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Santa Ca(u)sa Eterna PDF Imprimir E-mail
SANTA CA(U)SA ETERNA
Campo Grande é uma cidade privilegiada pela sua posição geográfica, pela sua história, por suas instituições e, sobretudo, pelos seus habitantes.
Na primeira metade do século passado, foram criadas as instituições básicas que contribuem para o engrandecimento da nossa cidade: a Santa Casa, a Loja Maçônica Oriente Maracaju nº 1 (a primeira em Campo Grande), a Associação Comercial, a Associação dos Criadores do Sul de Mato Grosso (depois de Mato Grosso do Sul) e a Hípica (depois Jockey Club). São instituições perenes que se consolidaram no tempo, voltadas para o bem comum e para o progresso da nossa capital.
Destas, a Santa Casa – voltada diretamente para cuidar da saúde da nossa população –, constituiu-se no porto seguro para onde convergem todos os que precisam de cuidados médicos. A expertise que alcançou em diversas especialidades consolidou a Santa Casa como uma referência nacional.
A história da Santa Casa é uma prova eloquente da competência e dedicação de seus dirigentes. Muitas foram as provas às quais foi submetida a capacidade gerencial de seus diretores. Todos os obstáculos interpostos em seu caminho foram sendo vencidos um a um.
Desde o princípio a Santa Casa contou com o apoio irrestrito da população de Campo Grande, começando com a arrecadação de recursos na qual houve uma adesão emocionante de seus poucos habitantes.
Naquela ocasião, em 1917, um ideal iluminou os corações e mentes de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís, Augusto Silva, Otaviano de Mello, Benjamin Corrêa da Costa, Enoch Vieira de Almeida, dr. Eusébio Teixeira (médico militar, primeiro presidente), João Clímaco Vidal, Victor Manoel Pace (o associado que mais tempo permaneceu na diretoria, por 38 anos, de 1925 a 1963) e o engenheiro Camillo Boni (autor do projeto do primeiro bloco do hospital), que se lançaram de corpo e alma para construir o primeiro hospital de Campo Grande.
A presidência da Santa Casa foi exercida por homens de diversos segmentos: o primeiro foi um médico militar, Eusébio Teixeira, sucedido por um comerciante, Bernardo Franco Baís, depois um tabelião, Eduardo dos Santos Pereira.
Assim sucessivamente, estiveram no comando comerciantes, empresários, engenheiros, advogados, arquiteto e um dentista, Arthur D’Ávila Filho, que exerceu a presidência por mais tempo, 15 anos, e foi o grande empreendedor da entidade.
A Santa Casa, desde o princípio, só fez crescer, aumentando consideravelmente o atendimento à nossa população. Cresceu patrimonial, quantitativa e qualitativamente. A Santa Casa sempre foi um projeto de amor a Campo Grande.
A Santa Casa é uma instituição querida da nossa cidade. Ela foi construída passo a passo, tijolo a tijolo. Ainda ecoam no recôndito da alma dos antigos associados os rangidos da carroça do Zé Bonito – apelido de José Mustafá, que dá nome ao auditório do hospital –, que comandando com muita alegria a sua junta de burros, com duas parelhas de muares, transportava tijolos, areia e tudo que fosse preciso para a construção desse portento que é o edifício do hospital. Durante quatro anos, colaborou sem nada cobrar.
A administração pública municipal durante muito tempo foi a parceira que se constituiu no alicerce do trabalho da instituição. Mas, infelizmente, a partir da administração de André Puccinelli, começaram os desmandos contra a Santa Casa, que perduraram no mandato de Nelson Trad Filho, culminando com a invasão, mascarada de intervenção, que se mostrou impiedosamente nociva para o bom funcionamento da instituição.
Até hoje a Santa Casa sofre com os efeitos negativos, seja pelas dívidas deixadas, seja pela degradação do prédio e seus equipamentos ou pelos vícios em seu corpo de Recursos Humanos que somente aos poucos vão sendo extirpados.
O mandato de Alcides Bernal, por incrível que pareça – em comparação com os anteriores –, foi o melhor período de relacionamento contratual dos últimos tempos para a Santa Casa.
O atual prefeito, Marcos Trad, por enquanto é uma incógnita. A diretoria torce e espera por uma mudança positiva em termos de parceria, dada a necessidade de atendimento à população pelo sistema único de saúde, o SUS, que é da responsabilidade do município.
Hoje sob a presidência de Esacheu Nascimento, o hospital passa por uma verdadeira transformação, tanto no campo assistencial, gerencial, administrativo, como no aspecto físico, com a reforma de diversos andares proporcionando a seus usuários melhores acomodações e uma nova e salutar perspectiva, no alvorecer da comemoração do primeiro centenário que se realiza este ano.
A Santa Casa sempre foi e será uma Santa Causa Eterna.
Heitor Freire – Vice-presidente da ABCG.

Campo Grande é uma cidade privilegiada pela sua posição geográfica, pela sua história, por suas instituições e, sobretudo, pelos seus habitantes. Na primeira metade do século passado, foram criadas as instituições básicas que contribuem para o engrandecimento da nossa cidade: a Santa Casa, a Loja Maçônica Oriente Maracaju nº 1 (a primeira em Campo Grande), a Associação Comercial, a Associação dos Criadores do Sul de Mato Grosso (depois de Mato Grosso do Sul) e a Hípica (depois Jockey Club). São instituições perenes que se consolidaram no tempo, voltadas para o bem comum e para o progresso da nossa capital.

Destas, a Santa Casa – voltada diretamente para cuidar da saúde da nossa população –, constituiu-se no porto seguro para onde convergem todos os que precisam de cuidados médicos. A expertise que alcançou em diversas especialidades consolidou a Santa Casa como uma referência nacional.A história da Santa Casa é uma prova eloquente da competência e dedicação de seus dirigentes. Muitas foram as provas às quais foi submetida a capacidade gerencial de seus diretores. Todos os obstáculos interpostos em seu caminho foram sendo vencidos um a um.

Desde o princípio a Santa Casa contou com o apoio irrestrito da população de Campo Grande, começando com a arrecadação de recursos na qual houve uma adesão emocionante de seus poucos habitantes.Naquela ocasião, em 1917, um ideal iluminou os corações e mentes de Eduardo Santos Pereira, Bernardo Franco Baís, Augusto Silva, Otaviano de Mello, Benjamin Corrêa da Costa, Enoch Vieira de Almeida, dr. Eusébio Teixeira (médico militar, primeiro presidente), João Clímaco Vidal, Victor Manoel Pace (o associado que mais tempo permaneceu na diretoria, por 38 anos, de 1925 a 1963) e o engenheiro Camillo Boni (autor do projeto do primeiro bloco do hospital), que se lançaram de corpo e alma para construir o primeiro hospital de Campo Grande.

A presidência da Santa Casa foi exercida por homens de diversos segmentos: o primeiro foi um médico militar, Eusébio Teixeira, sucedido por um comerciante, Bernardo Franco Baís, depois um tabelião, Eduardo dos Santos Pereira.Assim sucessivamente, estiveram no comando comerciantes, empresários, engenheiros, advogados, arquiteto e um dentista, Arthur D’Ávila Filho, que exerceu a presidência por mais tempo, 15 anos, e foi o grande empreendedor da entidade. 

A Santa Casa, desde o princípio, só fez crescer, aumentando consideravelmente o atendimento à nossa população. Cresceu patrimonial, quantitativa e qualitativamente. A Santa Casa sempre foi um projeto de amor a Campo Grande. 
A Santa Casa é uma instituição querida da nossa cidade. Ela foi construída passo a passo, tijolo a tijolo. Ainda ecoam no recôndito da alma dos antigos associados os rangidos da carroça do Zé Bonito – apelido de José Mustafá, que dá nome ao auditório do hospital –, que comandando com muita alegria a sua junta de burros, com duas parelhas de muares, transportava tijolos, areia e tudo que fosse preciso para a construção desse portento que é o edifício do hospital. Durante quatro anos, colaborou sem nada cobrar.

A administração pública municipal durante muito tempo foi a parceira que se constituiu no alicerce do trabalho da instituição. Mas, infelizmente, a partir da administração de André Puccinelli, começaram os desmandos contra a Santa Casa, que perduraram no mandato de Nelson Trad Filho, culminando com a invasão, mascarada de intervenção, que se mostrou impiedosamente nociva para o bom funcionamento da instituição. 

Até hoje a Santa Casa sofre com os efeitos negativos, seja pelas dívidas deixadas, seja pela degradação do prédio e seus equipamentos ou pelos vícios em seu corpo de Recursos Humanos que somente aos poucos vão sendo extirpados.

O mandato de Alcides Bernal, por incrível que pareça – em comparação com os anteriores –, foi o melhor período de relacionamento contratual dos últimos tempos para a Santa Casa. O atual prefeito, Marcos Trad, por enquanto é uma incógnita. A diretoria torce e espera por uma mudança positiva em termos de parceria, dada a necessidade de atendimento à população pelo sistema único de saúde, o SUS, que é da responsabilidade do município.

Hoje sob a presidência de Esacheu Nascimento, o hospital passa por uma verdadeira transformação, tanto no campo assistencial, gerencial, administrativo, como no aspecto físico, com a reforma de diversos andares proporcionando a seus usuários melhores acomodações e uma nova e salutar perspectiva, no alvorecer da comemoração do primeiro centenário que se realiza este ano.]A Santa Casa sempre foi e será uma Santa Causa Eterna.

Heitor Freire – Vice-presidente da ABCG.    

 

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