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O ÚNICO BENEFICIÁRIO
Nascemos sem trazer nada,
Morremos sem levar nada...
E no meio do intervalo entre vida e a morte,
brigamos por aquilo que não trouxemos e não levaremos...
Pense nisso: Viva mais, ame mais, perdoe sempre e seja mais feliz.
A mensagem acima circula constantemente na internet. Concordo plenamente com a frase final. Quanto ao enunciado inicial, discordo. Ele só teria significado se considerarmos a parte material. Na realidade, nós não nascemos sem trazer nada. Trazemos sim, somos herdeiros da nossa herança universal que representa tudo o que realizamos em nossas encarnações anteriores. E morremos levando o resultado das sementes, energias que plantamos na encarnação atual, que se somam às nossas conquistas e realizações anteriores. Porque desde sempre tudo o que fazemos, pensamos e realizamos é depositado no Registro Akáshico, em nossa conta corrente cósmica, para posterior prestação de contas.
Akasha é uma palavra em sânscrito que significa céu, espaço ou éter, é a substância energética da qual toda a vida (alma) está formada. Akáshico é um plano da consciência cósmica que atua como arquivo, abrangendo tudo que ocorreu, ocorre e ocorrerá no universo.
Os Registros Akáshicos individuais da alma a acompanham em todas as suas encarnações. Grava pensamentos, palavras, emoções e ações geradas por cada uma das experiências vividas. Os budistas se referem a eles como “Memória da Natureza”.
“O Akasha, a Luz Astral, pode se definir como a Alma Universal, a Matriz do Universo, o Mysterium Magnum do qual tudo quanto existe é nascido por separação ou diferenciação. É a causa da existência; por todo espaço infinito… é o espaço.” (H.P. Blavatsky)
Falta ao ser humano a dimensão da eternidade. Essa visão equivocada é provocada pela noção de tudo se acaba com a morte. E também há uma confusão entre fé e crença. Fé é a força infinita com que Deus dotou cada um de nós. E que é um atributo natural do espírito. É a força com que curamos, recuperamos e realizamos. A crença é acreditar em algo que pode ser verdadeiro ou não.
O que acontece é que a preguiça se faz presente em tudo. A preguiça mental que nos induz a aceitar o que pregam as religiões, por exemplo, nos leva a uma zona de conforto em que preferimos acreditar em tudo que nos impingem a ter a coragem de pensar por nós mesmos e correr o risco de errar e ter de pagar por isso.
Mas exatamente a disposição e a vontade de pensar e avaliar os nossos atos que conferem à nossa encarnação o brilho inexaurível da participação consciente, construtora e realizadora que imprimem o selo da individualidade em nossos atos. Somos, na realidade, co-criadores do nosso destino.
Quando percebi essa condição e me dispus a procurar o entendimento alcancei uma independência que me libertou da verdade espelhada. A verdade espelhada é a verdade do espelho que reproduz uma figura em sua aparência, na sua forma, mas não reflete o conteúdo. Assim, é uma meia verdade.
Com a descoberta do fato de ser co-criador, adotei um lema: “Non ducor, duco”. Não sou conduzido, conduzo. Com todas as suas implicâncias e consequências. De vez em quando, dou uma resvalada. Mas logo me refaço. E continuo.
Assim, com a consciência dessa condição vou gerando a minha herança futura com o registro akáshico, pois sou o único beneficiário dos meus atos.
“Se compreendes, as coisas são como são. Se não compreendes, as coisas são como são” (Princípio da Ciência Esotérica).
Graças a Deus.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Nascemos sem trazer nada,

Morremos sem levar nada...

E no meio do intervalo entre vida e a morte,

brigamos por aquilo que não trouxemos e não levaremos...

Pense nisso: Viva mais, ame mais, perdoe sempre e seja mais feliz.

A mensagem acima circula constantemente na internet. Concordo plenamente com a frase final. Quanto ao enunciado inicial, discordo. Ele só teria significado se considerarmos a parte material. Na realidade, nós não nascemos sem trazer nada. Trazemos sim, somos herdeiros da nossa herança universal que representa tudo o que realizamos em nossas encarnações anteriores. E morremos levando o resultado das sementes, energias que plantamos na encarnação atual, que se somam às nossas conquistas e realizações anteriores.

Porque desde sempre tudo o que fazemos, pensamos e realizamos é depositado no Registro Akáshico, em nossa conta corrente cósmica, para posterior prestação de contas. Akasha é uma palavra em sânscrito que significa céu, espaço ou éter, é a substância energética da qual toda a vida (alma) está formada. Akáshico é um plano da consciência cósmica que atua como arquivo, abrangendo tudo que ocorreu, ocorre e ocorrerá no universo.

Os Registros Akáshicos individuais da alma a acompanham em todas as suas encarnações. Grava pensamentos, palavras, emoções e ações geradas por cada uma das experiências vividas. Os budistas se referem a eles como “Memória da Natureza”.

“O Akasha, a Luz Astral, pode se definir como a Alma Universal, a Matriz do Universo, o Mysterium Magnum do qual tudo quanto existe é nascido por separação ou diferenciação. É a causa da existência; por todo espaço infinito… é o espaço.” (H.P. Blavatsky).

Falta ao ser humano a dimensão da eternidade. Essa visão equivocada é provocada pela noção de tudo se acaba com a morte. E também há uma confusão entre fé e crença. Fé é a força infinita com que Deus dotou cada um de nós. E que é um atributo natural do espírito. É a força com que curamos, recuperamos e realizamos. A crença é acreditar em algo que pode ser verdadeiro ou não.

O que acontece é que a preguiça se faz presente em tudo. A preguiça mental que nos induz a aceitar o que pregam as religiões, por exemplo, nos leva a uma zona de conforto em que preferimos acreditar em tudo que nos impingem a ter a coragem de pensar por nós mesmos e correr o risco de errar e ter de pagar por isso.

Mas exatamente a disposição e a vontade de pensar e avaliar os nossos atos que conferem à nossa encarnação o brilho inexaurível da participação consciente, construtora e realizadora que imprimem o selo da individualidade em nossos atos. Somos, na realidade, co-criadores do nosso destino.

Quando percebi essa condição e me dispus a procurar o entendimento alcancei uma independência que me libertou da verdade espelhada. A verdade espelhada é a verdade do espelho que reproduz uma figura em sua aparência, na sua forma, mas não reflete o conteúdo. Assim, é uma meia verdade.

Com a descoberta do fato de ser co-criador, adotei um lema: “Non ducor, duco”. Conduzo, não sou conduzido. Com todas as suas implicâncias e consequências. De vez em quando, dou uma resvalada. Mas logo me refaço. E continuo.

Assim, com a consciência dessa condição vou gerando a minha herança futura com o registro akáshico, pois sou o único beneficiário dos meus atos.

“Se compreendes, as coisas são como são. Se não compreendes, as coisas são como são” (Princípio da Ciência Esotérica).

Graças a Deus.

 

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