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SÊNECA

Um embasamento filosófico é indispensável para que cada pessoa possa se situar no tempo e no espaço. Para buscar esse embasamento muitos homens se dedicaram ao estudo e a prática de normas de comportamento, visando orientar a humanidade para o seu desenvolvimento mental e espiritual.
Assim, tivemos na China Lao-Tsé e Confúcio; na Índia, Buda; no Egito, Hermes Trismegisto; na Grécia, Pitágoras, Heráclito, Sócrates, Platão e Aristóteles, todos por volta do século V antes de Cristo. Com o nascimento de Jesus, o maior de todos os homens, de todos os tempos, a história da humanidade começou a tomar um rumo definido. Em Roma, no século I de nossa era, tivemos Sêneca que dedicou sua vida à prática do estoicismo. Destes, três tiveram morte trágica: Sócrates, Jesus e Sêneca.
Sócrates, por ter se dedicado a questionar tudo e todos, se viu obrigado a tomar cicuta, um veneno mortal. Jesus foi crucificado na cruz. Sêneca, injustamente acusado de tramar para o assassinato de Nero, imperador de Roma, se viu sem julgamento, condenado ao suicídio, tendo que cortar os pulsos.
Lucius Annaeus Sêneca, nasceu em Córdoba, Espanha, no ano 04 a.C e morreu no dia 12 de abril de 65 d.C. Sêneca, como ficou conhecido, foi um dos mais célebres advogados, escritores e intelectuais do Império Romano, mestre da retórica, foi o principal representante do estoicismo naquela época.
Desde sempre condenou a instituição da escravidão e as desigualdades sociais no governo de Calígula, destacando a fraternidade e o amor como fundamentos das relações entre os homens. Viveu durante o império de Calígula, de Cláudio e de Nero, de quem foi preceptor desde os seus 12 anos, o que lhe permitiu vivenciar as delícias do poder político, embora não se deixando envolver pelo sistema reinante, já que era praticante consciente do estoicismo.
Em sua vida, Sêneca vivenciou os melhores prazeres que a riqueza podia proporcionar e viveu as maiores agruras pelas quais pode passar um ser humano. Ele passou por essas duas situações extremas com o mesmo comportamento: estoicismo.
Foi o filósofo que conseguiu tornar-se o mais perfeito exemplo de sua doutrina. Praticava o que ensinava.
O estoicismo não é um conjunto de teorias sobre como o mundo funciona ou deixa de funcionar, é um conjunto de reflexões, dicas e práticas para viver melhor.
Quando Nero foi nomeado imperador, Sêneca se tornou um de seus principais conselheiros e tentou orientá-lo para uma política justa e humanitária. Durante algum tempo, exerceu influência sobre o imperador, mas em 59, decepcionado com os maus instintos de Nero, Sêneca resolveu se retirar da vida pública.
Em 62, passou a se dedicar a escrever e defender sua filosofia. Entre seus últimos textos estão um trabalho científico intitulado “Problemas Naturais”, com os tratados “Sobre a Brevidade da Vida” e “Sobre o Ócio”, e sua obra mais profunda, as “Epistolai Morales ad Lucilium”, em que reúne conselhos estóicos e elementos epicuristas na pregação de uma fraternidade universal, mais tarde adotadas pela igreja cristã.
Filosofar acerca de algo não é mergulhar em pensamentos, mas solucionar problemas tanto no plano mental quanto no plano físico, como disse o escritor norte-americano Henry D. Thoreau. E segundo Sêneca, um dos estóicos mais proeminentes, "a filosofia nos ensina a agir, não a falar".
Os estóicos pensam em como eles podem se tornar melhores a cada dia, como superar os problemas e como transformar esses problemas em oportunidades.
Frases de Sêneca:
“O maior obstáculo à vida é a expectativa, que fica na dependência do amanhã e perde o momento presente. Tu dispões o que está nas mãos da Fortuna, deixas de lado o que está nas tuas. Para onde olhas? Para onde te projetas? Tudo o que há de vir repousa na incerteza. Vive de imediato!”
“O homem que sofre antes, sofre mais que o necessário”.
“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é por si só, uma vida”.
“É preciso dizer a verdade apenas a quem está disposto a ouvi-la”.
‘Trabalha como se vivesses para sempre. Ama, como se fosses morrer hoje”.
“A religião é vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa e pelos governantes como útil”.
“Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos, é justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis”.
Sêneca foi portanto, um perfeito exemplo da aplicação de seu conhecimento. Tão atual que hoje, passados mais de 2 mil seus ensinamentos continuam atualíssimos, como constatamos com Eckhart Tolle em seu livro “O Poder do Agora”.
“Só existe um lugar: Aqui. Só existe um tempo: Agora” (Osho).
“O Paraíso é onde estou” (Voltaire).
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Um embasamento filosófico é indispensável para que cada pessoa possa se situar no tempo e no espaço. Para buscar esse embasamento muitos homens se dedicaram ao estudo e a prática de normas de comportamento, visando orientar a humanidade para o seu desenvolvimento mental e espiritual.

Assim, tivemos na China Lao-Tsé e Confúcio; na Índia, Buda; no Egito, Hermes Trismegisto; na Grécia, Pitágoras, Heráclito, Sócrates, Platão e Aristóteles, todos por volta do século V antes de Cristo. Com o nascimento de Jesus, o maior de todos os homens, de todos os tempos, a história da humanidade começou a tomar um rumo definido. Em Roma, no século I de nossa era, tivemos Sêneca que dedicou sua vida à prática do estoicismo. Destes, três tiveram morte trágica: Sócrates, Jesus e Sêneca.

Sócrates, por ter se dedicado a questionar tudo e todos, se viu obrigado a tomar cicuta, um veneno mortal. Jesus foi crucificado na cruz. Sêneca, injustamente acusado de tramar para o assassinato de Nero, imperador de Roma, se viu sem julgamento, condenado ao suicídio, tendo que cortar os pulsos.

Lucius Annaeus Sêneca, nasceu em Córdoba, Espanha, no ano 04 a.C e morreu no dia 12 de abril de 65 d.C. Sêneca, como ficou conhecido, foi um dos mais célebres advogados, escritores e intelectuais do Império Romano, mestre da retórica, foi o principal representante do estoicismo naquela época.

Desde sempre condenou a instituição da escravidão e as desigualdades sociais no governo de Calígula, destacando a fraternidade e o amor como fundamentos das relações entre os homens. Viveu durante o império de Calígula, de Cláudio e de Nero, de quem foi preceptor desde os seus 12 anos, o que lhe permitiu vivenciar as delícias do poder político, embora não se deixando envolver pelo sistema reinante, já que era praticante consciente do estoicismo.

Em sua vida, Sêneca vivenciou os melhores prazeres que a riqueza podia proporcionar e viveu as maiores agruras pelas quais pode passar um ser humano. Ele passou por essas duas situações extremas com o mesmo comportamento: estoicismo. Foi o filósofo que conseguiu tornar-se o mais perfeito exemplo de sua doutrina. Praticava o que ensinava.

O estoicismo não é um conjunto de teorias sobre como o mundo funciona ou deixa de funcionar, é um conjunto de reflexões, dicas e práticas para viver melhor.

Quando Nero foi nomeado imperador, Sêneca se tornou um de seus principais conselheiros e tentou orientá-lo para uma política justa e humanitária. Durante algum tempo, exerceu influência sobre o imperador, mas em 59, decepcionado com os maus instintos de Nero, Sêneca resolveu se retirar da vida pública.

Em 62, passou a se dedicar a escrever e defender sua filosofia. Entre seus últimos textos estão um trabalho científico intitulado “Problemas Naturais”, com os tratados “Sobre a Brevidade da Vida” e “Sobre o Ócio”, e sua obra mais profunda, as “Epistolai Morales ad Lucilium”, em que reúne conselhos estóicos e elementos epicuristas na pregação de uma fraternidade universal, mais tarde adotadas pela igreja cristã.

Filosofar acerca de algo não é mergulhar em pensamentos, mas solucionar problemas tanto no plano mental quanto no plano físico, como disse o escritor norte-americano Henry D. Thoreau. E segundo Sêneca, um dos estóicos mais proeminentes, "a filosofia nos ensina a agir, não a falar".

Os estóicos pensam em como eles podem se tornar melhores a cada dia, como superar os problemas e como transformar esses problemas em oportunidades.

Frases de Sêneca:

“O maior obstáculo à vida é a expectativa, que fica na dependência do amanhã e perde o momento presente. Tu dispões o que está nas mãos da Fortuna, deixas de lado o que está nas tuas. Para onde olhas? Para onde te projetas? Tudo o que há de vir repousa na incerteza. Vive de imediato!”

“O homem que sofre antes, sofre mais que o necessário”.

“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é por si só, uma vida”.

“É preciso dizer a verdade apenas a quem está disposto a ouvi-la”.

‘Trabalha como se vivesses para sempre. Ama, como se fosses morrer hoje”.

“A religião é vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa e pelos governantes como útil”.

“Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos, é justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis”.

Sêneca foi portanto, um perfeito exemplo da aplicação de seu conhecimento. Tão atual que hoje, passados mais de 2 mil seus ensinamentos continuam atualíssimos, como constatamos com Eckhart Tolle em seu livro “O Poder do Agora”.

 “Só existe um lugar: Aqui. Só existe um tempo: Agora” (Osho).

“O Paraíso é onde estou” (Voltaire).

 

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