.
Não há mais tempo para reclamação. A gratidão emerge como um bálsamo a ungir nossas vidas e promove o despertar que nos inspira e incentiva a continuar porque entendemos que somos eternos e a nossa caminhada é num campo de luz permanente.
Descobrimos que a vida acontece aqui e agora. O futuro é apenas uma realização que acontecerá naturalmente porque decorre das nossas ações de hoje. Desaparece a ambição de querer cada vez mais, de possuir bens e propriedades, de acumular, de dominar as pessoas, entendendo que todos somos irmãos e companheiros de jornada.
Nasce também o respeito pela natureza, irradiando suas vibrações para enriquecer o meio ambiente, nosso trabalho, nossa família, contribuindo para o bem estar geral.
O amor desperta no seu sentido mais puro e se transforma num sentimento de harmonização, de completude, de integração, de gratidão, de compartilhamento. Surge a consciência da ligação com Deus, sem intermediários, e do significado do trabalho de cada um, não há mais necessidade de religião, de cultos, acontece a ligação verdadeira com o Mentor de cada um.
Quando passamos a olhar e a respeitar nossas mulheres como seres verdadeiros, indispensáveis e indissociáveis das nossas vidas, companheiras alegres com uma inteligência e intuição superiores à nossa que nos completam e nós a elas, sem competirmos e sem rivalidades inúteis.
Desaparece completamente o medo, o orgulho, o egoísmo, vence-se completamente o ego, não se adia mais nada; enfim, acontece algo maravilhoso que nos mostra a riqueza da vida como ela é e a importância de estarmos aqui, de sermos filhos de Deus.
Passamos a compreender que todos somos irmãos e que as circunstâncias que nos separaram como a religião, a política e o dinheiro são apenas circunstâncias e não refletem nossa essência verdadeira.
Entendemos que devemos aceitar o que não podemos mudar e mudar o que não podemos aceitar, praticando a paciência (= paz + ciência), relaxando e meditando para nos unirmos a Deus.
Enfim, tudo muda e passamos a ver e sentir a vida como uma dádiva de Deus e que deve ser desfrutada em toda a sua plenitude.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

No meu entendimento e experiência, é claro.

A vida, essa oportunidade infinita de possibilidades, com uma profundidade maior que a dos oceanos, é o instrumento com que Deus nos dotou para que cada um possa fazer sua parte na construção do seu ser.

 
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