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Da frustração PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 12 de Agosto de 2019 16:25
Da frustração
A frustração é um sentimento que decorre de uma série de insatisfações que vão se acumulando ao longo da vida e que, quando não é detectada, vai se somando até chegar a um ponto que se torna insuportável.
Nasce da incapacidade de realizar sonhos, muitas vezes, ainda na idade madura. Ter uma postura negativa perante a vida decorre dessa influência que as pessoas se permitem aceitar, porque seguem procurando o que há de ruim no entorno. É a programação mental que assola muita gente.
Quando nós acordamos para o verdadeiro sentido da vida, começa um despertar que, aos poucos, vai nos fortalecendo interiormente e, em consequência, nos libertando desse sentimento negativo.
Travis Bradberry, autor premiado na área de inteligência emocional e estudioso do comportamento humano, ensina três truques para vencer a frustração: “uma programação refinada por milênios de evolução natural: o primeiro é compreender que a visão negativa não é verdadeira. Há uma tendência a exagerar os próprios defeitos e  achar que essas ideias não irão embora, mas devemos lembrar que são apenas ideias pioradas por cada um. E que não são a verdade.
O segundo truque é buscar algo de bom em cada dia. Nos dias ruins é difícil. Mas pare, pense, basta um minuto. Pensar em algo que vai bem já muda a atitude mental. E por último, ser grato. Buscando diariamente o exercício da gratidão, listando os itens pelos quais devemos ser gratos; não apenas porque é o certo. No momento em que se vivencia a gratidão, o cortisol, hormônio do estresse, é imediatamente reduzido. São três truques diários que fazem a diferença”.
Aí está uma fórmula verdadeira e que funciona mesmo!
Outro ponto que alimenta a frustração é a distração pela qual a mente começa a divagar por vários caminhos, sem conseguir manter o foco. O relaxamento que se consegue por meio de uma respiração consciente e profunda quebra a continuidade da distração, e acaba gerando um ciclo virtuoso.
Para a psicologia, a frustração é um sentimento de privação de uma satisfação primordial. É uma síndrome que apresenta sintomas diversos, todos ligados à desestruturação emocional que ocorre em diferentes níveis, por diversas causas e que acarreta muitas consequências.
Em certos casos, o que atrapalha é a impaciência e a ansiedade. O exagero também causa frustração porque nem sempre as coisas acontecem no tempo e na forma esperada.
Quando se aceita a realidade, a frustração desaparece naturalmente. A aceitação é uma
prática que deveria ser estudada e aplicada constantemente. Aprendendo que nada acontece por acaso, já vamos aceitando os acontecimentos e assim mudando nossa atitude mental, de negativa para positiva.
Outro acontecimento que gera frustração é a morte. Principalmente de um parente próximo que tinha muitos planos e, de repente, morre. A morte não manda avisos, ela chega e pronto. Acabou-se o que era doce. Acabou-se em termos, porque a morte faz parte da vida e não significa aniquilamento, pois somos imortais. Cada um que morre, deixa uma herança – nem sempre material –, uma semente que se multiplica nos descendentes e nos que conviveram juntos. A visão universal, que dá um sentido maior à vida, é um antídoto contra a morte.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado

Da frustração
A frustração é um sentimento que decorre de uma série de insatisfações que vão se acumulando ao longo da vida e que, quando não é detectada, vai se somando até chegar a um ponto que se torna insuportável.
Nasce da incapacidade de realizar sonhos, muitas vezes, ainda na idade madura. Ter uma postura negativa perante a vida decorre dessa influência que as pessoas se permitem aceitar, porque seguem procurando o que há de ruim no entorno. É a programação mental que assola muita gente.

 
Do voluntariado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 29 de Julho de 2019 01:08
DO VOLUNTARIADO
“Voluntários não são pagos, não porque não têm valor, mas porque são inestimáveis”. (Sherry Anderson, in Revista O Rosacruz, nº 307)
As nossas atividades rotineiras, que ocupam a maior parte do nosso tempo, em geral são voltadas para a subsistência, a profissão, a realização pessoal, para atender o ego, enfim,  voltadas para o nosso próprio umbigo.
Mas há um momento em que acontece um clique, um despertar e então passamos a olhar para o lado, para o nosso semelhante, e sentimos uma necessidade de concorrer com a nossa inteligências para contribuir com o aprimoramento do mundo em que vivemos.
Cada um tem um papel específico no conjunto geral. Quando ocorre um despertar produzido pela consciência de servir, que nos conduz a cumprir esse papel específico, somos levados a participar efetivamente no atendimento adequado e a contribuir sem qualquer pensamento de ganho pessoal ou lucro. A nossa missão cósmica se realiza de forma anônima.
Aqui em nossa cidade são muitas as instituições que têm merecido a participação voluntária da população, notadamente na área da saúde. Assim, temos a AACC, Associação dos Amigos das Crianças com Câncer, idealizada por Mirían Comparin, que desde sua criação tem contado com a participação de Therezinha Selem, liderando uma equipe principalmente de mulheres dedicadas a proporcionar às crianças, atendimento médico-hospitalar e assistência às mães, que muitas vezes vêm do interior do estado e  não têm condições financeiras de se hospedar em Campo Grande, contando para isso com a Casa de Apoio da AACC.
Com esse mesmo propósito, o Hospital do Câncer dr. Alfredo Abrão – criado pelo ex- governador Pedro Pedrossian, sob inspiração da primeira dama Maria Aparecida Pedrossian –, contou com o apoio decidido de um grupo de mulheres: Conceição Buainain, Sara Figueiró e outras, que lutaram para dar assistência às pessoas de baixa renda, possibilitando-lhes atendimento e cura, na maioria dos casos. Hoje, o Hospital tem na sua presidência Aldoir Teló.
E, last but not least, existe a centenária Santa Casa de Campo Grande, exemplo maior do trabalho voluntário que, desde sempre, mereceu atenção especial da sua diretoria, constituída por homens conscientes e dedicados, que administram o hospital com zelo, competência e altruísmo, destacando-se o trabalho exemplar do dr. Arthur D’Ávila Filho, que exerceu a presidência da entidade por mais de 20 anos.
Hoje, a Santa Casa conta em sua presidência com a dedicação do dr. Esacheu Cipriano Nascimento que, com sua inteligência e competência, imprimiu ao hospital uma dinâmica ímpar, dotando-o não somente de meios e equipamentos para o cumprimento de sua atividade fim, mas com um olhar abrangente, deu-lhe a dimensão humanitária no atendimento aos pacientes, qualificando constantemente todo o seu quadro de funcionários e matizando o hospital por dentro e por fora com uma calçada que circunda todo o quarteirão (são mais de 1.000 metros lineares), um entorno paisagístico embelezador, jardins floridos que irradiam uma energia positiva e alegre, uma academia ao ar livre (para os funcionários e a população em geral), criando todas as condições para transformar a Santa Casa em Hospital Escola e projetando uma futura faculdade voltada para a área da saúde.
Todo o trabalho aqui mencionado é feito de forma voluntária e consciente, o tipo de atividade que assim foi definida de forma magistral, por Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU:
“Se desejamos que nossas esperanças de construir um mundo melhor e mais seguro se tornem mais do que ilusões, precisamos do engajamento de voluntários mais do que nunca”.
O voluntariado é o atributo do cidadão consciente que contribui decisivamente para melhorar as coisas e que, nem sempre, obtém o reconhecimento de seu trabalho. Mas como disse Henfil (famoso cartunista brasileiro, já falecido): “Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.


“Voluntários não são pagos, não porque não têm valor, mas porque são inestimáveis”. (Sherry Anderson, in Revista O Rosacruz, nº 307) 

As nossas atividades rotineiras, que ocupam a maior parte do nosso tempo, em geral são voltadas para a subsistência, a profissão, a realização pessoal, para atender o ego, enfim,  voltadas para o nosso próprio umbigo.

 
Da continuidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 19 de Julho de 2019 20:46
DA CONTINUIDADE
Em todo o mundo há somente duas espécies de pessoas: as que sabem e as que não sabem. (Krishnamurti in Aos pés do Mestre).
A vida é uma escola de aprendizado contínuo para quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para discernir. Assim, para saber, como ensina Krishnamurti na introdução deste artigo, é preciso estar atento a tudo que nos acontece de bem e também de mal, pois tudo é aprendizado, que nos conduz ao conhecimento.
Esse conhecimento nos mostra o verdadeiro caminho: a busca no interior de nós mesmos que nos dará o norte para o aprimoramento constante. É mais uma confirmação de que o caminho é interior, dentro de nós e não fora. É dentro que iremos encontrar o verdadeiro significado da evolução por meio da meditação e da prática constante.
O conferencista e instrutor de Projeciologia Wagner Borges escreveu:
“Então, que nossos pensamentos e sentimentos sejam sempre luminosos!
Nós estamos aqui por um motivo. Cada dia é uma bênção e fonte de eterno recomeço.
Mas jamais descobriremos isso pelas vias da mente racional. Nem com o passar dos anos na carne; e nem com todo conhecimento do mundo. Uma parte de nós sabe e compreende o mistério. Sim, aquela parte que habita em nossos corações. Aquela que é a verdadeira essência”.  A fonte. A origem. A Flor da Vida. Esse é o caminho.
Na busca da verdade nosso empenho deve continuar sendo de aprendizado contínuo até os últimos momentos de nossa encarnação para, assim, aproveitar a oportunidade que nos é concedida por Deus. E depois, naturalmente, dar continuidade na espiritualidade. A vida é eterna e dinâmica.
É claro que isso nos conduz a um lugar melhor de nós mesmos. É maravilhoso fazer tudo isso. Mas não basta. Todas essas coisas são parte do caminho, parte do caminhar. Todas essas formas de nos acessarmos fazem parte da teoria, mas a prática mesmo são os relacionamentos.
Anthony Robbins, escritor e palestrante motivacional americano, principal divulgador da PNL (Programação Neurolinguistíca), no documentário “Eu não sou seu guru”, ensina o seguinte:
“Não basta se espiritualizar, fazer caridade e tratar mal o porteiro, o garçom, o caixa do supermercado. E não basta achar que somos maravilhosos e seres elevados, se não conseguirmos saber, de verdade, quem somos. Achar não resolve, temos que saber.
É preciso reconhecer que se nos julgamos melhores ou mais evoluídos porque não comemos carne, porque produzimos menos lixo, porque andamos de bicicleta ou por qualquer outra coisa, tudo o que não somos é evoluídos. Porque seres evoluídos não se comparam e não competem. Eles são o que são, sabem disso e não precisam provar para ninguém.
Agora o caminho se completa com o relacionamento. Porque de nada adianta ter acesso à fonte se esse acesso e aprendizado não se realizar por intermédio do relacionamento humano. O que nos faz crescer e evoluir são as nossas relações. É nelas que mostramos quem somos. É onde mostramos o nosso verdadeiro ser”.
Complementando com uma frase de Marie Curie (1867- 1934), física polonesa, única mulher a ganhar por duas vezes o prêmio Nobel (de física e de química) e cuja encarnação é considerada um divisor de águas no campo da ciência: “A vida não é fácil para nenhum de nós. Mas que importância isso tem? Devemos ainda ter perseverança e, acima de tudo, confiança em nós mesmos. Com essas duas qualidades, todas as coisas se tornam possíveis”.
Concluindo com um aprendizado de minha lavra: aplicar as três pontas do triângulo sagrado: fé, perseverança e continuidade, inscrito no círculo do entendimento, (autoconhecimento).
O que você sabe não tem nenhum valor; o que tem valor é o que você faz com o que você sabe. (Princípio da Filosofia Kung Fu).
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Em todo o mundo há somente duas espécies de pessoas: as que sabem e as que não sabem. (Krishnamurti in Aos pés do Mestre).

A vida é uma escola de aprendizado contínuo para quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para discernir. Assim, para saber, como ensina Krishnamurti na introdução deste artigo, é preciso estar atento a tudo que nos acontece de bem e também de mal, pois tudo é aprendizado, que nos conduz ao conhecimento.

 
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