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EU SOU EU E...
A busca de orientação para nortear nossas vidas nos proporciona caminhos os mais variados. Na medida em que essa busca se realiza por meios que se baseiam em oportunidades verdadeiras e consistentes, vamos encontrando, praticando e confirmando o conhecimento que adquirimos durante essa trajetória.
Assim, acabamos descobrindo caminhos que se apresentam como frutos do autoconhecimento alcançado por meio da pesquisa interior.
É maravilhoso constatar como Deus se utiliza de suas criaturas para enviar suas mensagens. O caminho da identificação interior nos leva a encontrar definições muito interessantes, em fontes variadas. Por exemplo, Raul Seixas, em sua genialidade e criatividade, definiu de forma muita adequada o que é o ser humano: “Eu  prefiro ser uma metamorfose ambulante”. Na minha opinião, essa é uma  definição verdadeira do homem. Como é precioso perceber aquilo que realmente somos: um ser infinito em constante construção.
José Ortega y Gasset, escritor e filósofo espanhol – que influenciou e continua influenciando muita gente –, acrescentou um condimento picante: “Eu sou eu e a minha circunstância”. Dando, assim, respaldo para justificar qualquer ação. Ortega y Gasset nos contempla também com outras frases que transcrevo a seguir:
“Caminhe lentamente, não se apresse, pois o único lugar ao qual tem que chegar é a si mesmo”.
“Há tantas realidades quanto pontos de vista. É o ponto de vista que cria o panorama”.
“Muitos homens, assim como as crianças, querem uma coisa, mas não as suas consequências”.
Na continuidade desse caminho, encontramos também a genialidade de Charles Chaplin, enriquecendo nossas vidas com o poema “Quando me amei de verdade”, do qual apresento algumas estrofes:
“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. Então consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome...Autoestima.
“Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.
“Quando me amei de verdade. Deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama ... Maturidade.
“Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama... Amor por si mesmo”.
Esses ensinamentos todos nos encaminham para a busca do entendimento básico dirigindo-nos para a fonte de tudo: Deus. Que tudo criou e instituiu os meios próprios para essa busca.
Há uma lei que rege todo o Universo, fisicamente, moralmente e espiritualmente: a lei de ação e reação. Isaac Newton, após realizar estudos sobre os movimentos e suas causas, chegou ao enunciado seguinte: “A toda ação sempre há uma reação de mesma intensidade, porém em sentido oposto”. É a Terceira Lei de Newton.
Moralmente, desde a antiguidade foi enunciada a lei do talião, conforme o Código de Hamurabi, há aproximadamente 1.800 anos antes de Cristo: “Olho por olho, dente por dente”. Errou vai pagar na mesma moeda.
Espiritualmente, o budismo enunciou a lei do carma. Carma significa ação e consiste em um tipo de força que transcende o mundo material. Essa força, essa energia, é infinita e invisível, e é a consequência direta das ações de cada ser humano. Da mesma forma, mas com outras palavras, o espiritismo prega a lei de causa e efeito.
Resumindo: nada acontece por acaso. Tudo o que nos acontece, TUDO é fruto dos nossos próprios atos. Se quisermos encontrar o responsável pelo que nos acontece, iremos encontrá-lo na frente do espelho.
E nós, seres humanos que estamos no olho do furacão (ao contrário do que se pensa, é um lugar sereno), nos vemos envolvidos por essas teorias e sinto que devemos procurar o lugar seguro para aplicar o discernimento: nosso coração.
Vamos fazê-lo? Depende de cada um. “Se compreendes as coisas são como são; se não compreendes, as coisas são como são”.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A busca de orientação para nortear nossas vidas nos proporciona caminhos os mais variados. Na medida em que essa busca se realiza por meios que se baseiam em oportunidades verdadeiras e consistentes, vamos encontrando, praticando e confirmando o conhecimento que adquirimos durante essa trajetória.

Assim, acabamos descobrindo caminhos que se apresentam como frutos do autoconhecimento alcançado por meio da pesquisa interior.

É maravilhoso constatar como Deus se utiliza de suas criaturas para enviar suas mensagens. O caminho da identificação interior nos leva a encontrar definições muito interessantes, em fontes variadas. Por exemplo, Raul Seixas, em sua genialidade e criatividade, definiu de forma muita adequada o que é o ser humano: “Eu  prefiro ser uma metamorfose ambulante”. Na minha opinião, essa é uma  definição verdadeira do homem. Como é precioso perceber aquilo que realmente somos: um ser infinito em constante construção.

José Ortega y Gasset, escritor e filósofo espanhol – que influenciou e continua influenciando muita gente –, acrescentou um condimento picante: “Eu sou eu e a minha circunstância”. Dando, assim, respaldo para justificar qualquer ação.

Ortega y Gasset nos contempla também com outras frases que transcrevo a seguir:

“Caminhe lentamente, não se apresse, pois o único lugar ao qual tem que chegar é a si mesmo”.

“Há tantas realidades quanto pontos de vista. É o ponto de vista que cria o panorama”.

“Muitos homens, assim como as crianças, querem uma coisa, mas não as suas consequências”. 

Na continuidade desse caminho, encontramos também a genialidade de Charles Chaplin, enriquecendo nossas vidas com o poema “Quando me amei de verdade”, do qual apresento algumas estrofes:

“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. Então consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome...Autoestima.

“Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.

“Quando me amei de verdade. Deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama ... Maturidade.

“Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama... Amor por si mesmo”.

Esses ensinamentos todos nos encaminham para a busca do entendimento básico dirigindo-nos para a fonte de tudo: Deus. Que tudo criou e instituiu os meios próprios para essa busca. 

Há uma lei que rege todo o Universo, fisicamente, moralmente e espiritualmente: a lei de ação e reação. Isaac Newton, após realizar estudos sobre os movimentos e suas causas, chegou ao enunciado seguinte: “A toda ação sempre há uma reação de mesma intensidade, porém em sentido oposto”. É a Terceira Lei de Newton.

Moralmente, desde a antiguidade foi enunciada a lei do talião, conforme o Código de Hamurabi, há aproximadamente 1.800 anos antes de Cristo: “Olho por olho, dente por dente”. Errou vai pagar na mesma moeda.

Espiritualmente, o budismo enunciou a lei do carma. Carma significa ação e consiste em um tipo de força que transcende o mundo material. Essa força, essa energia, é infinita e invisível, e é a consequência direta das ações de cada ser humano. Da mesma forma, mas com outras palavras, o espiritismo prega a lei de causa e efeito.

Resumindo: nada acontece por acaso. Tudo o que nos acontece, TUDO é fruto dos nossos próprios atos. Se quisermos encontrar o responsável pelo que nos acontece, iremos encontrá-lo na frente do espelho.

E nós, seres humanos que estamos no olho do furacão (ao contrário do que se pensa, é um lugar sereno), nos vemos envolvidos por essas teorias e sinto que devemos procurar o lugar seguro para aplicar o discernimento: nosso coração.

Vamos fazê-lo? Depende de cada um. “Se compreendes as coisas são como são; se não compreendes, as coisas são como são”.

 

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