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O BEM MAIOR
Quando Moisés o grande líder do povo hebreu que o conduziu durante quarenta anos pelo deserto do Saara, estava próximo a chegar até a Terra Prometida –, a qual Moisés só viu do alto do monte Nebo, porque foi impedido de adentrar até lá, por um ato seu de impaciência, na passagem na fonte de Meribá, quando desobedeceu a ordem de Deus. Embora Deus seja magnânimo, com Ele não se brinca. Assim Moisés aprendeu pela forma mais sofrida, que a determinação de Deus é para ser cumprida.
Poucos homens foram tão exigidos e tão rigorosos no cumprimento do dever do que Moisés. O povo judeu constituído pelas doze tribos nominadas pelos filhos de Jacó, cada tribo com cerca de cinqüenta mil pessoas, abrangiam um universo de seiscentas mil pessoas. Imaginem o que representava a condução e liderança desse povo –, que por natureza era rebelde –, durante quarenta anos no deserto, sem microfone, aparelho de som, telefone, celular, enfim tudo derivava da energia de Moisés.
Em determinada fase da caminhada, Jetro – sacerdote midianita, descendente de Abraham por intermédio de Quetura –, sogro de Moisés foi visitá-lo e como mestre que era, e vendo a dificuldade dele, orientou-o, dizendo-lhe o seguinte: “Que é isto que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à tarde?” Então disse Moisés a seu sogro: “É porque este povo vem a mim para consultar a Deus”. (Êxodo 18.15).
“O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes… Porque este negócio é muito difícil para ti, tu só não o podes fazer (v. 17)”. Então Jetro lhe disse: “para procurar dentre o povo, homens de capacidade, tementes a Deus homens verazes, que aborreçam a avareza, e o porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta, e chefes de dez; E julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda a causa grave, mas toda a causa pequena eles mesmo a julguem; assim mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo” (Ex 18:13-2). E assim Jetro foi o mentor da hierarquização que norteia a administração moderna.
Seguindo o conselho de Jetro, Moisés, conseguiu disciplinar e comandar o povo hebreu. Mas enfrentou muitas rebeldias como no episódio do bezerro de ouro que o levou a quebrar as tábuas da lei que foram esculpidas por Deus, com os dez mandamentos.
Perto do final da jornada dos quarenta anos, Deus disse a Moisés que colocou o seu mandamento no coração e na palavra do homem. Entender, aceitar e praticar o mandamento representa o maior tesouro que qualquer ser humano pode aspirar.
Descobrir esse bem maior com que Deus nos dotou constitui uma riqueza incalculável e que nos proporciona também a libertação de todos os dogmas, de todas as limitações, de todos os impedimentos, conduzindo-nos à conquista do nosso próprio EU SOU. Esse é o bem maior.
Historicamente os homens sempre buscaram esse bem. Mas o fizeram sempre fora de si mesmos. Lembro-me de um homem que alcançou essa conquista: Krishnamurti. Ele foi descoberto por Helena Blavatski, Annie Besant e Charles Leadbeter na Índia, quando tinha 13 anos. Eles ficaram muito impressionados com o seu conhecimento e foram preparando-o para criar uma instituição que lhes permitisse divulgar esse conhecimento e beneficiar-se dele.
Pretendiam criar a Ordem da Estrela. Quando tudo estava preparado para o grande lançamento, Krishnamurti comunicou-lhes que não participaria porque simplesmente não havia necessidade disso, de que alguém orientasse as pessoas, pois cada um trazia dentro de si todo o conhecimento necessário. O espanto dos mentores de Krishnamurti foi imenso. Eles tinham investido tudo nesse projeto. Krishnamurti descobriu o mandamento de Deus dentro de si mesmo. E teve a coragem e a ousadia necessária para opor-se firmemente ao projeto deles. E dedicou sua vida à divulgação desse conhecimento fazendo conferências em todo o mundo e escrevendo dezenas de livros que aí estão para quem quiser aprender.
Quando cada um de nós tiver a coragem e a ousadia de Krishnamurti, iremos libertar-nos de toda limitação.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Quando Moisés o grande líder do povo hebreu que o conduziu durante quarenta anos pelo deserto do Saara, estava próximo a chegar até a Terra Prometida –, a qual Moisés só viu do alto do monte Nebo, porque foi impedido de adentrar até lá, por um ato seu de impaciência, na passagem na fonte de Meribá, quando desobedeceu a ordem de Deus. Embora Deus seja magnânimo, com Ele não se brinca. Assim Moisés aprendeu pela forma mais sofrida, que a determinação de Deus é para ser cumprida.

Poucos homens foram tão exigidos e tão rigorosos no cumprimento do dever do que Moisés. O povo judeu constituído pelas doze tribos nominadas pelos filhos de Jacó, cada tribo com cerca de cinqüenta mil pessoas, abrangiam um universo de seiscentas mil pessoas. Imaginem o que representava a condução e liderança desse povo –, que por natureza era rebelde –, durante quarenta anos no deserto, sem microfone, aparelho de som, telefone, celular, enfim tudo derivava da energia de Moisés. 

Em determinada fase da caminhada, Jetro – sacerdote midianita, descendente de Abraham por intermédio de Quetura –, sogro de Moisés foi visitá-lo e como mestre que era, e vendo a dificuldade dele, orientou-o, dizendo-lhe o seguinte: “Que é isto que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à tarde?” Então disse Moisés a seu sogro: “É porque este povo vem a mim para consultar a Deus”. (Êxodo 18.15). 

“O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes… Porque este negócio é muito difícil para ti, tu só não o podes fazer (v. 17)”.

Então Jetro lhe disse: “para procurar dentre o povo, homens de capacidade, tementes a Deus homens verazes, que aborreçam a avareza, e o porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta, e chefes de dez; E julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda a causa grave, mas toda a causa pequena eles mesmo a julguem; assim mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo” (Ex 18:13-2). E assim Jetro foi o mentor da hierarquização que norteia a administração moderna.

Seguindo o conselho de Jetro, Moisés, conseguiu disciplinar e comandar o povo hebreu. Mas enfrentou muitas rebeldias como no episódio do bezerro de ouro que o levou a quebrar as tábuas da lei que foram esculpidas por Deus, com os dez mandamentos.

Perto do final da jornada dos quarenta anos, Deus disse a Moisés que colocou o seu mandamento no coração e na palavra do homem. Entender, aceitar e praticar o mandamento representa o maior tesouro que qualquer ser humano pode aspirar.

Descobrir esse bem maior com que Deus nos dotou constitui uma riqueza incalculável e que nos proporciona também a libertação de todos os dogmas, de todas as limitações, de todos os impedimentos, conduzindo-nos à conquista do nosso próprio EU SOU. Esse é o bem maior.

Historicamente os homens sempre buscaram esse bem. Mas o fizeram sempre fora de si mesmos. Lembro-me de um homem que alcançou essa conquista: Krishnamurti. Ele foi descoberto por Helena Blavatski, Annie Besant e Charles Leadbeter na Índia, quando tinha 13 anos. Eles ficaram muito impressionados com o seu conhecimento e foram preparando-o para criar uma instituição que lhes permitisse divulgar esse conhecimento e beneficiar-se dele.

Pretendiam criar a Ordem da Estrela. Quando tudo estava preparado para o grande lançamento, Krishnamurti comunicou-lhes que não participaria porque simplesmente não havia necessidade disso, de que alguém orientasse as pessoas, pois cada um trazia dentro de si todo o conhecimento necessário. O espanto dos mentores de Krishnamurti foi imenso. Eles tinham investido tudo nesse projeto. Krishnamurti descobriu o mandamento de Deus dentro de si mesmo. E teve a coragem e a ousadia necessária para opor-se firmemente ao projeto deles. E dedicou sua vida à divulgação desse conhecimento fazendo conferências em todo o mundo e escrevendo dezenas de livros que aí estão para quem quiser aprender.

Quando cada um de nós tiver a coragem e a ousadia de Krishnamurti, iremos libertar-nos de toda limitação.

 

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