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A manifestação do amor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 05 de Março de 2018 15:58
A MANIFESTAÇÃO DO AMOR
A humanidade vive momentos de grande perplexidade. Nos vemos diante de uma grande divulgação de crimes, de roubo e de corrupção que envolve todos os países. E nós, cidadãos comuns, assistimos a tudo isso como espectadores passivos, sem que tenhamos uma ideia do que fazer, impotentes ante tantos desmandos e absurdos. Impotentes em termos, porque há algo que só cada um de nós pode fazer: irradiar o amor permanentemente em nosso entorno.
A orientação está no livro A Era de Ouro da Humanidade de autoria de Carlos Torres,  autor best-sellers no Brasil e em Portugal com mais de 240.000 exemplares vendidos. Tem 43 anos de idade, é escritor, médium e mensageiro, e já palestrou para mais de 20.000 pessoas. Seus livros possuem uma linguagem profunda e simples, e por este motivo seus ensinamentos já despertaram milhares de pessoas ao redor do mundo.
Segundo ele, já entramos na egrégora da luz e estamos no início da Era de Ouro da Humanidade, onde tudo florescerá. Entretanto, estamos neste momento imersos nesse  presente ainda nebuloso mas com um porvir venturoso.
A massa crítica de pessoas despertas precisa alcançar 33.3 % da população mundial, para então vibrarmos na mais alta frequência existente, a energia da gratidão e da compaixão. Ou seja, 1/3 da humanidade desperta do sono profundo do medo e da dor será capaz de iluminar os outros 2/3 para o amor.
Segundo Carlos Torres, há um número imenso de encarnados que já estão na quinta dimensão e que têm características como as que apresentamos a seguir:de Ouro e os
Não aceitam mais a esperança como padrão de vida. Estão trocando os sentimentos de esperança pelos sentimentos de confiança, pois já descobriram que esperança é somente uma maneira bonita de esperar por eternos amanhãs que nunca chegam.
Querem agir em vez de apenas aguardar que outras pessoas façam o que precisa ser feito. São responsáveis e querem mudar suas vidas.
Não esperam mais que os milagres caiam do céu pela força do acaso, como se fosse possível o universo dar algo sem querer nada em troca.
Não pedem nada de graça, querem retribuir às pessoas e ao mundo, e não apenas receber.
Já descobriram que não têm controle sobre as outras pessoas e já desistiram de mudá-las. No entanto, trabalham para que seus exemplos mudem as outras pessoas.
Não querem mais tudo na hora que desejam como uma criança mimada.
Estão compreendendo que a paciência no fundo é a prática da paz de espírito, mas com consciência. Têm plena certeza de que tudo virá no momento certo e adequado.
Agem firmemente e com convicção para realizar aquilo que desejam, porém, não tentam mais controlar o tempo e as pessoas, pois sabem que não têm poder para isso.
Não brigam mais, preferem dialogar. É impossível entrar na quinta dimensão, por exemplo, um casal que discute constantemente por motivos fúteis como ciúmes e medo. Sabem que a traição não é um problema do traído, mas sim daquele que trai, pois este sim está com uma séria questão para ser resolvida em sua vida.
Se posicionam perante as dificuldades e não potencializam mais o problemas. Potencializam, sim, as soluções. Sempre as soluções.
Trocaram os sentimentos de inveja pelos sentimentos de admiração.
Têm certeza de que tudo o que for para ser, já é. Estão começando a acessar seus propósitos de vida, decretados antes de seus nascimentos. Sendo assim, sabem que há vida após a morte, há vida antes do nascimento e há vida o tempo todo. Sabem que a vida não cessa jamais.
Estão começando a compreender que a gratidão é o sentimento mais poderoso que existe, e que este sentimento possui uma vibração altíssima capaz de transmutar todos os sofrimentos existentes em cura, e todas as mazelas em concórdias e elevações.
Já entendem que a felicidade não está no futuro como lhes disseram desde criança. Sabem que a felicidade verdadeira está no agora e se chama gratidão. Não buscam mais a felicidade, pois sabem que quem busca a felicidade está decretando para si mesmo que é infeliz. Sentem-se felizes porque sabem que é dentro do presente dinâmico que tudo acontece.
Assim, vamos aprender com Carlos Torres e fazer da manifestação do amor uma constante em nossas vidas.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A humanidade vive momentos de grande perplexidade. Nos vemos diante de uma grande divulgação de crimes, de roubo e de corrupção que envolve todos os países. E nós, cidadãos comuns, assistimos a tudo isso como espectadores passivos, sem que tenhamos uma ideia do que fazer, impotentes ante tantos desmandos e absurdos. Impotentes em termos, porque há algo que só cada um de nós pode fazer: irradiar o amor permanentemente em nosso entorno. 

A orientação está no livro A Era de Ouro da Humanidade de autoria de Carlos Torres,  autor best-sellers no Brasil e em Portugal com mais de 240.000 exemplares vendidos. Tem 43 anos de idade, é escritor, médium e mensageiro, e já palestrou para mais de 20.000 pessoas. Seus livros possuem uma linguagem profunda e simples, e por este motivo seus ensinamentos já despertaram milhares de pessoas ao redor do mundo. Segundo ele, já entramos na egrégora da luz e estamos no início da Era de Ouro da Humanidade, onde tudo florescerá.

 
Das coisas inanimadas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 27 de Fevereiro de 2018 12:32
DAS COISAS INANIMADAS
Nós vivemos imersos em um mundo cheio de pessoas, coisas, cheiros, sons, movimento e gostos e, envolvidos pelos nossos sentimentos, desejos, objetivos e projetos, poucas vezes nos damos conta da realidade que nos circunda.
Como nosso foco é sempre voltado para o que nos interessa no momento, deixamos de perceber um universo de energias e de situações que nos cercam e que são muito importantes, para as quais não damos a menor importância, de um modo geral.
Refiro-me às coisas inanimadas. Inanimadas? Por quê? Porque não têm movimento aparente? Existe algo no universo que permaneça inerte? Inanimado? Objeto que não tenha alma, que não tenha vida?
No meu entendimento tudo está conectado. Não há nada fora da vibração divina. Assim, tudo vibra, tudo tem vida, tudo tem energia e como tal, tudo tem uma espécie de consciência. É indispensável que tenhamos respeito por tudo que nos cerca. E que procuremos entender a função das coisas inanimadas para que possamos vibrar juntamente com elas e nos beneficiarmos disso.
Dentre os princípios herméticos, que são sete, codificados por Hermes Trismegisto, rei, sacerdote e juiz no Egito Antigo, o princípio de vibração é o terceiro: “Nada está parado, tudo se move, tudo vibra”. Nada neste mundo está em repouso, tudo está em constante movimento. Tudo tem a sua infinita vibração, embora algumas coisas pareçam estar em repouso, na verdade estão dentro de um universo que não para de vibrar.
Um acontecimento bíblico, mencionado por Michael Berg (acadêmico, professor, co-diretor do Kabbalah Centre), editor da primeira tradução do Zohar em inglês (Sefer ha-Zohar – o Livro do Esplendor – sem sombra de dúvida, a obra principal e mais sagrada da Cabalá, a dimensão mística do judaísmo), ilustra bem essa afirmação: Quando Moisés recebeu a incumbência de salvar seu povo, o primeiro ato foi o da transformação das águas do rio Nilo em sangue, e quem golpeou o Nilo com a vara de Moisés foi Aarão, seu irmão. Moisés não poderia fazê-lo porque estaria demonstrando ingratidão com o rio que o acolheu e protegeu.
Isto porque, como se sabe, quando Moisés era bebê foi colocado numa cesta por sua mãe na correnteza do rio, para fugir do decreto faraônico que determinava que os varões nascidos da descendência judaica deveriam ser sacrificados. O Nilo o acolheu e lhe deu guarida até que fosse encontrado pela irmã do faraó, que o adotou.
Segundo os judeus, todo o reino dos objetos inanimados está em constante comunicação com ele mesmo, assim como com todas as coisas vivas. Portanto, é tremendamente importante que nunca haja um momento em que desrespeitemos qualquer coisa no mundo inanimado.
Podemos ler isto e pensar: “Que possíveis sentimentos pode ter o rio Nilo? Será que realmente os sentimentos do rio Nilo ficariam feridos se Moisés os golpeasse? Mas a verdade é que uma consciência muito importante está sendo revelada para nós aqui, consciência que também podemos ver no trabalho a cada Shabat”.
A consciência de Moisés com relação ao rio Nilo, portanto, desperta em nós o entendimento de que há consciência em tudo no nosso mundo. Todos os objetos — animados e inanimados — estão interligados através de uma rede de energia e luz. Não foram só as águas do Nilo que salvaram Moisés quando ele estava flutuando rio abaixo, ainda bebê; foram também a energia e a luz que existem dentro do Nilo que o salvaram.
Precisamos da ajuda de tudo, inclusive das coisas inanimadas. E o Zohar diz que, assim como nossas paredes pensam em nós, assim também o fazem nossas roupas e todas as outras coisas. Esses objetos inanimados podem nos amparar, por isso não devemos fazer-lhes nenhum mal. A maioria de nós, no entanto, nem sequer está ciente de como os objetos inanimados são necessários para o nosso próprio desenvolvimento e crescimento espiritual.
Como é complexo e fascinante o mundo em que vivemos. E como é importante procurar conhecê-lo, reconhecê-lo e considerá-lo para que possamos interagir com ele e assim vivermos com consciência e alegria.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado

Nós vivemos imersos em um mundo cheio de pessoas, coisas, cheiros, sons, movimento e gostos e, envolvidos pelos nossos sentimentos, desejos, objetivos e projetos, poucas vezes nos damos conta da realidade que nos circunda.

Como nosso foco é sempre voltado para o que nos interessa no momento, deixamos de perceber um universo de energias e de situações que nos cercam e que são muito importantes, para as quais não damos a menor importância, de um modo geral.

Refiro-me às coisas inanimadas. Inanimadas? Por quê? Porque não têm movimento aparente? Existe algo no universo que permaneça inerte? Inanimado? Objeto que não tenha alma, que não tenha vida?

 
Momento supremo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 20 de Fevereiro de 2018 17:51
MOMENTO SUPREMO
Existe um momento supremo em nossas vidas? Um momento em que se atinge um clímax, em que tudo se realiza? Nesse caso é um momento só? Único? Isolado?
Será no nascimento? Na formatura? No casamento? No nascimento dos filhos? Na morte?
Na introdução ao Livro do Eclesiastes, na Bíblia, Coélet, rei de Jerusalém no ano 250 antes de Cristo, dá a seguinte orientação: “Descobre Deus sempre presente, fazendo o dom concreto da vida para o homem, a cada instante e continuamente. Isso leva o homem a descobrir que a própria realização é viver intensamente o momento presente, percebendo-o como lugar de relação com o Deus que dá a vida. Felicidade é viver o presente. A felicidade consiste em usufruir a vida presente que, intensamente vivida, é a própria eternidade”.
No capítulo 3, versículos 9 a 14, ele pontifica: “Que proveito o trabalhador tira de sua fadiga? Observei a tarefa que Deus entregou aos homens, para com ela se ocuparem: tudo o que Ele fez é apropriado para cada tempo. Também colocou o senso da eternidade no coração do homem, mas sem que o homem possa compreender a obra que Deus realiza do começo até o fim. Então compreendi que não existe para o homem nada melhor do que se alegrar e agir bem durante a vida.  E compreendi também que é dom de Deus que o homem possa comer e beber, desfrutando do produto de todo o seu trabalho. Compreendi que tudo o Deus fez dura para sempre. A isso nada se pode acrescentar, e disso nada se pode tirar”.
Segundo as informações do próprio Livro, ele foi escrito há 2.250 anos. E naquela época, o rei Coélet já tinha uma percepção muito clara do aproveitamento do momento presente.
Dando um salto no tempo e no espaço, reuni outra citação colhida ao correr do mouse no Google, de autoria desconhecida:
“Em toda vida humana surge um momento supremo....
Um dia, uma noite, uma manhã, uma tarde, uma hora decisiva, um instante oportuno...
Feliz é quem sabe esperar...
E que de pé, à proa da barca da vida,
trabalha e vigia pronto a aproveitar o momento em que a ocasião estender a sua mão,
quando no relógio do destino
soar o ‘Agora’”.
E em pleno século 21, Eckhart Tolle, em seu livro “O PODER DO AGORA”, de cujo teor me ocupo pela terceira vez, demonstra claramente para quem souber ler, ver e ouvir, um guia para a iluminação espiritual, demonstrando a importância de viver no momento presente, que não precisamos do passado e que o futuro não passa de uma quimera, de uma expectativa ilusória.
Mostra também que “...não há nada errado em estabelecermos metas e nos empenharmos para conseguir bens.O erro reside em usar tudo isso como um substituto para o sentimento da vida, para o Ser”. E que “...a gratidão pelo momento presente e pela plenitude da vida atual é a verdadeira  prosperidade”.
No mesmo tom, Charles Chaplin ensina: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
O renomado e saudoso professor Rubem Alves disse: “A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente”.
A conclusão a que eu chego é de que existe sim um momento supremo. E esse momento é o Agora. E para fazê-lo supremo, depende de cada um de nós. Supremo e permanente.
Vamos fazê-lo?
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Existe um momento supremo em nossas vidas? Um momento em que se atinge um clímax, em que tudo se realiza? Nesse caso é um momento só? Único? Isolado?

Será no nascimento? Na formatura? No casamento? No nascimento dos filhos? Na morte?

 
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