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O despertar do gigante

O DESPERTAR DO GIGANTE
Utilizando a metáfora da criação, faremos uma viagem pelo tempo com a história da Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa: a fecundação do óvulo pelo espermatozóide é o começo de tudo, e foi o que se deu em 17 de agosto de 1917, quando cidadãos comprometidos se uniram para arrecadar fundos para a criação de um hospital. Assim se iniciou uma longa gestação de dois anos: em 03 de junho de 1919 foi juridicamente fundada a Sociedade Beneficente de Campo Grande, que mais adiante passou a se chamar Associação Beneficente de Campo  Grande.
Logo depois de seu nascimento, a Santa Casa começou a engatinhar, e já em 1928 passou a andar, com a inauguração do seu primeiro pavilhão hospitalar. Em 1940, ano da ampliação de novos pavilhões, atingiu a adolescência. Em 1980, quando inaugurou a espantosa marca de 700 leitos, alcançou a maioridade. Hoje, a Santa Casa de Campo Grande, vive plenamente a sua maturidade.
Tivemos também na trajetória da instituição um período negro, quando vivemos o desterro, ocasião em que a diretoria foi expulsa da propriedade. O poder público municipal (Nelson Trad Filho), mancomunado com o governo estadual (Zeca do PT) e o governo federal (Humberto Costa – então ministro da Saúde), com o respaldo do Ministério Público Estadual, invadiram a Santa Casa, em 2005. Somente oito anos depois em 2013, por força de decisão judicial e com as bênçãos de Deus, retomamos o comando da nossa Associação.
O complexo da Santa Casa engloba um universo diário de, aproximadamente sete mil pessoas que circulam diariamente em suas dependências. Destas, cerca de quatro mil são funcionários: médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, pessoal administrativo, engenheiros, arquitetos, pedreiros, encanadores, pintores, etc. As demais são pacientes, visitantes e avulsos. Cinco mil refeições são servidas por dia, e lavados, passados e esterilizados, cerca de cinco mil quilos de roupa.
Comparativamente com outras instituições, o orçamento da Santa Casa é o sexto maior do estado. O próprio estado, os municípios de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) são os únicos cujo orçamento ultrapassa o da Santa Casa. A prestação de serviço médico-hospitalar constitui, naturalmente, sua finalidade maior.
Mas os novos tempos anunciam mudanças interessantes. A Santa Casa passa a se abrir para a comunidade de uma forma mais abrangente: a história da instituição está sendo contada no espetáculo teatral “Santa Casa – 100 anos de Solidariedade”, sob a forma de teatro documentário (pela primeira vez apresentado em Campo Grande), uma produção da Marruá Cultural, com direção teatral de Andréa Freire e Conceição Leite.
Nos dias 11, 12 e 13 deste mês a peça foi encenada. Uma história de amor, sonho, luta, perdas e renascimento. Baseada em histórias reais vividas dentro da própria Santa Casa, os criadores do espetáculo alinhavaram o roteiro que resultou em uma narrativa delicada e emocionante pontuada por um trabalho que envolveu o preparo físico do elenco (composta por não-atores), a escolha de uma trilha sonora comovente, além de um belo trabalho de iluminação, figurinos e uma rica pesquisa de imagens históricas, que serviram como pano de fundo para as lindas memórias ali apresentadas.
Apresentado dentro da própria instituição no auditório Carroceiro Zé Bonito, o espetáculo teve um elenco formado por funcionários e colaboradores (que nunca tinham trabalhado com teatro antes) que durante 10 meses dividiram seu horário entre o expediente, inventando tempo para se dedicar aos ensaios num belo esforço de superação e realização, demonstrando como o ser humano quando colocado ante um desafio encontra a energia necessária para vencer qualquer obstáculo.
Com essa iniciativa que integra o conjunto de atividades comemorativas do primeiro centenário da instituição, começa a tomar corpo o Centro Histórico e Cultural da Santa Casa. É mais uma iniciativa do presidente Esacheu Nascimento que veio para ficar, e: visa atrair a sociedade campo-grandense que tanto deu para o hospital e a partir de agora terá um espaço para diversas atividades culturais, como teatro, música e literatura..
A história da Santa Casa está intimamente imbricada com a história de Campo Grande. Essa trajetória faz parte do nosso imaginário coletivo, pois revela toda a riqueza da mais antiga instituição da cidade, aprofundando os laços que agora se consolidam por sua natureza e amplitude, junto a um complexo hospitalar.
Em breve, os que se interessam pela história da nossa instituição centenária, encontrarão no antigo hospital de frente para a avenida Mato Grosso, um memorial que contemplará uma biblioteca e um centro de produção de conhecimento, que se expandirá para além do campo das ciências da saúde.
Inspirados na experiência da vetusta bicentenária Santa Casa de Porto Alegre, estamos começando a construir um patrimônio para abrigar pesquisadores, estudantes universitários e acadêmicos que encontrarão farto material documental que servirá como base de consulta para seus estudos e projetos. Para essa construção, buscaremos a participação da comunidade, a fim de dar uma abrangência maior às nossas atividades.
O gigante começa a despertar, com o objetivo de promover uma relação perene entre a ABCG e a comunidade.
É o começo de uma nova etapa nessa história rica de solidariedade, de união e de real pertencimento.
Heitor Rodrigues Freire – Vice-presidente da ABCG.

Utilizando a metáfora da criação, faremos uma viagem pelo tempo com a história da Associação Beneficente de Campo Grande, a Santa Casa: a fecundação do óvulo pelo espermatozóide é o começo de tudo, e foi o que se deu em 17 de agosto de 1917, quando cidadãos comprometidos se uniram para arrecadar fundos para a criação de um hospital. Assim se iniciou uma longa gestação de dois anos: em 03 de junho de 1919 foi juridicamente fundada a Sociedade Beneficente de Campo Grande, que mais adiante passou a se chamar Associação Beneficente de Campo  Grande.

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SEXO VERDADEIRO

SEXO VERDADEIRO
“Entenda uma coisa:
Não existe mulher que “dá” no primeiro encontro
Existe mulher que faz sexo quando está com vontade.
Ela não te “deu”
Ela nunca te pertenceu
Então não venha com essa de “ela deu pra mim”
Porque na verdade, ela não foi sua.
Ela não conta primeiro, segundo ou terceiro encontro
Ela valoriza os momentos
Ela valoriza as conversas
Os sorrisos
Os olhares
Ela valoriza aquilo que desperta vontade
Aquilo que desperta tesão em viver.
Se ela fez SEXO com você
É porque ela quis.
Não pense que ela faz sexo com todos
Ou pense se quiser
Até porque isso não é da sua conta.
Você não “comeu” ela
Ela ainda está inteira
Ainda ri de coisas bobas na TV
Ainda lê um livro antes de dormir
Ainda sai com suas amigas no sábado a noite
E almoça na casa dos pais no domingo.
Você não “comeu” ela
Porque gente não se come
Se sente.
Ela não saiu por aí gritando para todos
O quanto a transa de vocês foi ruim
Ou o quanto você foi grosso com ela
Ela não precisa dividir isso com ninguém
Então porque você precisa?
Pra se sentir mais “macho” ?
Pra se sentir mais “homem”?
Não cara
Ela não é metade do que você pensa
Ela é tão extraordinária
Que nem cabe dentro dos seus pensamentos.
Ela não te ligou
E ela não estava esperando você ligar
Ela não precisa da sua aprovação
Ela não precisa saber se foi bom pra você
Porque se tiver sido bom para ela
Ela vai fazer acontecer de novo.
Não, ela não estava bêbada
Nem drogada
Ela fez porque quis
Porque tava afim.
Quando ela se arrumou naquela noite
Ela já sabia que seria pra enlouquecer
Ou enlouquecer alguém
E pode ter certeza que você não a enlouqueceu.
Você não ganhou ela na sua conversa fiada
Ela foi porque tava afim
Porque ela te escolheu.
Não saia por aí dizendo que você a ganhou
E que você ganha a hora que quiser.
Ela não te viu como um pedaço de carne
Ela não enxerga ninguém assim
Ela gosta de conexões
Nem que seja só por uma noite
Ela gosta de se sentir ligada a alma de alguém
De sentir o calor
De olhar nos olhos
De sentir prazer físico e emocional
E se ela tiver te achado vazio demais
Não vai rolar de novo.
Você pode rezar
Implorar
Mandar flores
Ela é decidida
Tem personalidade forte.
E no dia em que ela se casar
Vai ser com um cara de muita sorte
Porque de todas as conexões
Aquela terá sido a mais forte
Ele terá sido a alma que ela escolheu
E os dois serão eternamente enlouquecidos
Um pelo outro.
E você?
Ah cara,
Você vai continuar perdendo tempo
Falando por aí das mulheres que você acha que comeu
Vai continuar perdendo tempo achando que ganhou alguém
Você vai acabar sozinho
Porque nunca soube se conectar
Nunca soube sentir a alma de alguém.”
-Helena Ferreira.

“Entenda uma coisa:

Não existe mulher que “dá” no primeiro encontro 

Existe mulher que faz sexo quando está com vontade.

Ela não te “deu”

Ela nunca te pertenceu 

Então não venha com essa de “ela deu pra mim”

Porque na verdade, ela não foi sua.

Ela não conta primeiro, segundo ou terceiro encontro 

Ela valoriza os momentos 

Ela valoriza as conversas 

Os sorrisos Os olhares 

Ela valoriza aquilo que desperta vontade 

Aquilo que desperta tesão em viver.

Se ela fez SEXO com você

É porque ela quis.

Não pense que ela faz sexo com todos 

Ou pense se quiser 

Até porque isso não é da sua conta.

Você não “comeu” ela 

Ela ainda está inteira 

Ainda ri de coisas bobas na TV

Ainda lê um livro antes de dormir

Ainda sai com suas amigas no sábado a noite

E almoça na casa dos pais no domingo.

Você não “comeu” ela

Porque gente não se come

Se sente.

Ela não saiu por aí gritando para todos 

O quanto a transa de vocês foi ruim

Ou o quanto você foi grosso com ela

Ela não precisa dividir isso com ninguém 

Então porque você precisa?

Pra se sentir mais “macho” ?

Pra se sentir mais “homem”?

Não cara

Ela não é metade do que você pensa

Ela é tão extraordinária

Que nem cabe dentro dos seus pensamentos.

Ela não te ligou

E ela não estava esperando você ligar 

Ela não precisa da sua aprovação

Ela não precisa saber se foi bom pra você 

Porque se tiver sido bom para ela

Ela vai fazer acontecer de novo.

Não, ela não estava bêbada

 Nem drogada 

Ela fez porque quis 

Porque tava afim.

Quando ela se arrumou naquela noite

Ela já sabia que seria pra enlouquecer

Ou enlouquecer alguém

E pode ter certeza que você não a enlouqueceu.

Você não ganhou ela na sua conversa fiada 

Ela foi porque tava afim

Porque ela te escolheu.

Não saia por aí dizendo que você a ganhou

E que você ganha a hora que quiser.

Ela não te viu como um pedaço de carne

Ela não enxerga ninguém assim 

Ela gosta de conexões 

Nem que seja só por uma noite

Ela gosta de se sentir ligada a alma de alguém

De sentir o calor 

De olhar nos olhos 

De sentir prazer físico e emocional 

E se ela tiver te achado vazio demais

Não vai rolar de novo.

Você pode rezar 

Implorar 

Mandar flores

Ela é decidida 

Tem personalidade forte.

E no dia em que ela se casar 

Vai ser com um cara de muita sorte 

Porque de todas as conexões 

Aquela terá sido a mais forte 

Ele terá sido a alma que ela escolheu 

E os dois serão eternamente enlouquecidos 

Um pelo outro.

E você?

Ah cara,Você vai continuar perdendo tempo 

Falando por aí das mulheres que você acha que comeu 

Vai continuar perdendo tempo achando que ganhou alguém

 Você vai acabar sozinho 

Porque nunca soube se conectar 

Nunca soube sentir a alma de alguém.”

-Helena Ferreira.

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Bênção energizante

BENÇÃO ENERGIZANTE
Que a Divina Mãe me abençoe e me proteja. Encha os meus pés de dança e meus braços de força. Cumule meu coração de ternura e meus olhos de alegria. Povoe meus ouvidos de música e meu nariz de perfume.
Que a Divina Sabedoria inunde minha boca de júbilo e minha alma de felicidade. Conceda-me sempre os dons do deserto: Silêncio, confiança e água pura. Para dar ao meu rosto a esperança.
Que o Divino Rûáh (1) me conceda a serenidade da água, a leveza da brisa, a luminosidade do sol, o brilho da lua e a paz do infinito.
Que a Divina Luz esteja atrás de mim para me proteger. Ao meu lado para me acompanhar. Dentro de mim para me consolar, à minha frente para me guiar. E acima de mim para me abençoar.
(1) Sopro do Divino Espírito de Deus.

Que a Divina Mãe me abençoe e me proteja. Encha os meus pés de dança e meus braços de força. Cumule meu coração de ternura e meus olhos de alegria. Povoe meus ouvidos de música e meu nariz de perfume.

Que a Divina Sabedoria inunde minha boca de júbilo e minha alma de felicidade. Conceda-me sempre os dons do deserto: Silêncio, confiança e água pura. Para dar ao meu rosto a esperança.

Que o Divino Rûáh (1) me conceda a serenidade da água, a leveza da brisa, a luminosidade do sol, o brilho da lua e a paz do infinito.

Que a Divina Luz esteja atrás de mim para me proteger. Ao meu lado para me acompanhar. Dentro de mim para me consolar, à minha frente para me guiar. E acima de mim para me abençoar.

(1) Sopro do Divino Espírito de Deus.

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Oração Universal

ORAÇÃO UNIVERSAL
Em comunhão com as forças cósmicas, orando por todos os meus irmãos, por todos os seres da natureza, eu, como uma parte do Todo, elevo ao Divino Pai esta súplica:
Deus seja a Vossa Luz a estrada por onde trilharão os meus pés;
Seja a Vossa bênção, conforto para minha vida, pureza para minha alma, serenidade e discernimento para minha mente.
Desdobre a minha alma em direção a Vós, Senhor, para o encontro da Eternidade.
Seja o meu ser digno da dádiva da vida para que Possas habitar o meu íntimo.
Pai: dai-me sabedoria e humildade para que eu possa compreender Vossas divinas leis, e dai-me inteligência e energia para difundi-las.
Que seja a bondade a espada com que me defenderei dos inimigos e rogo para eles a Vossa misericórdia, Senhor.
Que o amor e o perdão sejam os sentimentos cultivados pela minha alma para que a luz penetre em todos os seus recônditos.
Dai-me paciência para relevar as fraquezas dos meus semelhantes e dai-me forças para sobrepujar as minhas.
Que seja eu um instrumento da Vossa Vontade, a fim de que através de mim, Vossa seara seja aumentada para a grandeza do Vosso Reino.
Perdoai Senhor, aqueles que estão no erro, e dai-lhes a suprema felicidade de conhecer a beleza da Vossa perfeição, a realidade do Vosso reino e a eternidade do Vosso amor que ilumina sem distinção, toda a criação.
Que a onipotência da Vossa mão, como sublime promessa, se estenda sobre mim, abençoando o meu ser.
E que as portas do futuro sejam par a par com o infinito!
Amém.

Em comunhão com as forças cósmicas, orando por todos os meus irmãos, por todos os seres da natureza, eu, como uma parte do Todo, elevo ao Divino Pai esta súplica:

Deus seja a Vossa Luz a estrada por onde trilharão os meus pés;

Seja a Vossa bênção, conforto para minha vida, pureza para minha alma, serenidade e discernimento para minha mente.

Desdobre a minha alma em direção a Vós, Senhor, para o encontro da Eternidade.

Seja o meu ser digno da dádiva da vida para que Possas habitar o meu íntimo.

Pai: dai-me sabedoria e humildade para que eu possa compreender Vossas divinas leis, e dai-me inteligência e energia para difundi-las.

Que seja a bondade a espada com que me defenderei dos inimigos e rogo para eles a Vossa misericórdia, Senhor.

Que o amor e o perdão sejam os sentimentos cultivados pela minha alma para que a luz penetre em todos os seus recônditos.

Dai-me paciência para relevar as fraquezas dos meus semelhantes e dai-me forças para sobrepujar as minhas.

Que seja eu um instrumento da Vossa Vontade, a fim de que através de mim, Vossa seara seja aumentada para a grandeza do Vosso Reino.

Perdoai Senhor, aqueles que estão no erro, e dai-lhes a suprema felicidade de conhecer a beleza da Vossa perfeição, a realidade do Vosso reino e a eternidade do Vosso amor que ilumina sem distinção, toda a criação.

Que a onipotência da Vossa mão, como sublime promessa, se estenda sobre mim, abençoando o meu ser.E que as portas do futuro sejam par a par com o infinito!

Amém.

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O Código de Manu

CÓDIGO DE MANU
• Livro Primeiro – Descreve a apresentação e o pedido das leis compiladas pelos Maharqui (os dez santos eminentes) dirigido a Manu; a criação do mundo; a hierarquia celeste e humana; a divisão do tempo; o alternar-se da vida e da morte, em cada ser criado; e, a explicação das regras para que possam ser difundidas.
• Livro Segundo – Institui quais sejam os deveres que devem cumprir os homens virtuosos, os quais são inatacáveis tanto pelo ódio quanto pelo amor, e as obrigações e a vida prescrita para o noviciado e a assunção dos sacramentos para os Brâmanes, sacerdotes, membros da mais alta casta hindu.
• Livro Terceiro – Estipula normas sobre o matrimônio e os deveres do chefe da família; trazendo descrições minuciosas sobre os inúmeros costumes nupciais; o comportamento do bom pai frente à mulher e aos filhos; a obrigação de uma vida virtuosa; a necessidade de excluir pessoas indesejáveis, como, por exemplo, os portadores de doenças infecciosas, os ateus, os que blasfemam, os vagabundos, os parasitas, os dançarinos de profissão, etc. do meio familiar; as oblações que devem ser feitas aos deuses, etc.
• Livro quarto – Ratifica, como de fundamental importância, o princípio de que qualquer meio de subsistência é bom se não prejudica, ou prejudica o menos possível, os outros seres humanos, e ensina de que maneira, honesta e honrosa, se pode procurar como e do que viver.
• Livro Quinto – Indica quais os alimentos que devem ser preferencialmente consumidos para ter uma vida longa e quais normas de existência devem ser seguidas para a purificação do corpo e do espírito; eleva simbolicamente a função do trabalho e determina normas de conduta para as mulheres, que devem estar sempre submetidas ao homem (pai, marido, filho ou parente e, na falta, ao soberano).
• Livro Sexto – Regula a vida dos anacoretas (religioso contemplativo) e dos ascetas (praticantes); de como tornarem-se, conhecendo as escrituras, cumprindo sacrifícios e abandonando as paixões humanas.
• Livro Sétimo – Determina os deveres dos reis e confirma as normas de sua conduta, que deve ter como objetivo proteger com justiça todos aqueles que estão submetidos ao seu poder. O Código se ocupa não só das relações internas, como também das externas, e dita regras de diplomacia para os embaixadores do rei e da arte da guerra quando for preciso recorrer às armas. O princípio romano “se queres a paz prepara-te para a guerra” (si vis pacem para bellum), já é aplicado aqui, quando diz que o rei, cuja armada mantém-se eficiente e constantemente em exercício, é temido e respeitado pelo mundo inteiro.
• Livro Oitavo e Nono – São os que mais interesse trazem aos jornais, pois contêm normas de direito substancial e processual, como também as normas de organização judiciária. A justiça vem do rei, que deve decidir pessoalmente as controvérsias que podem ser resumidas nos dezoito títulos do Livro Oitavo e nos três do Livro Nono.
• Livro Oitavo: Parte Geral: I – Da Administração da Justiça – Dos Ofícios dos Juízes; II – Dos Meios de Provas; III – Das Moedas; Parte Especial: IV – Das Dívidas; V – Dos Depósitos; VI – Da Venda de Coisa Alheia; VII – Das Empresas Comerciais; VIII – Da Reivindicação da Coisa Doada; IX – Do não Pagamento por Parte do Fiador; X – Do Inadimplemento em Geral das Obrigações; XI – Da Anulação de uma Compra e Venda; XII – Questões entre Patrão e Servo; XIII – Regulamento dos Confins; XIV – Das Injúrias; XV – Das Ofensas Físicas; XVI – Dos Furtos; XVII – Do Roubo; XVIII – Do Adultério.
• Livro Nono: XIX – Dos Deveres do Marido e da Mulher; XX – Da Sucessão Hereditária; XXI – Dos Jogos e dos Combates de Animais; Disposições Finais.
• Livro Décimo – Regula a hierarquia das classes sociais, a possibilidade do matrimônio e os direitos que têm os filhos nascidos durante sua vigência e estabelece normas de conduta para aqueles que não conseguem, por contingências adversas, viver segundo as prescrições e as exigências de sua própria casta.
• Livro Décimo Primeiro – Enumera uma longa série de pecados e faltas e estabelece as penitências e os meios para se redimir.
• Livro Décimo Segundo – Enfoca a recompensa suprema das ações humanas. Aquele que faz o bem terá o bem eterno nas várias transmigrações de sua alma; o que faz o mal receberá a devida punição nas futuras encarnações. As transmigrações da alma são detalhadamente previstas e descritas. Tanto em bem quanto em mal, até que a alma chegue à perfeita purificação e, em conseqüência, possa ser reabsorvida por Brahma.
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• Livro Primeiro – Descreve a apresentação e o pedido das leis compiladas pelos Maharqui (os dez santos eminentes) dirigido a Manu; a criação do mundo; a hierarquia celeste e humana; a divisão do tempo; o alternar-se da vida e da morte, em cada ser criado; e, a explicação das regras para que possam ser difundidas.

• Livro Segundo – Institui quais sejam os deveres que devem cumprir os homens virtuosos, os quais são inatacáveis tanto pelo ódio quanto pelo amor, e as obrigações e a vida prescrita para o noviciado e a assunção dos sacramentos para os Brâmanes, sacerdotes, membros da mais alta casta hindu.•

 

Livro Terceiro – Estipula normas sobre o matrimônio e os deveres do chefe da família; trazendo descrições minuciosas sobre os inúmeros costumes nupciais; o comportamento do bom pai frente à mulher e aos filhos; a obrigação de uma vida virtuosa; a necessidade de excluir pessoas indesejáveis, como, por exemplo, os portadores de doenças infecciosas, os ateus, os que blasfemam, os vagabundos, os parasitas, os dançarinos de profissão, etc. do meio familiar; as oblações que devem ser feitas aos deuses, etc.•

 

Livro quarto – Ratifica, como de fundamental importância, o princípio de que qualquer meio de subsistência é bom se não prejudica, ou prejudica o menos possível, os outros seres humanos, e ensina de que maneira, honesta e honrosa, se pode procurar como e do que viver.•

 

Livro Quinto – Indica quais os alimentos que devem ser preferencialmente consumidos para ter uma vida longa e quais normas de existência devem ser seguidas para a purificação do corpo e do espírito; eleva simbolicamente a função do trabalho e determina normas de conduta para as mulheres, que devem estar sempre submetidas ao homem (pai, marido, filho ou parente e, na falta, ao soberano).•

 

Livro Sexto – Regula a vida dos anacoretas (religioso contemplativo) e dos ascetas (praticantes); de como tornarem-se, conhecendo as escrituras, cumprindo sacrifícios e abandonando as paixões humanas.•

 

Livro Sétimo – Determina os deveres dos reis e confirma as normas de sua conduta, que deve ter como objetivo proteger com justiça todos aqueles que estão submetidos ao seu poder. O Código se ocupa não só das relações internas, como também das externas, e dita regras de diplomacia para os embaixadores do rei e da arte da guerra quando for preciso recorrer às armas. O princípio romano “se queres a paz prepara-te para a guerra” (si vis pacem para bellum), já é aplicado aqui, quando diz que o rei, cuja armada mantém-se eficiente e constantemente em exercício, é temido e respeitado pelo mundo inteiro.•

Livro Oitavo e Nono – São os que mais interesse trazem aos jornais, pois contêm normas de direito substancial e processual, como também as normas de organização judiciária. A justiça vem do rei, que deve decidir pessoalmente as controvérsias que podem ser resumidas nos dezoito títulos do Livro Oitavo e nos três do Livro Nono.•

 

Livro Oitavo: Parte Geral: I – Da Administração da Justiça – Dos Ofícios dos Juízes; II – Dos Meios de Provas; III – Das Moedas; Parte Especial: IV – Das Dívidas; V – Dos Depósitos; VI – Da Venda de Coisa Alheia; VII – Das Empresas Comerciais; VIII – Da Reivindicação da Coisa Doada; IX – Do não Pagamento por Parte do Fiador; X – Do Inadimplemento em Geral das Obrigações; XI – Da Anulação de uma Compra e Venda; XII – Questões entre Patrão e Servo; XIII – Regulamento dos Confins; XIV – Das Injúrias; XV – Das Ofensas Físicas; XVI – Dos Furtos; XVII – Do Roubo; XVIII – Do Adultério.•

 

Livro Nono: XIX – Dos Deveres do Marido e da Mulher; XX – Da Sucessão Hereditária; XXI – Dos Jogos e dos Combates de Animais; Disposições Finais.•

 

Livro Décimo – Regula a hierarquia das classes sociais, a possibilidade do matrimônio e os direitos que têm os filhos nascidos durante sua vigência e estabelece normas de conduta para aqueles que não conseguem, por contingências adversas, viver segundo as prescrições e as exigências de sua própria casta.•

 

Livro Décimo Primeiro – Enumera uma longa série de pecados e faltas e estabelece as penitências e os meios para se redimir.•

Livro Décimo Segundo – Enfoca a recompensa suprema das ações humanas. Aquele que faz o bem terá o bem eterno nas várias transmigrações de sua alma; o que faz o mal receberá a devida punição nas futuras encarnações. As transmigrações da alma são detalhadamente previstas e descritas. Tanto em bem quanto em mal, até que a alma chegue à perfeita purificação e, em conseqüência, possa ser reabsorvida por Brahma.

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Princípios da ciência esotérica

Princípio da ciência esotérica
“Antes da iluminação,
Cortar lenha e carregar água:
Depois da iluminação,
Cortar lenha e carregar água”

 (1)

“Antes da iluminação,

 

Cortar lenha e carregar água.

 

Depois da iluminação,

 

Cortar lenha e carregar água”

 

 

(2)

 

“O que você sabe,

 

não tem nenhum valor.

 

O que tem valor,

 

é o que você faz, 

 

com o que você sabe”.

 

 

(3)

 

“Se compreendes,

 

as coisas são como são.

 

Se não compreendes,

 

as coisas são como são”.

 

 

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Receita de Ano Novo

RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade
ANDRADE, C. D. Receita de Ano Novo. Editora Record. 2008

RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo 

cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 

Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 

(mal vivido talvez ou sem sentido) 

para você ganhar um ano 

não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, 

mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; 

novo 

até no coração das coisas menos percebidas

 (a começar pelo seu interior)

 novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 

mas com ele se come, se passeia, 

se ama, se compreende, se trabalha, 

você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, 

não precisa expedir nem receber mensagens 

(planta recebe mensagens? 

passa telegramas?) 
Não precisa 

fazer lista de boas intenções 

para arquivá-las na gaveta. 

Não precisa chorar arrependido 

pelas besteiras consumadas 

nem parvamente acreditar 

que por decreto de esperança 

a partir de janeiro as coisas mudem 

e seja tudo claridade, recompensa, 

justiça entre os homens e as nações, 

liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 

direitos respeitados, começando 

pelo direito augusto de viver. 
Para ganhar um Ano Novo 

que mereça este nome, 

você, meu caro, tem de merecê-lo, 

tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 

mas tente, experimente, consciente. 

É dentro de você que o Ano Novo 

cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de AndradeANDRADE, C. D

. Receita de Ano Novo. Editora Record. 2008

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Quais características devemos focar para melhorar a nós mesmos?

Quais Características Podemos Focar para Melhorar a nós Mesmos?
1 – Autenticidade — Seja autêntico e verídico em tudo que falar.
2- Rapidez — Tudo que tiver que fazer, faça sem perder tempo.
3- Presteza — Faça tudo o que deve fazer conscientemente.
4- Respeito — Seja extremamente cuidadoso com a honra e os sentimentos dos outros.
5- Tranqüilidade — Faça tudo calmamente, sem confusões ou excitamentos desnecessários.
6- Gentileza — As palavras de um sábio são pronunciadas suave e pacificamente.
7- Limpeza e Pureza — Mantenha seu corpo puro e suas roupas limpas.
8- Paciência — Seja lá o que lhe acontecer em sua vida, seja paciente.
9- Ordem — Faça tudo de maneira organizada e disciplinada.
10- Humildade — Reconheça seus pontos fracos e não procure os erros dos outros.
11- Justiça — O que é detestável para você, não faça com ninguém.
12- Economia — Não desperdice um único centavo desnecessariamente.
13- Silêncio — Julgue bem o valor de suas palavras antes de falar.
Mãos à Obra!

1 – Autenticidade — Seja autêntico e verídico em tudo que falar.

 

2 – Rapidez — Tudo que tiver que fazer, faça sem perder tempo.

 

3 – Presteza — Faça tudo o que deve fazer conscientemente.

 

4 – Respeito — Seja extremamente cuidadoso com a honra e os sentimentos dos outros.

 

5 – Tranqüilidade — Faça tudo calmamente, sem confusões ou excitamentos desnecessários.

 

6 – Gentileza — As palavras de um sábio são pronunciadas suave e pacificamente.

 

7 – Limpeza e Pureza — Mantenha seu corpo puro e suas roupas limpas.

 

8 – Paciência — Seja lá o que lhe acontecer em sua vida, seja paciente.

 

9 – Ordem — Faça tudo de maneira organizada e disciplinada.

 

10 – Humildade — Reconheça seus pontos fracos e não procure os erros dos outros.

 

11 – Justiça — O que é detestável para você, não faça com ninguém.

 

12 – Economia — Não desperdice um único centavo desnecessariamente.

 

13 – Silêncio — Julgue bem o valor de suas palavras antes de falar.                                                                                                 

                                                                    Mãos à Obra!

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Perguntas e afirmações capciosas

Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse. Liquidação de muletas: Venha correndo!… Em informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia… E depois se cola.Um pontinho vermelho no meio da porta é um olho mágico com conjuntivite. A febre tifoide é aquela febre que, ou você cura ou ela ti foide! O cromossomo apaixonado disse para o outro: Oh! Cromossomos felizes! A banana suicida exclamou: Macacos me mordam. Mouse sujo se limpa em casa. Mamãe, por que você bateu naquela mulher que a g