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Heitor Freire

Sabiá-Laranjeira: 5 de Outubro

SABIÁ-LARANJEIRA: 5 DE OUTUBRO
O sabiá-laranjeira, foi elevado ao status de símbolo nacional pelo Decreto nº 9.675, de 3 de outubro de 2002, do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tem como data comemorativa o dia 5 de outubro que, pela sua importância, deveria ser feriado nacional.
Juntou-se aos outros quatro símbolos nacionais: a bandeira, o hino, o brasão de armas da República e o selo passando a ter a mesma importância deles na representação do Brasil.
Cada nação têm, entre seus símbolos nacionais uma ave típica para representá-la. Uma espécie de ave, que pela beleza e pela característica da região, se entranha no espírito de sua gente. Assim, por exemplo, a andorinha é a ave nacional da Áustria, a cotovia que canta lindamente em pleno mergulho é a ave nacional da Dinamarca. O Uruguai tem no federal sua ave nacional, pois é uma ave que tem a cabeça vermelha como um soldado em alerta na guarda de suas terras.
A ave nacional da Argentina é o nosso João-de-barro, lá conhecido como hornero pois sabe se proteger do vento minuano e de inverno rigoroso construindo seu ninho de barro. A ave nacional da Alemanha é a cegonha.
O sabiá é uma ave territorial, relativamente tímida, e seu canto melodioso, aflautado e frequente logo denuncia sua presença, podendo ser ouvido a mais de 1 km de distância. Seu canto é longo, durando até dois minutos sem interrupção. É considerada a ave que melhor canta.
É também uma das aves mais populares do Brasil, sendo uma presença comum em seu folclore e mesmo na cultura erudita. Na literatura é frequentemente citado como o pássaro que canta o amor e a primavera, as origens, a terra natal, a infância, as coisas boas da vida.
Na primavera, a estação do amor, todos os anos somos brindados com o mavioso canto do sabiá, que já nos desperta logo de madrugada, alegrando desde então o alvorecer do novo dia. Nesta época, aqui em Campo Grande, o canto do sabiá nos acompanha por todos os recantos da cidade.
O seu canto se ouve ao amanhecer e ao entardecer com o som de uma flauta. Com ele, demarca o seu território e serve também para atrair a fêmea. Ele canta com todo o seu corpo e com a sua alma. Quem já viu um sabiá cantar observa como ele tremula todo.
O sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) é uma ave comum na América do Sul e o mais conhecido de todos os sabiás, identificado pela cor de ferrugem do ventre e por seu canto melodioso durante o período reprodutivo.
O nome sabiá deriva do tupi haabi’á que significa: “aquele que reza muito” em alusão à sua voz. Diz uma antiga lenda indígena que, durante as madrugadas, no início da primavera, quando uma criança ouve o canto do sabiá-laranjeira, ela é abençoada com amor, felicidade e paz.
O sabiá foi imortalizado por grandes compositores e músicos que o homenagearam como Marisa Monte, Tom Jobim e Chico Buarque. Roberta Miranda compôs “A majestade, o sabiá” que foi celebrizado na voz do inesquecível Jair Rodrigues.
Pela forte presença na literatura e no cancioneiro popular brasileiro, o sabiá é uma ave que está sempre na cabeça das pessoas de norte a sul do Brasil. Ouvir o seu trinado mavioso e cristalino cantando o amor é uma pausa que alegra nossas almas.
Canta e encanta sempre sabiá!!!
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

O sabiá-laranjeira, foi elevado ao status de símbolo nacional pelo Decreto nº 9.675, de 3 de outubro de 2002, do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tem como data comemorativa o dia 5 de outubro que, pela sua importância, deveria ser feriado nacional. Juntou-se aos outros quatro símbolos nacionais: a bandeira, o hino, o brasão de armas da República e o selo passando a ter a mesma importância deles na representação do Brasil.

Cada nação têm, entre seus símbolos nacionais uma ave típica para representá-la. Uma espécie de ave, que pela beleza e pela característica da região, se entranha no espírito de sua gente. Assim, por exemplo, a andorinha é a ave nacional da Áustria, a cotovia que canta lindamente em pleno mergulho é a ave nacional da Dinamarca. O Uruguai tem no federal sua ave nacional, pois é uma ave que tem a cabeça vermelha como um soldado em alerta na guarda de suas terras. 

A ave nacional da Argentina é o nosso João-de-barro, lá conhecido como hornero pois sabe se proteger do vento minuano e de inverno rigoroso construindo seu ninho de barro. A ave nacional da Alemanha é a cegonha. 

O sabiá é uma ave territorial, relativamente tímida, e seu canto melodioso, aflautado e frequente logo denuncia sua presença, podendo ser ouvido a mais de 1 km de distância. Seu canto é longo, durando até dois minutos sem interrupção. É considerada a ave que melhor canta.

É também uma das aves mais populares do Brasil, sendo uma presença comum em seu folclore e mesmo na cultura erudita. Na literatura é frequentemente citado como o pássaro que canta o amor e a primavera, as origens, a terra natal, a infância, as coisas boas da vida.

Na primavera, a estação do amor, todos os anos somos brindados com o mavioso canto do sabiá, que já nos desperta logo de madrugada, alegrando desde então o alvorecer do novo dia. Nesta época, aqui em Campo Grande, o canto do sabiá nos acompanha por todos os recantos da cidade.

O seu canto se ouve ao amanhecer e ao entardecer com o som de uma flauta. Com ele, demarca o seu território e serve também para atrair a fêmea. Ele canta com a alma, tremulando todo o seu corpo. Quem já viu um sabiá cantar observa isso.

O sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) é uma ave comum na América do Sul e o mais conhecido de todos os sabiás, identificado pela cor de ferrugem do ventre e por seu canto melodioso durante o período reprodutivo.

O nome sabiá deriva do tupi haabi’á que significa: “aquele que reza muito” em alusão à sua voz. Diz uma antiga lenda indígena que, durante as madrugadas, no início da primavera, quando uma criança ouve o canto do sabiá-laranjeira, ela é abençoada com amor, felicidade e paz.
O sabiá foi imortalizado por grandes compositores e músicos que o homenagearam como Marisa Monte, Tom Jobim e Chico Buarque. Roberta Miranda compôs “A majestade, o sabiá” que foi celebrizado na voz do inesquecível Jair Rodrigues.

Pela forte presença na literatura e no cancioneiro popular brasileiro, o sabiá é uma ave que está sempre na cabeça das pessoas de norte a sul do Brasil. Ouvir o seu trinado mavioso e cristalino cantando o amor é uma pausa que alegra nossas almas.

Canta e encanta sempre sabiá!!!

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