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O significado esotérico da palmeira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 06 de Maio de 2018 20:54
O SIGNIFICADO ESOTÉRICO DA PALMEIRA
As palmeiras que coroam o entorno da Santa Casa conferindo-lhe nobreza, não foram frutos do acaso, de uma escolha aleatória.  Acredito que a fé profunda que anima o espírito do presidente da Santa Casa, Esacheu Cipriano Nascimento, foi a fonte inspiradora que o levou a escolher as palmeiras para esse entorno.
A palmeira tem um significado esotérico da mais alta espiritualidade, representando ascensão, vitória, regeneração e imortalidade. As características da palmeira a distinguem de todas as demais árvores e são muito representativas pelo seu simbolismo intrínseco.
Uma palmeira não se arranca facilmente, porque possui uma das raízes mais fortes. Sua raiz chega a penetrar 5 ou 10 metros, abaixo da terra, o que lhe confere estabilidade  Ela busca água até encontrá-la, o que lhe concede alimento permanente.
Ela procura os seus nutrientes dentro dela, procura não depender de ninguém. A sua vitalidade não vem de fora, mas de seu interior. O que, mais uma vez, nos remete ao ensinamento esotérico, ao acróstico V.I.T.R.I.O.L. Visita Interiorem Terrae, Rectificando Invenies Occultum Lapidem (Visita o interior da Terra, retificando-te encontrarás a pedra oculta). A sua firmeza decorre diretamente dessa sua condição intrínseca, da sua base.
A palmeira está habilitada a enfrentar ventanias que derrubariam a maioria das árvores. Um vento de 50 km por hora pode quebrar e arrancar uma árvore do chão mas uma palmeira resiste a ventos de até 150 km. Enfrenta ventos e tempestades. Ela se curva até o chão, se dobra, mostrando sua flexibilidade. A disposição espiral de suas fibras lenhosas também a torna uma árvore de flexibilidade e força incomuns, o que é outra de suas características, mas quando a ventania passa, ela volta à sua posição anterior: altaneira e majestosa.
O salmista já a consagrara no Salmo 92:13: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro do Líbano”. O livro dos Salmos com cento e cinquenta orações é o coração do Antigo Testamento. É a grande síntese que reúne todos os temas e estilos dessa parte da Bíblia. A palavra salmo quer dizer oração cantada e acompanhada com instrumentos musicais.
Os salmos supõem o contexto maior de uma fé que nasce da história e constrói história. Jesus rezava os salmos e sua vida e ação trouxeram significado pleno para o sentido que essas orações já possuíam na vida de Israel.
Na entrada triunfal em Jerusalém, Jesus foi saudado pela multidão com ramos de palmeira: “Então apanharam ramos de palmeira e saíram ao encontro de Jesus, gritando: ‘Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor, o rei de Israel’” (Jo 12:13).  Da mesma forma, em Apocalipse, 7:9, a grande multidão com folhas de palmeira nas mãos atribuiu a salvação a Deus e ao Cordeiro.
O que a Bíblia está nos dizendo é que devemos ter nossas raízes fincadas em terra firme e seguir com segurança. Deus quer que estejamos firmes como as palmeiras em nossa fé e em nosso relacionamento com Ele.
A palmeira pode ser cortada, mas ninguém pode matá-la, porque ela pega seus nutrientes dentro dela; a força e a vida não vêm de fora, mas sim de dentro.
Da mesma forma o ser humano foi concebido e formado para sobreviver a todas as tempestades.
A palmeira só não resiste ao frio. Ela floresce e cresce em meio ambiente quente. A palmeira reina no clima tropical. Nunca veremos uma palmeira no Alaska, porque o ambiente frio não lhe é propício.
Para finalizar, a palmeira é uma árvore longeva, dá frutos por quase cem anos. Após esse período começa a declinar, morrendo ao fim de duzentos anos. Os árabes dizem que a palmeira tem tantos usos quantos são os dias do ano.
Assim, vida longa às palmeiras do doutor Esacheu.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

As palmeiras que coroam o entorno da Santa Casa conferindo-lhe nobreza, não foram frutos do acaso, de uma escolha aleatória.  Acredito que a fé profunda que anima o espírito do presidente da Santa Casa, Esacheu Cipriano Nascimento, foi a fonte inspiradora que o levou a escolher as palmeiras para esse entorno.

A palmeira tem um significado esotérico da mais alta espiritualidade, representando ascensão, vitória, regeneração e imortalidade. As características da palmeira a distinguem de todas as demais árvores e são muito representativas pelo seu simbolismo intrínseco.

 
Das coisas sagradas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Abril de 2018 14:14
DAS COISAS SAGRADAS
Nós, seres humanos, estamos nos esquecendo das coisas sagradas. Coisas sagradas que não se encontram necessariamente em locais ditos sagrados. Mas que estão em toda parte. Tudo foi criado por Deus. Tudo é sagrado. As coisas sagradas permeiam o Universo.
É bom e útil que cada um de nós volte o seu olhar para elas. A sacralidade não decorre somente das coisas, mas também dos procedimentos. O amor, a gratidão, a generosidade e a gentileza são igualmente procedimentos sagrados.
Tudo provém de Deus. Nós é que não nos apercebemos disso. Deus nos dotou com todo o necessário para o nosso desenvolvimento físico, mental e espiritual. Deu-nos a fé, atributo intrínseco e infinito do nosso espírito. Fé não é crença, vem do latim fides (fidelidade). Se nós formos fiéis tudo se resolve. Fiéis a nós mesmos, à nossa mulher, à nossa família, à nossa profissão, à nossa Pátria.
O ser humano não consegue atingir isso porque simplesmente vive distraído por outros interesses, como a fortuna, o sucesso, a felicidade, a ânsia de vencer na vida, superar seus familiares, colegas, etc.
A encarnação é uma oportunidade de aprendizado, uma escola, onde cada um deve encontrar o seu próprio mestre em seu coração, pronto para ajudá-lo e guiá-lo. Então cabe a cada um aproveitar e fazer a grande mudança que lhe compete, agora.
A propósito das coisas sagradas, lembrei-me de um fato narrado, quando fui funcionário do Banco do Brasil, em Ponta Porã, por João Misael Mamoré, Rosacruz, pai do meu padrinho Douglas, ocorrido quando ele foi aprisionado pelas forças do exército italiano durante a Segunda Guerra Mundial.
Mamoré era expedicionário da FEB. Aconteceu o seguinte: Na prisão ele conheceu um padre que todos os dias celebrava uma missa particular. Observando como ele procedia, Mamoré verificou que na consagração da hóstia sagrada, o padre elevava um pedaço da hóstia da qual tirava um minúsculo pedaço para sua comunhão. E o padre lhe disse que fazia isso porque não sabia por quanto tempo ainda ficaria preso.
Mamoré, que tinha um profundo conhecimento esotérico, aconselhou ao padre que se em vez da hóstia, consagrasse, por exemplo, um pouco de grama, o resultado seria o mesmo. O padre resolveu experimentar. Logo depois, procurou Mamoré para lhe contar, maravilhado, que o efeito fora o mesmo; a consagração da grama lhe trouxe  a mesma energia que ele percebia no resto da hóstia, porque, na verdade, tudo é sagrado. E acabou libertando-o daquele resto de hóstia.
Outra coisa sagrada que é fundamental é o nosso corpo. O nosso corpo é constituído por órgãos, neurônios, células, moléculas e átomos que se relacionam entre si de forma integrada e inteligente. Cada um de nós foi dotado da energia da vida universal que envolve o nosso corpo e se constitui no nosso poder de cura interior. Do perfeito funcionamento de cada parte depende a harmonia do todo.
Quando a harmonia reina, tudo funciona. Quando há disputa entre os órgãos, ocorre a disfunção que gera mal estar, doenças, etc. Cada órgão tem a sua função e individualidade. Assim, para que o nosso corpo, que é o templo do nosso espírito, cumpra sua finalidade é fundamental a integração entre todos os órgãos.
E essa integração decorre do respeito e da consciência com que nos relacionamos internamente. Que depende da conjugação perfeita de diversos fatores, como pensamentos, atitudes, palavras, atos, alimentação.
Quando mastigamos os alimentos de forma a transformá-los em líquidos, a absorção deles pelo aparelho digestivo acontece de forma alegre e agradecida.
O que acontece é que nós estamos voltados para fora e nos esquecemos do fundamental, que é o nosso interior. Nós devemos falar com nossos órgãos para influenciar a harmonia interior, que será plena na exata medida da consciência verdadeira de nossos atos.
Daí, a verdade do ensinamento milenar: “Conhece-te a ti mesmo”.
“Se compreendes as coisas são como são; Se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nós, seres humanos, estamos nos esquecendo das coisas sagradas. Coisas sagradas que não se encontram necessariamente em locais ditos sagrados. Mas que estão em toda parte. Tudo foi criado por Deus. Tudo é sagrado. As coisas sagradas permeiam o Universo. 

É bom e útil que cada um de nós volte o seu olhar para elas. A sacralidade não decorre somente das coisas, mas também dos procedimentos. O amor, a gratidão, a generosidade e a gentileza são igualmente procedimentos sagrados.

 
Da quietude PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 23 de Abril de 2018 15:51
DA QUIETUDE
Nós, seres humanos, vivemos imersos em um turbilhão de pensamentos provocados pelo ego para distrair nossas mentes e impedir o acesso ao nosso interior, ao nosso coração, e assim continuar nos dominando como sempre fez.
Basta verificar quantas vezes tomamos atitudes apressadas e impensadas, das quais depois nos arrependemos e para as quais não há nenhuma razão plausível.
O despertar para o nosso verdadeiro Eu depende diretamente do silêncio da nossa mente que está sempre, ou quase sempre, envolvida com os ruídos internos que são nossos pensamentos.
Quando silenciamos nossa mente poderemos ouvir a nossa verdadeira voz que se manifesta com o silêncio interior.
Mais uma vez Eckhart Tolle, considerado hoje um dos principais líderes espirituais do mundo, nos surpreende com seus ensinamentos: “A orientação para os desafios e problemas do dia a dia pode vir naturalmente ao escutarmos nossa voz interior”. Autor dos best-sellers ‘O Poder do Agora’ e ‘Um novo mundo’, ele ensina que situações complicadas – e aparentemente impossíveis de serem resolvidas – podem ser superadas por meio da intuição e da gratidão.
Tolle garante que é possível desenvolver a intuição para que ela funcione a nosso favor. De acordo com o autor, o isolamento é necessário para despertar o potencial interior de cada indivíduo. “Procure ter alguns períodos de quietude, que são melhores para aflorar o sexto sentido”, diz o autor, cujos livros superam os 10 milhões de exemplares vendidos.
Em um mundo com pessoas amplamente conectadas, porém cada vez mais focadas em si mesmas, o escritor fala sobre como equilibrar os desejos individuais e o fluxo natural da vida. “Quanto maior a resistência ao presente, mais presos estaremos a um desejo egoísta. É preciso se render ao agora, pois  essa aceitação permitirá uma resposta mais eficaz ao que o momento presente pede”.
Reconhecido pela originalidade e eficácia de suas reflexões, há 40 anos Tolle se dedica ao entendimento, integração e aprofundamento do despertar da consciência da humanidade, por meio da combinação de conceitos do cristianismo, budismo, hinduísmo, taoismo e de outras religiões.
Tolle não está sozinho nessa pregação. Jiddu Krishnamurti, um líder espiritual indiano, cujos ensinamentos sinalizam nessa mesma direção, foi “descoberto” ainda menino na Índia, por Helena Blavastky,  Charles Webster Leadbeter e Annie Besant, então líderes da Sociedade Teosófica. Na ocasião em 1909, ficaram impressionados com o incrível potencial espiritual do menino de apenas13 anos de idade, e fundaram assim a Ordem da Estrela do Oriente, em 1911, para proclamar o advento do Instrutor do Mundo, que seria Krishnamurti, pela precocidade do seu entendimento espiritual.
Krishnamurti foi nomeado o dirigente da Ordem. Em 3 de agosto de 1929, dia da abertura do Acampamento Anual da Estrela, em Ommen, na Holanda, Krishnamurti dissolveu a Ordem diante de 3.000 membros, deixando todos perplexos.
Nessa ocasião, ele disse: “Eu afirmo que a Verdade é uma terra sem caminhos, e vocês não podem alcançá-la por nenhum caminho, qualquer que seja, por nenhuma religião, por nenhuma seita. Este é o meu ponto de vista, e eu o confirmo absoluta e incondicionalmente. A Verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inacessível por qualquer caminho que seja, não pode ser organizada; uma crença é algo puramente individual, e vocês não podem e não devem organizá-la. Se o fizerem, ela se torna morta, cristalizada; torna-se um credo, uma seita, uma religião a ser imposta aos outros”.
“Vocês têm a ideia de que somente determinadas pessoas possuem a chave do Reino da Felicidade. Ninguém a possui. Ninguém tem a autoridade para possuir tal chave. Essa chave é seu próprio eu, e no desenvolvimento e na purificação e na incorruptibilidade desse eu particular está o Reino da Eternidade”.
“Meu único interesse é tornar o ser humano absolutamente, incondicionalmente livre”.
Essa corajosa decisão demonstrou o alto nível de consciência que Krishnamurti havia atingido. Dissolveu a Ordem da Estrela do Oriente, mas continuou por toda sua vida a pregar a necessidade de o homem entender a sua individualidade e a não renunciar a ela.
"O silêncio de uma mente tranquila é a essência da beleza. Porque a mente silenciosa não é joguete dos pensamentos, então nesse silêncio chega aquilo que é indestrutível, que é sagrado", ele disse.
Na mesma trilha, Osho, outro líder espiritual hindu, ensinou: “Sempre que há silêncio, a verdade floresce. A verdade é o florescimento do silêncio, porque sempre que estão silenciosos, as portas se abrem, e vocês estão no templo”.
Daí a importância de buscarmos a nossa quietude interior. Quietude é nossa natureza essencial. O que é quietude? O mais profundo espaço de consciência, que percebe e compreende porque, sem essa consciência, não há percepção, nem pensamentos, nem realidade.
Você é essa consciência personificada, particularizada.
Resumo da ópera: Não depender de ninguém. Buscar a quietude interior. Nosso coração sabe tudo. Basta que silenciemos nossa mente para escutá-lo. Deixar de seguir o que outros dizem.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nós, seres humanos, vivemos imersos em um turbilhão de pensamentos provocados pelo ego para distrair nossas mentes e impedir o acesso ao nosso interior, ao nosso coração, e assim continuar nos dominando como sempre fez.

Basta verificar quantas vezes tomamos atitudes apressadas e impensadas, das quais depois nos arrependemos e para as quais não há nenhuma razão plausível.

O despertar para o nosso verdadeiro Eu depende diretamente do silêncio da nossa mente que está sempre, ou quase sempre, envolvida com os ruídos internos que são nossos pensamentos. 

Quando silenciamos nossa mente poderemos ouvir a nossa verdadeira voz que se manifesta com o silêncio interior.

 
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