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UMA INSTITUIÇÃO VENERANDA
No dia 18 de agosto, sexta feira passada, foi comemorado o primeiro centenário da Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa. Esse foi um dia de glória que jamais será esquecido.
Foi uma solenidade revestida de uma grande carga emocional. Afinal são 100 anos de serviços prestados à nossa população. Campo Grande se fez presente, de maneira significativa: qualitativa e quantitativamente. E foi também uma demonstração inequívoca de apoio à administração do hospital.
A presença das mais altas autoridades federais, estaduais e municipais coroou a cerimônia de forma marcante. O auditório da Santa Casa foi pequeno para abrigar tanta gente. Quem estava de pé permaneceu até o fim, confirmando o interesse e a participação no evento. Foi um momento permeado pelo sagrado sentimento da gratidão.
Gratidão pelos fundadores, representados por seus familiares. Gratidão pelas autoridades. Gratidão pelos presidentes, diretores e associados, que ao longo dos anos dedicaram muito de seu tempo em benefício da coletividade, trabalhando de forma voluntária para proporcionar saúde à população mais carente.
A presença do Conselho de Administração com seus membros engalanados conferiu à cerimônia um caráter solene e ao mesmo tempo austero.
É de se destacar que todos que participaram estavam imbuídos da importância do momento, quando a medalha do centenário foi concedida em homenagem aos que contribuíram com a ABCG-Santa Casa.
A mestre de cerimônias, Solange Mara Barbosa, com porte majestoso e dicção perfeita, comandou toda a solenidade com equilíbrio, tranquilidade e serenidade. Na ocasião, mais de 100 pessoas foram condecoradas, sem que se perdesse o fio condutor da cerimônia.
O coral da Santa Casa, sob a direção do maestro Teófilo Gonçalves foi um dos destaques, juntamente com a apresentação do quinteto de metais da banda da Polícia Militar, que executou o hino de Campo Grande.
Uma curiosidade: o nosso hino foi composto pelo vereador Trajano Balduíno de Souza, e foi tocado em público pela primeira vez durante a comemoração da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1918. Ou seja, no ano que vem também completará 100 anos.
As recepcionistas do evento, funcionárias da Santa Casa, todas muito gentis e integradas, sob a coordenação de Raimunda Rodrigues, deram o colorido feminino e carinhoso em todos os momentos.
É de se agradecer também à gerente de eventos, Cátia Almeida, pelo conjunto da obra,  acompanhando e dirigindo cada detalhe com simpatia e alegria, para que a festa se realizasse, com um sucesso retumbante.
Um dos momentos mais emocionantes foi quando se entregou a medalha do centenário à dona Joaninha, Joana Ávila Corrêa, funcionária do hospital há mais de quarenta anos, hoje com 72 anos de idade, que representou todo o quadro funcional do hospital, tendo desempenhado suas funções nos mais variados setores da administração.
Na oportunidade foi lançado o livro do centenário da Santa Casa, escrito por Vera Tylde de Castro Pinto, advogada, escritora e historiadora, que com uma equipe composta por Rita Arguello (pesquisadora), Vanessa Alonso, (secretária da diretoria que digitou todo o livro), Marisa Nachif (editora) e Marco Antônio Storani (revisor) proporcionou o registro histórico dessa saga histórica e centenária.
As comemorações não param por aí. No mês de setembro será depositada solenemente uma cápsula do tempo no jardim frontal do hospital – registrando todos os atos da comemoração do centenário, com exemplares do selo oficial comemorativo (lançado pela diretoria dos Correios e Telégrafos, em março deste ano), incluindo a revista, o livro e a medalha do centenário, fotos, atas e demais documentos históricos –, para ser aberta dentro de cinquenta anos.
No mês de novembro será apresentada uma peça de teatro que contará a história da Santa Casa, encenada pelos próprios funcionários que aceitaram o desafio de tornarem-se protagonistas da sua saga e que estão fazendo oficina de interpretação sob a direção da atriz Andréa Freire.
O coroamento da comemoração se dará com a instalação do Museu da Cultura da Saúde e da História Camillo Boni.
Teremos ainda muita comemoração pela frente.
Vida longa à Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande!
Heitor Rodrigues Freire – Vice-presidente da ABCG – Santa Casa.

No dia 18 de agosto, sexta feira passada, foi comemorado o primeiro centenário da Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa. Esse foi um dia de glória que jamais será esquecido.

Foi uma solenidade revestida de uma grande carga emocional. Afinal são 100 anos de serviços prestados à nossa população. Campo Grande se fez presente, de maneira significativa: qualitativa e quantitativamente. E foi também uma demonstração inequívoca de apoio à administração do hospital.

A presença das mais altas autoridades federais, estaduais e municipais coroou a cerimônia de forma marcante. O auditório da Santa Casa foi pequeno para abrigar tanta gente. Quem estava de pé permaneceu até o fim, confirmando o interesse e a participação no evento. Foi um momento permeado pelo sagrado sentimento da gratidão.

Gratidão pelos fundadores, representados por seus familiares. Gratidão pelas autoridades. Gratidão pelos presidentes, diretores e associados, que ao longo dos anos dedicaram muito de seu tempo em benefício da coletividade, trabalhando de forma voluntária para proporcionar saúde à população mais carente.

A presença do Conselho de Administração com seus membros engalanados conferiu à cerimônia um caráter solene e ao mesmo tempo austero.

É de se destacar que todos que participaram estavam imbuídos da importância do momento, quando a medalha do centenário foi concedida em homenagem aos que contribuíram com a ABCG-Santa Casa. 

A mestre de cerimônias, Solange Mara Barbosa, com porte majestoso e dicção perfeita, comandou toda a solenidade com equilíbrio, tranquilidade e serenidade. Na ocasião, mais de 100 pessoas foram condecoradas, sem que se perdesse o fio condutor da cerimônia.

O coral da Santa Casa, sob a direção do maestro Teófilo Gonçalves foi um dos destaques, juntamente com a apresentação do quinteto de metais da banda da Polícia Militar, que executou o hino de Campo Grande.

Uma curiosidade: o nosso hino foi composto pelo vereador Trajano Balduíno de Souza, e foi tocado em público pela primeira vez durante a comemoração da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1918. Ou seja, no ano que vem também completará 100 anos.

As recepcionistas do evento, funcionárias da Santa Casa, todas muito gentis e integradas, sob a coordenação de Raimunda Rodrigues, deram o colorido feminino e carinhoso em todos os momentos.

É de se agradecer também à gerente de eventos, Cátia Almeida, pelo conjunto da obra,  acompanhando e dirigindo cada detalhe com simpatia e alegria, para que a festa se realizasse, com um sucesso retumbante.

Um dos momentos mais emocionantes foi quando se entregou a medalha do centenário à dona Joaninha, Joana Ávila Corrêa, funcionária do hospital há mais de quarenta anos, hoje com 72 anos de idade, que representou todo o quadro funcional do hospital, tendo desempenhado suas funções nos mais variados setores da administração.

Na oportunidade foi lançado o livro do centenário da Santa Casa, escrito por Vera Tylde de Castro Pinto, advogada, escritora e historiadora, que com uma equipe composta por Rita Arguello (pesquisadora), Vanessa Alonso, (secretária da diretoria que digitou todo o livro), Marisa Nachif (editora) e Marco Antônio Storani (revisor) proporcionou o registro histórico dessa saga histórica e centenária.

As comemorações não param por aí. No mês de setembro será depositada solenemente uma cápsula do tempo no jardim frontal do hospital – registrando todos os atos da comemoração do centenário, com exemplares do selo oficial comemorativo (lançado pela diretoria dos Correios e Telégrafos, em março deste ano), incluindo a revista, o livro e a medalha do centenário, fotos, atas e demais documentos históricos –, para ser aberta dentro de cinquenta anos.

No mês de novembro será apresentada uma peça de teatro que contará a história da Santa Casa, encenada pelos próprios funcionários que aceitaram o desafio de tornarem-se protagonistas da sua saga e que estão fazendo oficina de interpretação sob a direção da atriz Andréa Freire.

O coroamento da comemoração se dará com a instalação do Museu da Cultura da Saúde e da História Camillo Boni.

Teremos ainda muita comemoração pela frente.

Vida longa à Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande!

 

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