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MISSÃO DE MÃE
Sem nossas mulheres não seríamos o que somos. A influência da mulher em nossas vidas é fundamental para que possamos realizar o melhor possível.
Falarei a seguir de três exemplos bem distintos de como a presença materna pode ser decisiva na vida dos filhos.
A mais venerada, naturalmente, é Maria, mãe de Jesus. Ela que nem sempre conseguia compreender a missão e as ações de seu Filho, ficando muitas vezes perplexa, em nenhum momento deixou de acompanhá-Lo. Foi a pedido dela que Jesus fez seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho nas bodas de Canaã. Maria  esteve com Ele até o fim, no momento da crucificação.
A maternidade diviniza a mulher. A amamentação cria uma ligação imperecível.
Uma outra mãe que também se destacou historicamente por sua consciência maternal foi Cornélia Africana, mãe dos irmãos Greco, Tibério e Caio. Ela viveu no século II A.C. em Roma.
Ao ser visitada por uma dama da corte romana, que ostentava joias com pedras preciosas, foi perguntada onde estariam suas próprias joias. Cornélia, abraçando seus dois filhos, respondeu: “Haec ornamenta mea” – eis aqui minhas joias. E dedicou sua vida a educar e orientar seus filhos. E ambos demonstraram a assertiva de sua mãe ao praticarem na vida adulta um comportamento político exemplar.
Viúva ainda jovem, Cornélia recusou todas as propostas de casamento e escolheu permanecer sem marido para educar os filhos. Um dos seus pretendentes, segundo consta, foi o rei do Egito Ptolomeu VIII.
Em 133 a.C., seu filho Tibério Graco tornou-se tribuno da plebe na República Romana. A questão das terras públicas (ager publicus) estava na ordem do dia. Sua proposta reafirmava a lei anterior fixando o limite máximo de extensão de terra permitido por cada família. Os senadores avançavam em muito mais do que garantia a lei. Tibério foi considerado subversivo. Os senadores armaram um tumulto no dia da assembleia eleitoral, quando então Tibério foi assassinado e seus partidários perseguidos.
Dez anos depois, em 123 a.C., seu irmão Caio assume o mesmo cargo de tribuno da plebe. As questões sociais se avolumavam. Enfrentou os senadores que se revoltaram com suas iniciativas de alcance social. Caio, assim como Tibério, também foi alvo de uma morte trágica.
Cornélia, com toda dignidade que lhe cabia, acompanhou e sofreu com as perseguições a seus filhos. Após sua morte, em idade avançada, erigiram uma estátua de bronze em sua homenagem no Fórum Romano. Foi a primeira estátua de uma mulher não mitológica exposta em local público de Roma.
De volta ao nosso tempo, vejamos como pensa uma jovem mãe do século XXI, não mitológica e muito menos santificada. Uma de minhas sobrinhas Luzia Freire, filha de meu irmão Luiz, é arquiteta e mora no Rio de Janeiro. Ela postou recentemente no Facebook um depoimento cujos trechos transcrevo “ipsis litteris” pela sua consciência de mãe:
“Essa semana meu filho fez 11 anos.
Desde pequeno diz que será médico e eu apoio muito. Com toda força. Acho que médicos são anjos que ajudam as pessoas a acreditarem na vida! Outro dia falou que queria ser astronauta, e expliquei que muitos deles explodem nas naves então prefiro medicina mesmo. Se quiser brincar de astronauta eu levo num parque e depois passa.
Nossos filhos nos ensinam a sonhar novamente. Só uma pessoa que vive o que é ser mãe/pai junto e sozinha entende isso. A necessidade de mostrar que a vida tá aí pra ser vivida e que não podemos colocar na redoma. Que passa noites em claro, faz contas e sonhos sabe o que é, que vibra a cada conquista e se assusta com o mundo que estamos vivendo. Onde não há certo nem errado, somente uma geração muito diferente da nossa.
Eu espero e desejo pro meu e para os filhos que estão prestes a conquistar nosso futuro,
mais consciência, amor e coragem.
Pra sair da casca. Deles e a que colocamos.
Que enfrentem o mundo de cabeça erguida. Que sejam os homens que desejamos ter por perto. Com coragem. Com alegria. Com garra.
Que sejam inteiros. (...) Que seja o amigo, o braço forte, que seja dentro de suas fragilidades e conquistas o homem inteiro que eu sempre batalhei e luto pra que isso seja presente.
É difícil e necessário deixar voar. Mas se tivermos uma base sólida isso irá adiante mesmo quando não estivermos por perto.
Enfim. Meu desejo. Que meu filho seja sim uma transformação para o mundo. Que seja acalento onde faltar fé e que seja um espelho de Deus onde estiver.
Que nunca lhe falte a inocência e pureza de seus poucos anos. E que nunca lhe falte a
grandeza de mostrar quem é!
Eu acredito que estamos no caminho certo. Peço a Deus a força e serenidade pra conseguir continuar na luta mais linda e mais bela que é orientar uma pessoa a ser luz e amor pro mundo!
Que assim seja hoje e sempre!”
Maria, Cornélia e Luzia, três mães de coragem.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Sem nossas mulheres não seríamos o que somos. A influência da mulher em nossas vidas é fundamental para que possamos realizar o melhor possível.

Falarei a seguir de três exemplos bem distintos de como a presença materna pode ser decisiva na vida dos filhos.

A mais venerada, naturalmente, é Maria, mãe de Jesus. Ela que nem sempre conseguia compreender a missão e as ações de seu Filho, ficando muitas vezes perplexa, em nenhum momento deixou de acompanhá-Lo. Foi a pedido dela que Jesus fez seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho nas bodas de Canaã. Maria  esteve com Ele até o fim, no momento da crucificação.

A maternidade diviniza a mulher. A amamentação cria uma ligação imperecível.

Uma outra mãe que também se destacou historicamente por sua consciência maternal foi Cornélia Africana, mãe dos irmãos Greco, Tibério e Caio. Ela viveu no século II A.C. em Roma.

Ao ser visitada por uma dama da corte romana, que ostentava joias com pedras preciosas, foi perguntada onde estariam suas próprias joias. Cornélia, abraçando seus dois filhos, respondeu: “Haec ornamenta mea” – eis aqui minhas joias. E dedicou sua vida a educar e orientar seus filhos. E ambos demonstraram a assertiva de sua mãe ao praticarem na vida adulta um comportamento político exemplar.

Viúva ainda jovem, Cornélia recusou todas as propostas de casamento e escolheu permanecer sem marido para educar os filhos. Um dos seus pretendentes, segundo consta, foi o rei do Egito Ptolomeu VIII.

Em 133 a.C., seu filho Tibério Graco tornou-se tribuno da plebe na República Romana. A questão das terras públicas (ager publicus) estava na ordem do dia. Sua proposta reafirmava a lei anterior fixando o limite máximo de extensão de terra permitido por cada família. Os senadores avançavam em muito mais do que garantia a lei. Tibério foi considerado subversivo. Os senadores armaram um tumulto no dia da assembleia eleitoral, quando então Tibério foi assassinado e seus partidários perseguidos.

Dez anos depois, em 123 a.C., seu irmão Caio assume o mesmo cargo de tribuno da plebe. As questões sociais se avolumavam. Enfrentou os senadores que se revoltaram com suas iniciativas de alcance social. Caio, assim como Tibério, também foi alvo de uma morte trágica.

Cornélia, com toda dignidade que lhe cabia, acompanhou e sofreu com as perseguições a seus filhos. Após sua morte, em idade avançada, erigiram uma estátua de bronze em sua homenagem no Fórum Romano. Foi a primeira estátua de uma mulher não mitológica exposta em local público de Roma.

De volta ao nosso tempo, vejamos como pensa uma jovem mãe do século XXI, não mitológica e muito menos santificada. Uma de minhas sobrinhas Luzia Freire, filha de meu irmão Luiz, é arquiteta e mora no Rio de Janeiro. Ela postou recentemente no Facebook um depoimento cujos trechos transcrevo “ipsis litteris” pela sua consciência de mãe:

“Essa semana meu filho fez 11 anos.

Desde pequeno diz que será médico e eu apoio muito. Com toda força. Acho que médicos são anjos que ajudam as pessoas a acreditarem na vida! Outro dia falou que queria ser astronauta, e expliquei que muitos deles explodem nas naves então prefiro medicina mesmo. Se quiser brincar de astronauta eu levo num parque e depois passa.

Nossos filhos nos ensinam a sonhar novamente. Só uma pessoa que vive o que é ser mãe/pai junto e sozinha entende isso. A necessidade de mostrar que a vida tá aí pra ser vivida e que não podemos colocar na redoma. Que passa noites em claro, faz contas e sonhos sabe o que é, que vibra a cada conquista e se assusta com o mundo que estamos vivendo. Onde não há certo nem errado, somente uma geração muito diferente da nossa.

Eu espero e desejo pro meu e para os filhos que estão prestes a conquistar nosso futuro,mais consciência, amor e coragem.

Pra sair da casca. Deles e a que colocamos.

Que enfrentem o mundo de cabeça erguida. Que sejam os homens que desejamos ter por perto. Com coragem. Com alegria. Com garra.Que sejam inteiros. (...) Que seja o amigo, o braço forte, que seja dentro de suas fragilidades e conquistas o homem inteiro que eu sempre batalhei e luto pra que isso seja presente.

É difícil e necessário deixar voar. Mas se tivermos uma base sólida isso irá adiante mesmo quando não estivermos por perto.

Enfim. Meu desejo. Que meu filho seja sim uma transformação para o mundo. Que seja acalento onde faltar fé e que seja um espelho de Deus onde estiver. Que nunca lhe falte a inocência e pureza de seus poucos anos. E que nunca lhe falte agrandeza de mostrar quem é!

Eu acredito que estamos no caminho certo. Peço a Deus a força e serenidade pra conseguir continuar na luta mais linda e mais bela que é orientar uma pessoa a ser luz e amor pro mundo!

Que assim seja hoje e sempre!”

Maria, Cornélia e Luzia, três mães de coragem.

 

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