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Faixa de pedestre II PDF Imprimir E-mail
FAIXA DE PEDESTRE – II
Hoje, em nossa cidade, há uma distorção no que se refere ao relacionamento entre pedestres e motoristas. E isso decorre de uma interpretação equivocada do uso da faixa de pedestres, cuja utilização não está, ainda, devidamente explicitada pelas nossas autoridades de trânsito. A obrigatoriedade de preferência dos pedestres nas faixas determinadas, só é exigível quando não há sinalização de semáforos. Quando há sinalização, a preferência é determinada pelo comando do sinal: acontece que os motoristas, confusos e temerosos, acabam dando preferência ao pedestre inadvertidamente, e criam uma jurisprudência equivocada, pois os que assistem a esta cena acabam pensando que é assim mesmo. E os próprios pedestres se acham detentores de um direito inexistente, cruzando as ruas numa indiferença olímpica, com imperativa e equivocada pose, colocando em risco suas vidas e submetendo os motoristas a um possível e indesejado acidente.   No fundo, no fundo, todos nós somos pedestres. Vamos nos respeitar.
È preciso que nossas autoridades iniciem uma campanha informativa maciça e esclarecedora, por todos os meios de comunicação, iniciando didaticamente pelas escolas.
Em Portugal, as faixas de pedestres têm uma sinalização diferenciada – quando se trata de faixa sinalizada com semáforo e quando são faixas simples com preferência explícita para os pedestres, permitindo assim uma informação clara e precisa para todos: pedestres e motoristas. Além disso, há placas informativas nas calçadas, enfatizando essa prática.
O interessante neste tema é que a possível solução venha de Portugal. Nosso querido Portugal, terra dos nossos ancestrais. Há uma característica no ser humano: sempre critica ou menospreza o dominador – é a sua defesa. Assim, por exemplo, nos Estados Unidos no tempo da colônia, os ingleses eram vítimas de piadas, de histórias inventadas ou acontecidas e que eram distorcidas com a finalidade de colocá-los em situação vexatória.
O mesmo acontecia em nosso antigo Mato Grosso, com relação aos cuiabanos que eram sempre vítimas de chacotas e de piadas depreciativas que acabaram com a criação do nosso estado. Quando da sua criação, com a nomeação de um gaúcho – o engenheiro Harry Amorim Costa – para ser o primeiro governador, choveram histórias e piadas de gaúchos. Podem observar que com o tempo e a mudança de governador, as histórias foram diminuindo. E as histórias e piadas de português? Ao contrário do que nos acostumamos a ouvir e a difundir, o português é um povo muito inteligente, corajoso, audaz, trabalhador. É preciso resgatar esse comportamento, fazendo justiça a essa gente querida.
Para finalizar, em Porto Alegre, Brasília e Vitória, há um comportamento que penso possa ser aproveitado pela nossa gente: lá, o pedestre que deseja atravessar a faixa de segurança, em locais onde não há semáforos, estica o braço com palma da mão voltada para os carros, espera que os veículos parem e atravessa na faixa. Esse novo sinal não é fruto de lei, mas de uma prática que acaba se transformando em costume e se torna respeitada por todos. Chama-se bom senso.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.


Hoje, em nossa cidade, há uma distorção no que se refere ao relacionamento entre pedestres e motoristas. E isso decorre de uma interpretação equivocada do uso da faixa de pedestres, cuja utilização não está, ainda, devidamente explicitada pelas nossas autoridades de trânsito. A obrigatoriedade de preferência dos pedestres nas faixas determinadas, só é exigível quando não há sinalização de semáforos. Quando há sinalização, a preferência é determinada pelo comando do sinal: acontece que os motoristas, confusos e temerosos, acabam dando preferência ao pedestre inadvertidamente, e criam uma jurisprudência equivocada, pois os que assistem a esta cena acabam pensando que é assim mesmo.

 E os próprios pedestres se acham detentores de um direito inexistente, cruzando as ruas numa indiferença olímpica, com imperativa e equivocada pose, colocando em risco suas vidas e submetendo os motoristas a um possível e indesejado acidente.   No fundo, no fundo, todos nós somos pedestres. Vamos nos respeitar.È preciso que nossas autoridades iniciem uma campanha informativa maciça e esclarecedora, por todos os meios de comunicação, iniciando didaticamente pelas escolas.Em Portugal, as faixas de pedestres têm uma sinalização diferenciada – quando se trata de faixa sinalizada com semáforo e quando são faixas simples com preferência explícita para os pedestres, permitindo assim uma informação clara e precisa para todos: pedestres e motoristas. Além disso, há placas informativas nas calçadas, enfatizando essa prática.O interessante neste tema é que a possível solução venha de Portugal. Nosso querido Portugal, terra dos nossos ancestrais. Há uma característica no ser humano: sempre critica ou menospreza o dominador – é a sua defesa. Assim, por exemplo, nos Estados Unidos no tempo da colônia, os ingleses eram vítimas de piadas, de histórias inventadas ou acontecidas e que eram distorcidas com a finalidade de colocá-los em situação vexatória. O mesmo acontecia em nosso antigo Mato Grosso, com relação aos cuiabanos que eram sempre vítimas de chacotas e de piadas depreciativas que acabaram com a criação do nosso estado. Quando da sua criação, com a nomeação de um gaúcho – o engenheiro Harry Amorim Costa – para ser o primeiro governador, choveram histórias e piadas de gaúchos. Podem observar que com o tempo e a mudança de governador, as histórias foram diminuindo. E as histórias e piadas de português? Ao contrário do que nos acostumamos a ouvir e a difundir, o português é um povo muito inteligente, corajoso, audaz, trabalhador. É preciso resgatar esse comportamento, fazendo justiça a essa gente querida.Para finalizar, em Porto Alegre, Brasília e Vitória, há um comportamento que penso possa ser aproveitado pela nossa gente: lá, o pedestre que deseja atravessar a faixa de segurança, em locais onde não há semáforos, estica o braço com palma da mão voltada para os carros, espera que os veículos parem e atravessa na faixa. Esse novo sinal não é fruto de lei, mas de uma prática que acaba se transformando em costume e se torna respeitada por todos. Chama-se bom senso.

 

 

 

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