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INTERDEPENDÊNCIA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 17 de Maio de 2017 21:57
INTERDEPENDÊNCIA
Ao longo da história o ser humano foi criando sistemas, normas, leis, regimentos, filosofias, religiões, etc., para procurar organizar a vida, orientar e sistematizar a sua trajetória.
E assim, pensa que tudo é fruto de sua cabeça, de sua imaginação, de sua mente, procurando, em função disso, criar mecanismos para proteger e defender seus “direitos autorais”.
Na realidade, o ser humano não cria nada. Quem cria tudo é Deus, que não assina nenhuma de suas obras, a começar pelo próprio homem. O homem recebe tudo por inspiração do Criador, e poucas vezes volta-se para agradecer a oportunidade que lhe é concedida para participar do projeto divino.
Na sua imensa e infinita arquitetura, ao dar vida ao homem, Deus elaborou um plano perfeito: a interdependência entre os órgãos que compõem o corpo humano. Todos dependem de todos. Não há um só órgão que tenha vida independente, que não dependa dos outros.
No campo das teorias econômicas, Cournot ( Antoine Augustin Cournot – 1801/1877), matemático e economista francês, em 1838 formulou, uma tese de que a interdependência econômica é uma consequência da especialização (ou da divisão do trabalho), e é uma lei  quase universal. Assim diz a tese:
“Na realidade, o sistema econômico é um todo do qual as partes estão conectadas e reagem umas sobre as outras. Um aumento na renda dos produtores de uma mercadoria irá afetar a demanda por comodidades B, C, etc, e os rendimentos dos seus produtores, e, por sua reação muda a demanda por comodidades A”.
A interdependência, é encontrada nos grandes líderes, literalmente fazendo todo o trabalho em equipe. Ela visa o bem estar do grupo, não apenas o sucesso individual, buscando soluções em conjunto, trabalhando de acordo com informações e sugestões.
Neste aspecto está o maior valor do líder, a influência, que não apenas remete à autoridade, mas também à credibilidade e ao prestigio.  O líder interdependente consegue que todo o grupo e empresa trabalhem pelo poder de uma palavra branda, consegue motivar sua equipe através do exemplo.
Ao pensar no imenso impacto que pequenos gestos podem causar, chega-se à conclusão de que cada pequeno ato é importante. Essa é a relação de interdependência: a consciência de que o todo não depende de um único indivíduo. E cada indivíduo depende do todo.
Sendo assim, podemos dizer: a interdependência pode ser compreendida em termos da mútua dependência que existe entre as partes e o todo. Sem as partes, não pode haver o todo e, sem o todo, o conceito de parte não tem sentido.
O que nos leva ao primeiro dos sete princípios herméticos (formulados por Hermes Trimegisto, rei, sacerdote e juiz, do Egito antigo): “O Todo é mente, o Universo é Mental”. Tudo e todos que existem de visível ou oculto funcionam porque fazem parte de um todo. Tudo faz parte da criação de uma mente onipresente, tudo faz parte de um poder total.
O que nos remete de novo ao início, a Deus, o Supremo Criador do Universo.
Para finalizar, os demais princípios herméticos são: da correspondência, da vibração, da polaridade, do ritmo, do gênero e da causalidade. São princípios, e como tal, imutáveis.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Ao longo da história o ser humano foi criando sistemas, normas, leis, regimentos, filosofias, religiões, etc., para procurar organizar a vida, orientar e sistematizar a sua trajetória.

E assim, pensa que tudo é fruto de sua cabeça, de sua imaginação, de sua mente, procurando, em função disso, criar mecanismos para proteger e defender seus “direitos autorais”.

 
O instituto e seus associados centenários PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 02 de Maio de 2017 21:57
O INSTITUTO E SEUS ASSOCIADOS CENTENÁRIOS
O Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso do Sul, guardião da história em nosso estado e cuja riqueza maior e mais significativa são seus associados, orgulha-se de comemorar neste ano de 2017 o centenário de nascimento de dois de seus mais ilustres associados: Paulo Coelho Machado e Wilson Barbosa Martins. Renato Alves Ribeiro, que completa o trio, vai comemorar o seu centenário em 2018. Os dois últimos ainda estão entre nós. Tinham uma característica em comum, os três pertenceram à UDN – União Democrática Nacional, partido político que depois foi extinto pelo golpe militar de 64.
Paulo Coelho Machado, advogado, historiador, cronista-mór da nossa cidade, nascido em 16 de dezembro de 1917 em São Paulo, sempre fazia questão de se apresentar como campo-grandense pelo amor que tinha pela nossa cidade. Foi fundador do Instituto e seu presidente por longos anos.
Paulo Machado foi também professor de Direito.  Membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, secretário de Agricultura de Mato Grosso e presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul).
Paulo Machado presidiu a Liga Sul-Mato-Grossense Pró-Divisão do Estado de Mato Grosso. Escreveu “A Parceria Pecuária” (1972), “A Criminalidade em Mato Grosso”, “Processo e Julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo” (1954), “Arlindo de Andrade, Primeiro Juiz de Direito de Campo Grande” (1988); e a série Pelas Ruas de Campo Grande — “A Rua Velha” (1990), “A Rua Barão” (1991), “A Rua Principal” (1991), “A Rua Alegre”, “A Grande Avenida”, (2000).
Paulo presidiu ainda importantes associações em Campo Grande, como o Sindicato Rural de Campo Grande, Cruz Vermelha Brasileira, Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, Rádio Clube, Rotary Club, e a Associação sul-mato-grossense de Criadores de Nelore.
Foi vereador por dois mandatos, jornalista e diretor do “O Campograndense”, secretário de estado da Agricultura e, depois, da Indústria e Comércio de Mato Grosso. Enfim, um cidadão comprometido com nossa cidade e nossa gente.
Wilson Barbosa Martins, advogado de renome, político atuante, foi prefeito de Campo Grande, deputado federal – tendo o seu mandato cassado pelo golpe de 1964 –, senador da República e governador do estado por dois mandatos. Foi o primeiro presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Mato Grosso do Sul. Caracterizou-se pela seriedade no trato da coisa pública. No dia 21 de junho próximo completará 100 anos. É membro emérito do IHGMS.
Renato Alves Ribeiro nasceu em 6 de fevereiro de 1918 em Aquidauana e viveu na  histórica fazenda Taboco, imortalizada em sua obra, “Fazenda Taboco – 150 anos – Balaio de Recordações”. Vai completar 100 anos no ano que vem. É neto do Coronel Jejé e filho do Coronel Zelito, chefes políticos de grande influência no estado e na região de Aquidauana. É membro emérito do IHGMS.
Engenheiro agrônomo, formado em 1940 pela Faculdade de Agronomia em Viçosa, Minas Gerais, e pecuarista famoso em Mato Grosso do Sul, Renato reconhecidamente é um administrador competente e inovador, observando e aplicando modernos recursos na condução de seus negócios. Cidadão prestante, sempre esteve voltado para a comunidade. Presidiu o Sanatório São Julião e também a Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa por dois mandatos, onde mercê de sua capacidade conseguiu pagar com dois anos de antecedência o financiamento da Caixa Econômica Federal obtido para a construção daquele hospital.
Completam o quadro de associados eméritos do IHGMS: Francisco Leal de Queiróz, advogado; José Couto Vieira Pontes (fundador do Instituto) juiz de direito aposentado; João Pereira da Rosa, médico; Pedro Chaves dos Santos Filho, senador da República; e, por fim, o benjamin do quadro, o empresário Rosário Congro Neto.
É um raro privilégio ombrear-me com tantos e ilustres personagens vivos da nossa história.
Heitor Freire – titular da cadeira 37 do IHGMS.

O Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso do Sul, guardião da história em nosso estado e cuja riqueza maior e mais significativa são seus associados, orgulha-se de comemorar neste ano de 2017 o centenário de nascimento de dois de seus mais ilustres associados: Paulo Coelho Machado e Wilson Barbosa Martins. Renato Alves Ribeiro, que completa o trio, vai comemorar o seu centenário em 2018. Os dois últimos ainda estão entre nós. Tinham uma característica em comum, os três pertenceram à UDN – União Democrática Nacional, partido político que depois foi extinto pelo golpe militar de 64.

Última atualização em Seg, 08 de Maio de 2017 19:41
 
Historiae Testes(*) PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 19 de Abril de 2017 16:19
HISTORIAE TESTES (*)
A história da humanidade é contada em ciclos e por intermédio dos grandes espíritos que, de tempos em tempos, encarnam para orientar e servir de exemplo aos homens. De todos os que já passaram por este planeta, o que mais se destacou, foi sem dúvida, Jesus. Tanto que a história do mundo ocidental é dividida, antes e depois do seu nascimento.
Mas como massa humana que se espalha por todo o globo terrestre, entendo que cada um dos habitantes deste planeta, a seu tempo e hora, faz parte da memória. Cada um é ator e protagonista da própria vida.
Somos todos testemunhas da história. Neste contexto, a importância do registro da trajetória de cada um, que fica quase sempre, quando fica, adstrito à sua própria família, nos torna participantes ativos, embora anônimos, desse monumental movimento que é a vida.
Jean-Yves Leloup, escritor, PhD em Psicologia Transpessoal, filósofo, sacerdote hesicasta – aquele que dedica-se ao universo interior e à prece – , poeta e notável intérprete das palavras de Cristo, integrante da Igreja Ortodoxa,  é um defensor ardoroso da união entre ciência e espiritualidade, tema desenvolvido ao longo de sua obra.
E nesta época da páscoa, que quando deixa de ser comemorada de forma festiva com tanta influência da mídia para nos levar a uma reflexão sobre o momento que estamos vivendo, somos chamados por Leloup a um entendimento verdadeiro do seu significado.
Ele nos brindou com um poema, Páscoa, que transcrevo abaixo:
“Sede passantes
Este tema da passagem é o tema da Páscoa.
Pessah em hebraico, quer dizer passagem.
A passagem, no rio, de uma margem à outra margem,
a passagem de um pensamento a outro pensamento,
a passagem de um estado de consciência
a outro estado de consciência.
A passagem de um modo de vida
a um outro modo de vida.
Somos passageiros.
A vida é uma ponte e, como diziam os antigos,
não se constrói sua casa sobre uma ponte.
Temos que manter, ao mesmo tempo,
as duas margens do rio, a matéria e o espírito,
o céu e a terra, o masculino e o feminino e
fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes,
sabendo que estamos de passagem.
É importante lembrar-se do caráter passageiro de nossa existência,
da impermanência de todas as coisas,
pois o sofrimento geralmente é de querermos fazer durar
o que não foi feito para durar.
A grande Páscoa é a passagem desta vida mortal para a vida eterna,
é a abertura do coração humano ao coração divino.
É a passagem da escravidão para a liberdade,
passagem que é simbolizada pela migração dos hebreus,
do Egito para a terra Prometida.
Mas não é preciso temer o Mar Vermelho.
O mar de nossas memórias, de nossos medos, de nossas reações.
Temos que atravessar todas estas ondas, todas estas tempestades,
para tocar a terra da liberdade,
o espaço da liberdade que existe dentro de nós.
Sede passantes.
Creio que esta palavra é verdadeiramente um convite
para continuarmos nosso caminho
a partir do lugar onde algumas vezes paramos.
Observemos o que para a vida em nós,
o que impede o amor e o perdão,
onde se localiza o medo dentro de nós.
É por lá que é preciso passar, é lá o nosso Mar Vermelho.
Mas, ao mesmo tempo, não esqueçamos a luz,
não esqueçamos a liberdade, a terra que nos foi prometida”.
Disse tudo.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.
(*) Testemunhas da História.

A história da humanidade é contada em ciclos e por intermédio dos grandes espíritos que, de tempos em tempos, encarnam para orientar e servir de exemplo aos homens. De todos os que já passaram por este planeta, o que mais se destacou, foi sem dúvida, Jesus. Tanto que a história do mundo ocidental é dividida, antes e depois do seu nascimento.

 
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