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Não vamos desanimar! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 29 de Maio de 2018 15:21
NÃO VAMOS DESANIMAR!
O nosso país está passando por uma situação alarmante em função da greve dos caminhoneiros.  A greve é apenas e tão somente a ponta de um iceberg imenso, e que estava submerso. A sua irrupção aparentemente isolada representa, na realidade, a reação de setores da economia que não aguentam mais o sistema escorchante de impostos que penalizam a atividade econômica e os consumidores. E deve se alastrar de imediato porque a sociedade não suporta mais a escravizante opressão tributária.
Em tempos de crise é que aparecem soluções criativas que emanam da reação natural das pessoas. A Santa Casa, por exemplo, sob a competente direção do advogado Esacheu Nascimento criou um Comitê de Emergência para o atendimento das necessidades vitais de suprimento de medicamentos, insumos e alimentos para uma população permanente de cerca de 6 mil pessoas que trabalham, circulam ou são atendidas ali diariamente. Por dia o hospital serve 5 mil refeições.
O Comitê de Emergência já começou a funcionar e a tomar as providências cabíveis para fazer frente às necessidades. O gerente de Recursos Humanos, Jefferson Araújo, criou o grupo Carona Amiga no WhatsApp, que em poucos minutos conseguiu que 250 funcionários se dispusessem a transportar os seus colegas que moram nas cercanias de suas casas. São mais de 3 mil funcionários que dependem, em sua maioria, do transporte público.
Essa iniciativa, além de resolver o problema imediato, servirá também como efeito colateral para unir, com essa corrente de solidariedade, muitos colegas que, em geral, nem se conheciam.
Há pouco tempo o povo foi às ruas para protestar contra o governo, o que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Mas o movimento tinha uma finalidade mais ampla, que com o passar do tempo começou a refluir.
Como consequência do movimento dos caminhoneiros, a revista Veja informa que os petroleiros também marcaram uma paralisação pela redução dos preços dos combustíveis, prevista para a próxima semana.
Na realidade, o buraco é mais embaixo ou mais em cima. A sacudida que a greve dos caminhoneiros está proporcionando é uma reflexão profunda a respeito do comportamento de cada um. Até quando nós todos vamos continuar condenando, criticando, penalizando e continuando com o mesmo comportamento?
Até quando vamos permanecer omissos, vendo o que acontece e desviando o olhar como se não fosse conosco, fazendo aquele olhar de paisagem?
Até quando vamos permanecer inertes?
Cora Ronái, publicou em sua coluna no Globo, em dezembro de 2016 e veiculado de novo pela internet, a crônica “A Caminho do Brejo”, denunciando exatamente esse comportamento inerte do povo brasileiro com todas as barbaridades que continuamos assistindo como se não fosse conosco.
Até quando, minha gente? Os profetas do quanto pior melhor, se aproveitam desses momentos para pregar seus interesses apocalípticos, visando criar ambientes de revolta, de depredação dos prédios públicos, de agressão entre classes, insuflando a população a  atos de desobediência e de insubordinação, como se isso resolvesse a questão. Resolve a deles, do quanto pior, melhor.
Muitos pedem intervenção militar. Mas não é disso que nós precisamos. Precisamos de união, patriotismo, honestidade, probidade, e responsabilidade de TODOS os brasileiros, principalmente dos agentes públicos de todos os partidos, ideologias, civis e militares, como bem afirmou o coronel da reserva do Exército, Wellington Corlet dos Santos, associado correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, em Portugal, em mensagem dirigida aos associados.
Este é um momento crucial. De tomada de decisão. De consciência do papel que cabe a cada um. De ação imediata em nossa família, em nossas atividades, em nosso meio social, profissional, classista, de mudança de atitude. Com responsabilidade.
Muitos dizem que a esperança é a última que morre. Eu aprendi que a esperança não morre nunca. Enquanto houver vida há esperança. Não vamos desanimar. Não vamos permitir que os profetas do caos conduzam nossos atos.
Vamos agir, com fé, determinação, coragem, ousadia, como filhos de Deus que somos todos nós.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O nosso país está passando por uma situação alarmante em função da greve dos caminhoneiros.  A greve é apenas e tão somente a ponta de um iceberg imenso, e que estava submerso. A sua irrupção aparentemente isolada representa, na realidade, a reação de setores da economia que não aguentam mais o sistema escorchante de impostos que penalizam a atividade econômica e os consumidores. E deve se alastrar de imediato porque a sociedade não suporta mais a escravizante opressão tributária.

 
Da inversão de valores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 21 de Maio de 2018 23:08
DA INVERSÃO DE VALORES
A evolução da humanidade se dá por ciclos que a ciência chama de eóns. São períodos de 26 mil anos, que é o tempo que o Sol leva para completar um movimento terrestre conhecido como precessão dos equinócios. A divisão desse tempo por doze resulta em períodos de 2.160 anos, tempo de duração de cada era astrológica.
Um éon representa a divisão máxima de tempo existente utilizado na escala temporal geográfica. Este é o único marco de referência dos humanos para representar de maneira organizada e cronológica os diversos acontecimentos que tiveram lugar na história do planeta.
No entanto, vale destacar sua importância na hora de compreender por que começa ou termina um éon. Esta situação de começo ou fim está determinada pelas mudanças substanciais e importantes no que diz respeito à evolução dos seres vivos.
Éon deriva do termo grego “aion”, que significa era ou força vital.
O nosso planeta já passou por situações extremas ao longo de sua história. Segundo relatos de documentos obtidos de forma esparsa, a Terra atingiu, com o advento da Lemúria (o continente submerso no Oceano Pacífico), e depois com Atlântida (submerso no Oceano Atlântico, de onde deriva o nome deste Oceano), uma evolução espiritual da mais alta relevância. Mas com a dissolução dos costumes, a Ordem Maior, constituída pelos grandes mestres da espiritualidade, sob o comando de Jesus, diante da total inversão de valores da humanidade de então, decidiu pelo ato extremo de sua completa extinção.
A Ordem Maior não faz acepção de pessoas. Proporciona a todos a oportunidade de evolução constante e assistida. Quando aqueles que assumiram o compromisso de contribuir para a evolução se desviam de seus objetivos, por atos de seu livre arbítrio, simplesmente são desconsiderados e substituídos por outros.
A Bíblia nos relata a destruição de Sodoma e de Gomorra, como exemplo muito claro de ação extrema para depuração dos costumes.
Hoje, me parece, estamos vivendo situação idêntica. O que se observa de atitudes contraditórias no comportamento das pessoas, quando constatamos a corrupção tornando-se a regra no comportamento dos políticos e dos altos empresários, quando o amor é substituído pelo ódio entre as classes, quando o interesse se sobrepõe aos princípios, quando vemos tantas pessoas desalojadas de suas pátrias, perdendo toda a perspectiva de vida, quando o gênero natural de divisão do ser humano é totalmente corrompido, estamos chegando ao ato extremo para o qual só haverá uma possibilidade: a destruição total.
O mesmo se dá quando vemos que a igreja católica se desmoraliza com os atos de seus bispos e padres, e uma grande parte das denominações ditas religiosas submetem seus fiéis a uma lavagem cerebral, desvirtuando o ensinamento de Jesus. Nesse cenário desponta a Doutrina Espírita como farol a iluminar o caminho da humanidade.
Se não houver uma mudança de atitude, se persistirem todas essas ações desencontradas e inconsequentes, com todos justificando seus atos com os mais absurdos argumentos, tudo indica que não haverá solução.
O que fazer, meu Deus? É voltar-nos para o nosso interior, cada um buscando dentro de si a energia, a força com que somos naturalmente dotados para fazer a nossa libertação.
É proceder à união das famílias em torno de seus familiares. É a hora de cada um que enxerga esse oceano de procedimentos contrários à lei de Deus influir conscientemente em seu meio pessoal, profissional, social, procurando agir, com coragem e determinação para que haja uma mudança.
É o momento de buscar nossa união com Deus. Ele está dentro de cada um, no coração de cada ser humano. Nós ainda podemos salvar a humanidade.
Vamos fazê-lo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A evolução da humanidade se dá por ciclos que a ciência chama de eóns. São períodos de 26 mil anos, que é o tempo que o Sol leva para completar um movimento terrestre conhecido como precessão dos equinócios. A divisão desse tempo por doze resulta em períodos de 2.160 anos, tempo de duração de cada era astrológica. Um éon representa a divisão máxima de tempo existente utilizado na escala temporal geográfica. Este é o único marco de referência dos humanos para representar de maneira organizada e cronológica os diversos acontecimentos que tiveram lugar na história do planeta.

 
Buscai em primeiro lugar... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 15 de Maio de 2018 22:09
BUSCAI EM PRIMEIRO LUGAR...
O descobrimento de que a vida é uma experiência rica, única e maravilhosa, ocorre quando nos damos conta de que tudo depende de cada um de nós. Cada um é o comandante do seu próprio barco.
Diria, por analogia, que nós poderíamos ser comparados ao capitão de um navio, empreendendo uma viagem onde poderão ocorrer tempestades, ondas agitadas, levantes, motins, calmarias, bonança e intempéries das mais variadas.
Para viajar é preciso planejamento prévio e planejamento de manutenção durante o trajeto, relativo ao que for possível para pôr a embarcação em funcionamento. Pois é, mas é aí que a porca torce o rabo. Porque a vida nos proporciona a cada momento situações inesperadas e que nada têm, muitas vezes, de planejamento. Não devemos nos deixar levar num primeiro instante; temos que pensar, refletir. Virão certamente pressões veladas ou ostensivas. Devemos buscar o ponto de equilíbrio. Ocorrerão erros, isso é normal. Só erra quem faz. Dos erros, extraem-se as maiores lições. E somente acerta quem tem iniciativa, coragem, quando chega a hora da decisão.
Um dos segredos, talvez, seja o de dar o braço a torcer, mesmo se você estiver certo. O exemplo mais marcante dessa atitude foi, sem dúvida, o de Jesus, que sendo quem é, abdicou de seu poder, para submeter-se aos poderosos do seu tempo, mas sem renunciar ao seu conhecimento.
Outro exemplo histórico foi o de Galileu Galilei que, apesar de estar absolutamente certo de que a Terra é redonda, retratou-se perante a Igreja Católica para não ser condenado à fogueira como havia sido Giordano Bruno.
Recebi uma mensagem, pela internet, de autor desconhecido que me levou a refletir sobre o seu ensinamento: Em qualquer hipótese e em qualquer situação nós só usamos 30% do que dispomos. O restante, seja em móveis, imóveis, roupas, dinheiro, etc não é usado por nós e fica para os outros.
"Por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios no campo: eles não trabalham nem fiam. Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda sua glória, jamais se vestiu como um deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará muito mais por vós, gente de pouca fé?” (Mateus 6,28-30)
Quantos, por exemplo, têm muitos bens que não são usados e que geram despesas, e uma ilusão de poder, de riqueza? A realidade é que é mais importante, viver muito do que ter riqueza, ostentação.
Então, devemos proteger e fazer bom uso dos nossos 30%. Aprender a deixar ir, mesmo se você enfrentar grandes problemas. Manter-se humilde, mesmo se você for muito rico e poderoso. Aprender a ficar satisfeito, mesmo que você não seja rico.
Especialmente, colocar Deus como a prioridade número 1 da nossa vida.
“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua justiça e tudo o mais vos será dado por acréscimo” (Mateus 6,33). Jesus ao pronunciar essas palavras no Sermão da Montanha, disse que o reino de Deus significa encontrar nossa essência, nosso Eu Superior. Ao encontrarmos nossa essência, descobrimos a nossa verdadeira missão de vida na Terra e isso nos dá um imenso sentimento de felicidade e realização pessoal.
Ao vibrarmos nessa energia maravilhosa, o que acontece naturalmente é a prosperidade, todos os campos da nossa vida se equilibram e nossa existência se transforma no próprio paraíso, nossa vida passa a ser o céu aqui mesmo na Terra.
Volto ao início: O descobrimento de que a vida é uma experiência rica, única e especial ocorre quando nos damos conta de que tudo depende de cada um. Cada um é o comandante do seu próprio barco.
Assim a grande aventura, na qual estamos todos envolvidos, sabendo ou não, para que alcance seu objetivo, está muito bem orientada por Jesus.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O descobrimento de que a vida é uma experiência rica, única e maravilhosa ocorre quando nos damos conta de que tudo depende de cada um de nós. Cada um é o comandante do seu próprio barco. 

Diria, por analogia, que nós poderíamos ser comparados ao capitão de um navio, empreendendo uma viagem onde poderão ocorrer tempestades, ondas agitadas, levantes, motins, calmarias, bonança e intempéries das mais variadas.

Última atualização em Qua, 16 de Maio de 2018 02:33
 
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