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Da intuição PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 09 de Junho de 2019 12:56
DA INTUIÇÃO
O ser humano é dotado, naturalmente, de muitos predicados e atributos, desde a sua criação por Deus. E desde sempre tem recebido do Criador todos os meios para a sua evolução.
O que cabe a cada um é descobrir sua potencialidade e aprender a usar o manancial de instrumentos de que é dotado para bem desempenhar o seu trabalho na sua encarnação.
Assim vemos a diversidade de profissões que, ao longo do tempo, foram se manifestando, se organizando e cumprindo sua função.
Dentre os atributos de que fomos dotados, há um que se destaca e representa a nossa salvação: a intuição. Ela nos liberta do ego, esse poderoso inimigo que age silenciosamente e nos oprime.
A intuição é a faculdade de perceber, discernir e pressentir coisas, e age de forma direta, clara e imediata dentro de uma visão metafísica e atua diretamente em nossa mente.
A intuição surge naturalmente e é tão simples quanto respirar, dormir, comer. Todos temos intuição, que é a maneira com que Deus nos alcança para nos inspirar em todas as nossas atividades.
Analisando as grandes invenções da humanidade, verificamos que seus autores em geral não têm uma explicação lógica sobre a forma como chegaram até suas descobertas. Elas simplesmente aconteceram. Eles foram guiados pela própria intuição e souberam escutá-la.
A intuição pode ser desenvolvida com técnicas simples e atitudes constantes. É ela que nos conecta ao conhecimento superior. A intuição é como uma bússola que nos permite navegar no mar repleto de informações, demandas, pressões, orientando nosso procedimento de forma muito clara. É também o nosso sexto sentido.
Por meio da intuição alcançamos a nossa essência, quando nos colocamos em estado de repouso mental, permitindo abrir um canal direto de manifestação, percebendo a vida com nosso olhar interior, nossa percepção consciente.
A intuição está a merecer, cada vez mais, a atenção dos estudiosos porque representa um verdadeiro instrumento de conhecimento íntimo.
“A intuição não é uma forma única de saber – é nossa capacidade de manter espaço para a incerteza e nossa disposição de confiar nas muitas maneiras pelas quais desenvolvemos conhecimento e insight, incluindo instinto, experiência, fé e razão” –(Cassandra Brené Brown, PhD MSW, professora de pesquisa na Universidade de Houston, e titular da Fundação Huffington).
À medida em que começamos a procurar entender e aceitar a intuição como ferramenta verdadeira de trabalho e de desenvolvimento interior, nossa confiança nela se expande e nos preenche de certezas. E se torna também uma forma de desenvolver nossa fé. É o modo pelo qual nosso Mentor (que todos temos) se comunica conosco.
Para o autoconhecimento devemos desenvolver a nossa intuição, porque ela é o caminho que nos leva até o nosso Mentor.
Ela nos leva agir com fé, gratidão, integridade, entendimento, aceitação e confirmação. O que pode atrapalhar a intuição é o medo, a arrogância, a soberba, o egoísmo, o cinismo, a hipocrisia com que muitas vezes agimos, pretendendo impressionar os outros, e aí ela fica encolhida porque orienta e age sempre com amor, simplicidade, sensibilidade, serenidade, vontade, disposição, humildade e, sobretudo, continuidade.
Esse é um trabalho a que devemos nos dedicar com afinco para a nossa própria evolução.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O ser humano é dotado, naturalmente, de muitos predicados e atributos, desde a sua criação por Deus. E desde sempre tem recebido do Criador todos os meios para a sua evolução.

O que cabe a cada um é descobrir sua potencialidade e aprender a usar o manancial de instrumentos de que é dotado para bem desempenhar o seu trabalho na sua encarnação. 

Assim vemos a diversidade de profissões que, ao longo do tempo, foram se manifestando, se organizando e cumprindo sua função.

 
A essência da humanidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 28 de Maio de 2019 22:43
A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE
O que é essência? Essência é fundamento, base, substância, intrínseco, substantivo, nato, atávico, singular, ou seja, algo inerente ao ser. Que faz parte indissociável da natureza íntima de um indivíduo.
E qual é a essência do homem? O amor, a energia que liga intrinsecamente todos e que constitui a base da própria vida. Essa energia é a causa da continuidade do ser humano.
E, por ser assim, o amor naturalmente se difundiu por todos os continentes, por todas as civilizações, religiões, filosofias e etnias que povoaram a Terra ao longo dos milênios.
O amor é a força que desde sempre e para todo o sempre vai impulsionar a humanidade, a sua verdadeira essência.
Em 1946, nas Cavernas de Qunram, no Mar Morto, foi descoberto um antigo manuscrito, O Grande Código de Isaías e outros textos essênios.
A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Gregg Braden (autor americano da literatura da Nova Era, 65 anos) nos refere que:
“Existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.
É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente pelo nome de ‘Oração’. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Quem não sabe disso? A maioria das pessoas! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.
Vendo a oração deste modo, como ‘sentimento’, isso nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.
Os manuscritos achados no Mar Morto são de uma importância considerável para a humanidade dormente, pois até os dias de hoje muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesmo.
Os manuscritos nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explicam como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade.”
Na mesma linha de pensamento, Carlos Torres – escritor, brasileiro, 45 anos, autor do best seller, A Era de Ouro da Humanidade, com mais de 170 mil exemplares vendidos no Brasil e em Portugal –, em seu artigo: “Como as pessoas que estão entrando na quinta dimensão estão agindo?”, traz algumas considerações importantes das quais reproduzo alguns trechos sobre o comportamento dessas pessoas que estão num estágio evolutivo acima da média:
“Querem agir em vez de apenas aguardar que outras pessoas façam o que precisa ser feito. São responsáveis e querem mudar suas vidas.
- Não esperam mais que os milagres caiam do céu pela força do acaso, como se fosse possível o Universo dar algo sem querer nada em troca.
- Não pedem nada de graça, querem retribuir às pessoas e ao mundo, e não apenas receber.
- Já descobriram que não têm controle sobre as outras pessoas e já desistiram de mudá-las. No entanto, lutam para que seus exemplos mudem as outras pessoas.
- Trocaram os sentimentos de inveja pelos sentimentos de admiração.
- Estão tendo acesso aos seus mentores espirituais através da intuição e da clarividência.
-  Querem e crêem em um mundo melhor. Não aceitam a ideia das catástrofes e da falta de amor na humanidade. Têm absoluta certeza que a luz vencerá a escuridão.
- Não estão mais conseguindo assistir televisão.
- Para eles competir não faz mais sentido. Em vez de competir preferem compartilhar e se divertir”.
Como vemos, a essência da humanidade é uma só: desde os pimórdios até hoje e para sempre, o amor é a energia que movimenta a todos.
É chegado o momento de voltar às nossas origens, de reencontrar a essência da humanidade. De buscar o entendimento que nos conduza de forma própria e adequada ao nosso convívio íntimo e restaurador.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O que é essência? Essência é fundamento, base, substância, intrínseco, substantivo, nato, atávico, singular, ou seja, algo inerente ao ser. Que faz parte indissociável da natureza íntima de um indivíduo. E qual é a essência do homem? O amor, a energia que liga intrinsecamente todos e que constitui a base da própria vida. Essa energia é a causa da continuidade do ser humano.

E, por ser assim, o amor naturalmente se difundiu por todos os continentes, por todas as civilizações, religiões, filosofias e etnias que povoaram a Terra ao longo dos milênios.

 
O morro do Ernesto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 12 de Maio de 2019 13:20
O MORRO DO ERNESTO
Campo Grande, cidade morena que não me canso de cantar e de exaltar, tem encantos tais que se mesclam no nosso inconsciente coletivo e enriquecem nosso dia-a-dia. São lugares culturais, históricos, geográficos e turísticos.
Estou sempre muito curioso sobre tudo que diz respeito à nossa cidade. Assim, como membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e coordenador ( juntamente com Vera Tylde de Castro Pinto), dos Seminários de Desenvolvimento Institucional (Sedims) promovidos pelo Instituto, escolhemos para a décima quarta edição do evento o tema: Cenários da Serra de Maracajú.
Dentre os temas já abordados pelos Sedims, desde 2006, procuramos, sempre, proporcionar à intelligentsia pensante e ao meio acadêmico e universitário de nossa cidade, assuntos relevantes, históricos e motivadores.
De lá para cá, os assuntos têm sido dos mais variados, desde a Revolução Constitucionalista, passando pela importância das Forças Armadas em nosso estado, até a história da mulher sul-mato-grossense, a chegada da ferrovia e a imigração japonesa, nossas raízes culinárias, a preservação dos biomas e sustentabilidade ambiental, etc. O ponto em comum entre todos esses temas é sempre a valorização da cultura e da memória sul-mato-grossense.
O Sedims 2019 tem sua programação prevista para os dias 28 e 29 de outubro. Mostraremos diversos aspectos da Serra de Maracaju: geografia, meio ambiente, história, sociologia, literatura e inconsciente coletivo.
A apresentação de cada um dos temas ficará a cargo de associados do Instituto e de professores e profissionais de nossa cidade que serão convidados a participar. Com esse tema na cabeça, de repente me vi – literalmente – de frente para o Morro do Ernesto, que faz parte da Serra de Maracaju. Eu vinha me sentindo estimulado e compelido a saber mais sobre ele e, por que não? ir até lá e conhecê-lo ao vivo.
O Morro do Ernesto está a 20 km de Campo Grande, na fazenda Córrego Limpo e sempre é muito visitado por ser um excelente passeio. Ele mede 580 metros de altura, segundo o proprietário da fazenda, Nelson Prioli, e tem proporcionado aos praticantes de parapente a oportunidade de ali praticarem o vôo livre. Inclusive há uma programação para o dia 16 de junho próximo, com a realização do Pantanal Race Morro do Ernesto 2019.
No último sábado, eu e um de meus genros, Haroldo Braga Júnior, fomos ate lá para uma caminhada. Ele foi meu guia e apoiador, e andamos juntos morro acima durante l hora e meia por uma trilha sinuosa, muito acidentada, pedregosa e íngreme até atingirmos o platô que fica no cume do morro.
Lá chegando, além de uma grande alegria pela conquista de ter completado a trilha até o fim, o dia estava perfeito e pudemos aproveitar a vista maravilhosa que só quem chega lá em cima é capaz de ver em toda sua magnitude. Ao entardecer, ainda tem um pôr de sol esplêndido.
A subida ao Morro do Ernesto é uma prática que recomendo a todos que tenham vontade e aptidão física para encarar o desafio. Para mim foi muito recompensador graças à minha condição física mantida com muito suor e afinco na academia Praktika, onde me exercito há mais de cinco anos.
Assim, do alto de meus quase 79 anos, realizei um sonho. O próximo é acompanhar o Haroldo em sua esticada quinzenal de bicicleta a Rochedinho, que fica a 25 km de Campo Grande.
E vamos que vamos. Avante!
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Campo Grande, cidade morena que não me canso de cantar e de exaltar, tem encantos tais que se mesclam no nosso inconsciente coletivo e enriquecem nosso dia-a-dia. São lugares culturais, históricos, geográficos e turísticos.

Estou sempre muito curioso sobre tudo que diz respeito à nossa cidade. Assim, como membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e coordenador (juntamente com Vera Tylde de Castro Pinto), dos Seminários de Desenvolvimento Institucional (Sedims) promovidos pelo Instituto, escolhemos para a décima quarta edição do evento o tema: Cenários da Serra de Maracajú.

 
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