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Ainda, quanto à fé. PDF Imprimir E-mail
AINDA, QUANTO À  FÉ
A fé, esse atributo intrínseco e infinito com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam.
A história da humanidade é cheia de exemplos significativos de pessoas que a exercitaram e realizaram feitos que marcaram suas vidas e serviram de farol para seus contemporâneos.
Numa das maiores realizações do século XX, marcado por duas terríveis guerras mundiais, o líder religioso indiano Mahatma Gandhi libertou seu povo por meio da desobediência civil: sem disparar um único tiro, idealizou e comandou uma revolução pacífica, numa demonstração grandiosa e de imenso alcance, proporcionando a toda a Índia a libertação do poderoso império britânico.
Transcrevo abaixo uma combinação de trechos que pesquisei na Wikipédia e em alguns sites, via Google, sobre a biografia e a trajetória de Gandhi,
Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869. Foi educado na Índia, seu país natal, mas na adolescência foi estudar direito em Londres, onde se formou advogado.
O Bhagavad Gita, o poema épico e sagrado dos hindus – a Canção Celestial que ensina os valores fundamentais e as qualificações para se alcançar o autoconhecimento – assim como o Sermão da Montanha – o discurso de Jesus Cristo no Novo Testamento, a meu ver o maior discurso de todos os tempos –, tornaram-se os guias espirituais de Ghandi e fundamentaram toda a sua imensa fé.
Em 1893, Gandhi mudou-se para a África do Sul para trabalhar como advogado. Atuou em defesa da minoria hindu que vivia por lá, lutando pelos seus direitos.
Ao todo, Gandhi permaneceu 21 anos na África do Sul, tornando-se um grande nome local em defesa dos indianos. Sua atuação nesse período rendeu-lhe notoriedade e, quando retornou à Índia, em 1914, já era uma personalidade conhecida no país.
Gandhi defendia a criação de um estado autônomo na Índia, e por isso foi preso várias vezes pelos ingleses. Ele era contra qualquer forma de violência, e praticou o protesto pacífico, inspirando greves, passeatas, retiros espirituais e jejuns.
Na Índia, Gandhi difundiu o conceito de Satyagraha, o princípio pelo qual defendia o protesto não-violento a partir de demonstrações de resistência e desobediência civil. A intenção de Gandhi era fazer com que aquele que cometeu uma injustiça percebesse o dano que causou e se arrependesse. Devido ao seu papel fundamental na independência da Índia Gandhi passou a se chamado de “Mahatma” (a grande alma).
Das décadas de 1920 a 1940, Gandhi incentivou ações de desobediência civil para incentivar a população a se levantar contra os dominadores e enfraquecer o domínio colonial na Índia.
A liderança de Gandhi nas ações de desobediência civil repercutiu profundamente em dois momentos diferentes. No primeiro incentivou a população indiana a produzir suas próprias roupas e parar de comprar dos comerciantes ingleses. Para dar o exemplo, Gandhi passou a levar consigo um tear manual. Esse tear gerou tanta repercussão que se transformou em símbolo nacional da Índia e hoje é estampado na bandeira do país.
O segundo evento foi a “Marcha do Sal”, em março de 1930. Gandhi liderou uma multidão caminhando a pé por 25 dias, percorrendo perto de 400 km até o litoral indiano para que pudessem extrair sal. Isso aconteceu porque as autoridades locais haviam instituído um imposto abusivo sobre o preço do sal comprado pelos indianos. Gandhi e mais 60.000 pessoas foram presos. Ainda assim a marcha continuou, sempre com a polícia no encalço dos peregrinos.
Gandhi foi um líder mundial, cujas ações repercutiram em todo o mundo e, assim acabou conseguindo a independência da Índia. A coerência entre o discurso e seus atos  constituiu-se num dos maiores exemplos que marcaram sua vida
Em 15 de agosto de 1947, a independência da Índia foi finalmente concedida. O país, porém, ainda enfrentava uma forte tensão interna pela rivalidade entre muçulmanos e hindus. o que levou ao desmembramento do território com a criação do Paquistão.
A divisão da Índia foi o motivo da morte de Gandhi, em 1948. No dia 30 de janeiro, Gandhi foi assassinado pelo nacionalista hindu Nathuram Godse e morreu  instantaneamente. Nathuram Godse matou Gandhi porque o considerava responsável pela separação entre o Paquistão e a Índia. Ele foi preso, julgado e condenado à morte, sendo executado em 1949.
Gandhi foi, sem dúvida, um homem que deixou um legado de fé e de profunda dedicação a seus ideais, um exemplo impecável para todos nós.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A fé, esse atributo intrínseco e infinito com que Deus nos dotou desde a criação, tem um significado mágico por sua ação transformadora. À medida que vamos vivendo, e comprovando sua eficácia, mais e mais se confirma a existência da fé proporcionando segurança, pois seu resultado passa a ser testemunhado por todos os que a vivenciam. 

A história da humanidade é cheia de exemplos significativos de pessoas que a exercitaram e realizaram feitos que marcaram suas vidas e serviram de farol para seus contemporâneos.

Numa das maiores realizações do século XX, marcado por duas terríveis guerras mundiais, o líder religioso indiano Mahatma Gandhi libertou seu povo por meio da desobediência civil: sem disparar um único tiro, idealizou e comandou uma revolução pacífica, numa demonstração grandiosa e de imenso alcance, proporcionando a toda a Índia a libertação do poderoso império britânico.

Transcrevo abaixo uma combinação de trechos que pesquisei na Wikipédia e em alguns sites, via Google, sobre a biografia e a trajetória de Gandhi:

Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869. Foi educado na Índia, seu país natal, mas na adolescência foi estudar direito em Londres, onde se formou advogado. 

O Bhagavad Gita, o poema épico e sagrado dos hindus – a Canção Celestial que ensina os valores fundamentais e as qualificações para se alcançar o autoconhecimento – assim como o Sermão da Montanha – o discurso de Jesus Cristo no Novo Testamento, a meu ver o maior discurso de todos os tempos –, tornaram-se os guias espirituais de Ghandi e fundamentaram toda a sua imensa fé.

Em 1893, Gandhi mudou-se para a África do Sul para trabalhar como advogado. Atuou em defesa da minoria hindu que vivia por lá, lutando pelos seus direitos.

Ao todo, Gandhi permaneceu 21 anos na África do Sul, tornando-se um grande nome local em defesa dos indianos. Sua atuação nesse período rendeu-lhe notoriedade e, quando retornou à Índia, em 1914, já era uma personalidade conhecida no país.

Gandhi defendia a criação de um estado autônomo na Índia, e por isso foi preso várias vezes pelos ingleses. Ele era contra qualquer forma de violência, e praticou o protesto pacífico, inspirando greves, passeatas, retiros espirituais e jejuns.

Na Índia, Gandhi difundiu o conceito de Satyagraha, o princípio pelo qual defendia o protesto não-violento a partir de demonstrações de resistência e desobediência civil. A intenção de Gandhi era fazer com que aquele que cometeu uma injustiça percebesse o dano que causou e se arrependesse. Devido ao seu papel fundamental na independência da Índia Gandhi passou a se chamado de “Mahatma” (a grande alma).

Das décadas de 1920 a 1940, Gandhi incentivou ações de desobediência civil para estimular a população a se levantar contra os dominadores e enfraquecer o domínio colonial na Índia. A liderança de Gandhi nas ações de desobediência civil repercutiu profundamente em dois momentos diferentes. No primeiro incentivou a população indiana a produzir suas próprias roupas e parar de comprar dos comerciantes ingleses. Para dar o exemplo, Gandhi passou a levar consigo um tear manual. Esse tear gerou tanta repercussão que se transformou em símbolo nacional da Índia e hoje é estampado na bandeira do país. 

O segundo evento foi a “Marcha do Sal”, em março de 1930. Gandhi liderou uma multidão caminhando a pé por 25 dias, percorrendo perto de 400 km até o litoral indiano para que pudessem extrair sal. Isso aconteceu porque as autoridades locais haviam instituído um imposto abusivo sobre o preço do sal comprado pelos indianos. Gandhi e mais 60.000 pessoas foram presos. Ainda assim a marcha continuou, sempre com a polícia no encalço dos peregrinos.

Gandhi foi um líder mundial, cujas ações repercutiram em todo o mundo e, assim acabou conseguindo a independência da Índia. A coerência entre o discurso e seus atos  constituiu-se num dos maiores exemplos que marcaram sua vida 

Em 15 de agosto de 1947, a independência da Índia foi finalmente concedida. O país, porém, ainda enfrentava uma forte tensão interna pela rivalidade entre muçulmanos e hindus. o que levou ao desmembramento do território com a criação do Paquistão.

A divisão da Índia foi o motivo da morte de Gandhi, em 1948. No dia 30 de janeiro, Gandhi foi assassinado pelo nacionalista hindu Nathuram Godse e morreu  instantaneamente. Nathuram Godse matou Gandhi porque o considerava responsável pela separação entre o Paquistão e a Índia. Ele foi preso, julgado e condenado à morte, sendo executado em 1949. 

Gandhi foi, sem dúvida, um homem que deixou um legado de fé e de profunda dedicação a seus ideais, um exemplo impecável para todos nós.

 

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