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Da imensidão dos universos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 26 de Junho de 2017 18:16
DA IMENSIDÃO DOS UNIVERSOS
Quando começamos a pensar sobre a imensidão dos universos nos deparamos com a sabedoria de Deus, que é inescrutável, imensa, soberana, infinita. Que inteligência magnífica essa que pensou e criou tudo o que existe e que encanta.
As galáxias siderais – que, segundo o super Google, numa projeção estimada e impossível de se confirmar, existem em número de 170 bilhões – nos deixam perplexos ante a grandeza de tudo.
A nossa galáxia, a Via Láctea, assim denominada por sua aparência leitosa, à qual pertence o nosso sistema solar, abrange, segundo estimativas, pelo menos 100 bilhões de estrelas, juntamente com outros trinta bilhões de sóis, que correspondem a tantos sistemas solares iguais ou equivalentes ao nosso. Um número imensurável e inimaginável para nossa percepção. Com poucas exceções, todos os objetos visíveis a olho nu pertencem a essa galáxia.
Formada por centenas de bilhões de estrelas, a Via Láctea possui estruturas diferenciadas entre si. No bojo central, que possui forma alongada, há uma grande concentração de estrelas, sendo que o exato centro da galáxia abriga um buraco negro supermassivo.
Ao seu redor estende-se o disco galáctico, formado por estrelas dos mais diversos tipos, nebulosas e poeira interestelar, dentre outros. É nesta proeminente parte da Via Láctea que se manifestam os braços espirais, assim denominados por que tem a forma de uma espiral. Na Via Láctea encontram-se também centenas de aglomerados globulares, também conhecidos por enxames globulares, que são um denso grupo de estrelas que orbitam uma galáxia
Entretanto, a dinâmica de rotação da galáxia revela que sua massa é muito maior do que a de toda a matéria observável, sendo este componente adicional denominado matéria escura, cuja natureza se desconhece.
Os números são de uma infinitude tal que, quando começamos a pensar, chegamos a duas conclusões: a sabedoria infinita de Deus para criar tudo o que existe e a nossa pequenez em relação a tudo isso. Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno, tudo é obra da criação de Deus. E em tudo se observa uma perfeição perfeita.
E nós ficamos aqui brigando por questões tão ridículas, que nos envergonham quando pensamos na imensidão de tudo. A evolução dos universos e consequentemente de todos os mundos é constante e irreversível.
Nós, envolvidos com nossa subsistência, com o nosso dia-a-dia, muitas vezes ou quase sempre, não nos damos conta disso. Mas fazemos parte dos planos de Deus. Nós somos seres que fomos pensados por Ele.
Não somos frutos do acaso. O que nos faz falta é a consciência e a dimensão da eternidade. Vai chegar, naturalmente, o momento em que cada um vai se deparar com sua identidade verdadeira e nessa oportunidade vai acontecer o “insight”, o despertar, a iluminação, a consciência do que somos. E a responsabilidade de cada um. Penso que para que isso aconteça devemos criar intimidade com Deus. E que depende de uma busca persistente e contínua, de todos os dias, com um instante íntimo e individual voltado para Ele.
E a partir daí, se dará o entendimento real do nosso ser.
As diferentes religiões que, ao longo do tempo, foram aparecendo e procurando orientar seus seguidores, foram instrumentos que cumpriram, no tempo e no espaço, seu papel de parceria do plano divino e que nos conduziram por um labirinto divinamente inspirado e composto de ciência, história, lógica e coincidências, que nos leva à recordação de onde viemos e da maravilha e da magia de quem somos.
Mas o despertar é um ato individual, único, consciente, próprio. Depende de cada um. No momento certo. Preparemo-nos.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Quando começamos a pensar sobre a imensidão dos universos nos deparamos com a sabedoria de Deus, que é inescrutável, imensa, soberana, infinita. Que inteligência magnífica essa que pensou e criou tudo o que existe e que encanta. 

As galáxias siderais – que, segundo o super Google, numa projeção estimada e impossível de se confirmar, existem em número de 170 bilhões – nos deixam perplexos ante a grandeza de tudo.

 
Santa Ca(u)sa Eterna PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 18 de Junho de 2017 12:45
SANTA CA(U)SA ETERNA
Campo Grande é uma cidade privilegiada pela sua posição geográfica, pela sua história, por suas instituições e, sobretudo, pelos seus habitantes.
Na primeira metade do século passado, foram criadas as instituições básicas que contribuem para o engrandecimento da nossa cidade: a Santa Casa, a Loja Maçônica Oriente Maracaju nº 1 (a primeira em Campo Grande), a Associação Comercial, a Associação dos Criadores do Sul de Mato Grosso (depois de Mato Grosso do Sul) e a Hípica (depois Jockey Club). São instituições perenes que se consolidaram no tempo, voltadas para o bem comum e para o progresso da nossa capital.
Destas, a Santa Casa – voltada diretamente para cuidar da saúde da nossa população –, constituiu-se no porto seguro para onde convergem todos os que precisam de cuidados médicos. A expertise que alcançou em diversas especialidades consolidou a Santa Casa como uma referência nacional.
A história da Santa Casa é uma prova eloquente da competência e dedicação de seus dirigentes. Muitas foram as provas às quais foi submetida a capacidade gerencial de seus diretores. Todos os obstáculos interpostos em seu caminho foram sendo vencidos um a um.
Desde o princípio a Santa Casa contou com o apoio irrestrito da população de Campo Grande, começando com a arrecadação de recursos na qual houve uma adesão emocionante de seus poucos habitantes.
Naquela ocasião, em 1917, um ideal iluminou os corações e mentes de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís, Augusto Silva, Otaviano de Mello, Benjamin Corrêa da Costa, Enoch Vieira de Almeida, dr. Eusébio Teixeira (médico militar, primeiro presidente), João Clímaco Vidal, Victor Manoel Pace (o associado que mais tempo permaneceu na diretoria, por 38 anos, de 1925 a 1963) e o engenheiro Camillo Boni (autor do projeto do primeiro bloco do hospital), que se lançaram de corpo e alma para construir o primeiro hospital de Campo Grande.
A presidência da Santa Casa foi exercida por homens de diversos segmentos: o primeiro foi um médico militar, Eusébio Teixeira, sucedido por um comerciante, Bernardo Franco Baís, depois um tabelião, Eduardo dos Santos Pereira.
Assim sucessivamente, estiveram no comando comerciantes, empresários, engenheiros, advogados, arquiteto e um dentista, Arthur D’Ávila Filho, que exerceu a presidência por mais tempo, 15 anos, e foi o grande empreendedor da entidade.
A Santa Casa, desde o princípio, só fez crescer, aumentando consideravelmente o atendimento à nossa população. Cresceu patrimonial, quantitativa e qualitativamente. A Santa Casa sempre foi um projeto de amor a Campo Grande.
A Santa Casa é uma instituição querida da nossa cidade. Ela foi construída passo a passo, tijolo a tijolo. Ainda ecoam no recôndito da alma dos antigos associados os rangidos da carroça do Zé Bonito – apelido de José Mustafá, que dá nome ao auditório do hospital –, que comandando com muita alegria a sua junta de burros, com duas parelhas de muares, transportava tijolos, areia e tudo que fosse preciso para a construção desse portento que é o edifício do hospital. Durante quatro anos, colaborou sem nada cobrar.
A administração pública municipal durante muito tempo foi a parceira que se constituiu no alicerce do trabalho da instituição. Mas, infelizmente, a partir da administração de André Puccinelli, começaram os desmandos contra a Santa Casa, que perduraram no mandato de Nelson Trad Filho, culminando com a invasão, mascarada de intervenção, que se mostrou impiedosamente nociva para o bom funcionamento da instituição.
Até hoje a Santa Casa sofre com os efeitos negativos, seja pelas dívidas deixadas, seja pela degradação do prédio e seus equipamentos ou pelos vícios em seu corpo de Recursos Humanos que somente aos poucos vão sendo extirpados.
O mandato de Alcides Bernal, por incrível que pareça – em comparação com os anteriores –, foi o melhor período de relacionamento contratual dos últimos tempos para a Santa Casa.
O atual prefeito, Marcos Trad, por enquanto é uma incógnita. A diretoria torce e espera por uma mudança positiva em termos de parceria, dada a necessidade de atendimento à população pelo sistema único de saúde, o SUS, que é da responsabilidade do município.
Hoje sob a presidência de Esacheu Nascimento, o hospital passa por uma verdadeira transformação, tanto no campo assistencial, gerencial, administrativo, como no aspecto físico, com a reforma de diversos andares proporcionando a seus usuários melhores acomodações e uma nova e salutar perspectiva, no alvorecer da comemoração do primeiro centenário que se realiza este ano.
A Santa Casa sempre foi e será uma Santa Causa Eterna.
Heitor Freire – Vice-presidente da ABCG.

Campo Grande é uma cidade privilegiada pela sua posição geográfica, pela sua história, por suas instituições e, sobretudo, pelos seus habitantes. Na primeira metade do século passado, foram criadas as instituições básicas que contribuem para o engrandecimento da nossa cidade: a Santa Casa, a Loja Maçônica Oriente Maracaju nº 1 (a primeira em Campo Grande), a Associação Comercial, a Associação dos Criadores do Sul de Mato Grosso (depois de Mato Grosso do Sul) e a Hípica (depois Jockey Club). São instituições perenes que se consolidaram no tempo, voltadas para o bem comum e para o progresso da nossa capital.

 
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Escrito por Heitor Freire   
Ter, 06 de Junho de 2017 00:54
DESACHAR
No comportamento humano está disseminado, de forma muito avassaladora, um sistema de comunicação baseado em premissas equivocadas. Todo mundo acha. O presidente, os ministros, os deputados, os senadores, todos acham e ninguém sabe. Essa é a diferença vital entre os dois procedimentos: de quem acha e de quem sabe. Quem sabe, sabe. E como tal tem seu raciocínio e seu discurso baseado em fatos reais. Não acha.
O homem sempre achou e é muito comum querer mostrar erudição deitando falação sobre tudo, a torto e a direito. Achismo é uma gíria atribuída à “teoria” que é criada por alguém sobre algo com base unicamente nas suas opiniões e intenções, sem nenhuma  argumentação concreta ou justificativa.
Um dos critérios para o reconhecimento de um fato social é determinar sua resistência à mudança de perspectiva: os fatos sociais não podem ser alterados pela simples declaração da vontade. Isso não implica na impossibilidade de alteração do fato social, mas é necessário um grande esforço para fazê-lo.
Hoje, o avanço tecnológico e a difusão dos fatos de forma instantânea estimularam uma grande parcela da população a emitir suas opiniões de forma irresponsável, unicamente para sentirem-se parte de um universo pensante. A mudança social decorrente do crescimento da população e do aumento da tecnologia, especialmente na área da comunicação e do transporte, são os principais fatores que causaram essa mudança.
O problema do achismo é que mesmo sem fundamentação teórica ele pode servir como base para uma tomada de decisão em que as chances de se cometer um erro aumentam exponencialmente à medida que a linha de argumentação avança sobre a contextualização.
O achismo tem como fundamento um conjunto de premissas interpretadas de forma parcial e superficial, seguindo uma sequência lógica imaginária que pode ser precedida pela perseguição a uma ideia fixa a respeito de um assunto.
Porém, a falta de uma evidência concreta torna a “visão antropológica” um espelho distorcido dos temores que afetam não só o indivíduo que observa de forma entorpecida, mas todos aqueles que são atingidos por seus achismos.
Para que um indivíduo evite cair na armadilha da suposição superficial é preciso que adquira conhecimento de causa para que as sucessivas informações que dele possam ser abstraídas produzam efeitos verdadeiramente verificáveis.
Só assim é possível, por exemplo, construir um pensamento científico em que a visão antropológica permita ao indivíduo aproximar uma evidência de sua conclusão lógica.
Construindo um espaço em que as ideias possam emergir de forma pura dentro de um contexto, é possível diminuir a propensão ao erro na linha de argumentação e relativizar o achismo como uma suposição rasa sem sustentação.
A linguagem recorrente deste momento tão apressado é o achismo. Todo mundo acha. A emissão de opinião baseada no achismo é destituída de fundamento. Quem acha não sabe. E só quem sabe deveria opinar. Quem acha acaba se tornando  “se achante”, como diria nosso laureado e saudoso poeta Manoel de Barros.
Vamos trabalhar para que essa onda seja desconstruída de maneira eficaz.
Vamos desachar?
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

No comportamento humano está disseminado, de forma muito avassaladora, um sistema de comunicação baseado em premissas equivocadas. Todo mundo acha. O presidente, os ministros, os deputados, os senadores, todos acham e ninguém sabe. Essa é a diferença vital entre os dois procedimentos: de quem acha e de quem sabe. Quem sabe, sabe. E como tal tem seu raciocínio e seu discurso baseado em fatos reais. Não acha.

 
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