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Ano novo, vida nova PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 02 de Janeiro de 2018 01:04
ANO NOVO, VIDA NOVA
Ano novo, vida nova é o que se escuta com muita frequência nesta época do ano. Mas, será que é assim mesmo? Não será que cada dia representa um novo começo, uma nova oportunidade que poderia ensejar a mudança?
Precisamos esperar que comece um novo ano para mudar? Precisamos agir como gado conduzido em massa, que nos digam como agir, para só então mudarmos nosso comportamento?
Na realidade, entendo que cada um de nós já foi intrinsecamente preparado para dar conta dos nossos compromissos. Cabe a cada um, por meio do autoconhecimento desvendar o enigma que é a vida. E aí reside a grande jornada da descoberta interior.
Há uma curiosa carta historicamente atribuída a Albert Einstein, um dos maiores cientistas de todos os tempos. Nessa carta, supostamente dirigida à sua filha Lieserl, o autor fala sobre a força infinita que move o mundo, o Amor.
“Lieserl, existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência ainda não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras,  está dentro de qualquer fenômeno no universo e ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o Amor. Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, se esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e quem o recebe. O amor é gravidade, porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras. O amor é potência, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego. O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre!
O amor é Deus e Deus é Amor. Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida. Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dê medo, já que é a única energia do universo que o homem não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Se no lugar de E=mc² aceitarmos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque ela não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e no controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Cada individuo leva no seu Interior um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida”.
Einstein, um judeu e cientista, portanto um homem da seara da “razão” teria formulado uma definição de amor muito próxima à mensagem que Jesus deixou há mais de dois mil anos: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.
Assim, se entendermos e utilizarmos o amor como a energia que move o universo, provavelmente colheremos amor, perdão, compreensão e sorrisos. Muitas pessoas ficam esperando as oportunidades chegarem, mas para ser um verdadeiro vencedor é preciso também assumir riscos, realizar coisas.
Assim, no próximo final de ano comemoraremos os resultados obtidos, Precisamos ver a passagem do tempo como uma conquista. Também é preciso não se arrepender das coisas que deixamos de fazer. Por isso, vamos tomar a iniciativa, não esperemos muito, assumamos.
Não vamos nos omitir. Façamos, mesmo errando. Aprendamos com os nossos erros. Arrisquemos, para conseguir algo novo. Sejamos entusiasmados com a vida, acreditemos em nossa capacidade de transformar a realidade.
Não esperemos saber tudo para agir. A própria ação desenvolve o saber.
Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, continuaremos obtendo sempre o mesmo resultado. Façamos diferente.
Feliz Ano Novo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Ano novo, vida nova é o que se escuta com muita frequência nesta época do ano. Mas, será que é assim mesmo? Não será que cada dia representa um novo começo, uma nova oportunidade que poderia ensejar a mudança?

Precisamos esperar que comece um novo ano para mudar? Precisamos agir como gado conduzido em massa, que nos digam como agir, para só então mudarmos nosso comportamento?

 
Boas Festas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 24 de Dezembro de 2017 15:23
BOAS FESTAS
O mês de dezembro tem, realmente, uma característica diferente: a magia do Natal.
Mesmo com todo o marketing voltado para o consumismo, inundando todos os meios de comunicação, com campanhas desde as mais criativas até as mais apelativas, a magia emerge soberana emocionando todos nós quando soam os sinos do Natal.
Não tem como não se comover. O nascimento de Jesus é um marco na história da humanidade. Tanto que tudo se conta antes e depois do seu nascimento. É um divisor de águas.
A música “Noite Feliz” com seus acordes característicos, quando começa a tocar já desperta uma ligação natural com a fonte da vida,com o amor. E isso faz com que haja uma fluidez emocional muito forte.
Dezembro é o período que antecede um novo ano. Já nos predispõe à avaliação do que se passou. É o tempo que conduz a uma reflexão, a pensar no futuro e também o tempo de tomar as decisões que raramente serão cumpridas. Mas a magia do mês nos induz a  imaginar como poderia ter sido e como poderá ser. Mesmo que fique no plano das intenções.
É o mês em que perdoamos e também pedimos perdão. Há uma energia no ar que envolve todo o planeta. E que não se circunscreve apenas ao mundo ocidental e cristão. É importante passar uma borracha no passado. Esquecer e perdoar.
Outro dia, eu estava assistindo à novela “O outro lado do paraíso”. Havia uma cena em que Mercedes, uma sábia octogenária com poderes sobrenaturais interpretada  por Fernanda Montenegro, dá conselhos à jovem Clara (Bianca Bin), que foi mandada à força para um hospício por ordem de sua sogra, a vilã vivida por Marieta Severo. Depois de ter sido enclausurada no sanatório durante anos sem motivo, Clara reaparece rica e disposta a se vingar de todos que se uniram contra ela. Mercedes, então, ensina a Clara sobre a lenda da mulher de Ló, personagem do Antigo Testamento que foi salva da destruição de Sodoma e Gomorra, mas foi transformada em estátua de sal por ter cometido o erro de olhar para trás durante a fuga. Mercedes ensina que não se deve olhar para o passado, devemos olhar sempre para a frente.
É interessante a estratégia do autor da novela que, usando uma passagem bíblica dá, na realidade, uma importante lição de vida. Esquecer e perdoar, libertam o ser humano. Sem perdoar não tem como se pedir perdão. Jesus, cujo ministério foi de três anos, deixou uma mensagem de amor, de perdão, de procedimentos que bem interpretados e cumpridos servem de orientação para todos os atos humanos.
Foi Ele que, com sua encarnação, liderando uma equipe de 12 homens incultos e broncos, fez deles verdadeiros apóstolos, pregadores que difundiram sua lição de vida. A força do Seu exemplo permanece e se irradia por todo o planeta. Paulo que, de seu mais encarniçado e furioso perseguidor, quando tocado pela energia de Jesus no caminho de Damasco se converteu no seu mais fiel seguidor, foi o responsável pela difusão da mensagem do amor em todos os recantos por onde passou. Enfrentando a revolta dos judeus que não se conformaram com sua conversão, encarou a todos com plena convicção e firmeza, e teve que vencer a dúvida que se instalou na mente dos apóstolos de Jesus que viam nele um traidor que estaria se infiltrando para prendê-los e dispersá-los.
É essa força, essa magia, essa energia de Jesus faz renascer em todos os corações a chama do amor e da esperança. E nos leva a proclamar: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”. Como seria bom que a magia do Natal se irradiasse por todo o ano. Isso depende de cada um de nós.
Boas Festas e Feliz Ano Novo para todos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O mês de dezembro tem, realmente, uma característica diferente: a magia do Natal.

Mesmo com todo o marketing voltado para o consumismo, inundando todos os meios de comunicação, com campanhas desde as mais criativas até as mais apelativas, a magia emerge soberana emocionando todos nós quando soam os sinos do Natal. Não tem como não se comover. O nascimento de Jesus é um marco na história da humanidade. Tanto que tudo se conta antes e depois do seu nascimento. É um divisor de águas.

 
O despertar do gigante PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 18 de Dezembro de 2017 23:32
O DESPERTAR DO GIGANTE
Utilizando a metáfora da criação, faremos uma viagem pelo tempo com a história da Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa: a fecundação do óvulo pelo espermatozóide é o começo de tudo, e foi o que se deu em 17 de agosto de 1917, quando cidadãos comprometidos se uniram para arrecadar fundos para a criação de um hospital. Assim se iniciou uma longa gestação de dois anos: em 03 de junho de 1919 foi juridicamente fundada a Sociedade Beneficente de Campo Grande, que mais adiante passou a se chamar Associação Beneficente de Campo  Grande.
Logo depois de seu nascimento, a Santa Casa começou a engatinhar, e já em 1928 passou a andar, com a inauguração do seu primeiro pavilhão hospitalar. Em 1940, ano da ampliação de novos pavilhões, atingiu a adolescência. Em 1980, quando inaugurou a espantosa marca de 700 leitos, alcançou a maioridade. Hoje, a Santa Casa de Campo Grande, vive plenamente a sua maturidade.
Tivemos também na trajetória da instituição um período negro, quando vivemos o desterro, ocasião em que a diretoria foi expulsa da propriedade. O poder público municipal (Nelson Trad Filho), mancomunado com o governo estadual (Zeca do PT) e o governo federal (Humberto Costa – então ministro da Saúde), com o respaldo do Ministério Público Estadual, invadiram a Santa Casa, em 2005. Somente oito anos depois em 2013, por força de decisão judicial e com as bênçãos de Deus, retomamos o comando da nossa Associação.
O complexo da Santa Casa engloba um universo diário de, aproximadamente sete mil pessoas que circulam diariamente em suas dependências. Destas, cerca de quatro mil são funcionários: médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, pessoal administrativo, engenheiros, arquitetos, pedreiros, encanadores, pintores, etc. As demais são pacientes, visitantes e avulsos. Cinco mil refeições são servidas por dia, e lavados, passados e esterilizados, cerca de cinco mil quilos de roupa.
Comparativamente com outras instituições, o orçamento da Santa Casa é o sexto maior do estado. O próprio estado, os municípios de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) são os únicos cujo orçamento ultrapassa o da Santa Casa. A prestação de serviço médico-hospitalar constitui, naturalmente, sua finalidade maior.
Mas os novos tempos anunciam mudanças interessantes. A Santa Casa passa a se abrir para a comunidade de uma forma mais abrangente: a história da instituição está sendo contada no espetáculo teatral “Santa Casa - 100 anos de Solidariedade”, sob a forma de teatro documentário (pela primeira vez apresentado em Campo Grande), uma produção da Marruá Cultural, com direção teatral de Andréa Freire e Conceição Leite.
Nos dias 11, 12 e 13 deste mês a peça foi encenada. Uma história de amor, sonho, luta, perdas e renascimento. Baseada em histórias reais vividas dentro da própria Santa Casa, os criadores do espetáculo alinhavaram o roteiro que resultou em uma narrativa delicada e emocionante pontuada por um trabalho que envolveu o preparo físico do elenco (composta por não-atores), a escolha de uma trilha sonora comovente, além de um belo trabalho de iluminação, figurinos e uma rica pesquisa de imagens históricas, que serviram como pano de fundo para as lindas memórias ali apresentadas.
Apresentado dentro da própria instituição no auditório Carroceiro Zé Bonito, o espetáculo teve um elenco formado por funcionários e colaboradores (que nunca tinham trabalhado com teatro antes) que durante 10 meses dividiram seu horário entre o expediente, inventando tempo para se dedicar aos ensaios num belo esforço de superação e realização, demonstrando como o ser humano quando colocado ante um desafio encontra a energia necessária para vencer qualquer obstáculo.
Com essa iniciativa que integra o conjunto de atividades comemorativas do primeiro centenário da instituição, começa a tomar corpo o Centro Histórico e Cultural da Santa Casa. É mais uma iniciativa do presidente Esacheu Nascimento que veio para ficar, e: visa atrair a sociedade campo-grandense que tanto deu para o hospital e a partir de agora terá um espaço para diversas atividades culturais, como teatro, música e literatura..
A história da Santa Casa está intimamente imbricada com a história de Campo Grande. Essa trajetória faz parte do nosso imaginário coletivo, pois revela toda a riqueza da mais antiga instituição da cidade, aprofundando os laços que agora se consolidam por sua natureza e amplitude, junto a um complexo hospitalar.
Em breve, os que se interessam pela história da nossa instituição centenária, encontrarão no antigo hospital de frente para a avenida Mato Grosso, um memorial que contemplará uma biblioteca e um centro de produção de conhecimento, que se expandirá para além do campo das ciências da saúde.
Inspirados na experiência da vetusta bicentenária Santa Casa de Porto Alegre, estamos começando a construir um patrimônio para abrigar pesquisadores, estudantes universitários e acadêmicos que encontrarão farto material documental que servirá como base de consulta para seus estudos e projetos. Para essa construção, buscaremos a participação da comunidade, a fim de dar uma abrangência maior às nossas atividades.
O gigante começa a despertar, com o objetivo de promover uma relação perene entre a ABCG e a comunidade.
É o começo de uma nova etapa nessa história rica de solidariedade, de união e de real pertencimento.
Heitor Rodrigues Freire – Vice-presidente da ABCG.

Utilizando a metáfora da criação, faremos uma viagem pelo tempo com a história da Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa: a fecundação do óvulo pelo espermatozóide é o começo de tudo, e foi o que se deu em 17 de agosto de 1917, quando cidadãos comprometidos se uniram para arrecadar fundos para a criação de um hospital. Assim se iniciou uma longa gestação de dois anos: em 03 de junho de 1919 foi juridicamente fundada a Sociedade Beneficente de Campo Grande, que mais adiante passou a se chamar Associação Beneficente de Campo  Grande.

Última atualização em Seg, 18 de Dezembro de 2017 23:36
 
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