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Heitor Freire

A Grande Circuncisão

A GRANDE CIRCUNCISÃO
A história da humanidade registrada em muitos livros encontra na Bíblia um repositório importante da parte que diz respeito à “origem do mundo”. Sem querer entrar no mérito dessa afirmação, podemos dizer que ali se conta uma versão importante que tem merecido ao longo dos tempos análise e estudo dos povos que viveram na região da Palestina e adjacências.
Ali se apresentaram momentos históricos em que Deus celebrou diversas alianças com o povo “eleito”. A primeira delas foi com Noé, quando Deus disse a ele e a seus filhos, logo após o fim do dilúvio: “Eu estabeleço a minha aliança com vocês e com seus descendentes” (Gn 9,9). Ele disse mais: “Este é o sinal da aliança que coloco entre mim e vocês e todos os seres vivos que estão com vocês, para todas as gerações futuras: Colocarei o meu arco nas nuvens e ele se tornará um sinal da minha aliança com a Terra”. (Gn 9, 12-13). Esse sinal é o arco-íris.
A segunda aliança foi quando Deus apareceu a Abrão e lhe disse que faria dele “o pai de muitas nações” (Gn 17,4) e que a partir daí o seu nome passaria a ser Abrahão.
E assim determinou o procedimento necessário: “E a aliança que eu faço com você e seus futuros descendentes, e que vocês devem observar é a seguinte: circuncidem todos os homens. Circuncidem a carne do prepúcio. Este será o sinal da aliança entre mim e vocês” (Gn 17, 10-11).
E isto envolveu os descendentes de Abrahão: judeus e muçulmanos, já que de seus filhos Isaac e Ismael descendem os dois povos que ao longo da história têm se digladiado de forma cada vez mais encarniçada, sem que se reconheçam como irmãos verdadeiros e originários da mesma fonte.
A terceira aliança com o povo prometido foi feita por intermédio de Moisés, quando ele recebeu as tábuas da lei que foram guardadas numa arca, a arca da aliança.
Essas alianças são representadas por fatores físicos: o arco-íris, a circuncisão e as tábuas da lei.
Mas há uma nova determinação de Deus, registrada no livro Deuteronômio 30,6: “Deus circundará o seu coração e o coração dos seus descendentes para que você ame a seu Deus com todo o coração e com toda a alma, e viva”.
Deus concluiu: “Este mandamento que hoje lhe ordeno não é muito difícil, nem está fora do seu alcance. Ele não está no céu, para que você fique perguntando: ‘Quem subirá por nós até o céu para trazê-lo a nós a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Também não está no além-mar para que você fique perguntando: ‘Quem atravessará por nós o mar, para trazer esse mandamento a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Sim, essa palavra está ao seu alcance: está na sua boca e no seu coração para que você a coloque em prática. (Dt 30,11-14).
Ou seja, a circuncisão é no coração. Limpando-o e purificando-o, para que possa ali permanecer dentro do homem, dando uma orientação muito clara: use o sentimento e a palavra, como geradores e criadores da sua vida e dos seus sonhos.
Quem não gostaria de encontrar a chave para viver uma vida melhor? Não é preciso dinheiro ou um enorme esforço para atingir esse objetivo. A verdade é que atrair abundância para a nossa vida é muito mais fácil do que pensamos. É tudo baseado no pensamento e na percepção. É tão simples como tudo que Deus faz, mas nos não nos damos conta disso.  É um fato científico que os pensamentos são energia. Os neurônios em nosso cérebro produzem pensamentos. Se a energia segue a energia, então a energia segue o pensamento.
O poder criador está em nós. Quando Jesus veio, Ele mostrou com toda a simplicidade que sempre caracterizou seus ensinamentos que todos os mandamentos estão sintetizados num só: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Aí estão a Lei e todos os profetas.
Simples assim. Simples, mas não fácil. Porque aí entra o efeito complicador: o livre-arbítrio. Será que não está na hora de agir e mudarmos nosso destino?
Certamente Deus está esperando por uma reação à altura da graça que Ele nos concedeu. Vamos surpreendê-lo?
Heitor Freire- Corretor de imóveis e advogado.

A história da humanidade registrada em muitos livros encontra na Bíblia um repositório importante da parte que diz respeito à “origem do mundo”. Sem querer entrar no mérito dessa afirmação, podemos dizer que ali se conta uma versão importante que tem merecido ao longo dos tempos análise e estudo dos povos que viveram na região da Palestina e adjacências.

Ali se apresentaram momentos históricos em que Deus celebrou diversas alianças com o povo “eleito”. A primeira delas foi com Noé, quando Deus disse a ele e a seus filhos, logo após o fim do dilúvio: “Eu estabeleço a minha aliança com vocês e com seus descendentes” (Gn 9,9). Ele disse mais: “Este é o sinal da aliança que coloco entre mim e vocês e todos os seres vivos que estão com vocês, para todas as gerações futuras: Colocarei o meu arco nas nuvens e ele se tornará um sinal da minha aliança com a Terra”. (Gn 9, 12-13). Esse sinal é o arco-íris.

A segunda aliança foi quando Deus apareceu a Abrão e lhe disse que faria dele “o pai de muitas nações” (Gn 17,4) e que a partir daí o seu nome passaria a ser Abrahão.E assim determinou o procedimento necessário: “E a aliança que eu faço com você e seus futuros descendentes, e que vocês devem observar é a seguinte: circuncidem todos os homens. Circuncidem a carne do prepúcio. Este será o sinal da aliança entre mim e vocês” (Gn 17, 10-11). 

E isto envolveu os descendentes de Abrahão: judeus e muçulmanos, já que de seus filhos Isaac e Ismael descendem os dois povos que ao longo da história têm se digladiado de forma cada vez mais encarniçada, sem que se reconheçam como irmãos verdadeiros e originários da mesma fonte. 

A terceira aliança com o povo prometido foi feita por intermédio de Moisés, quando ele recebeu as tábuas da lei que foram guardadas numa arca, a arca da aliança. 

Essas alianças são representadas por fatores físicos: o arco-íris, a circuncisão e as tábuas da lei.Mas há uma nova determinação de Deus, registrada no livro Deuteronômio 30,6: “Deus circundará o seu coração e o coração dos seus descendentes para que você ame a seu Deus com todo o coração e com toda a alma, e viva”.

Deus concluiu: “Este mandamento que hoje lhe ordeno não é muito difícil, nem está fora do seu alcance. Ele não está no céu, para que você fique perguntando: ‘Quem subirá por nós até o céu para trazê-lo a nós a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Também não está no além-mar para que você fique perguntando: ‘Quem atravessará por nós o mar, para trazer esse mandamento a nós, a fim de que possamos ouvi-lo e colocá-lo em prática? ’ Sim, essa palavra está ao seu alcance: está na sua boca e no seu coração para que você a coloque em prática. (Dt 30,11-14).

Ou seja, a circuncisão é no coração. Limpando-o e purificando-o, para que possa ali permanecer dentro do homem, dando uma orientação muito clara: use o sentimento e a palavra, como geradores e criadores da sua vida e dos seus sonhos.

Quem não gostaria de encontrar a chave para viver uma vida melhor? Não é preciso dinheiro ou um enorme esforço para atingir esse objetivo. A verdade é que atrair abundância para a nossa vida é muito mais fácil do que pensamos. É tudo baseado no pensamento e na percepção. É tão simples como tudo que Deus faz, mas nos não nos damos conta disso.  É um fato científico que os pensamentos são energia. Os neurônios em nosso cérebro produzem pensamentos. Se a energia segue a energia, então a energia segue o pensamento.

O poder criador está em nós. Quando Jesus veio, Ele mostrou com toda a simplicidade que sempre caracterizou seus ensinamentos que todos os mandamentos estão sintetizados num só: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Aí estão a Lei e todos os profetas.

Simples assim. Simples, mas não fácil. Porque aí entra o efeito complicador: o livre-arbítrio. Será que não está na hora de agir e mudarmos nosso destino?

Certamente Deus está esperando por uma reação à altura da graça que Ele nos concedeu. Vamos surpreendê-Lo?

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