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METAMORFOSE AMBULANTE
Os poetas, os compositores, os filósofos e os músicos têm a sensibilidade de conceber, criar, perceber e interpretar o inconsciente coletivo e, assim, influenciar no comportamento das pessoas de forma sutil e duradoura. Raul Seixas captou, com muita competência, uma característica marcante do ser humano: a metamorfose. E autoproclamou-se como uma metamorfose ambulante. Que considero uma síntese do comportamento humano.
As influências que o meio, a cultura, a família, a nacionalidade e as atividades profissionais proporcionam ao homem fazem dele um ser indefinível que muda com o vento. E cuja ação, na maioria das vezes, é determinada pelo interesse do momento.
Há muito tempo li uma frase do escritor e filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que diz: “Eu sou eu e a minha circunstância”. E constatei que essa frase reflete uma realidade e uma constante na minha ação.
O meu comportamento me deixa algumas vezes perplexo comigo mesmo. E assim verifiquei a veracidade da afirmação de Ortega y Gasset. Como sou um observador permanente de mim mesmo, verifiquei que cheguei à maturidade. E que essa constatação me produziu uma avaliação pessoal, crítica e reveladora.
De repente, caíram todas as máscaras. Do cinismo, da soberba, da hipocrisia, da arrogância, da prepotência, do interesse imediato, das circunstâncias. E emergiram soberanos, os princípios. Uma coisa são os meus interesses e outra são os meus princípios. Os interesses são passageiros, os princípios são eternos e fundamentais.
E qual é o meu princípio? A minha origem. Sou filho de Deus. Foi Ele quem me criou. Deu-me um espírito, o sopro da vida e a oportunidade das minhas encarnações. A Ele devo tudo. A Ele eu sou eternamente obrigado e agradecido. Dotou-me com o amor. Deu-me a fé, a força intrínseca infinita que me inspira, me alimenta e me impulsiona, despertando em mim a gratidão. Deu-me o seu mandamento que colocou em minha palavra e em meu coração. Deu-me tudo. Tenho a responsabilidade e o compromisso de bem usar as dádivas com que fui dotado.
Então, quando entram em conflito os princípios e os interesses, prevalecem os princípios. Acontece que, muitas vezes, no envolvimento dos fatos diários, os princípios como que permanecem em estado de sonolência, de letargia, e os interesses emergem como orientadores da conduta. Mas, de repente, há um alerta que aciona o acordamento nas atitudes, despertando os princípios. E aí tudo muda. Com consciência. E para melhor.
A vida me proporciona um aprendizado constante. É muito bom estar presente com tantas atividades, como as que desenvolvo atualmente. Preenchem o meu tempo e me ensinam a ser mais amigo, a ter doçura no olhar e no comportamento. A agradecer permanentemente.
A maturidade me proporcionou a oportunidade de me reciclar, de inovar, de avançar. De evoluir. Estou chegando no auge da minha vida. Dúvidas, angústias, medos, frustrações ficaram para trás. Estou tomando posse da minha maturidade percebendo e entendendo que a longevidade é uma benção. E um privilégio.
Estou proporcionando a mim mesmo a metamorfose consciente da evolução. Do renascer. Graças a Deus.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Os poetas, os compositores, os filósofos e os músicos têm a sensibilidade de conceber, criar, perceber e interpretar o inconsciente coletivo e, assim, influenciar no comportamento das pessoas de forma sutil e duradoura. Raul Seixas captou, com muita competência, uma característica marcante do ser humano: a metamorfose. E autoproclamou-se como uma metamorfose ambulante. Que considero uma síntese do comportamento humano.

As influências que o meio, a cultura, a família, a nacionalidade e as atividades profissionais proporcionam ao homem fazem dele um ser indefinível que muda com o vento. E cuja ação, na maioria das vezes, é determinada pelo interesse do momento.

Há muito tempo li uma frase do escritor e filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que diz: “Eu sou eu e a minha circunstância”. E constatei que essa frase reflete uma realidade e uma constante na minha ação.

O meu comportamento me deixa algumas vezes perplexo comigo mesmo. E assim verifiquei a veracidade da afirmação de Ortega y Gasset. Como sou um observador permanente de mim mesmo, verifiquei que cheguei à maturidade. E que essa constatação me produziu uma avaliação pessoal, crítica e reveladora.

De repente, caíram todas as máscaras. Do cinismo, da soberba, da hipocrisia, da arrogância, da prepotência, do interesse imediato, das circunstâncias. E emergiram soberanos, os princípios. Uma coisa são os meus interesses e outra são os meus princípios. Os interesses são passageiros, os princípios são eternos e fundamentais. 

E qual é o meu princípio? A minha origem. Sou filho de Deus. Foi Ele quem me criou. Deu-me um espírito, o sopro da vida e a oportunidade das minhas encarnações. A Ele devo tudo. A Ele eu sou eternamente obrigado e agradecido. Dotou-me com o amor. Deu-me a fé, a força intrínseca infinita que me inspira, me alimenta e me impulsiona, despertando em mim a gratidão. Deu-me o seu mandamento que colocou em minha palavra e em meu coração. Deu-me tudo. Tenho a responsabilidade e o compromisso de bem usar as dádivas com que fui dotado.

Então, quando entram em conflito os princípios e os interesses, prevalecem os princípios. Acontece que, muitas vezes, no envolvimento dos fatos diários, os princípios como que permanecem em estado de sonolência, de letargia, e os interesses emergem como orientadores da conduta. Mas, de repente, há um alerta que aciona o acordamento nas atitudes, despertando os princípios. E aí tudo muda. Com consciência. E para melhor.

A vida me proporciona um aprendizado constante. É muito bom estar presente com tantas atividades, como as que desenvolvo atualmente. Preenchem o meu tempo e me ensinam a ser mais amigo, a ter doçura no olhar e no comportamento. A agradecer permanentemente.

A maturidade me proporcionou a oportunidade de me reciclar, de inovar, de avançar. De evoluir. Estou chegando no auge da minha vida. Dúvidas, angústias, medos, frustrações ficaram para trás. Estou tomando posse da minha maturidade percebendo e entendendo que a longevidade é uma benção. E um privilégio.

Estou proporcionando a mim mesmo a metamorfose consciente da evolução. Do renascer. Graças a Deus.

 

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