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Heitor Freire

Eu sou…ou Eu Estou?

EU SOU? … ou EU ESTOU?
Há uma discussão interessante sobre o que nós somos. Acredito que o caminho é pelo autoconhecimento, a conquista mais elevada e verdadeira a que pode aspirar o ser humano. É através dele que há a evolução natural que proporciona a todos o entendimento e uma oportunidade de clareza de ações.
Há uma frase que diz que “quem se ofende é sempre a personalidade, e nunca a individualidade”. Ou seja, nesse contexto, a personalidade está mais para os conceitos junguianos de “ego” e “persona”, enquanto a individualidade aproxima-se do “self”, mais anímica, mais ligada ao espírito absoluto, mais sutil.
Tudo o que dizem de mim – nacionalidade, profissão, temperamento, títulos, currículo, formação, estado civil, endereço, nome, aparência, predicados – é aquilo que EU ESTOU. Tem muito de mim, mas não é necessária e eternamente meu Eu. Aquele que EU SOU mais do que estou é algo que tento descobrir e integrar. Conhecê-lo é uma das formas de me tornar um indivíduo, ou seja, sem integrá-lo não passo de metades incompletas, angustiadas e neuróticas. Individuar – tornar-se pessoa, deixar de confundir a personalidade com a individualidade – é um objetivo a ser buscado. Nessa busca, a flexibilidade é palavra chave no processo de crescimento.
Como sabemos o ser humano é dotado do livre arbítrio. Assim pode fazer livremente as escolhas em sua vida. O que se observa, no entanto, é que as suas escolhas, muitas vezes, não são orientadas pelo bom senso, o que lhe leva a amargar as conseqüências de suas atitudes. Tudo por causa da mania do cérebro em procurar padrões em tudo.
Um mundo bom necessita de conhecimento, bondade e coragem; não precisa de nenhum anseio saudoso pelo passado, nem do encarceramento das inteligências livres por meio de palavras proferidas há muito tempo por homens ignorantes. Necessita de esperança para o futuro e não de passar o tempo todo voltado para trás, para um passado morto, que, assim o confiamos, será ultrapassado de muito pelo futuro que a nossa inteligência pode criar. Não se pode medir comprimento com uma balança.
Assim, com os olhos voltados para o futuro vamos dar continuidade à nossa encarnação buscando sempre um azimute de confiança, de fé, de fidelidade, de realização, lembrando sempre que repetibilidade é teste de veracidade cientifica. Vamos fazê-lo.
Heitor Freire – Mestre Maçom.

Há uma discussão interessante sobre o que nós somos. Acredito que o caminho é pelo autoconhecimento, a conquista mais elevada e verdadeira a que pode aspirar o ser humano. É através dele que há a evolução natural que proporciona a todos o entendimento e uma oportunidade de clareza de ações.

 

Há uma frase que diz que “quem se ofende é sempre a personalidade, e nunca a individualidade”. Ou seja, nesse contexto, a personalidade está mais para os conceitos junguianos de “ego” e “persona”, enquanto a individualidade aproxima-se do “self”, mais anímica, mais ligada ao espírito absoluto, mais sutil.

Tudo o que dizem de mim – nacionalidade, profissão, temperamento, títulos, currículo, formação, estado civil, endereço, nome, aparência, predicados – é aquilo que EU ESTOU. Tem muito de mim, mas não é necessária e eternamente meu Eu. Aquele que EU SOU mais do que estou é algo que tento descobrir e integrar. Conhecê-lo é uma das formas de me tornar um indivíduo, ou seja, sem integrá-lo não passo de metades incompletas, angustiadas e neuróticas. Individuar – tornar-se pessoa, deixar de confundir a personalidade com a individualidade – é um objetivo a ser buscado. Nessa busca, a flexibilidade é palavra chave no processo de crescimento. 

Como sabemos o ser humano é dotado do livre arbítrio. Assim pode fazer livremente as escolhas em sua vida. O que se observa, no entanto, é que as suas escolhas, muitas vezes, não são orientadas pelo bom senso, o que lhe leva a amargar as conseqüências de suas atitudes. Tudo por causa da mania do cérebro em procurar padrões em tudo.

Um mundo bom necessita de conhecimento, bondade e coragem; não precisa de nenhum anseio saudoso pelo passado, nem do encarceramento das inteligências livres por meio de palavras proferidas há muito tempo por homens ignorantes. Necessita de esperança para o futuro e não de passar o tempo todo voltado para trás, para um passado morto, que, assim o confiamos, será ultrapassado de muito pelo futuro que a nossa inteligência pode criar. 

Assim, com os olhos voltados para o futuro vamos dar continuidade à nossa encarnação buscando sempre um azimute de confiança, de fé, de fidelidade, de realização, lembrando sempre que repetibilidade é teste de veracidade cientifica.

Vamos fazê-lo.

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