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Heitor Freire

Elizeu: a força do exemplo

ELIZEU: A FORÇA DO EXEMPLO
A vida proporciona a todos os seres humanos a mesma oportunidade de trabalho, de conquistas, de realizações. Cada ser dispõe das vinte e quatro horas do dia. Representa o critério de igualdade com que Deus dotou a todos. O que cada um fará com o seu tempo depende de cada um.
Isso me faz lembrar o episódio bíblico do maná. Quando os judeus se retiraram do Egito, ficaram 40 anos vagando pelo deserto e para alimentá-los Deus lhes fornecia todos os dias uma porção de maná que era o alimento que fluía do céu. Cada pessoa só podia recolher o alimento para um dia. Quem tentava obter mais, logo via o seu alimento sendo dissolvido.
O que somos é resultado de nossos atos anteriores. Desta ou de outra encarnação. Aprender e aceitar isso, me libertou. Há alguns anos conheci um homem que representa com muita fidelidade esse comportamento. Tem 40 anos. Quando tinha um ano, teve poliomielite, ficando a partir daí privado do movimento das pernas. Nunca chegou a andar.  Assim cresceu. Aceitando-se, sem reclamar.
E trabalha diuturnamente, iluminando com seu sorriso a banda esquerda da rua Rui Barbosa, na esquina com a Fernando Corrêa da Costa. Ali, Elizeu Casimiro, oferece seus produtos: drops, halls, balas, etc, locomovendo-se em uma cadeira de rodas.
Abordando cada carro, cumprimentando os motoristas com o seu sorriso alegre e amigo, e cada drops custa l real. Transcrevo a seguir o depoimento de um cliente dele, postado no Facebook: “Hoje às 18:30 estava indo em sentido ao Centro, bem pensativo, pensando nos problemas que vida nos traz, descendo a rua Rui Barbosa e ao chegar na avenida Fernando Corrêa da Costa, avistei um cadeirante com nome de Elizeu.
Veio até a janela do carro, abaixei o vidro. Pensa um cara com alta estima lá em cima. Sorridente, de bem com vida, veio e me ofereceu goma de mascar e halls a preço de apenas 1 real, e eu realmente estava querendo comprar um halls, disse para ele, ‘Quero um’.
“Abri a carteira para pagar, mas logo vi que eu não tinha um real, sem graça logo falei, ‘Meu amigo, tô precisando comprar o halls mas não tenho 1 real, você me desculpe, vamos deixar para a próxima’. E ele, todo sorridente e alegre me disse, ‘Amigo, leve esse halls, estou aqui todos os dias’.
“Quando você tiver o dinheiro passa aqui e me paga. Eu fiquei surpreso com atitude dele. Peguei o halls e fui embora. Na volta passei no mesmo lugar, lá estava o Elizeu trabalhando. Cheguei até ele e disse-lhe, ‘Eu vim te pagar’, e ele com seu jeitão todo alegre me disse, ‘Obrigado’, logo em seguida eu disse: ‘Elizeu posso tirar uma foto sua e postar no Face?’, ele disse, ‘Pode, mas fale bem dos meus doces’”.
Na sua página no Facebook, Elizeu publicou uma mensagem do Nick Vujicic, que nasceu sem pernas e sem braços, só com o tronco, e que é um exemplo muito edificante de superação. Diz Nick: “Devemos acreditar que o plano que Deus tem para nós será revelado na ocasião oportuna e na hora certa. Até lá, devemos manter a fé”.
Neste mundo em que muitos só abrem a boca para reclamar, para protestar, para se revoltar contra tudo e contra todos e que não encontram satisfação em nada, que não conseguem agradecer e enxergar todas as bênçãos que Deus concedeu a cada um, o exemplo do Elizeu se destaca como um farol e uma luz para iluminar o caminho de muitos.
Heitor Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A vida proporciona a todos os seres humanos a mesma oportunidade de trabalho, de conquistas, de realizações. Cada ser dispõe das vinte e quatro horas do dia. Representa o critério de igualdade com que Deus dotou a todos. O que cada um fará com o seu tempo depende de cada um. 

Isso me faz lembrar o episódio bíblico do maná. Quando os judeus se retiraram do Egito, ficaram 40 anos vagando pelo deserto e para alimentá-los Deus lhes fornecia todos os dias uma porção de maná que era o alimento que fluía do céu. Cada pessoa só podia recolher o alimento para um dia. Quem tentava obter mais, logo via o seu alimento sendo dissolvido.

O que somos é resultado de nossos atos anteriores. Desta ou de outra encarnação. Aprender e aceitar isso, me libertou. Há alguns anos conheci um homem que representa com muita fidelidade esse comportamento. Tem 40 anos. Quando tinha um ano, teve poliomielite, ficando a partir daí privado do movimento das pernas. Nunca chegou a andar.  Assim cresceu. Aceitando-se, sem reclamar.

E trabalha diuturnamente, iluminando com seu sorriso a banda esquerda da rua Rui Barbosa, na esquina com a Fernando Corrêa da Costa. Ali, Elizeu Casimiro, oferece seus produtos: drops, halls, balas, etc, locomovendo-se em uma cadeira de rodas. 

Abordando cada carro, cumprimentando os motoristas com o seu sorriso alegre e amigo, e cada drops custa l real. Transcrevo a seguir o depoimento de um cliente dele, postado no Facebook: “Hoje às 18:30 estava indo em sentido ao Centro, bem pensativo, pensando nos problemas que vida nos traz, descendo a rua Rui Barbosa e ao chegar na avenida Fernando Corrêa da Costa, avistei um cadeirante com nome de Elizeu.

Veio até a janela do carro, abaixei o vidro. Pensa um cara com alta estima lá em cima. Sorridente, de bem com vida, veio e me ofereceu goma de mascar e halls a preço de apenas 1 real, e eu realmente estava querendo comprar um halls, disse para ele, ‘Quero um’.

“Abri a carteira para pagar, mas logo vi que eu não tinha um real, sem graça logo falei, ‘Meu amigo, tô precisando comprar o halls mas não tenho 1 real, você me desculpe, vamos deixar para a próxima’. E ele, todo sorridente e alegre me disse, ‘Amigo, leve esse halls, estou aqui todos os dias’.

“Quando você tiver o dinheiro passa aqui e me paga. Eu fiquei surpreso com atitude dele. Peguei o halls e fui embora. Na volta passei no mesmo lugar, lá estava o Elizeu trabalhando. Cheguei até ele e disse-lhe, ‘Eu vim te pagar’, e ele com seu jeitão todo alegre me disse, ‘Obrigado’, logo em seguida eu disse: ‘Elizeu posso tirar uma foto sua e postar no Face?’, ele disse, ‘Pode, mas fale bem dos meus doces’”.

Na sua página no Facebook, Elizeu publicou uma mensagem do Nick Vujicic, que nasceu sem pernas e sem braços, só com o tronco, e que é um exemplo muito edificante de superação. Diz Nick: “Devemos acreditar que o plano que Deus tem para nós será revelado na ocasião oportuna e na hora certa. Até lá, devemos manter a fé”.

 Neste mundo em que muitos só abrem a boca para reclamar, para protestar, para se revoltar contra tudo e contra todos e que não encontram satisfação em nada, que não conseguem agradecer e enxergar todas as bênçãos que Deus concedeu a cada um, o exemplo do Elizeu se destaca como um farol e uma luz para iluminar o caminho de muitos.

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