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Heitor Freire

Historia de uma equipe de vendas – III

HISTÓRIAS DE EQUIPES DE VENDAS III
No meu longo e rico trabalho de vendas, tive a oportunidade de trabalhar com profissionais dos mais capacitados, com os quais sempre aprendi algo.
Em 1974, eu era o gerente de vendas da Skhema Comercial e Construtora. Nesse ano a empresa decidiu lançar um empreendimento em Cuiabá, capital do nosso estado de Mato Grosso. O nome do empreendimento era Moradas da Vila Real. Eu senti que me encontrava frente a um grande desafio. Isto porque naquela época, havia uma rivalidade histórica entre Campo Grande e Cuiabá.
O desafio tinha várias nuances: éramos de Campo Grande; iríamos lançar um empreendimento imobiliário constituído por apartamentos numa cidade cujo perfil era residencial horizontal; há pouco tempo Cuiabá tinha sido alvo de uma empresa que lançara um empreendimento igual ao nosso e os seus proprietários sumiram com o dinheiro dos compradores; a nossa empresa era uma ilustre desconhecida. Enfim, a parada era azeda.
Mas como todo profissional de vendas consciente é sempre otimista, encaramos a situação. Levamos de Campo Grande os colegas Armando Ramos Mendes, Aloysio Franco de Oliveira e Darlan Leite Soares. De Cuiabá, juntou-se à nossa equipe um corretor de imóveis que era grande, não só fisicamente, mas principalmente na capacidade e simpatia, Jamil El-Hage. Contávamos também com o apoio logístico do Fávila Rodrigues Palma Filho, gerente da Apemat, empresa de poupança e empréstimo que pertencia ao mesmo grupo empresarial.
Para resumir, depois de quatro meses de trabalho árduo, conseguimos atingir o objetivo que a empresa havia definido. Para nós, como profissionais foi uma vitória significativa.
Por falar em Cuiabá, em uma oportunidade abrimos uma filial do nosso escritório lá. O gerente da filial era o Gilberto Rocha Quintiliano de Souza – grande goleiro da nossa equipe de futebol – egresso da nossa equipe de Campo Grande, onde atuou também com sucesso. Depois de algum tempo, encerramos as atividades, pois o Gilberto decidira mudar-se para Porto Velho, onde pontifica como o grande profissional que sempre foi, hoje como diretor de vendas de uma grande empresa imobiliária.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

No meu longo e rico trabalho de vendas, tive a oportunidade de trabalhar com profissionais dos mais capacitados, com os quais sempre aprendi algo.

Em 1974, eu era o gerente de vendas da Skhema Comercial e Construtora. Nesse ano a empresa decidiu lançar um empreendimento em Cuiabá, capital do nosso estado de Mato Grosso. O nome do empreendimento era Moradas da Vila Real. Eu senti que me encontrava frente a um grande desafio. Isto porque naquela época, havia uma rivalidade histórica entre Campo Grande e Cuiabá. 

O desafio tinha várias nuances: éramos de Campo Grande; iríamos lançar um empreendimento imobiliário constituído por apartamentos numa cidade cujo perfil era residencial horizontal; há pouco tempo Cuiabá tinha sido alvo de uma empresa que lançara um empreendimento igual ao nosso e os seus proprietários sumiram com o dinheiro dos compradores; a nossa empresa era uma ilustre desconhecida. Enfim, a parada era azeda.

Mas como todo profissional de vendas consciente é sempre otimista, encaramos a situação. Levamos de Campo Grande os colegas Armando Ramos Mendes, Aloysio Franco de Oliveira e Darlan Leite Soares. De Cuiabá, juntou-se à nossa equipe um corretor de imóveis que era grande, não só fisicamente, mas principalmente na capacidade e simpatia, Jamil El-Hage. Contávamos também com o apoio logístico do Fávila Rodrigues Palma Filho, gerente da Apemat, empresa de poupança e empréstimo que pertencia ao mesmo grupo empresarial. 

Para resumir, depois de quatro meses de trabalho árduo, conseguimos atingir o objetivo que a empresa havia definido. Para nós, como profissionais foi uma vitória significativa.Por falar em Cuiabá, em uma oportunidade abrimos uma filial do nosso escritório lá. O gerente da filial era o Gilberto Rocha Quintiliano de Souza – grande goleiro da nossa equipe de futebol – egresso da nossa equipe de Campo Grande, onde atuou também com sucesso. Depois de algum tempo, encerramos as atividades, pois o Gilberto decidira mudar-se para Porto Velho, onde pontifica como o grande profissional que sempre foi, hoje como diretor de vendas de uma grande empresa imobiliária. 

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