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DA INTUIÇÃO
O ser humano é dotado, naturalmente, de muitos predicados e atributos, desde a sua criação por Deus. E desde sempre tem recebido do Criador todos os meios para a sua evolução.
O que cabe a cada um é descobrir sua potencialidade e aprender a usar o manancial de instrumentos de que é dotado para bem desempenhar o seu trabalho na sua encarnação.
Assim vemos a diversidade de profissões que, ao longo do tempo, foram se manifestando, se organizando e cumprindo sua função.
Dentre os atributos de que fomos dotados, há um que se destaca e representa a nossa salvação: a intuição. Ela nos liberta do ego, esse poderoso inimigo que age silenciosamente e nos oprime.
A intuição é a faculdade de perceber, discernir e pressentir coisas, e age de forma direta, clara e imediata dentro de uma visão metafísica e atua diretamente em nossa mente.
A intuição surge naturalmente e é tão simples quanto respirar, dormir, comer. Todos temos intuição, que é a maneira com que Deus nos alcança para nos inspirar em todas as nossas atividades.
Analisando as grandes invenções da humanidade, verificamos que seus autores em geral não têm uma explicação lógica sobre a forma como chegaram até suas descobertas. Elas simplesmente aconteceram. Eles foram guiados pela própria intuição e souberam escutá-la.
A intuição pode ser desenvolvida com técnicas simples e atitudes constantes. É ela que nos conecta ao conhecimento superior. A intuição é como uma bússola que nos permite navegar no mar repleto de informações, demandas, pressões, orientando nosso procedimento de forma muito clara. É também o nosso sexto sentido.
Por meio da intuição alcançamos a nossa essência, quando nos colocamos em estado de repouso mental, permitindo abrir um canal direto de manifestação, percebendo a vida com nosso olhar interior, nossa percepção consciente.
A intuição está a merecer, cada vez mais, a atenção dos estudiosos porque representa um verdadeiro instrumento de conhecimento íntimo.
“A intuição não é uma forma única de saber – é nossa capacidade de manter espaço para a incerteza e nossa disposição de confiar nas muitas maneiras pelas quais desenvolvemos conhecimento e insight, incluindo instinto, experiência, fé e razão” –(Cassandra Brené Brown, PhD MSW, professora de pesquisa na Universidade de Houston, e titular da Fundação Huffington).
À medida em que começamos a procurar entender e aceitar a intuição como ferramenta verdadeira de trabalho e de desenvolvimento interior, nossa confiança nela se expande e nos preenche de certezas. E se torna também uma forma de desenvolver nossa fé. É o modo pelo qual nosso Mentor (que todos temos) se comunica conosco.
Para o autoconhecimento devemos desenvolver a nossa intuição, porque ela é o caminho que nos leva até o nosso Mentor.
Ela nos leva agir com fé, gratidão, integridade, entendimento, aceitação e confirmação. O que pode atrapalhar a intuição é o medo, a arrogância, a soberba, o egoísmo, o cinismo, a hipocrisia com que muitas vezes agimos, pretendendo impressionar os outros, e aí ela fica encolhida porque orienta e age sempre com amor, simplicidade, sensibilidade, serenidade, vontade, disposição, humildade e, sobretudo, continuidade.
Esse é um trabalho a que devemos nos dedicar com afinco para a nossa própria evolução.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O ser humano é dotado, naturalmente, de muitos predicados e atributos, desde a sua criação por Deus. E desde sempre tem recebido do Criador todos os meios para a sua evolução.

O que cabe a cada um é descobrir sua potencialidade e aprender a usar o manancial de instrumentos de que é dotado para bem desempenhar o seu trabalho na sua encarnação. 

Assim vemos a diversidade de profissões que, ao longo do tempo, foram se manifestando, se organizando e cumprindo sua função.

Dentre os atributos de que fomos dotados, há um que se destaca e representa a nossa salvação: a intuição. Ela nos liberta do ego, esse poderoso inimigo que age silenciosamente e nos oprime.

A intuição é a faculdade de perceber, discernir e pressentir coisas, e age de forma direta, clara e imediata dentro de uma visão metafísica e atua diretamente em nossa mente.

A intuição surge naturalmente e é tão simples quanto respirar, dormir, comer. Todos temos intuição, que é a maneira com que Deus nos alcança para nos inspirar em todas as nossas atividades. 

Analisando as grandes invenções da humanidade, verificamos que seus autores em geral não têm uma explicação lógica sobre a forma como chegaram até suas descobertas. Elas simplesmente aconteceram. Eles foram guiados pela própria intuição e souberam escutá-la.

A intuição pode ser desenvolvida com técnicas simples e atitudes constantes. É ela que nos conecta ao conhecimento superior. A intuição é como uma bússola que nos permite navegar no mar repleto de informações, demandas, pressões, orientando nosso procedimento de forma muito clara. É também o nosso sexto sentido.

Por meio da intuição alcançamos a nossa essência, quando nos colocamos em estado de repouso mental, permitindo abrir um canal direto de manifestação, percebendo a vida com nosso olhar interior, nossa percepção consciente.

A intuição está a merecer, cada vez mais, a atenção dos estudiosos porque representa um verdadeiro instrumento de conhecimento íntimo.

“A intuição não é uma forma única de saber – é nossa capacidade de manter espaço para a incerteza e nossa disposição de confiar nas muitas maneiras pelas quais desenvolvemos conhecimento e insight, incluindo instinto, experiência, fé e razão” –(Cassandra Brené Brown, PhD MSW, professora de pesquisa na Universidade de Houston, e titular da Fundação Huffington).

À medida em que começamos a procurar entender e aceitar a intuição como ferramenta verdadeira de trabalho e de desenvolvimento interior, nossa confiança nela se expande e nos preenche de certezas. E se torna também uma forma de desenvolver nossa fé. É o modo pelo qual nosso Mentor (que todos temos) se comunica conosco.

Para o autoconhecimento devemos desenvolver a nossa intuição, porque ela é o caminho que nos leva até o nosso Mentor.

Ela nos leva agir com fé, gratidão, integridade, entendimento, aceitação e confirmação. O que pode atrapalhar a intuição é o medo, a arrogância, a soberba, o egoísmo, o cinismo, a hipocrisia com que muitas vezes agimos, pretendendo impressionar os outros, e aí ela fica encolhida porque orienta e age sempre com amor, simplicidade, sensibilidade, serenidade, vontade, disposição, humildade e, sobretudo, continuidade.

Esse é um trabalho a que devemos nos dedicar com afinco para a nossa própria evolução.

 

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