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Da conciliação II PDF Imprimir E-mail
DA CONCILIAÇÃO – II
O ser humano ainda não entendeu a finalidade de sua criação. O seu olhar vaga, perplexo, por tudo o que acontece e que impressiona seus sentidos, sem atentar para o significado de tudo o que vê.
A longa caminhada desde o provável Jardim do Éden, passando pelo Egito antigo, pela Mesopotâmia, Índia, China, Israel, Grécia, Roma, Idade Média, Grandes Navegações, Descoberta das Américas, Iluminismo, Revolução Industrial, Marxismo, Rússia, duas Grandes Guerras com seus milhões e milhões de mortos, etc etc, não conseguiram despertar totalmente o homem.
O sacrifício de Jesus com sua mensagem redentora que perpassa os séculos, apesar de deturpada pelas igrejas ditas cristãs, permanece como luz a iluminar o caminho da humanidade, mas continua ignorada em sua essência.
O homem insiste em olhar para fora e horizontalmente. Fica observando as diferenças que o cercam. Começa com o gênero, raça, nacionalidade, depois vêm as religiões, ideologias, classes sociais e o estrato social que, naturalmente, defendem suas posições visando obter o maior número possível de adeptos.
E aí começam os conflitos em que o homem se empenha e pensa que está a defender a sua sustentabilidade quando, na verdade, se torna joguete nas mãos daqueles que o manipulam e conduzem.
Somos seres individuais vivendo em coletividade. Não podemos deixar de considerar essa realidade, a da vida em comunidade que implica, necessariamente em compromissos com a sociedade e com tudo o que nos cerca.
Com a invenção da imprensa, começou sua influência; no começo, relativamente pequena, mas com o desenvolvimento tecnológico alcançou índices cada vez maiores. A mídia com influência poderosa determina grande parte do comportamento das pessoas, mas também visando seus interesses.
Entendo que, naturalmente, cada um tem o direito de usar, gozar e dispor de sua encarnação da maneira que lhe aprouver, defendendo seus interesses e suas inclinações mas devemos sempre estar atentos para evitar que fatores externos acabem influenciando negativamente nossos comportamentos.
Esquerda e direita são componentes da mesma moeda, duas faces que não se dissociam, criando parâmetros distantes, radicais e que nada contribuem para o bem geral da sociedade.
Enquanto continuarmos nos extremos radicalizando posições e defendendo conflitos permaneceremos distantes uns dos outros. A evolução da humanidade aponta para caminhos convergentes a serem trilhados pelos que começam a entender a responsabilidade de cada um no conjunto universal e têm o compromisso de liderar movimentos que conduzam o ser humano para uma conciliação geral e irrestrita.
É hora de sair da horizontalidade e de passar para a verticalidade e na sequência olhar para dentro. É no coração de cada um que Deus colocou seu mandamento como Ele ensinou a Moisés no livro do Deuterônomio, capítulo 30, versículos 11 a 14. Isso há mais de três mil anos.
É chegado também o momento de seguir o ensinamento de Paulo na Carta aos Colossenses, capítulo 3, versículos 9 a 14: “Não mintam uns aos outros. De fato, vocês foram despojados do homem velho e de suas ações, e se revestiram do homem novo que, através do conhecimento, vai se renovando à imagem do seu Criador. E aí já não há grego nem judeu, circunciso ou incircunciso, estrangeiro ou bárbaro, escravo ou livre, mas apenas Cristo, que é tudo em todos”.
“Como escolhidos de Deus, santos e amados, vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tiverem queixa contra alguém. Cada um perdoe o outro, do mesmo modo que o Senhor perdoou vocês. E acima de tudo vistam-se com o amor, que é o laço da perfeição”.
Não é preciso acrescentar mais nada.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O ser humano ainda não entendeu a finalidade de sua criação. O seu olhar vaga, perplexo, por tudo o que acontece e que impressiona seus sentidos, sem atentar para o significado de tudo o que vê.

A longa caminhada desde o provável Jardim do Éden, passando pelo Egito antigo, pela Mesopotâmia, Índia, China, Israel, Grécia, Roma, Idade Média, Grandes Navegações, Descoberta das Américas, Iluminismo, Revolução Industrial, Marxismo, Rússia, duas Grandes Guerras com seus milhões e milhões de mortos, etc etc, não conseguiram despertar totalmente o homem.

 

O sacrifício de Jesus com sua mensagem redentora que perpassa os séculos, apesar de deturpada pelas igrejas ditas cristãs, permanece como luz a iluminar o caminho da humanidade, mas continua ignorada em sua essência.

O homem insiste em olhar para fora e horizontalmente. Fica observando as diferenças que o cercam. Começa com o gênero, raça, nacionalidade, depois vêm as religiões, ideologias, classes sociais e o estrato social que, naturalmente, defendem suas posições visando obter o maior número possível de adeptos.

E aí começam os conflitos em que o homem se empenha e pensa que está a defender a sua sustentabilidade quando, na verdade, se torna joguete nas mãos daqueles que o manipulam e conduzem.

Somos seres individuais vivendo em coletividade. Não podemos deixar de considerar essa realidade, a da vida em comunidade que implica, necessariamente em compromissos com a sociedade e com tudo o que nos cerca. 

Com a invenção da imprensa, começou sua influência; no começo, relativamente pequena, mas com o desenvolvimento tecnológico alcançou índices cada vez maiores. A mídia com influência poderosa determina grande parte do comportamento das pessoas, mas também visando seus interesses. 

Entendo que, naturalmente, cada um tem o direito de usar, gozar e dispor de sua encarnação da maneira que lhe aprouver, defendendo seus interesses e suas inclinações mas devemos sempre estar atentos para evitar que fatores externos acabem influenciando negativamente nossos comportamentos. 

Esquerda e direita são componentes da mesma moeda, duas faces que não se dissociam, criando parâmetros distantes, radicais e que nada contribuem para o bem geral da sociedade.  

Enquanto continuarmos nos extremos radicalizando posições e defendendo conflitos permaneceremos distantes uns dos outros. A evolução da humanidade aponta para caminhos convergentes a serem trilhados pelos que começam a entender a responsabilidade de cada um no conjunto universal e têm o compromisso de liderar movimentos que conduzam o ser humano para uma conciliação geral e irrestrita.

É hora de sair da horizontalidade e de passar para a verticalidade e na sequência olhar para dentro. É no coração de cada um que Deus colocou seu mandamento como Ele ensinou a Moisés no livro do Deuterônomio, capítulo 30, versículos 11 a 14. Isso há mais de três mil anos.

É chegado também o momento de seguir o ensinamento de Paulo na Carta aos Colossenses, capítulo 3, versículos 9 a 14: “Não mintam uns aos outros. De fato, vocês foram despojados do homem velho e de suas ações, e se revestiram do homem novo que, através do conhecimento, vai se renovando à imagem do seu Criador. E aí já não há grego nem judeu, circunciso ou incircunciso, estrangeiro ou bárbaro, escravo ou livre, mas apenas Cristo, que é tudo em todos”.

“Como escolhidos de Deus, santos e amados, vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tiverem queixa contra alguém. Cada um perdoe o outro, do mesmo modo que o Senhor perdoou vocês. E acima de tudo vistam-se com o amor, que é o laço da perfeição”.

Não é preciso acrescentar mais nada.

 

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