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Das coisas sagradas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Abril de 2018 14:14
DAS COISAS SAGRADAS
Nós, seres humanos, estamos nos esquecendo das coisas sagradas. Coisas sagradas que não se encontram necessariamente em locais ditos sagrados. Mas que estão em toda parte. Tudo foi criado por Deus. Tudo é sagrado. As coisas sagradas permeiam o Universo.
É bom e útil que cada um de nós volte o seu olhar para elas. A sacralidade não decorre somente das coisas, mas também dos procedimentos. O amor, a gratidão, a generosidade e a gentileza são igualmente procedimentos sagrados.
Tudo provém de Deus. Nós é que não nos apercebemos disso. Deus nos dotou com todo o necessário para o nosso desenvolvimento físico, mental e espiritual. Deu-nos a fé, atributo intrínseco e infinito do nosso espírito. Fé não é crença, vem do latim fides (fidelidade). Se nós formos fiéis tudo se resolve. Fiéis a nós mesmos, à nossa mulher, à nossa família, à nossa profissão, à nossa Pátria.
O ser humano não consegue atingir isso porque simplesmente vive distraído por outros interesses, como a fortuna, o sucesso, a felicidade, a ânsia de vencer na vida, superar seus familiares, colegas, etc.
A encarnação é uma oportunidade de aprendizado, uma escola, onde cada um deve encontrar o seu próprio mestre em seu coração, pronto para ajudá-lo e guiá-lo. Então cabe a cada um aproveitar e fazer a grande mudança que lhe compete, agora.
A propósito das coisas sagradas, lembrei-me de um fato narrado, quando fui funcionário do Banco do Brasil, em Ponta Porã, por João Misael Mamoré, Rosacruz, pai do meu padrinho Douglas, ocorrido quando ele foi aprisionado pelas forças do exército italiano durante a Segunda Guerra Mundial.
Mamoré era expedicionário da FEB. Aconteceu o seguinte: Na prisão ele conheceu um padre que todos os dias celebrava uma missa particular. Observando como ele procedia, Mamoré verificou que na consagração da hóstia sagrada, o padre elevava um pedaço da hóstia da qual tirava um minúsculo pedaço para sua comunhão. E o padre lhe disse que fazia isso porque não sabia por quanto tempo ainda ficaria preso.
Mamoré, que tinha um profundo conhecimento esotérico, aconselhou ao padre que se em vez da hóstia, consagrasse, por exemplo, um pouco de grama, o resultado seria o mesmo. O padre resolveu experimentar. Logo depois, procurou Mamoré para lhe contar, maravilhado, que o efeito fora o mesmo; a consagração da grama lhe trouxe  a mesma energia que ele percebia no resto da hóstia, porque, na verdade, tudo é sagrado. E acabou libertando-o daquele resto de hóstia.
Outra coisa sagrada que é fundamental é o nosso corpo. O nosso corpo é constituído por órgãos, neurônios, células, moléculas e átomos que se relacionam entre si de forma integrada e inteligente. Cada um de nós foi dotado da energia da vida universal que envolve o nosso corpo e se constitui no nosso poder de cura interior. Do perfeito funcionamento de cada parte depende a harmonia do todo.
Quando a harmonia reina, tudo funciona. Quando há disputa entre os órgãos, ocorre a disfunção que gera mal estar, doenças, etc. Cada órgão tem a sua função e individualidade. Assim, para que o nosso corpo, que é o templo do nosso espírito, cumpra sua finalidade é fundamental a integração entre todos os órgãos.
E essa integração decorre do respeito e da consciência com que nos relacionamos internamente. Que depende da conjugação perfeita de diversos fatores, como pensamentos, atitudes, palavras, atos, alimentação.
Quando mastigamos os alimentos de forma a transformá-los em líquidos, a absorção deles pelo aparelho digestivo acontece de forma alegre e agradecida.
O que acontece é que nós estamos voltados para fora e nos esquecemos do fundamental, que é o nosso interior. Nós devemos falar com nossos órgãos para influenciar a harmonia interior, que será plena na exata medida da consciência verdadeira de nossos atos.
Daí, a verdade do ensinamento milenar: “Conhece-te a ti mesmo”.
“Se compreendes as coisas são como são; Se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nós, seres humanos, estamos nos esquecendo das coisas sagradas. Coisas sagradas que não se encontram necessariamente em locais ditos sagrados. Mas que estão em toda parte. Tudo foi criado por Deus. Tudo é sagrado. As coisas sagradas permeiam o Universo. 

É bom e útil que cada um de nós volte o seu olhar para elas. A sacralidade não decorre somente das coisas, mas também dos procedimentos. O amor, a gratidão, a generosidade e a gentileza são igualmente procedimentos sagrados.

 
Da quietude PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 23 de Abril de 2018 15:51
DA QUIETUDE
Nós, seres humanos, vivemos imersos em um turbilhão de pensamentos provocados pelo ego para distrair nossas mentes e impedir o acesso ao nosso interior, ao nosso coração, e assim continuar nos dominando como sempre fez.
Basta verificar quantas vezes tomamos atitudes apressadas e impensadas, das quais depois nos arrependemos e para as quais não há nenhuma razão plausível.
O despertar para o nosso verdadeiro Eu depende diretamente do silêncio da nossa mente que está sempre, ou quase sempre, envolvida com os ruídos internos que são nossos pensamentos.
Quando silenciamos nossa mente poderemos ouvir a nossa verdadeira voz que se manifesta com o silêncio interior.
Mais uma vez Eckhart Tolle, considerado hoje um dos principais líderes espirituais do mundo, nos surpreende com seus ensinamentos: “A orientação para os desafios e problemas do dia a dia pode vir naturalmente ao escutarmos nossa voz interior”. Autor dos best-sellers ‘O Poder do Agora’ e ‘Um novo mundo’, ele ensina que situações complicadas – e aparentemente impossíveis de serem resolvidas – podem ser superadas por meio da intuição e da gratidão.
Tolle garante que é possível desenvolver a intuição para que ela funcione a nosso favor. De acordo com o autor, o isolamento é necessário para despertar o potencial interior de cada indivíduo. “Procure ter alguns períodos de quietude, que são melhores para aflorar o sexto sentido”, diz o autor, cujos livros superam os 10 milhões de exemplares vendidos.
Em um mundo com pessoas amplamente conectadas, porém cada vez mais focadas em si mesmas, o escritor fala sobre como equilibrar os desejos individuais e o fluxo natural da vida. “Quanto maior a resistência ao presente, mais presos estaremos a um desejo egoísta. É preciso se render ao agora, pois  essa aceitação permitirá uma resposta mais eficaz ao que o momento presente pede”.
Reconhecido pela originalidade e eficácia de suas reflexões, há 40 anos Tolle se dedica ao entendimento, integração e aprofundamento do despertar da consciência da humanidade, por meio da combinação de conceitos do cristianismo, budismo, hinduísmo, taoismo e de outras religiões.
Tolle não está sozinho nessa pregação. Jiddu Krishnamurti, um líder espiritual indiano, cujos ensinamentos sinalizam nessa mesma direção, foi “descoberto” ainda menino na Índia, por Helena Blavastky,  Charles Webster Leadbeter e Annie Besant, então líderes da Sociedade Teosófica. Na ocasião em 1909, ficaram impressionados com o incrível potencial espiritual do menino de apenas13 anos de idade, e fundaram assim a Ordem da Estrela do Oriente, em 1911, para proclamar o advento do Instrutor do Mundo, que seria Krishnamurti, pela precocidade do seu entendimento espiritual.
Krishnamurti foi nomeado o dirigente da Ordem. Em 3 de agosto de 1929, dia da abertura do Acampamento Anual da Estrela, em Ommen, na Holanda, Krishnamurti dissolveu a Ordem diante de 3.000 membros, deixando todos perplexos.
Nessa ocasião, ele disse: “Eu afirmo que a Verdade é uma terra sem caminhos, e vocês não podem alcançá-la por nenhum caminho, qualquer que seja, por nenhuma religião, por nenhuma seita. Este é o meu ponto de vista, e eu o confirmo absoluta e incondicionalmente. A Verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inacessível por qualquer caminho que seja, não pode ser organizada; uma crença é algo puramente individual, e vocês não podem e não devem organizá-la. Se o fizerem, ela se torna morta, cristalizada; torna-se um credo, uma seita, uma religião a ser imposta aos outros”.
“Vocês têm a ideia de que somente determinadas pessoas possuem a chave do Reino da Felicidade. Ninguém a possui. Ninguém tem a autoridade para possuir tal chave. Essa chave é seu próprio eu, e no desenvolvimento e na purificação e na incorruptibilidade desse eu particular está o Reino da Eternidade”.
“Meu único interesse é tornar o ser humano absolutamente, incondicionalmente livre”.
Essa corajosa decisão demonstrou o alto nível de consciência que Krishnamurti havia atingido. Dissolveu a Ordem da Estrela do Oriente, mas continuou por toda sua vida a pregar a necessidade de o homem entender a sua individualidade e a não renunciar a ela.
"O silêncio de uma mente tranquila é a essência da beleza. Porque a mente silenciosa não é joguete dos pensamentos, então nesse silêncio chega aquilo que é indestrutível, que é sagrado", ele disse.
Na mesma trilha, Osho, outro líder espiritual hindu, ensinou: “Sempre que há silêncio, a verdade floresce. A verdade é o florescimento do silêncio, porque sempre que estão silenciosos, as portas se abrem, e vocês estão no templo”.
Daí a importância de buscarmos a nossa quietude interior. Quietude é nossa natureza essencial. O que é quietude? O mais profundo espaço de consciência, que percebe e compreende porque, sem essa consciência, não há percepção, nem pensamentos, nem realidade.
Você é essa consciência personificada, particularizada.
Resumo da ópera: Não depender de ninguém. Buscar a quietude interior. Nosso coração sabe tudo. Basta que silenciemos nossa mente para escutá-lo. Deixar de seguir o que outros dizem.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nós, seres humanos, vivemos imersos em um turbilhão de pensamentos provocados pelo ego para distrair nossas mentes e impedir o acesso ao nosso interior, ao nosso coração, e assim continuar nos dominando como sempre fez.

Basta verificar quantas vezes tomamos atitudes apressadas e impensadas, das quais depois nos arrependemos e para as quais não há nenhuma razão plausível.

O despertar para o nosso verdadeiro Eu depende diretamente do silêncio da nossa mente que está sempre, ou quase sempre, envolvida com os ruídos internos que são nossos pensamentos. 

Quando silenciamos nossa mente poderemos ouvir a nossa verdadeira voz que se manifesta com o silêncio interior.

 
As palmeiras do doutor esacheu PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 16 de Abril de 2018 00:57
AS PALMEIRAS DO DOUTOR ESACHEU
A Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa é uma instituição abençoada por Deus. Desde o princípio. A intervenção por parte do poder municipal de 2005 a 2013, um período negro em sua história centenária, serviu para consolidar a união de seus associados quando algumas lideranças se manifestaram comandando a resistência e orientando os associados para que a chama do ideal não se apagasse.
Dentre essas lideranças, destaco a atuação do atual presidente da Santa Casa, o advogado Esacheu Cipriano Nascimento que, sem dúvida, estava predestinado a ser um grande gestor. Sua administração o consolidou como um exemplo na área de saúde pública em nível nacional.
A gestão do presidente Esacheu não se restringiu apenas à melhoria do atendimento médico-hospitalar, mas também dotou a Santa Casa de uma infraestrutura que resultou na reforma do centro cirúrgico e na total reestruturação do Prontomed (o departamento de atendimento médico 24 horas), proporcionando melhor conforto para os usuários, além da reforma das enfermarias do 4º e do 5º andar, da sala de ecocardiograma Pediátrico, do consultório bucomaxilo e da revitalização da fachada do prédio histórico na avenida Mato Grosso.
O ponto alto desse pacote de reformas foi a conclusão da unidade de trauma, equivocadamente chamada pelo governador e pelo prefeito de hospital do trauma.  O hospital é a Santa Casa, do qual a unidade de traumatologia é apenas um dos departamentos. A obra estava parada havia mais de 20 anos, mas sob a gestão de Esacheu pôde ser concluída em apenas 22 meses. Essa unidade vai levar o nome de Bernardo Franco Baís, fundador e segundo presidente da Santa Casa, que em 1920, adquiriu o terreno de 60 mil metros quadrados para a construção do hospital.
O presidente Esacheu lidera uma diretoria constituída por cidadãos realmente comprometidos com a administração da Santa Casa, como Gracita Santos Barbosa, Arly Rosa Serra (neto de Francisco Serra, um dos fundadores da Santa Casa), Alcides dos Santos, Milton Ferreira dos Santos e Marcos Alceu da Silva Villalba, todos verdadeiramente conscientes da missão que assumiram, para o aprimoramento do atendimento ao público. É de se ressaltar que todos os cargos são exercidos de forma voluntária.
Esacheu sempre se destacou em todas as atividades que empreendeu em sua vida profissional e política. Foi secretário de Justiça, Trabalho e Ação Social em nosso estado. No governo federal foi chefe da consultoria jurídica do Ministério da Integração Nacional, secretário executivo e ministro interino dessa pasta no final do governo Fernando Henrique Cardoso. A sua proximidade com os altos escalões da República tem beneficiado a Santa Casa e se revelou um fator de obtenção de recursos federais para o pleno funcionamento do hospital.
O compromisso e o rigor da administração de Esacheu recuperaram a credibilidade da Santa Casa, reconquistando a estima e a participação da sociedade e dos empresários da nossa cidade que, aos poucos, vão se integrando de novo, participando e contribuindo com doações para o hospital atendendo ao trabalho do seu call center,  sensibilizando grandes empresas, como por exemplo, Sherwin Williams, Banco Itaú, Banco Santander, Grupo Zahran, Rotary Club, Roberto Coelho, Colégio Harmonia, e muitos outros que contribuíram e continuam contribuindo.
Um dos destaques da gestão de Esacheu foi a comemoração do centenário da Santa Casa, com uma visão histórica da instituição, publicando o livro do centenário abrangendo os principais momentos, homenageando os fundadores, seus familiares, os associados e também as autoridades constituídas do município, do estado e do país. O ponto alto dessa comemoração foi a montagem de uma peça teatral baseada em histórias reais que registrou vários momentos vividos no hospital, apresentada por funcionários que nunca tinham tido nenhuma experiência artística e se desdobraram, emocionando todos os que tiveram o privilégio de assistir ao espetáculo “Santa Casa, 100 anos de solidariedade”.
Esacheu se preocupou também em humanizar o atendimento, por meio da qualificação dos funcionários, e implantou um projeto paisagístico na Santa Casa. Um exemplo é a jardinagem da entrada principal pela rua Eduardo Santos Pereira (fundador da Santa Casa e seu terceiro presidente), onde o diretor Milton Ferreira dos Santos uniu sua experiência e conhecimento na área com o presidente do conselho fiscal Nasser Mustafá, criando o belo jardim que encanta a todos os que passam por ali.
Em complemento ao paisagismo do entorno da Santa Casa, foram plantadas 253 palmeiras do tipo rabo de raposa nas calçadas das quatro ruas que circundam o hospital. São mais de mil metros lineares que ganharam um contorno nobre, pois a palmeira é uma árvore que transmite a noção de distinção. Todas elas foram adquiridas e implantadas por iniciativa de Nasser Mustafá.
Assim, as palmeiras do doutor Esacheu complementam de beleza todo o entorno do hospital e funcionam como uma coroa a circundar a Santa Casa.
Heitor Rodrigues Freire – Membro do Conselho de Administração da Santa Casa.

A Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa é uma instituição abençoada por Deus. Desde o princípio. A intervenção por parte do poder municipal de 2005 a 2013, um período negro em sua história centenária, serviu para consolidar a união de seus associados quando algumas lideranças se manifestaram comandando a resistência e orientando os associados para que a chama do ideal não se apagasse.

Dentre essas lideranças, destaco a atuação do atual presidente da Santa Casa, o advogado Esacheu Cipriano Nascimento que, sem dúvida, estava predestinado a ser um grande gestor. Sua administração o consolidou como um exemplo na área de saúde pública em nível nacional.

 
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