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Heitor Freire

Deus está presente

DEUS ESTÁ PRESENTE
A ligação do ser humano com Deus é transcendental. Desde sempre e para sempre. Essa ligação é tão forte que o homem primitivo a associou inicialmente ao fogo.
Com o despertar paulatino da consciência, o ser humano foi criando formas para traduzir esse anseio espiritual de relacionamento com a divindade. Assim, ao longo do tempo, foram surgindo as religiões que procuraram identificar e canalizar esse anseio de uma forma que permitisse a ligação espiritual com o mais elevado.
Mas as religiões acabaram se transformando em meios de dominação que longe de proporcionarem a libertação espiritual – finalidade lógica da sua criação – acabaram se constituindo em formas de opressão. A religiosidade que traduz naturalmente a ligação do ser humano com o seu Criador, quando dogmatizada e ritualizada, com a repetição automática de atos e procedimentos acaba engessando o conteúdo espiritual com a forma da massificação. Apesar disso, cada uma, a seu tempo e hora, conseguiu manter acesa a chama da evolução espiritual.
A evolução deve proporcionar uma busca maior e pessoal da ligação com Deus. A formação católica, que a maioria da nossa população seguiu, quando deixou de estimular um crescimento espiritual, foi gerando uma busca por diversas outras denominações religiosas: pelo estudo, pela observação e pela prática, como aconteceu comigo, me levando ao que eu denomino de minha religião pessoal, constituída de uma filosofia intrínseca de práticas que são o resultado de um caldeamento de tudo o que vi e vivi. Ela me permite uma visão particular e uma certeza: a presença de Deus está em mim, em tudo e em todos.
Deus está presente, meus irmãos. Essa certeza naturalmente orientará todos para um procedimento que, paulatinamente, não permitirá nenhum desvio de comportamento. O conhecimento da reencarnação, concedido por Deus nos proporciona o meio de contribuição de cada um, para a sua própria evolução e implica necessariamente em um compromisso consciente.
Daí se chegará ao estado de integridade: o ser será íntegro, inteiro, completo. E essa completude proporcionará o senso da responsabilidade e dos compromissos com Deus, consigo e, em conseqüência, com a humanidade.
O processo evolutivo da humanidade se desenvolve através da caminhada reencarnacionista a que todos os seres estão submetidos naturalmente. Há resistências no entendimento dessa caminhada provocada pela maioria das diferentes religiões que são professadas pelos seres humanos. Cada uma se intitula como detentora da verdade e procura impô-la aos seus adeptos que, por sua vez, também procuram enfiá-la goela abaixo de quem quer que se oponha aos seus desígnios.
O que deduzo disso tudo é que cabe a cada um buscar e encontrar o seu próprio caminho. Para isso é preciso coragem e determinação. Cada um é um ser original. A caminhada pode ser coletiva, mas a jornada deve ser individual. Sempre.
É o princípio que norteava o ensinamento filosófico de Sócrates.
Ele acreditava que temos dentro de nós tudo o que precisamos saber. Só é preciso que essa sabedoria seja extraída, isto é, que seja trazida à luz, através de um processo semelhante a um parto. E que cada um seja o seu próprio mestre.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A ligação do ser humano com Deus é transcendental. Desde sempre e para sempre. Essa ligação é tão forte que o homem primitivo a associou inicialmente ao fogo.Com o despertar paulatino da consciência, o ser humano foi criando formas para traduzir esse anseio espiritual de relacionamento com a divindade. Assim, ao longo do tempo, foram surgindo as religiões que procuraram identificar e canalizar esse anseio de uma forma que permitisse a ligação espiritual com o mais elevado.Mas as religiões acabaram se transformando em meios de dominação que longe de proporcionarem a libertação espiritual – finalidade lógica da sua criação – acabaram se constituindo em formas de opressão.

A religiosidade que traduz naturalmente a ligação do ser humano com o seu Criador, quando dogmatizada e ritualizada, com a repetição automática de atos e procedimentos acaba engessando o conteúdo espiritual com a forma da massificação. Apesar disso, cada uma, a seu tempo e hora, conseguiu manter acesa a chama da evolução espiritual.A evolução deve proporcionar uma busca maior e pessoal da ligação com Deus.

A formação católica, que a maioria da nossa população seguiu, quando deixou de estimular um crescimento espiritual, foi gerando uma busca por diversas outras denominações religiosas: pelo estudo, pela observação e pela prática, como aconteceu comigo, me levando ao que eu denomino de minha religião pessoal, constituída de uma filosofia intrínseca de práticas que são o resultado de um caldeamento de tudo o que vi e vivi. Ela me permite uma visão particular e uma certeza: a presença de Deus está em mim, em tudo e em todos. 

Deus está presente, meus irmãos. Essa certeza naturalmente orientará todos para um procedimento que, paulatinamente, não permitirá nenhum desvio de comportamento. O conhecimento da reencarnação, concedido por Deus nos proporciona o meio de contribuição de cada um, para a sua própria evolução e implica necessariamente em um compromisso consciente.Daí se chegará ao estado de integridade: o ser será íntegro, inteiro, completo. E essa completude proporcionará o senso da responsabilidade e dos compromissos com Deus, consigo e, em conseqüência, com a humanidade.

O processo evolutivo da humanidade se desenvolve através da caminhada reencarnacionista a que todos os seres estão submetidos naturalmente. Há resistências no entendimento dessa caminhada provocada pela maioria das diferentes religiões que são professadas pelos seres humanos. Cada uma se intitula como detentora da verdade e procura impô-la aos seus adeptos que, por sua vez, também procuram enfiá-la goela abaixo de quem quer que se oponha aos seus desígnios.O que deduzo disso tudo é que cabe a cada um buscar e encontrar o seu próprio caminho. Para isso é preciso coragem e determinação. Cada um é um ser original. A caminhada pode ser coletiva, mas a jornada deve ser individual. Sempre.

É o princípio que norteava o ensinamento filosófico de Sócrates.Ele acreditava que temos dentro de nós tudo o que precisamos saber. Só é preciso que essa sabedoria seja extraída, isto é, que seja trazida à luz, através de um processo semelhante a um parto. E que cada um seja o seu próprio mestre.

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